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Q3943405 Português
Leia o Texto III para responder à questão.


Texto III


    Está tramitando no Senado um projeto do Senador Marcelo Crivella (PRB/RJ), (PLS 782/2015), que institui a cobrança de mensalidades nas Universidades Públicas para estudantes cuja renda seja superior a 30 salários mínimos (26,4 mil). Há 10 anos, Crivella apresentou um projeto semelhante que foi rejeitado pela Comissão de Educação no Senado.


    A luta histórica do movimento estudantil e das entidades e movimentos dos professores e técnico-administrativos sempre foi em defesa do caráter público, gratuito e de qualidade da educação. O projeto representa um verdadeiro retrocesso e a continuidade do processo da privatização da Universidade e da educação em curso no Brasil e no mundo, seguindo as diretrizes do Banco Mundial e das políticas neoliberais do imperialismo.


    Essa lógica da cobrança de mensalidades no ensino superior público é totalmente controversa à defesa de projeto de educação dos movimentos sociais. A nossa defesa deve ser da educação pública, gratuita, laica e de qualidade. Se aprovado este projeto, a educação no Brasil irá na contramão das lutas e vitórias em países da América Latina recentemente no campo da educação. Assim como da própria Constituição Federal, que prevê, em seu artigo 205, que a educação é um direito de todos e dever do Estado. Na Argentina, que fruto de muita luta, alterou sua legislação proibindo a cobrança de mensalidades e quaisquer outras taxas nas instituições de ensino superior. Já no Chile, depois de intensas mobilizações protagonizadas pelos estudantes e com apoio massivo dos trabalhadores e da população em geral, a educação superior no Chile, que foi um dos primeiros países da América Latina a sofrer com a implementação das políticas neoliberais do imperialismo, e teve sua educação toda privatizada, agora conquistou um importante passo rumo à educação pública no país. Os pinguins do Chile conquistaram a não cobrança de mensalidades nas instituições de ensino, realizando uma verdadeira reforma no sistema educacional no Chile.


Fonte: UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES (UNE). A nossa defesa é a da educação pública, gratuita, laica e de qualidade. Disponível em: https://www.une.org.br/opiniao/a-nossa-defesa-e-a-da-educacao-publica-gratuita-laica-e-de-qualidade/. Acesso em: 19 nov. 2025.

No enunciado “Está tramitando no Senado um projeto do Senador Marcelo Crivella (PRB/RJ), (PLS 782/2015), que institui a cobrança de mensalidades nas Universidades Públicas para estudantes cuja renda seja superior a 30 salários mínimos (26,4 mil)”, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao enunciado, de acordo com o contexto, por:
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Q3925540 Meteorologia
A ciência mundial reconhece as mudanças climáticas como uma das grandes tragédias que assolam o planeta Terra no século XXI. Uma das consequências dessas mudanças envolve a/o: 
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Q3925539 Pedagogia
O Ensino Fundamental brasileiro é dividido em dois segmentos, que são:
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Q3925538 Ética na Administração Pública
Um dos elementos relativos à aplicabilidade do conceito de ética no exercício do trabalho é: 
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Q3925537 História e Geografia de Estados e Municípios
Uma das marcas históricas de Sapezal envolve a emancipação do município na década de:
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Q3925536 Atualidades
Uma das marcas do atual governo dos Estados Unidos da América é o reforço da segurança na fronteira do país. Tal reforço envolve uma tentativa de reduzir a(o):
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Q3925535 Segurança e Transporte
A Norma Regulamentadora nº 11 (NR-11), do Ministério do Trabalho e Emprego, estabelece requisitos de segurança para transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais, entre os quais está o transporte manual de sacas. De acordo com essa norma, a distância máxima para o transporte manual de um saco é de:
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Q3925534 Legislação de Trânsito
A fixação da padronização de critérios técnicos, financeiros e administrativos para a execução das atividades de trânsito é um dos objetivos básicos do Sistema Nacional de Trânsito. Na forma estabelecida pelo Código de Trânsito Brasileiro, essa meta ocorre:
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Q3925533 Administração Pública
O Quadro Permanente de Pessoal do município é composto de grupos ocupacionais abrangendo vários cargos, atividades ou funções, segundo a natureza dos trabalhos ou nível de conhecimentos. O Grupo Ocupacional Atividades de Nível Médio compreende os cargos para cujo provimento se exige a conclusão do Nível Médio ou profissionalizante e equivale a apoio:
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Q3925532 Direito Administrativo
De acordo com o estabelecido na reformulação do Estatuto dos Servidores do município, a função gratificada à atribuição ou o conjunto de atribuições criadas por lei e caracterizadas na estrutura funcional do órgão, não alcançando atributos de um cargo, mas apresentando características especiais de responsabilidade, confiabilidade e complexidade que é confiada a:
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Q3925531 Direito Constitucional
Os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil estão dispostos na Constituição. Entre eles está o de construir uma sociedade livre, justa e:
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Q3925525 Português
Leia o texto a seguir:

O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA

Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua até mais adiante que o que é bom estará lá.

