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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Comissão pública fluxo de atendimento a crianças
vítimas de abuso
A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.
O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.
Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.
O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.
O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:
• Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;
• Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;
• Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.
O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.
As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.
No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.
A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Comissão pública fluxo de atendimento a crianças
vítimas de abuso
A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.
O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.
Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.
O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.
O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:
• Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;
• Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;
• Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.
O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.
As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.
No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.
A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)
Com base nesse recurso, assinale a alternativa correta:
Com base nas funcionalidades e características do gerenciador de tarefas, analise as afirmativas a seguir:
I. A guia “processos” apresenta aplicativos e processos em segundo plano, incluindo o consumo de recursos de cada um.
II. A guia “desempenho” exibe gráficos e dados relacionados ao uso de recursos como cpu e memória do sistema.
III. A guia “detalhes” permite visualizar processos em execução, incluindo informações como uso de recursos e contexto do usuário.
IV. A guia “serviços” permite apenas visualizar serviços em execução, não sendo possível iniciar ou interromper serviços diretamente por essa interface.
Assinale a alternativa correta:
Com base nos recursos de inserção de hiperlinks, assinale a alternativa correta:
Com base nesses recursos, assinale a alternativa correta:
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Considerando as diferenças entre aplicações web, nativas e híbridas, analise as afirmativas a seguir:
I. Aplicações web são acessadas por meio de navegadores e, em geral, apresentam maior dependência da conectividade de rede para seu funcionamento.
II. Aplicações híbridas combinam características de aplicações web e nativas, podendo ser instaladas em dispositivos e acessar recursos do hardware, como notificações e sensores.
III. Aplicações nativas utilizam uma única base de código para diferentes sistemas operacionais, o que reduz o custo e o tempo de desenvolvimento quando comparadas às aplicações híbridas.
IV. AV. Aplicações web tendem a apresentar desempenho inferior ao de aplicações nativas, pois dependem do navegador para execução e interação com o usuário.
Assinale a alternativa correta:
Considerando o cenário descrito, a situação apresentada caracteriza um exemplo de:
Considerando o cenário descrito, o tipo de ameaça digital envolvida nesse incidente é classificado como:
Nesse contexto, uma prática recomendada para aumentar a segurança e a recuperabilidade dos dados é:
I. O backup completo copia todo o conjunto de dados, independentemente de alterações, podendo demandar maior tempo de execução e maior espaço de armazenamento.
II. II. O backup incremental copia os dados modificados desde o último backup realizado, seja ele completo ou incremental.
III. O backup diferencial copia apenas os dados modificados desde o último backup incremental, reduzindo progressivamente o volume de dados copiados a cada execução.
IV. O backup incremental e o backup diferencial sempre copiam exatamente o mesmo volume de dados quando executados em dias consecutivos após um backup completo.
Assinale a alternativa correta.
( ) Sistemas operacionais de código aberto, como o linux, caracterizam-se por permitir acesso ao código-fonte, mas sua utilização em ambientes corporativos é limitada, uma vez que a ausência de licenciamento proprietário impede a oferta de suporte técnico estruturado e atualizações regulares.
( ) Sistemas operacionais proprietários, como o MacOs, são desenvolvidos para operar em hardware específico, mas podem ser legalmente instalados em qualquer equipamento compatível com sua arquitetura, desde que o usuário possua licença válida do software.
( ) O sistema operacional atua como intermediário entre o hardware e os aplicativos, sendo responsável por gerenciar recursos do sistema, como memória, processamento e dispositivos de entrada e saída, permitindo que diferentes softwares sejam executados de forma coordenada.
( ) Sistemas operacionais móveis, como o android, foram projetados para dispositivos portáteis e, por essa razão, não podem ser adaptados ou utilizados em outras categorias de equipamentos computacionais, como televisores inteligentes ou sistemas embarcados.
Assinale a alternativa correta:
( ) A escalabilidade é uma vantagem do armazenamento em nuvem, pois permite expandir a capacidade de armazenamento conforme a necessidade, sem a exigência de aquisição prévia de infraestrutura própria.
( ) O armazenamento em nuvem garante redução dos custos relacionados à tecnologia da informação, uma vez que não há necessidade de manutenção ou pagamento por serviços utilizados.
( ) A dependência de uma conexão com a internet pode ser considerada uma desvantagem do armazenamento em nuvem, pois o acesso aos arquivos pode ser comprometido em caso de instabilidade na rede.
( ) O armazenamento em nuvem garante segurança absoluta dos dados, independentemente do uso de mecanismos como criptografia e autenticação.
Assinale a alternativa correta:
Nesse contexto, a modalidade de redação oficial mais adequada é:
"O mundo é um lugar onde alguns se importam com o que os outros pensam, enquanto outros se importam apenas com o que pensam sobre si mesmos."
Qual das opções abaixo apresenta erro de pontuação?