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Q2815835 Noções de Informática

No Microsoft Word podemos selecionar textos usando o mouse ou o teclado. Para selecionarmos o parágrafo abaixo do cursor, considerando este se encontra no início, devemos combinar as teclas CTRL +

Alternativas
Q2815834 Noções de Informática

Existem diversas categorias comerciais de software. Aquela que é disponibilizada, ainda não acabada, para avaliação e testes é chamada de uma versão de software

Alternativas
Q2815826 Português
not valid statement found

Em “Jonathan Polansky, que participou da pesquisa, diz que a situação pouco mudou em filmes voltados para adolescentes.”, os verbos são, respectivamente,

Alternativas
Q2815824 Português
not valid statement found

No fragmento “Estudo realizado pela Universidade da Califórnia revela que, embora a presença de fumantes em filmes norteamericanos tenha diminuído nas últimas décadas, a maior parte das produções continua exibindo cenas com cigarros.”, as vírgulas foram colocadas para separar a oração

Alternativas
Q2815823 Português
not valid statement found

O termo destacado está classificado incorretamente quanto à sua função sintática em

Alternativas
Q2815822 Português
not valid statement found

Observe o fragmento abaixo e assinale a quantidade de pronomes nele existente.

“De tudo isto nos resultou um prêmio: nivelamo-nos aos princípios liberais de nosso tempo.”

Alternativas
Q2815820 Português
not valid statement found

Na oração “que não o compreendam”, o conector desempenha a mesma função sintática que o da opção

Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESGRANRIO Órgão: DECEA
Q1236217 Português
São acentuadas graficamente pela mesma razão as palavras:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUNRIO Órgão: MJSP
Q1230375 Português
Muitos talvez não compreendam que, numa época de cerrado utilitarismo, alguém se demasie em tanto esforço numa advocacia romântica e cavalheiresca, sem visar a um lucro ou a interesse indiretos. Tanto pior para os que não o compreendam. Falham à primeira condição prática, positiva e utilitária da vida, que é o aformoseá-la... De tudo isto nos resultou um prêmio: nivelamo-nos aos princípios liberais de nosso tempo. Basta-nos. Afeiçoamo-nos, há muito, aos triunfos tranquilos, no meio da multidão sem voz dos nossos livros. Hoje, como ontem, obedecendo à finalidade de um ideal, repelimos, do mesmo passo, o convício e o aplauso, o castigo e a recompensa, o desquerer e a simpatia. Não combatemos as pretensões peruanas. Denunciamos um erro. Não defendemos os direitos da Bolívia. Defendemos o Direito.
Fonte: CUNHA, Euclides da. Peru versus Bolívia. São Paulo: Cultrix; Brasília: INL, 1975, p.135.
Na oração “que não o compreendam”, o conector desempenha a mesma função sintática que o da opção 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESGRANRIO Órgão: DECEA
Q1222197 Segurança da Informação
Considere o contexto no qual não existe falha de segurança na proteção da(s) chave(s) privada(s) e pública(s). Dentro deste contexto, se Marcelo escreve um e-mail para José e o assina digitalmente, José pode ter certeza de que
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212798 Português
TEXTO I: Abalo global
Não existe brasileiro de bom senso que não deseje, como o presidente, que esta crise dos países ricos não contamine o Brasil. Mas como ter esta esperança se temos uma política monetária invertida, que tem as maiores taxas de juros do planeta, sufoca os empresários e a produção, explode a dívida pública, favorecendo somente aos bancos, que nada produzem.
Desgraçadamente, temos ainda o descontrole total dos gastos públicos, comandado por gestores dos três poderes, irresponsáveis e ávidos por enriquecimento a qualquer custo. Pagam esta conta com tributos inflados e escorchantes. Recursos para financiar e desenvolver serviços públicos essenciais, nem pensar. 
(Cartas dos Leitores, O Globo, 18/01/09)
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à estrutura do texto “Abalo global”:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212726 Português
TEXTO II:
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la. 
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição. (...) 
(Sobre esquimós e larápios, Roberto Civita, Veja, 31/12/08 – fragmento)
Analise as afirmativas abaixo, de acordo com o texto II:
I. A desonestidade é um fenômeno existente desde o início da civilização.
II. Leis e religiões, há milênios, visam a reprimir e punir os que praticam a desonestidade.
III. Os princípios éticos e religiosos levam as pessoas a agirem honestamente.
IV. A desonestidade é uma questão nata.
V. A punição é freio para que a grande maioria das pessoas resista às tentações de cometer desonestidade.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212698 Português
TEXTO I: Abalo global
Não existe brasileiro de bom senso que não deseje, como o presidente, que esta crise dos países ricos não contamine o Brasil. Mas como ter esta esperança se temos uma política monetária invertida, que tem as maiores taxas de juros do planeta, sufoca os empresários e a produção, explode a dívida pública, favorecendo somente aos bancos, que nada produzem.
Desgraçadamente, temos ainda o descontrole total dos gastos públicos, comandado por gestores dos três poderes, irresponsáveis e ávidos por enriquecimento a qualquer custo. Pagam esta conta com tributos inflados e escorchantes. Recursos para financiar e desenvolver serviços públicos essenciais, nem pensar. 
(Cartas dos Leitores, O Globo, 18/01/09) 
De acordo com o texto I, todas as palavras grifadas podem ser substituídas pelas palavras dos parênteses, EXCETO em:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212395 Português
TEXTO II:
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição. (...)
(Sobre esquimós e larápios, Roberto Civita, Veja, 31/12/08 – fragmento)
O objetivo do texto é:
Alternativas
Q212085 Regimento Interno
Analise as afirmativas abaixo:
I. Compete ao Primeiro-Secretário da Mesa do Senado assinar os autógrafos dos projetos e emendas a serem remetidos à Câmara dos Deputados.
II. O Primeiro Vice-Presidente da Mesa do Senado tem a atribuição exclusiva de substituir o Presidente nas suas faltas ou impedimentos.
III. É ao Presidente da Mesa do Senado que cabe a atribuição de convocar Suplente de Senador.
Assinale:

