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Considerando os estudos que acompanharam crianças no último ano da educação infantil ou no primeiro ano do ensino fundamental, constatando-se que, à medida que avançavam em direção a uma hipótese alfabética de escrita, as crianças também tendiam a avançar em suas capacidades de refletir sobre as partes sonoras das palavras, analise as afirmativas a seguir.
I. Para escrever segundo uma hipótese alfabética, as crianças precisam identificar palavras que começam com o mesmo fonema (mesmo que não saibam pronunciá-lo isoladamente).
II. A capacidade de refletir sobre partes sonoras das palavras é uma condição necessária para a criança avançar em direção a uma hipótese alfabética, sendo condição suficiente para dar conta de reconstruir as propriedades do sistema de escrita alfabética.
III. Para usar uma hipótese silábica qualitativa (isto é, sem valor sonoro convencional), ou hipóteses silábico-alfabética e alfabética, as crianças precisam avançar em suas habilidades de identificar e produzir palavras que começam com a mesma sílaba ou que rimam.
Referem-se a habilidades fonológicas apenas o que se afirma em
O jogo, no senso comum, é interpretado como passatempo; muitas escolas se limitam a utilizá-lo em momentos de recreação, festas, intervalo escolar e educação física. No entanto, o jogo pode vir a ser um aliado do professor no processo de ensino e aprendizagem.
(Pimentel & Magalhães, 2020.)
Considere determinado professor que recorreu à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para selecionar alguns objetivos na seção de Ciências da Natureza, para os 2º e 3º anos no intuito de elaborar jogos para o componente curricular de Ciências da Natureza. Assinale, a seguir, o objetivo de Ciências da Natureza que NÃO consta na BNCC.
As escolas regulares enfrentam dificuldades de comunicação entre os jovens e seus professores decorrentes do mesmo tipo de inadequação. É comum observarmos situações escolares nas quais os professores buscam explicar alguns conteúdos aos alunos, de acordo e a partir de suas próprias perspectivas e entendimentos, e estes não compreenderem o que ocorre, ou não terem nenhum de seus interesses despertados pela aula. Mais uma vez, o que percebemos é que os critérios e modos de seleção e organização curricular não buscam dialogar nem com os saberes nem com os desejos e expectativas dos jovens a que se destinam, permanecendo enclausurados nas certezas de uma “ciência” que, em nome das suas supostas objetividade e neutralidade, abdica de se comunicar com o mundo das pessoas.
(Inês Barbosa de Oliveira, 2007.)
Assinale a afirmativa que está em conformidade com o exposto no texto.
Considerando que ao longo do percurso histórico da Educação de Jovens e Adultos (EJA) tanto já se construiu e, sinalizando as contribuições de Paulo Freire – herança, princípios políticos e pedagógicos que podem guiar as práticas curriculares para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), analise as afirmativas a seguir.
I. Não se faz EJA pensando na formação e ampliação cultural dos sujeitos.
II. Não se faz EJA próxima da realidade de vida e de mundo dos educandos (ser no mundo e do mundo).
III. Não se pensa EJA apenas ou centrado no “b a ba”; se pensa EJA da alfabetização à conscientização; se pensa EJA como formação humana.
IV. Não se pode pensar EJA sem oportunizar o protagonismo dos sujeitos, sem pensar a modalidade como particularidade específica, com suas cores e notas para ser uma educação autêntica.
Está correto o que se afirma apenas em
Analise as situações hipotéticas a seguir.
I. Colégio Alternativo: baseia-se na concepção de ensino em que o conhecimento é resultado direto da experiência.
II. Escola Decolar: fundamenta-se em uma educação que ultrapassa a formação dos conceitos, levando o aluno a refletir sobre o seu papel na sociedade dentro da sala de aula, para que ele possa, nessa relação teórica e prática, encontrar novas maneiras de atuar no contexto em que vive.
III. Colégio Dinâmico: norteia-se nas relações interpessoais e no crescimento que delas resulta, centrado no desenvolvimento da personalidade do indivíduo, em seus processos de construção e organização pessoal da realidade e em sua capacidade de atuar como uma pessoa integrada.
IV. Escola do Futuro: o professor lança desafios para que o aluno passe por um processo de construção do conhecimento, no qual a assimilação de novas informações leve a uma reorganização interna das informações anteriormente assimiladas, alterando suas estruturas de raciocínio, envolvendo desequilíbrios e novas equilibrações em patamares cada vez mais avançados.
As concepções de ensino correspondentes, respectivamente, a cada situação hipotética são:
Para Wallon, “a dimensão afetiva ocupa lugar central tanto do ponto de vista da construção da pessoa quanto do conhecimento”. Para ele, a emoção, uma das dimensões da afetividade, é instrumento de sobrevivência inerente ao homem, é “fundamentalmente social” e “constitui, também, uma conduta com profundas raízes na vida orgânica”.
(In MAHONEY & ALMEIDA.)
Para o autor, o desenvolvimento humano acontece em cinco estágios, nos quais são expressas as características de cada espécie e revelam todos os elementos que constituem a pessoa. Diante do exposto, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Categorial.
2. Puberdade.
3. Personalismo.
4. Impulsivo-emocional.
5. Sensório-motor e projetivo.
( ) A criança de zero a um ano (0 a 1): revela sua afetividade por meio de movimentos, do toque, em uma comunicação não-verbal.
( ) A criança de um a três anos (1 a 3): já fala e anda, tendo o seu interesse voltado para os objetos, para o exterior, para a exploração do meio.
( ) A criança de três anos a seis anos (3 a 6): fase da diferenciação, da formação do “eu”, da descoberta de ser diferente do “outro”.
( ) A criança de seis anos a dez anos (6 a 10): a organização do mundo em categorias leva a um melhor entendimento das diferenças entre o “eu” e o “outro”.
( ) A adolescência (11 anos em diante): ocorre uma nova crise de oposição, ou seja, o conflito “eu-outro” retorna, desta vez, como busca de uma identidade autônoma, o que possibilita maior clareza de limites, de autonomia e de dependência.
A sequência está correta em
A ação avaliativa mediadora se desenvolve em benefício do aluno e se dá, fundamentalmente, pela proximidade entre quem educa e quem é educado.
(Hoffmann, 2009.)
Sobre a avaliação mediadora, é possível inferir que: