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Q2253451 Banco de Dados
No MySQL, versão 8, em sua configuração padrão, para criar uma base chamada de “curso” com a codificação de caracteres padronizada para iso-8859-1, utiliza-se o comando
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Q2253450 Programação
Na linguagem de programação PHP, para fazer a decodificação de uma string no formato JSON para um Array associativo, utiliza-se a função:
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Q2253449 Redes de Computadores
Tratando-se da composição do cabeçalho IPv4, pode-se dizer que ele é: 
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Q2253448 Redes de Computadores
O protocolo TCP trabalha sua comunicação através de portas específicas como porta 80 para o HTTP, 443 para HTTPS. Qual das seguintes opções corresponde à porta comumente associada ao serviço de sessão NetBios?
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Q2253447 Noções de Informática
Na utilização do sistema operacional Windows 10, em sua configuração original, outro modo de bloquear o computador, sem a utilização da sequência de teclas Ctrl+Alt+Del é utilizando a tecla de atalho:
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Q2253446 Redes de Computadores
Tratando-se do protocolo TCP/IP que, diferentemente do OSI, possui 4 camadas, no topo da arquitetura existe a camada responsável por controlar a interação com o usuário através de protocolos como TELNET e HTTP, que é a:
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Q2253445 Programação
Observe o seguinte trecho de código escrito na linguagem de programação PHP versão 8:
setcookie(“CookieSiteInfo[user]”, “Fulano”); setcookie(“CookieSiteInfo[fullName]”, “Fulano da Silva”); setcookie(“CookieSiteInfo[birth]”, “01/01/1990”);
Esse trecho informa ao browser um cookie que deve conter dados de um usuário, para acessar especificamente o índice “fullName” desse cookie deve-se escrever:
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Q2253444 Noções de Informática
Um espaço temporário, de comunicação com o CPU, utilizado para armazenar informações do sistema operacional, dos aplicativos e programas que estão em uso em um ciclo de barramento, é conhecido como:
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Q2253443 Arquitetura de Computadores
Ao realizar uma manutenção de componentes eletrônicos do computador, deve-se tomar cuidado com a eletricidade estática evitando, assim, danificar o componente, em uma rede bem aterrada e com o computador conectado ao fio terra, na falta de uma pulseira antiestática, uma forma de descarregar a energia eletrostática acumulada no corpo é: 
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Q2253442 Sistemas Operacionais
Por definição é possível utilizar, no Windows 10, em sua configuração original, um ambiente de sistema baseado em GNU/Linux incluindo a maioria das ferramentas de comando, utilitários e aplicações, diretamente no ambiente Windows, sem a necessidade das tradicionais máquinas virtuais ou dualboot, o:
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Q2253432 Matemática

A tabela apresentada a seguir contém informações sobre o número de filhos dos colaboradores de um setor de uma repartição pública:

Imagem associada para resolução da questão

As informações da tabela têm que ser representadas por um gráfico de setores, também conhecido como gráfico de pizza. Sendo assim, o ângulo central do maior setor tem que medir

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Q2253426 Português
Está redigida em conformidade com a norma-padrão da língua a frase: 
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Q2253425 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Para conseguir lidar com o luto pela perda precoce da mãe, aos 10 anos, o japonês Takeo Sawada (1917-2004) começou a pintar. Ganhou um kit de desenho do pai, na cidade de Yuki, a 100 quilômetros de Tóquio. Participou de duas exposições e, aos 12 anos, conquistou o Prêmio Imperial do governador da província de Ibaraki. Contudo, com a promessa de uma vida melhor, decidiu emigrar para o Brasil, então com 16 anos de idade, e seguir os passos dos familiares que se estabeleceram em Rancharia, no oeste paulista.
        Sem conhecer a língua portuguesa e os costumes do país, teve ajuda de um tio comerciante e trabalhou em plantações de café e algodão. Sua sensibilidade artística foi aguçada pelos elementos da natureza, e uma árvore frondosa de flores vermelhas foi a que mais chamou sua atenção: o flamboyant. Sawada gostava de admirá-la, pintá-la e fotografá-la pela cidade, num convite à contemplação.
        Na década de 1970, fundou um curso de artes visuais para crianças. Ao longo de três décadas, cerca de 4 mil alunos — incluindo adultos — tiveram aulas com o sensei [mestre ou professor], que se tornou referência em arte-educação. “Frequentei as aulas de Sawada em 1987, aos 25 anos. Lembro-me de sua voz tranquila, dos óculos pendurados por um cordão e de muitos pincéis e lápis no bolso da camisa”, recorda-se a artista visual Carmo Malacrida, uma das curadoras da exposição “À Sombra do Flamboyant: Takeo Sawada”, em cartaz no Sesc Registro.
        As aulas do artista incluíam desde passeios ao ar livre a exercícios de técnicas de desenho e pintura no ateliê. Em entrevista a um canal de televisão, o próprio artista definiu sua atuação: “Ensinar criança não é para criar artista, é para formar uma boa pessoa, uma pessoa de paz, de boa índole, que possa se dedicar ao Brasil, à sociedade”. Inspirada pelo mestre, Carmo dá aulas de artes para crianças há 22 anos, e diz que aprendeu com ele a ver o mundo de forma poética. “Ele nos preparava para a vida, queria que criássemos livremente. Dizia para não termos medo do vazio do papel, que na folha grande há muito espaço para desenhar e pintar”, conta.

