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Q4146101 Administração Geral
O processo administrativo é um ciclo dinâmico e cíclico composto por quatro fases interdependentes que orientam as ações organizacionais fundamentais: Planejamento, Organização, Direção e Controle. Nesse sentido, a fase de controle caracteriza-se por:
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Q4146100 Direito Administrativo
O processo administrativo se baseia em princípios que norteiam a sua existência e que dão legitimidade aos caminhos trilhados dentro da Administração Pública. Entre esses princípios, destaca-se o da:
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Q4146099 Direito Administrativo
O processo administrativo são as atividades da Administração Pública que tem como objetivo alcançar fins específicos previstos em lei. Dessa forma, pode-se afirmar que o processo administrativo é um dos principais fundamentos para que o Estado aja conforme a lei e que aplique os seus esforços para consolidá-la. Acerca disso, o processo administrativo pode ser compreendido como o(a):
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Q4146098 Atendimento ao Público
O atendimento ao público representa a face mais visível da administração pública e constitui um dos principais fatores que influenciam a percepção dos cidadãos sobre a qualidade dos serviços governamentais. O atendimento ao público nas organizações públicas deve observar princípios que assegurem qualidade e eficiência no serviço prestado. Nesse contexto, considera-se atendimento adequado aquele que:
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Q4146097 Administração Financeira e Orçamentária
Na elaboração da lei orçamentária anual, determinado ente público estruturou suas despesas a partir de programas governamentais, vinculando ações a objetivos específicos e metas previamente definidas no planejamento de médio prazo. Além disso, buscou-se a integração entre planejamento e orçamento, com a utilização de indicadores para avaliação dos resultados alcançados. Nesse sentido, é correto afirmar que o modelo adotado:
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Q4146096 Administração Financeira e Orçamentária
O orçamento público constitui instrumento essencial de planejamento e execução das políticas públicas. Ele não apenas registra números, mas reflete as prioridades políticas e sociais, transformando as promessas de governo em ações concretas para a população. Nesse sentido, o orçamento caracteriza-se como o(a):
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Q4146095 Direito Administrativo
Os convênios na administração pública constituem pactos de mútua cooperação, e se notabilizam, não apenas, mas sobretudo, pela presença de interesses recíprocos entre convenente, quem recebe o recurso, e concedente, que oferece o recurso. Nesse sentido, os convênios caracterizam-se por
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Q4146094 Direito Administrativo
Os contratos administrativos são ajustes firmados entre a Administração Pública e um particular (pessoas físicas ou jurídicas particulares), regulado pelo direito público, e tendo por objetivo principal uma atividade que traduza certo interesse público. Nesse sentido, os contratos administrativos possuem características próprias que os distinguem dos contratos privados. Dentre essas características, destaca-se a:
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Q4146093 Direito Administrativo
O pregão é uma modalidade de licitação amplamente utilizada pela administração pública, é a forma mais comum de compras públicas, garantindo agilidade e transparência ao permitir que empresas vendam para o governo sem burocracia. O pregão destina-se à contratação de:
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Q4146092 Direito Administrativo
A dispensa e a inexigibilidade de licitação configuram hipóteses excepcionais previstas emlei, exigindo fundamentação adequada. A inexigibilidade caracteriza-se quando:
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Q4146091 Direito Administrativo
A Lei nº 14.133/2021 promoveu modificações relevantes nas modalidades licitatórias, definindo procedimentos e extinguindo práticas anteriores. Nesse sentido, de acordo com essa legislação, considera-se modalidade de licitação o(a):
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Q4146089 Direito Administrativo
O cadastro de fornecedores é um instrumento utilizado pela administração pública para fins de habilitação e controle, contribuindo para maior eficiência nas contratações públicas. Nesse sentido, é correto afirmar que o cadastro de fornecedores:
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Q4146088 Administração de Recursos Materiais
Cotação é o ato ou efeito de cotar preço pelo qual se negociam mercadorias, títulos, ações de bancos ou fundos públicos, moedas estrangeiras, nas bolsas ou nas praças de comércio. No âmbito da administração pública, a cotação de preços constitui uma etapa fundamental para a definição do valor estimado da contratação, devendo observar critérios formais e documentais exigidos por lei. Nesse contexto, a cotação de preços caracteriza-se como:
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Q4145227 Conhecimentos Gerais
A construção de identidades locais pode envolver a apropriação de representações literárias que, embora originalmente produzidas no campo artístico, passam a ser ressignificadas como elementos simbólicos de pertencimento territorial. No caso de Ipu, no Ceará, o hino municipal faz referência a um personagem cuja imagem literária foi associada à região. Considerando esse contexto, examine as afirmativas a seguir e assinale a correta. 
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Q4145226 História
A organização político-administrativa dos municípios no Brasil do século XIX, estava vinculada a dispositivos legais. Nesse contexto, a formação de núcleos urbanos implicava sua elevação gradual de status administrativo, conforme critérios estabelecidos pela legislação vigente. Considerando esse processo, é correto afirmar que a formação administrativa do município Ipu:
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Q4145224 História e Geografia de Estados e Municípios
A organização do território cearense baseia-se em compartimentos de relevo que definem as chamadas zonas fisiográficas. O município Ipu possui uma localização estratégica. Considerando a unidade geomorfológica que define a identidade cultural, o clima e o principal patrimônio natural do município, é correto afirmar que Ipu está vinculado à:
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Q4145223 História e Geografia de Estados e Municípios
A classificação regional do espaço brasileiro, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organiza os municípios em recortes que expressem proximidades geográficas e afinidades socioeconômicas. Tendo em vista essa lógica de regionalização, é correto afirmar que o município Ipu pertence à Região Geográfica Intermediária de:
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Q4145222 Português
200 milhões de Arnaldos