Alternativas
Q177503 Espanhol
DESCENSO SUPERIOR AL QUE SE PRODUJO EN 1993

Sólo internet resiste a la fuerte
caída en la inversión publicitaria

(ELMUNDO.ES)

MADRID. – El mercado publicitario podría caer este año más
de un 9% (9,2%) según las previsiones de los panelistas de
Zenith Vigía -estudio realizado por Zenithmedia-, directivos de la
práctica totalidad de los medios españoles. Sólo internet, con un
crecimiento del 19,2% y los canales temáticos, con un 6,2%, se
salvan del pesimismo generalizado. Aún así las previsiones para
estos medios son algo menos optimistas que hace unos meses.

"La acumulación de malas noticias económicas, que se ha
intensificado a lo largo del verano, ha transmitido un fuerte
pesimismo a un mercado publicitario que ya había sufrido una
fuerte retracción en el segundo trimestre", señala el estudio. Los
JJOO trajeron un poco de alegría a TVE, líder de audiencia en
agosto pero, al ser un mes con escasas inversiones publicitarias,
su repercusión en las cuentas del medio no ha sido demasiado
importante.

La crisis financiera norteamericana y sus repercusiones
mundiales, unida a nuestra propia crisis inmobiliaria y sus
consecuencias, han provocado una fuerte retracción en las
inversiones publicitarias, subrayan desde Zenith Vigia.

Caída histórica

Así que ahora las previsiones de los panelistas de Vigía son
claramente negativas: proyectan una caída histórica en el
mercado publicitario, superior a la que se produjo en el año 1993 y
por tanto la mayor desde que el mercado publicitario español
alcanzó su madurez, algo que sólo puede fecharse en los años 80.

La caída prevista del 9,2% a precios corrientes, que podría
ser aún algo mayor si no se produce una cierta reanimación en
este último trimestre, se situaría en el entorno del 15% en euros
constantes, dado el actual entorno de inflación creciente.