(Luna D’Alama. Da cerejeira ao flamboyant. Revista E, maio de 2023. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém informação correta a respeito do emprego dos sinais de pontuação.
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Q2253424 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Para conseguir lidar com o luto pela perda precoce da mãe, aos 10 anos, o japonês Takeo Sawada (1917-2004) começou a pintar. Ganhou um kit de desenho do pai, na cidade de Yuki, a 100 quilômetros de Tóquio. Participou de duas exposições e, aos 12 anos, conquistou o Prêmio Imperial do governador da província de Ibaraki. Contudo, com a promessa de uma vida melhor, decidiu emigrar para o Brasil, então com 16 anos de idade, e seguir os passos dos familiares que se estabeleceram em Rancharia, no oeste paulista.
        Sem conhecer a língua portuguesa e os costumes do país, teve ajuda de um tio comerciante e trabalhou em plantações de café e algodão. Sua sensibilidade artística foi aguçada pelos elementos da natureza, e uma árvore frondosa de flores vermelhas foi a que mais chamou sua atenção: o flamboyant. Sawada gostava de admirá-la, pintá-la e fotografá-la pela cidade, num convite à contemplação.
        Na década de 1970, fundou um curso de artes visuais para crianças. Ao longo de três décadas, cerca de 4 mil alunos — incluindo adultos — tiveram aulas com o sensei [mestre ou professor], que se tornou referência em arte-educação. “Frequentei as aulas de Sawada em 1987, aos 25 anos. Lembro-me de sua voz tranquila, dos óculos pendurados por um cordão e de muitos pincéis e lápis no bolso da camisa”, recorda-se a artista visual Carmo Malacrida, uma das curadoras da exposição “À Sombra do Flamboyant: Takeo Sawada”, em cartaz no Sesc Registro.
        As aulas do artista incluíam desde passeios ao ar livre a exercícios de técnicas de desenho e pintura no ateliê. Em entrevista a um canal de televisão, o próprio artista definiu sua atuação: “Ensinar criança não é para criar artista, é para formar uma boa pessoa, uma pessoa de paz, de boa índole, que possa se dedicar ao Brasil, à sociedade”. Inspirada pelo mestre, Carmo dá aulas de artes para crianças há 22 anos, e diz que aprendeu com ele a ver o mundo de forma poética. “Ele nos preparava para a vida, queria que criássemos livremente. Dizia para não termos medo do vazio do papel, que na folha grande há muito espaço para desenhar e pintar”, conta.

(Luna D’Alama. Da cerejeira ao flamboyant. Revista E, maio de 2023. Adaptado)
Considere as frases.
•  Para conseguir lidar com o luto pela perda precoce da mãe... (1º parágrafo)
•  ... decidiu emigrar para o Brasil, então com 16 anos de idade, e seguir os passos dos familiares... (1º parágrafo)
Os vocábulos em destaque expressam, correta e respectivamente, os sentidos de
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Q2253423 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Para conseguir lidar com o luto pela perda precoce da mãe, aos 10 anos, o japonês Takeo Sawada (1917-2004) começou a pintar. Ganhou um kit de desenho do pai, na cidade de Yuki, a 100 quilômetros de Tóquio. Participou de duas exposições e, aos 12 anos, conquistou o Prêmio Imperial do governador da província de Ibaraki. Contudo, com a promessa de uma vida melhor, decidiu emigrar para o Brasil, então com 16 anos de idade, e seguir os passos dos familiares que se estabeleceram em Rancharia, no oeste paulista.
        Sem conhecer a língua portuguesa e os costumes do país, teve ajuda de um tio comerciante e trabalhou em plantações de café e algodão. Sua sensibilidade artística foi aguçada pelos elementos da natureza, e uma árvore frondosa de flores vermelhas foi a que mais chamou sua atenção: o flamboyant. Sawada gostava de admirá-la, pintá-la e fotografá-la pela cidade, num convite à contemplação.
        Na década de 1970, fundou um curso de artes visuais para crianças. Ao longo de três décadas, cerca de 4 mil alunos — incluindo adultos — tiveram aulas com o sensei [mestre ou professor], que se tornou referência em arte-educação. “Frequentei as aulas de Sawada em 1987, aos 25 anos. Lembro-me de sua voz tranquila, dos óculos pendurados por um cordão e de muitos pincéis e lápis no bolso da camisa”, recorda-se a artista visual Carmo Malacrida, uma das curadoras da exposição “À Sombra do Flamboyant: Takeo Sawada”, em cartaz no Sesc Registro.
        As aulas do artista incluíam desde passeios ao ar livre a exercícios de técnicas de desenho e pintura no ateliê. Em entrevista a um canal de televisão, o próprio artista definiu sua atuação: “Ensinar criança não é para criar artista, é para formar uma boa pessoa, uma pessoa de paz, de boa índole, que possa se dedicar ao Brasil, à sociedade”. Inspirada pelo mestre, Carmo dá aulas de artes para crianças há 22 anos, e diz que aprendeu com ele a ver o mundo de forma poética. “Ele nos preparava para a vida, queria que criássemos livremente. Dizia para não termos medo do vazio do papel, que na folha grande há muito espaço para desenhar e pintar”, conta.

