Questões de Concurso Comentadas para técnico de enfermagem

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Q3576127 Português

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

No trecho “O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação.”, a parte grifada veicula, no enunciado, um sentido de:  
Alternativas
Q3576126 Português

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

O que significa a palavra grifada no excerto “Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.”? 
Alternativas
Q3576125 Saúde Pública

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

De acordo com esse artigo, no Brasil,  
Alternativas
Q3550312 Enfermagem
A Defesa Civil emitiu um alerta para chuvas intensas em Santa Catarina. Em nota conjunta com a Epagri/Ciram, que monitora as condições do tempo, o órgão prevê um acumulado acima de 350 milímetros (mm) no Litoral Sul e na Grande Florianópolis. Nas regiões, a média para o mês de abril está entre 100 a 150 mm.
Fonte: Disponível em:< > https://g1.globo.com/sc/ santa-catarina/noticia/2024/04/12/sc-chuvavolumosa-risco-alagamentos.ghtml.

Essa chuva persistente é provocada pela:
Alternativas
Q3550309 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Marcelo não faz suas tarefas nem permite que ninguém as faça.

Qual é o tipo de oração coordenada empregada acima? 

Alternativas
Q3550308 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo.


Os melhores amigos do homem são os cães segundo o ditado.


Os termos destacados são:

Alternativas
Q3550306 Enfermagem
Qual dos seguintes métodos é considerado a forma mais simples e eficaz de evitar a transmissão de infecções em ambiente hospitalar, recomendado tanto para profissionais de saúde quanto para visitantes e pacientes?
Alternativas
Q3550305 Enfermagem
O acompanhamento pré-natal tem como objetivo garantir o desenvolvimento saudável da gestação, facilitando o nascimento de um bebê saudável, sem comprometer a saúde da mãe. Isso inclui não apenas aspectos físicos, mas também aborda questões psicossociais, educativas e preventivas. A frequência recomendada para consultas pré-natais em diferentes estágios da gestação é:
Alternativas
Q3550304 Enfermagem
Considere as afirmativas relacionadas aos Sinais Vitais, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Pressão máxima é quando os ventrículos relaxam e o sangue que permanece nas artérias exercendo uma pressão-Diastólica.

(__)A pressão Arterial é a força exercida sobre as paredes de uma artéria pelo sangue que pulsa sob pressão do coração.

(__)Quando o nível de progesterona esta baixo, a temperatura da mulher se encontra mais baixa do que o valor basal até que ovulação ocorra aumentando o nível de progesterona subindo a temperatura para o nível basal ou superior.


Assinale a alternativa com a sequência respectivamente correta:
Alternativas
Q3550303 Enfermagem
Dado o contexto de Preparo e manuseio de materiais, associe as colunas relacionando os termos com suas respectivas descrições:
Coluna 1:
A.Higiene. B.Desinfecção. C.Esterilização.

Coluna 2:
(__)É o processo de destruição de microrganismos patogênicos ou não, na forma vegetativa, que possam existir nos artigos e nas áreas, através do uso de substâncias desinfetantes.

(__)É o conjunto de hábitos e condutas que auxiliam na prevenção de doenças, manutenção da saúde e bem-estar, tanto individual quanto em coletivo.

(__)É o procedimento utilizado para destruir todas as formas de microrganismos, isto é, bactérias, fungos e vírus, na forma vegetativa e esporulada mediante a aplicação de agentes físicos ou químicos.


Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, está correta:
Alternativas
Q3550302 Enfermagem
No contexto de doenças em geral, qual das alternativas abaixo representa a definição adequada de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)? 
Alternativas
Q3550301 Enfermagem
Considere as afirmativas relacionadas às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A transmissão sexual é a principal responsável pela maioria dos casos notificados de aids, e o preservativo (masculino/feminino), quando usado de maneira correta e sistemática, se constitui como principal insumo de prevenção.
(__)O tratamento de Sífilis é realizado com Pnicilina G Benzatina.
(__)Quando houver indicação, deve-se aproveitar a oportunidade para a coleta de material para a citologia oncótica (Papanicolaou) na mulher.


Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta:
Alternativas
Q3550300 Enfermagem
Entende-se por Biossegurança em saúde: 
Alternativas
Q3550299 Enfermagem
A dispneia é uma queixa comum entre pacientes em situações de emergência médica. Aproximadamente 40% dos casos são multifatoriais, o que destaca a importância de os médicos estarem preparados para lidar com essa condição. Sobre oxigenoterapia, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3550298 Enfermagem
O DM tipo 2 abrange cerca de 90% dos casos de diabetes na população, sendo seguido em frequência pelo DM tipo 1, que responde por aproximadamente 8%. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)A apresentação do diabetes tipo 2 é em geral abrupta, acometendo principalmente crianças e adolescentes sem excesso de peso.
(__)Os sinais e sintomas característicos que levantam a suspeita de diabetes são os "quatro P's": poliúria, polidipsia, polifagia e perda inexplicada de peso.
(__)Diabetes gestacional é um estado de hiperglicemia, menos severo que o diabetes tipo 1 e 2, detectado pela primeira vez na gravidez

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Alternativas
Q3550297 Saúde Pública
É exemplo de Princípio Organizativo do Sistema Único de Saúde (SUS): 
Alternativas
Q3550296 Enfermagem
É responsabilidade e dever do profissional de Enfermagem: 
Alternativas
Q3550295 Noções de Primeiros Socorros
Os primeiros socorros são intervenções iniciais essenciais oferecidas rapidamente a uma pessoa que sofre um acidente ou um mal súbito, colocando sua vida em risco. O objetivo é manter suas funções vitais e prevenir a deterioração de seu estado de saúde até que ajuda qualificada chegue, por meio da aplicação de medidas e procedimentos adequados. Assim, avalie as proposições:

I.Avaliação da cena consiste na primeira etapa básica na prestação dos primeiros socorros.
II.O acionamento do socorro deve ser realizado em todas as circunstâncias em que se constate dano à saúde de um indivíduo em seu local de trabalho, rua ou em sua residência, seja este dano de pequena, média ou grande severidade.
III.É primordial que o trabalhador atente para a preservação da segurança do paciente, neste momento, colocando a sua própria vida em risco se necessário.


Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3550294 Direito Sanitário
Qual é o objetivo principal da Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990)?
Alternativas
Q3550293 Biologia
Assinale a alternativa que apresente apenas bactérias Gram negativas:
Alternativas
Respostas
8421: D
8422: A
8423: B
8424: C
8425: B
8426: B
8427: B
8428: A
8429: B
8430: D
8431: C
8432: A
8433: C
8434: B
8435: C
8436: C
8437: D
8438: D
8439: A
8440: D