Questões de Concurso Comentadas para nível fundamental

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Q3666290 Matemática
Maria tem um total de vinte notas de R$ 50,00, quinze moedas de R$ 1,00 e vinte e cinco moedas de R$ 0,25. Qual é o valor total que Maria possui?
Alternativas
Q3666286 Português
A separação correta de sílabas foi feita em:  
Alternativas
Q3666285 Português
Em “A jovem duquesa era conhecida por seu estilo elegante.”, o termo destacado refere-se:
Alternativas
Q3666284 Português
A palavra “propaganda” é classificada como:
Alternativas
Q3666283 Português
Em “O paraquedista vai aterrissar no meio da pista.”, a palavra sublinhada tem como sinônimo: 
Alternativas
Q3666281 Português
A contribuição das frutas de acordo com a cor delas

O consumo de frutas é importante para os seres humanos, pois é benéfico para o bem-estar físico e mental. Também pode ser um fator preventivo para sobrepeso, obesidade ou desnutrição, alerta a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Embora sejam feitas sugestões relevantes sobre a quantidade necessária desses alimentos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de cerca de 400 gramas de frutas e legumes por dia. A FAO também menciona que essa quantidade varia de acordo com cada pessoa, gênero ou o tipo de atividade física que pratica.

As frutas fornecem ao corpo diferentes nutrientes, que variam de acordo com a cor delas. As cores das frutas têm uma explicação e são importantes, pois estão associadas a nutrientes e fitoquímicos.

 Violeta e azul: contêm propriedades antioxidantes que podem reduzir o risco de câncer, derrame e doenças cardíacas. Por exemplo: amoras, uvas roxas e ameixas.

Vermelho: ajuda a reduzir o risco de câncer e contribui para a saúde cardiovascular. Por exemplo: maçã vermelha, morango e melancia.

Laranja e amarelo: contribuem para a saúde dos olhos. Por exemplo: laranja, manga e abacaxi.

Marrom e branco: contam com propriedades antivirais e antibacterianas, além de potássio. Por exemplo: banana e pera.

Verde: tem propriedades anticancerígenas. Por exemplo: maçã verde, abacate e kiwi. 

(Fonte: National Geographic — adaptado.)
Para a correção ortográfica, o preenchimento da lacuna da palavra incompleta na frase “A cerca estava coberta de ferru__ após anos de exposição ao tempo.”, deve ser feito com as seguintes letras:
Alternativas
Q3666280 Português
A contribuição das frutas de acordo com a cor delas

O consumo de frutas é importante para os seres humanos, pois é benéfico para o bem-estar físico e mental. Também pode ser um fator preventivo para sobrepeso, obesidade ou desnutrição, alerta a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Embora sejam feitas sugestões relevantes sobre a quantidade necessária desses alimentos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de cerca de 400 gramas de frutas e legumes por dia. A FAO também menciona que essa quantidade varia de acordo com cada pessoa, gênero ou o tipo de atividade física que pratica.

As frutas fornecem ao corpo diferentes nutrientes, que variam de acordo com a cor delas. As cores das frutas têm uma explicação e são importantes, pois estão associadas a nutrientes e fitoquímicos.

 Violeta e azul: contêm propriedades antioxidantes que podem reduzir o risco de câncer, derrame e doenças cardíacas. Por exemplo: amoras, uvas roxas e ameixas.

Vermelho: ajuda a reduzir o risco de câncer e contribui para a saúde cardiovascular. Por exemplo: maçã vermelha, morango e melancia.

Laranja e amarelo: contribuem para a saúde dos olhos. Por exemplo: laranja, manga e abacaxi.

Marrom e branco: contam com propriedades antivirais e antibacterianas, além de potássio. Por exemplo: banana e pera.

Verde: tem propriedades anticancerígenas. Por exemplo: maçã verde, abacate e kiwi. 

(Fonte: National Geographic — adaptado.)
Analisar o trecho “As frutas fornecem ao corpo diferentes nutrientes [...].” e assinalar a alternativa que apresenta a classificação CORRETA dos termos presentes: 
Alternativas
Q3666279 Português
A contribuição das frutas de acordo com a cor delas

O consumo de frutas é importante para os seres humanos, pois é benéfico para o bem-estar físico e mental. Também pode ser um fator preventivo para sobrepeso, obesidade ou desnutrição, alerta a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Embora sejam feitas sugestões relevantes sobre a quantidade necessária desses alimentos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de cerca de 400 gramas de frutas e legumes por dia. A FAO também menciona que essa quantidade varia de acordo com cada pessoa, gênero ou o tipo de atividade física que pratica.

As frutas fornecem ao corpo diferentes nutrientes, que variam de acordo com a cor delas. As cores das frutas têm uma explicação e são importantes, pois estão associadas a nutrientes e fitoquímicos.

 Violeta e azul: contêm propriedades antioxidantes que podem reduzir o risco de câncer, derrame e doenças cardíacas. Por exemplo: amoras, uvas roxas e ameixas.

Vermelho: ajuda a reduzir o risco de câncer e contribui para a saúde cardiovascular. Por exemplo: maçã vermelha, morango e melancia.

Laranja e amarelo: contribuem para a saúde dos olhos. Por exemplo: laranja, manga e abacaxi.

Marrom e branco: contam com propriedades antivirais e antibacterianas, além de potássio. Por exemplo: banana e pera.

Verde: tem propriedades anticancerígenas. Por exemplo: maçã verde, abacate e kiwi. 

(Fonte: National Geographic — adaptado.)
De acordo com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3641694 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
De acordo com a Lei Complementar nº 093/2003, que dispõe sobre o Estatuto dos servidores públicos da administração pública direta, autárquica e fundacional do Município de Cuiabá, o retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria, configura-se como uma das formas de provimento em cargo público denominada:
Alternativas
Q3641686 Português
A palavra OCEÂNICO foi acentuada pela mesma razão da palavra:
Alternativas
Q3641685 Português
Em “A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em f inanciamento para dar início ao tratado” (7º parágrafo), à luz da norma-padrão, o trecho destacado poderia ser substituído por:
Alternativas
Q3641684 Português
Em “Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico” (5º parágrafo), o verbo destacado, no pretérito imperfeito do indicativo, passaria a:
Alternativas
Q3641683 Português
No trecho “O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental” (6º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3641682 Português
Na palavra “geoengenharia”, o elemento destacado significa:
Alternativas
Q3641681 Português
Em “Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um ‘sinal poderoso’ de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta ‘30 por 30’” (4º parágrafo), as vírgulas foram empregadas para:
Alternativas
Q3641590 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no mesmo modo e tempo do verbo destacado em:
Alternativas
Q3641589 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


No período “Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral” (3º parágrafo), a oração destacada pode ser classificada como:
Alternativas
Q3641588 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


O trecho “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo) poderia ser reescrito, sem modificação do sentido, por:
Alternativas
Q3641587 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor” (3º parágrafo), o termo destacado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q3641586 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas” (8º parágrafo), o termo destacado indica a ideia de:
Alternativas
Respostas
3261: A
3262: D
3263: C
3264: B
3265: C
3266: D
3267: C
3268: C
3269: A
3270: D
3271: D
3272: A
3273: A
3274: B
3275: B
3276: C
3277: C
3278: D
3279: A
3280: B