(Luna D’Alama. Da cerejeira ao flamboyant. Revista E, maio de 2023. Adaptado)
Um sinônimo de “aguçada”, no contexto em que o vocábulo foi empregado no 2º parágrafo, é 
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Q2253422 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Para conseguir lidar com o luto pela perda precoce da mãe, aos 10 anos, o japonês Takeo Sawada (1917-2004) começou a pintar. Ganhou um kit de desenho do pai, na cidade de Yuki, a 100 quilômetros de Tóquio. Participou de duas exposições e, aos 12 anos, conquistou o Prêmio Imperial do governador da província de Ibaraki. Contudo, com a promessa de uma vida melhor, decidiu emigrar para o Brasil, então com 16 anos de idade, e seguir os passos dos familiares que se estabeleceram em Rancharia, no oeste paulista.
        Sem conhecer a língua portuguesa e os costumes do país, teve ajuda de um tio comerciante e trabalhou em plantações de café e algodão. Sua sensibilidade artística foi aguçada pelos elementos da natureza, e uma árvore frondosa de flores vermelhas foi a que mais chamou sua atenção: o flamboyant. Sawada gostava de admirá-la, pintá-la e fotografá-la pela cidade, num convite à contemplação.
        Na década de 1970, fundou um curso de artes visuais para crianças. Ao longo de três décadas, cerca de 4 mil alunos — incluindo adultos — tiveram aulas com o sensei [mestre ou professor], que se tornou referência em arte-educação. “Frequentei as aulas de Sawada em 1987, aos 25 anos. Lembro-me de sua voz tranquila, dos óculos pendurados por um cordão e de muitos pincéis e lápis no bolso da camisa”, recorda-se a artista visual Carmo Malacrida, uma das curadoras da exposição “À Sombra do Flamboyant: Takeo Sawada”, em cartaz no Sesc Registro.
        As aulas do artista incluíam desde passeios ao ar livre a exercícios de técnicas de desenho e pintura no ateliê. Em entrevista a um canal de televisão, o próprio artista definiu sua atuação: “Ensinar criança não é para criar artista, é para formar uma boa pessoa, uma pessoa de paz, de boa índole, que possa se dedicar ao Brasil, à sociedade”. Inspirada pelo mestre, Carmo dá aulas de artes para crianças há 22 anos, e diz que aprendeu com ele a ver o mundo de forma poética. “Ele nos preparava para a vida, queria que criássemos livremente. Dizia para não termos medo do vazio do papel, que na folha grande há muito espaço para desenhar e pintar”, conta.

(Luna D’Alama. Da cerejeira ao flamboyant. Revista E, maio de 2023. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém expressão empregada em sentido figurado. 
Alternativas
Q2253421 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Para conseguir lidar com o luto pela perda precoce da mãe, aos 10 anos, o japonês Takeo Sawada (1917-2004) começou a pintar. Ganhou um kit de desenho do pai, na cidade de Yuki, a 100 quilômetros de Tóquio. Participou de duas exposições e, aos 12 anos, conquistou o Prêmio Imperial do governador da província de Ibaraki. Contudo, com a promessa de uma vida melhor, decidiu emigrar para o Brasil, então com 16 anos de idade, e seguir os passos dos familiares que se estabeleceram em Rancharia, no oeste paulista.
        Sem conhecer a língua portuguesa e os costumes do país, teve ajuda de um tio comerciante e trabalhou em plantações de café e algodão. Sua sensibilidade artística foi aguçada pelos elementos da natureza, e uma árvore frondosa de flores vermelhas foi a que mais chamou sua atenção: o flamboyant. Sawada gostava de admirá-la, pintá-la e fotografá-la pela cidade, num convite à contemplação.
        Na década de 1970, fundou um curso de artes visuais para crianças. Ao longo de três décadas, cerca de 4 mil alunos — incluindo adultos — tiveram aulas com o sensei [mestre ou professor], que se tornou referência em arte-educação. “Frequentei as aulas de Sawada em 1987, aos 25 anos. Lembro-me de sua voz tranquila, dos óculos pendurados por um cordão e de muitos pincéis e lápis no bolso da camisa”, recorda-se a artista visual Carmo Malacrida, uma das curadoras da exposição “À Sombra do Flamboyant: Takeo Sawada”, em cartaz no Sesc Registro.
        As aulas do artista incluíam desde passeios ao ar livre a exercícios de técnicas de desenho e pintura no ateliê. Em entrevista a um canal de televisão, o próprio artista definiu sua atuação: “Ensinar criança não é para criar artista, é para formar uma boa pessoa, uma pessoa de paz, de boa índole, que possa se dedicar ao Brasil, à sociedade”. Inspirada pelo mestre, Carmo dá aulas de artes para crianças há 22 anos, e diz que aprendeu com ele a ver o mundo de forma poética. “Ele nos preparava para a vida, queria que criássemos livremente. Dizia para não termos medo do vazio do papel, que na folha grande há muito espaço para desenhar e pintar”, conta.