En este ambiente de malas noticias generalizadas la mayor
parte de las empresas están elaborando ahora sus presupuestos
para 2009, así que no puede sorprender que los panelistas
prevean una nueva caída (esta vez del orden del 6%) de las
inversiones durante el año próximo. La mayor parte de los
panelistas esperan que la salida de la actual crisis se produzca a lo
largo de 2010, o como muy pronto en el último trimestre de 2009.

Después de un comienzo de año con un ligero optimismo, el
mercado publicitario se ha dejado llevar por una sensación de
derrumbe que se retroalimenta. Ni siquiera los éxitos deportivos
que, según estudios de la Universidad de Navarra y el Instituto
de Empresa, revalorizan la marca España y aportan algo de
alegría a la economía, han conseguido cambiar esa percepción
tan negativa.

Si se cumplieran las previsiones de Zenith Vigía, lejos de
superar los 8.000 millones de euros que a comienzos de 2008 se
esperaban para este año, la inversión publicitaria en medios
caería hasta niveles de 7.200 millones en 2008 y perdería el nivel
de los 7.000 en 2009.

(Fonte: http://www.elmundo.es/elmundo/2008/09/29
/comunicacion/1222680412.html)

No fragmento “Así que ahora las previsiones...”, o termo sublinhado pode ser substituído em português, sem alterar o significado, por:
Alternativas
Q177501 Espanhol
DESCENSO SUPERIOR AL QUE SE PRODUJO EN 1993

Sólo internet resiste a la fuerte
caída en la inversión publicitaria

(ELMUNDO.ES)

MADRID. – El mercado publicitario podría caer este año más
de un 9% (9,2%) según las previsiones de los panelistas de
Zenith Vigía -estudio realizado por Zenithmedia-, directivos de la
práctica totalidad de los medios españoles. Sólo internet, con un
crecimiento del 19,2% y los canales temáticos, con un 6,2%, se
salvan del pesimismo generalizado. Aún así las previsiones para
estos medios son algo menos optimistas que hace unos meses.

"La acumulación de malas noticias económicas, que se ha
intensificado a lo largo del verano, ha transmitido un fuerte
pesimismo a un mercado publicitario que ya había sufrido una
fuerte retracción en el segundo trimestre", señala el estudio. Los
JJOO trajeron un poco de alegría a TVE, líder de audiencia en
agosto pero, al ser un mes con escasas inversiones publicitarias,
su repercusión en las cuentas del medio no ha sido demasiado
importante.

La crisis financiera norteamericana y sus repercusiones
mundiales, unida a nuestra propia crisis inmobiliaria y sus
consecuencias, han provocado una fuerte retracción en las
inversiones publicitarias, subrayan desde Zenith Vigia.

Caída histórica

Así que ahora las previsiones de los panelistas de Vigía son
claramente negativas: proyectan una caída histórica en el
mercado publicitario, superior a la que se produjo en el año 1993 y
por tanto la mayor desde que el mercado publicitario español
alcanzó su madurez, algo que sólo puede fecharse en los años 80.

La caída prevista del 9,2% a precios corrientes, que podría
ser aún algo mayor si no se produce una cierta reanimación en
este último trimestre, se situaría en el entorno del 15% en euros
constantes, dado el actual entorno de inflación creciente.

En este ambiente de malas noticias generalizadas la mayor
parte de las empresas están elaborando ahora sus presupuestos
para 2009, así que no puede sorprender que los panelistas
prevean una nueva caída (esta vez del orden del 6%) de las
inversiones durante el año próximo. La mayor parte de los
panelistas esperan que la salida de la actual crisis se produzca a lo
largo de 2010, o como muy pronto en el último trimestre de 2009.

Después de un comienzo de año con un ligero optimismo, el
mercado publicitario se ha dejado llevar por una sensación de
derrumbe que se retroalimenta. Ni siquiera los éxitos deportivos
que, según estudios de la Universidad de Navarra y el Instituto
de Empresa, revalorizan la marca España y aportan algo de
alegría a la economía, han conseguido cambiar esa percepción
tan negativa.