O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente, assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre andando que encontrarás coisa melhor do que isso.

Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito esfarrapado.

— Chega aqui! insistiu a mulher.

Namarasotha aproximou-se então.

— Entra, disse ela.

Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu e Namarasotha entrou, finalmente.

— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.

E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a mulher declarou:

— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu marido e passas a ser tu a mandar. E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre. Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:

— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.

Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se tão animada que ele acabou por se virar.

E no momento em que se virou, ficou como estava antes de chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.

Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf. Acesso em 09/01/2026
A principal oposição construída no texto é entre:
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Q3925524 Português
Leia o texto a seguir:

O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA

Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua até mais adiante que o que é bom estará lá.

O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente, assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre andando que encontrarás coisa melhor do que isso.

Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito esfarrapado.

— Chega aqui! insistiu a mulher.

Namarasotha aproximou-se então.

— Entra, disse ela.

Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu e Namarasotha entrou, finalmente.

— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.

E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a mulher declarou:

— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu marido e passas a ser tu a mandar. E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre. Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:

— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.

Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se tão animada que ele acabou por se virar.

E no momento em que se virou, ficou como estava antes de chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.

Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf. Acesso em 09/01/2026
A história é contada por um narrador que:
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Q3925523 Português
Leia o texto a seguir:

O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA

Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua até mais adiante que o que é bom estará lá.

O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente, assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre andando que encontrarás coisa melhor do que isso.

Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito esfarrapado.

— Chega aqui! insistiu a mulher.

Namarasotha aproximou-se então.

— Entra, disse ela.

Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu e Namarasotha entrou, finalmente.

— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.

E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a mulher declarou:

— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu marido e passas a ser tu a mandar. E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre. Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:

— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.

Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se tão animada que ele acabou por se virar.

E no momento em que se virou, ficou como estava antes de chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.

Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf. Acesso em 09/01/2026
De acordo om o texto, “a certa altura a música tornou-se tão animada que ele acabou por se virar”. A relação entre o ato de virar-se e o retorno à pobreza estabelece uma relação de fato e:
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Q3925522 Português
Leia o texto a seguir:

O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA

Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua até mais adiante que o que é bom estará lá.

O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente, assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre andando que encontrarás coisa melhor do que isso.

Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito esfarrapado.

— Chega aqui! insistiu a mulher.

Namarasotha aproximou-se então.

— Entra, disse ela.

Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu e Namarasotha entrou, finalmente.

— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.

E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a mulher declarou:

— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu marido e passas a ser tu a mandar. E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre. Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:

— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.

Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se tão animada que ele acabou por se virar.

E no momento em que se virou, ficou como estava antes de chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.

Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf. Acesso em 09/01/2026
No texto, o espaço narrativo contribui predominantemente para:
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Q3925521 Português
Leia o texto a seguir:

O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA

Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua até mais adiante que o que é bom estará lá.

O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente, assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:

— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre andando que encontrarás coisa melhor do que isso.

Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito esfarrapado.

— Chega aqui! insistiu a mulher.

Namarasotha aproximou-se então.

— Entra, disse ela.

Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu e Namarasotha entrou, finalmente.

— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.

E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a mulher declarou:

— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu marido e passas a ser tu a mandar. E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre. Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:

— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.

Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se tão animada que ele acabou por se virar.

E no momento em que se virou, ficou como estava antes de chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.

Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf. Acesso em 09/01/2026
No início da narrativa, os pássaros aconselham Namarasotha a não comer a carne encontrada. Ao obedecer aos passarinhos, ele demonstra principalmente:
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Q3925470 Atualidades
Uma das tendências atuais no mercado de trabalho brasileiro é o elevado número de: 
Alternativas
Q3925469 Geografia
Sapezal é um importante polo agrícola. Um dos principais produtos primários produzidos no município: 
Alternativas
Q3925468 História e Geografia de Estados e Municípios
Uma das principais vocações do estado de Mato Grosso, inclusive do município de Sapezal, envolve a produção de gêneros: 
Alternativas
Q3925467 Geografia
O estado de Mato Grosso faz parte da seguinte região brasileira: 
Alternativas
Respostas
681: C
682: D
683: C
684: B
685: A
686: A
687: C
688: B
689: C
690: A
691: C
692: D
693: C
694: A
695: D
696: B
697: A
698: C
699: B
700: B