(Luna D’Alama. Da cerejeira ao flamboyant. Revista E, maio de 2023. Adaptado)
A respeito do trabalho desenvolvido por Takeo Sawada, é correto afirmar que
Alternativas
Q2253420 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Para conseguir lidar com o luto pela perda precoce da mãe, aos 10 anos, o japonês Takeo Sawada (1917-2004) começou a pintar. Ganhou um kit de desenho do pai, na cidade de Yuki, a 100 quilômetros de Tóquio. Participou de duas exposições e, aos 12 anos, conquistou o Prêmio Imperial do governador da província de Ibaraki. Contudo, com a promessa de uma vida melhor, decidiu emigrar para o Brasil, então com 16 anos de idade, e seguir os passos dos familiares que se estabeleceram em Rancharia, no oeste paulista.
        Sem conhecer a língua portuguesa e os costumes do país, teve ajuda de um tio comerciante e trabalhou em plantações de café e algodão. Sua sensibilidade artística foi aguçada pelos elementos da natureza, e uma árvore frondosa de flores vermelhas foi a que mais chamou sua atenção: o flamboyant. Sawada gostava de admirá-la, pintá-la e fotografá-la pela cidade, num convite à contemplação.
        Na década de 1970, fundou um curso de artes visuais para crianças. Ao longo de três décadas, cerca de 4 mil alunos — incluindo adultos — tiveram aulas com o sensei [mestre ou professor], que se tornou referência em arte-educação. “Frequentei as aulas de Sawada em 1987, aos 25 anos. Lembro-me de sua voz tranquila, dos óculos pendurados por um cordão e de muitos pincéis e lápis no bolso da camisa”, recorda-se a artista visual Carmo Malacrida, uma das curadoras da exposição “À Sombra do Flamboyant: Takeo Sawada”, em cartaz no Sesc Registro.
        As aulas do artista incluíam desde passeios ao ar livre a exercícios de técnicas de desenho e pintura no ateliê. Em entrevista a um canal de televisão, o próprio artista definiu sua atuação: “Ensinar criança não é para criar artista, é para formar uma boa pessoa, uma pessoa de paz, de boa índole, que possa se dedicar ao Brasil, à sociedade”. Inspirada pelo mestre, Carmo dá aulas de artes para crianças há 22 anos, e diz que aprendeu com ele a ver o mundo de forma poética. “Ele nos preparava para a vida, queria que criássemos livremente. Dizia para não termos medo do vazio do papel, que na folha grande há muito espaço para desenhar e pintar”, conta.

(Luna D’Alama. Da cerejeira ao flamboyant. Revista E, maio de 2023. Adaptado)
A partir dos dados biográficos apresentados no texto, é correto afirmar que Takeo Sawada
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Q2233654 Noções de Informática
No Microsoft Word, qual é a função do recurso "Controlar Alterações" (Track Changes)? 
Alternativas
Q2233653 Noções de Informática

Considere as seguintes afirmações sobre o aplicativo de produtividade Excel e suas fórmulas:


I.A função CONT.NÚM retorna o número de células em um intervalo que contém números.

II.A função PROCV é usada para processar dados verticalmente em um intervalo. O processo acontece de cima para baixo, dentro do intervalo de células especificado.

III.A função AGREGAR no Excel é usada para unir (concatenar) texto de várias células em uma só.

É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Respostas
4321: B
4322: D
4323: C
4324: E
4325: B
4326: D
4327: B
4328: B
4329: C
4330: A
4331: E
4332: D
4333: D
4334: C
4335: D
4336: A
4337: C
4338: E
4339: B
4340: A