    No idílico passado, éramos 100 milhões de técnicos de futebol com absoluta certeza de que um jumento categórico comandava a Seleção Brasileira. E muitos outros burros menores se espalhavam no comando de nossos times – todos absolutamente ineptos. Nós, e apenas nós, sabíamos o que devia ser feito naquele gramado onde 22 indivíduos perseguiam uma esfera de couro.


    A esfera deixou de ser couro, e esse tempo passou. Hoje somos 200 milhões e continuamos treinando... mas nossa principal função mudou. Agora somos 200 milhões de árbitros, ou melhor, 200 milhões de VARs... senhores de realidades definitivas em cada mínimo lance. Temos plena convicção de que todos os juízes são horrorosos e nossa interpretação – que casualmente favorece sempre nosso time – é a correta.


    Assim o futebol ilustra e explica nossa rasteira humanidade - nosso neandertal íntimo que disfarçamos com a razão. Penso, logo existo, escreveu Descartes. Apito, logo influo, diria nosso Arnaldo profundo. Afinal somos todos Arnaldos, 200 milhões de Arnaldos Cézares, apitando em todas as direções nas redes sociais e nos grupos de discussão.


    Toda semana é um manancial de exemplos. Nesta tivemos um caso curioso –a lupa da América do Sul observando que, na partida entre Cusco e Flamengo, o árbitro de vídeo anotou impedimento a partir de uma marcação num cotovelo pixelado. Absurdo! Armação! Pensem em quão surreal é esse debate. Um cotovelo pixelado. A imperfeição humana, por graça divina, sobrevive à tecnologia.


    Em breve teremos o automático (já temos o semi nas europas da vida). Mas, na Libertadores e nas competições raiz da Conmebol, esse futuro vai demorar. Instalar equipamentos de último tipo requer estádios com um mínimo de infraestrutura. E a América do Sul convive com sua cota de pulgueiros, poleiros e arenas do século passado.


    Há quem diga que o inevitável casamento entre inteligência artificial e lei do impedimento sepultará grande parte das polêmicas. E uma visão ingênua – que subestima a capacidade humana de procurar (e encontrar) cabelo em ovo. O VAR reduziu muito a quantidade de erros nos jogos. Mas, ironicamente, temos a impressão de que se erra muito mais.


    Vemos mais o jogo. Logo, percebemos sutilezas nunca dantes imaginadas. O cotovelo pixelado poderia ser título de quadro surrealista. No GJV, famoso grupo de jornalistas de idade avançada em que essa coluna é gestada, temos inclusive um facilitador: a fantástica fábrica de GIFs. Tão logo um lance polêmico ocorre... ele já chega empacotado e reduzido para o exame dos árbitros de ocasião. A imagem é dissecada como um cadáver, e os patologistas divergem. Foi pênalti? Não foi! Vermelho? No máximo amarelo!