Si se cumplieran las previsiones de Zenith Vigía, lejos de
superar los 8.000 millones de euros que a comienzos de 2008 se
esperaban para este año, la inversión publicitaria en medios
caería hasta niveles de 7.200 millones en 2008 y perdería el nivel
de los 7.000 en 2009.

(Fonte: http://www.elmundo.es/elmundo/2008/09/29
/comunicacion/1222680412.html)

Segundo o texto, a variação no percentual de queda nos investimentos pode ser atribuída:
Alternativas
Q177500 Espanhol
DESCENSO SUPERIOR AL QUE SE PRODUJO EN 1993

Sólo internet resiste a la fuerte
caída en la inversión publicitaria

(ELMUNDO.ES)

MADRID. – El mercado publicitario podría caer este año más
de un 9% (9,2%) según las previsiones de los panelistas de
Zenith Vigía -estudio realizado por Zenithmedia-, directivos de la
práctica totalidad de los medios españoles. Sólo internet, con un
crecimiento del 19,2% y los canales temáticos, con un 6,2%, se
salvan del pesimismo generalizado. Aún así las previsiones para
estos medios son algo menos optimistas que hace unos meses.

"La acumulación de malas noticias económicas, que se ha
intensificado a lo largo del verano, ha transmitido un fuerte
pesimismo a un mercado publicitario que ya había sufrido una
fuerte retracción en el segundo trimestre", señala el estudio. Los
JJOO trajeron un poco de alegría a TVE, líder de audiencia en
agosto pero, al ser un mes con escasas inversiones publicitarias,
su repercusión en las cuentas del medio no ha sido demasiado
importante.

La crisis financiera norteamericana y sus repercusiones
mundiales, unida a nuestra propia crisis inmobiliaria y sus
consecuencias, han provocado una fuerte retracción en las
inversiones publicitarias, subrayan desde Zenith Vigia.

Caída histórica

Así que ahora las previsiones de los panelistas de Vigía son
claramente negativas: proyectan una caída histórica en el
mercado publicitario, superior a la que se produjo en el año 1993 y
por tanto la mayor desde que el mercado publicitario español
alcanzó su madurez, algo que sólo puede fecharse en los años 80.

La caída prevista del 9,2% a precios corrientes, que podría
ser aún algo mayor si no se produce una cierta reanimación en
este último trimestre, se situaría en el entorno del 15% en euros
constantes, dado el actual entorno de inflación creciente.

En este ambiente de malas noticias generalizadas la mayor
parte de las empresas están elaborando ahora sus presupuestos
para 2009, así que no puede sorprender que los panelistas
prevean una nueva caída (esta vez del orden del 6%) de las
inversiones durante el año próximo. La mayor parte de los
panelistas esperan que la salida de la actual crisis se produzca a lo
largo de 2010, o como muy pronto en el último trimestre de 2009.

Después de un comienzo de año con un ligero optimismo, el
mercado publicitario se ha dejado llevar por una sensación de
derrumbe que se retroalimenta. Ni siquiera los éxitos deportivos
que, según estudios de la Universidad de Navarra y el Instituto
de Empresa, revalorizan la marca España y aportan algo de
alegría a la economía, han conseguido cambiar esa percepción
tan negativa.

Si se cumplieran las previsiones de Zenith Vigía, lejos de
superar los 8.000 millones de euros que a comienzos de 2008 se
esperaban para este año, la inversión publicitaria en medios
caería hasta niveles de 7.200 millones en 2008 y perdería el nivel
de los 7.000 en 2009.

(Fonte: http://www.elmundo.es/elmundo/2008/09/29
/comunicacion/1222680412.html)

A responsabilidade pelo estudo mencionado no primeiro parágrafo é dos:
Alternativas
Respostas
1621: A
1622: D
1623: E
1624: A
1625: D
1626: E
1627: A
1628: A
1629: D
1630: A
1631: C
1632: B
1633: A
1634: D
1635: A
1636: E
1637: B
1638: A
1639: D
1640: D