Questões de Concurso Comentadas para técnico de informática

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Q203754 Redes de Computadores
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:

I. DNS (Domain Name System ou Sistema de Nomes de Domínios) é uma base de dados hierárquica, distribuída para a resolução de nomes de domínios em endereços IP e vice-versa.

II. Sem um servidor DNS corretamente configurado, o seu domínio não estará ativo na Internet.

III. O domínio estabelece os limites de uma rede além de definir seus diversos aspectos estruturais.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q203521 Noções de Informática
No Excel 2000, dada a planilha abaixo:

Imagem 012.jpg

O que acontece ao selecionar simultaneamente as células A1, A2, A3, B1, B2, B3, C1, C2 e C3 e pressionar uma vez o ícone ∑  da Barra de Ferramentas Padrão?
Alternativas
Q203520 Noções de Informática
Ao se abrir o Excel 2000 e se pressionar uma vez a tecla F1:
Alternativas
Q203519 Noções de Informática
Sobre o Excel 2000, analise as afirmativas a seguir:

I. O Excel, enquanto planilha eletrônica, é um software matemático e gráfico largamente utilizado no Brasil e no exterior.

II. Possui uma biblioteca de operações matemáticas pré-definidas chamadas funções, que lhe conferem larga aplicabilidade em vários ramos do conhecimento humano como a matemática, estatística, matemática financeira, lógica, etc.

III. Reúne ainda uma biblioteca de gráficos, que podem bem representar o comportamento dos dados apresentados na planilha.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q203518 Noções de Informática
No Windows XP, ao se pressionar duas vezes seguidas a tecla Windows (dar dois toques seguidos sobre a tecla):
Alternativas
Q203517 Noções de Informática
No Windows XP, ao se pressionar uma única vez a tecla Windows:
Alternativas
Q203516 Noções de Informática
No Word 2003, para abrir um menu a partir do teclado, basta:
Alternativas
Q203515 Noções de Informática
No Word 2003, na Barra de Menu na opção Ferramentas pode-se, EXCETO:
Alternativas
Q203514 Noções de Informática
Em relação ao Linux pode-se afirmar que ele é um software livre:

I. Somente por ele ser um software gratuito.

II. Porque seu código-fonte está disponível para qualquer usuário e pode-se alterá-lo para adequá-lo às suas necessidades específicas, sem ter de pagar.

III. Porque ele é freeware, embora seu código-fonte não esteja disponível para alterações.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q203513 Noções de Informática
Sobre o WORDPAD do Windows XP, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q203512 Noções de Informática
Nota: quando dizemos “clicar sobre algum objeto” estamos nos referindo ao ato de se posicionar o cursor sobre aquele objeto e de se pressionar uma vez o botão esquerdo do mouse. Em outras circunstâncias falaremos “clicar duas vezes sobre...”; “clicar com o botão direito sobre...”, etc.

Sobre o Windows XP, analise as afirmativas a seguir:

I. Não há como acessar o Prompt do DOS (ou comando equivalente), fato que só é possível em versões anteriores como no Windows 98, por exemplo.

II. As versões Starter Edition e Home Edition têm exatamente as mesmas características em relação à compatibilidade com os aplicativos e periféricos do Windows XP (http://www.microsoft.com/brasil/windowsxp/starter/comparacion.mspx).

III. No Painel de Controle não há como acessar as propriedades da rede.

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q203510 História e Geografia de Estados e Municípios
Pertencente à região Nordeste, o Rio Grande do Norte é um Estado situado de forma estratégica geograficamente no Brasil e de impressionante beleza natural. Entre as alternativas seguintes, aponte a opção CORRETA:
Alternativas
Q203505 Conhecimentos Gerais
O número de planetas do Sistema Solar diminuiu. Na 26ª Assembléia Geral da União Astronômica Internacional, em Praga, na República Tcheca, mais de 2 (dois) mil especialistas de 75 países definiram que nosso Sistema possui apenas 8 planetas. Portanto, dentre as opções abaixo, qual NÃO representa mais um planeta do sistema solar?
Alternativas
Q203504 Conhecimentos Gerais
O Tribunal Superior Eleitoral – TSE – validou a maioria das alterações na legislação eleitoral aprovadas em abril pelo Congresso Nacional. Os ministros do Tribunal, em sua maioria, decidiram que não haveria uma repercussão substancial no processo eleitoral e proibiram, para o pleito 2006, EXCETO:
Alternativas
Q203503 Conhecimentos Gerais
Em 2005, o mundo foi surpreendido pelos devastadores furacões que atingiram os Estados Unidos, México e Caribe, como Katrina e Rita, que foram responsáveis pela morte de milhares de pessoas. Este ano, a temporada de furacões começou forte e preocupante novamente, despertando a atenção de todo o mundo. No que diz respeito a esse fenômeno da natureza, é correto afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q203502 Conhecimentos Gerais
O conflito entre Israel e Líbano vem preocupando todo o planeta e recebendo atenção especial da ONU (Organização das Nações Unidas) que, através de uma resolução, estabeleceu o cessar fogo na região. Para que isso ocorra, a ONU se comprometeu em:
Alternativas
Q203491 Português