    Ai de ti, jornalista, que no passado crucificava o comentarista de arbitragem –dizendo que ele era como um juiz do STF e errava por último. Agora até os PCs e Sálvios perderam essa instância derradeira. Nós ganhamos. Agora somos nós que erramos por último. Em cada coletivo ecoa o Supremo Tribunal Arbitral de cada lance. É ali que erramos, erramos rude, erramos com fé. Erramos com a santa convicção de que estamos certos.


Jornal O Globo - 11/04/2026
O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa sistematizou o uso do hífen em palavras formadas por derivação prefixal, como ocorre em “sul-americana”. Considerando as regras de ortografia oficial vigentes, assinale a alternativa em que as palavras destacadas estão grafadas adequadamente.
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Q4145221 Português
200 milhões de Arnaldos


    No idílico passado, éramos 100 milhões de técnicos de futebol com absoluta certeza de que um jumento categórico comandava a Seleção Brasileira. E muitos outros burros menores se espalhavam no comando de nossos times – todos absolutamente ineptos. Nós, e apenas nós, sabíamos o que devia ser feito naquele gramado onde 22 indivíduos perseguiam uma esfera de couro.


    A esfera deixou de ser couro, e esse tempo passou. Hoje somos 200 milhões e continuamos treinando... mas nossa principal função mudou. Agora somos 200 milhões de árbitros, ou melhor, 200 milhões de VARs... senhores de realidades definitivas em cada mínimo lance. Temos plena convicção de que todos os juízes são horrorosos e nossa interpretação – que casualmente favorece sempre nosso time – é a correta.


    Assim o futebol ilustra e explica nossa rasteira humanidade - nosso neandertal íntimo que disfarçamos com a razão. Penso, logo existo, escreveu Descartes. Apito, logo influo, diria nosso Arnaldo profundo. Afinal somos todos Arnaldos, 200 milhões de Arnaldos Cézares, apitando em todas as direções nas redes sociais e nos grupos de discussão.


    Toda semana é um manancial de exemplos. Nesta tivemos um caso curioso –a lupa da América do Sul observando que, na partida entre Cusco e Flamengo, o árbitro de vídeo anotou impedimento a partir de uma marcação num cotovelo pixelado. Absurdo! Armação! Pensem em quão surreal é esse debate. Um cotovelo pixelado. A imperfeição humana, por graça divina, sobrevive à tecnologia.


    Em breve teremos o automático (já temos o semi nas europas da vida). Mas, na Libertadores e nas competições raiz da Conmebol, esse futuro vai demorar. Instalar equipamentos de último tipo requer estádios com um mínimo de infraestrutura. E a América do Sul convive com sua cota de pulgueiros, poleiros e arenas do século passado.


    Há quem diga que o inevitável casamento entre inteligência artificial e lei do impedimento sepultará grande parte das polêmicas. E uma visão ingênua – que subestima a capacidade humana de procurar (e encontrar) cabelo em ovo. O VAR reduziu muito a quantidade de erros nos jogos. Mas, ironicamente, temos a impressão de que se erra muito mais.


    Vemos mais o jogo. Logo, percebemos sutilezas nunca dantes imaginadas. O cotovelo pixelado poderia ser título de quadro surrealista. No GJV, famoso grupo de jornalistas de idade avançada em que essa coluna é gestada, temos inclusive um facilitador: a fantástica fábrica de GIFs. Tão logo um lance polêmico ocorre... ele já chega empacotado e reduzido para o exame dos árbitros de ocasião. A imagem é dissecada como um cadáver, e os patologistas divergem. Foi pênalti? Não foi! Vermelho? No máximo amarelo!


    Ai de ti, jornalista, que no passado crucificava o comentarista de arbitragem –dizendo que ele era como um juiz do STF e errava por último. Agora até os PCs e Sálvios perderam essa instância derradeira. Nós ganhamos. Agora somos nós que erramos por último. Em cada coletivo ecoa o Supremo Tribunal Arbitral de cada lance. É ali que erramos, erramos rude, erramos com fé. Erramos com a santa convicção de que estamos certos.


Jornal O Globo - 11/04/2026
A linguagem pode ser empregada em sentido denotativo (próprio, literal) ou conotativo (figurado, simbólico). No texto, o autor transita entre esses dois níveis para construir sua crítica sobre o impacto da tecnologia no futebol. Sabendo disso, identifique a alternativa em que o período retirado do texto apresenta todas as palavras empregadas em seu sentido próprio (denotativo).
Alternativas
Q4145220 Português
200 milhões de Arnaldos


    No idílico passado, éramos 100 milhões de técnicos de futebol com absoluta certeza de que um jumento categórico comandava a Seleção Brasileira. E muitos outros burros menores se espalhavam no comando de nossos times – todos absolutamente ineptos. Nós, e apenas nós, sabíamos o que devia ser feito naquele gramado onde 22 indivíduos perseguiam uma esfera de couro.


    A esfera deixou de ser couro, e esse tempo passou. Hoje somos 200 milhões e continuamos treinando... mas nossa principal função mudou. Agora somos 200 milhões de árbitros, ou melhor, 200 milhões de VARs... senhores de realidades definitivas em cada mínimo lance. Temos plena convicção de que todos os juízes são horrorosos e nossa interpretação – que casualmente favorece sempre nosso time – é a correta.


    Assim o futebol ilustra e explica nossa rasteira humanidade - nosso neandertal íntimo que disfarçamos com a razão. Penso, logo existo, escreveu Descartes. Apito, logo influo, diria nosso Arnaldo profundo. Afinal somos todos Arnaldos, 200 milhões de Arnaldos Cézares, apitando em todas as direções nas redes sociais e nos grupos de discussão.


    Toda semana é um manancial de exemplos. Nesta tivemos um caso curioso –a lupa da América do Sul observando que, na partida entre Cusco e Flamengo, o árbitro de vídeo anotou impedimento a partir de uma marcação num cotovelo pixelado. Absurdo! Armação! Pensem em quão surreal é esse debate. Um cotovelo pixelado. A imperfeição humana, por graça divina, sobrevive à tecnologia.


    Em breve teremos o automático (já temos o semi nas europas da vida). Mas, na Libertadores e nas competições raiz da Conmebol, esse futuro vai demorar. Instalar equipamentos de último tipo requer estádios com um mínimo de infraestrutura. E a América do Sul convive com sua cota de pulgueiros, poleiros e arenas do século passado.


    Há quem diga que o inevitável casamento entre inteligência artificial e lei do impedimento sepultará grande parte das polêmicas. E uma visão ingênua – que subestima a capacidade humana de procurar (e encontrar) cabelo em ovo. O VAR reduziu muito a quantidade de erros nos jogos. Mas, ironicamente, temos a impressão de que se erra muito mais.


    Vemos mais o jogo. Logo, percebemos sutilezas nunca dantes imaginadas. O cotovelo pixelado poderia ser título de quadro surrealista. No GJV, famoso grupo de jornalistas de idade avançada em que essa coluna é gestada, temos inclusive um facilitador: a fantástica fábrica de GIFs. Tão logo um lance polêmico ocorre... ele já chega empacotado e reduzido para o exame dos árbitros de ocasião. A imagem é dissecada como um cadáver, e os patologistas divergem. Foi pênalti? Não foi! Vermelho? No máximo amarelo!


    Ai de ti, jornalista, que no passado crucificava o comentarista de arbitragem –dizendo que ele era como um juiz do STF e errava por último. Agora até os PCs e Sálvios perderam essa instância derradeira. Nós ganhamos. Agora somos nós que erramos por último. Em cada coletivo ecoa o Supremo Tribunal Arbitral de cada lance. É ali que erramos, erramos rude, erramos com fé. Erramos com a santa convicção de que estamos certos.


Jornal O Globo - 11/04/2026
A seleção vocabular de um texto é determinante para o estabelecimento de seu tom e de seu rigor semântico. No texto, o autor utiliza termos que conferem precisão à crítica sobre o comportamento do torcedor brasileiro. Considerando o sentido e a relação de sinonímia e antonímia das palavras no contexto em que ocorrem, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
481: C
482: D
483: B
484: D
485: A
486: C
487: B
488: C
489: D
490: A
491: B
492: A
493: C
494: C
495: B
496: D
497: A
498: C
499: B
500: A