       O AMOR COMO MEIO, NÃO COMO FIM

       Há algo errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada.

       Vamos nos deter em apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos problemas. Nosso ideal romântico é assim: duas pessoas se encontram uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência, sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra, usufruindo o aconchego de ter achado sua “metade da laranja”. Nada parece lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física, trabalho, posição social, etc. – parece não ter a menor importância. Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema.

       Sabemos que quem quis levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam alertas e intrigados; que nos fazem muito bem.

       Os doentes acham que a saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.

       Se é verdade, então, que o amor nos enche de alegria e coragem – e isso ninguém contesta – por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo, o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual, nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza.

(GIKOVATE, Flávio. Cláudia. São Paulo: Abril, agosto 1989. Condensado)


“Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem...” A palavra sublinhada na frase anterior, se refere, no texto, à (ao):
Alternativas
Q203490 Português

       O AMOR COMO MEIO, NÃO COMO FIM

       Há algo errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada.

       Vamos nos deter em apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos problemas. Nosso ideal romântico é assim: duas pessoas se encontram uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência, sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra, usufruindo o aconchego de ter achado sua “metade da laranja”. Nada parece lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física, trabalho, posição social, etc. – parece não ter a menor importância. Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema.

       Sabemos que quem quis levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam alertas e intrigados; que nos fazem muito bem.

       Os doentes acham que a saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.

       Se é verdade, então, que o amor nos enche de alegria e coragem – e isso ninguém contesta – por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo, o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual, nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza.

(GIKOVATE, Flávio. Cláudia. São Paulo: Abril, agosto 1989. Condensado)


O autor considera todos nós carentes porque:
Alternativas
Q203489 Português

       O AMOR COMO MEIO, NÃO COMO FIM

       Há algo errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada.

       Vamos nos deter em apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos problemas. Nosso ideal romântico é assim: duas pessoas se encontram uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência, sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra, usufruindo o aconchego de ter achado sua “metade da laranja”. Nada parece lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física, trabalho, posição social, etc. – parece não ter a menor importância. Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema.

       Sabemos que quem quis levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam alertas e intrigados; que nos fazem muito bem.

       Os doentes acham que a saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.

       Se é verdade, então, que o amor nos enche de alegria e coragem – e isso ninguém contesta – por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo, o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual, nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza.

(GIKOVATE, Flávio. Cláudia. São Paulo: Abril, agosto 1989. Condensado)


Segundo o texto, os riscos e desafios:
Alternativas
Q203488 Português

       O AMOR COMO MEIO, NÃO COMO FIM

       Há algo errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada.

       Vamos nos deter em apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos problemas. Nosso ideal romântico é assim: duas pessoas se encontram uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência, sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra, usufruindo o aconchego de ter achado sua “metade da laranja”. Nada parece lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física, trabalho, posição social, etc. – parece não ter a menor importância. Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema.

       Sabemos que quem quis levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam alertas e intrigados; que nos fazem muito bem.

       Os doentes acham que a saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.

       Se é verdade, então, que o amor nos enche de alegria e coragem – e isso ninguém contesta – por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo, o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual, nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza.

(GIKOVATE, Flávio. Cláudia. São Paulo: Abril, agosto 1989. Condensado)


O texto de Flávio Gikovate é considerado:
Alternativas
Respostas
8941: D
8942: E
8943: C
8944: E
8945: A
8946: A
8947: E
8948: C
8949: B
8950: D
8951: D
8952: D
8953: A
8954: A
8955: E
8956: B
8957: E
8958: C
8959: E
8960: E