Questões de Concurso
Comentadas para técnico de enfermagem
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O Técnico de Enfermagem deve classificar os resíduos conforme o tipo (grupo A: risco biológico; grupo B: químicos; grupo C: radioativos; grupo D: comuns; grupo E: perfurocortantes), descartá-los em recipientes apropriados com identificação clara, utilizar equipamentos de proteção individual durante o manejo, manter a higiene de mãos e cooperar com a equipe de limpeza e coleta de resíduos. Qual é a conduta CORRETA que o Técnico de Enfermagem deve adotar ao descartar agulhas e materiais perfurocortantes?
(__)Verificar prescrição, nome do paciente, medicamento, dose, via e horário; confirmar alergias e contraindicações; orientar o paciente sobre o medicamento e registrar administração no prontuário.
(__)Administrar medicamento mesmo que o paciente relatar alergia conhecida, desde que o médico tenha prescrito, pois a responsabilidade é do prescritor.
(__)Recusar a administração de medicamento se identificar discrepância entre prescrição e dados do paciente, comunicando imediatamente ao enfermeiro e ao médico.
(__)Utilizar medicamentos de outros pacientes se o medicamento prescrito não estiver disponível no momento, desde que seja da mesma classe farmacológica e dose similar.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.Realizar limpeza terminal de enfermarias apenas quando solicitado pelo médico responsável, sem necessidade de protocolo específico.
II.Participar da organização e do controle de materiais e equipamentos, garantindo disponibilidade e funcionamento adequados conforme rotinas institucionais.
III.Colaborar na manutenção da ordem, limpeza e conservação de móveis, materiais e equipamentos da unidade.
IV.Executar rotinas administrativas e assistenciais conforme protocolos estabelecidos pela instituição e sob supervisão do enfermeiro.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as responsabilidades corretas do Técnico de Enfermagem.
I.Realizar diagnóstico de pré-eclâmpsia e prescrever medicamentos antihipertensivos, conforme avaliação pessoal dos sinais e sintomas.
II.Coletar dados clínicos completos (sinais vitais, queixas, histórico), registrar no prontuário e comunicar achados anormais ao enfermeiro para avaliação diagnóstica.
III.Fornecer orientações educativas sobre nutrição, higiene, repouso e cuidados gerais na gravidez sob supervisão e direcionamento do enfermeiro.
IV.Executar procedimentos de enfermagem conforme prescrição do enfermeiro, como a verificação periódica de sinais vitais e preparação para possíveis exames complementares.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as responsabilidades corretas do Técnico de Enfermagem.
I.As anotações de enfermagem podem ser registradas em folhas soltas ou em cadernos pessoais do Técnico de Enfermagem, desde que sejam transcritas posteriormente para o prontuário oficial.
II.O prontuário do paciente é um documento legal que deve conter registros precisos, legíveis, datados e assinados de todas as ações de enfermagem realizadas, incluindo procedimentos, observações clínicas e orientações fornecidas.
III.O sigilo e confidencialidade das informações em saúde devem ser mantidos rigorosamente, sendo proibido compartilhar informações do prontuário com pessoas não autorizadas, mesmo em situações informais.
IV.Erros ou omissões nos registros de enfermagem podem ser corrigidos mediante rasura ou uso de corretivo, desde que o Técnico de Enfermagem indique a data e suas iniciais na margem.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as condutas corretas de registro e documentação.
"Conforme o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e a Resolução COFEN nº 358/2009, o Técnico de Enfermagem deve _____________, garantindo a segurança jurídica do documento e o direito fundamental do paciente à confidencialidade de suas informações de saúde."
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da afirmação acima.
I.Realizar diagnóstico clínico e prescrever medicamentos conforme avaliação pessoal.
II.Coletar dados de saúde, verificar sinais vitais e comunicar achados anormais ao enfermeiro.
III.Executar cuidados de enfermagem conforme protocolos institucionais e prescrição do enfermeiro.
IV.Fornecer orientações educativas sobre autocuidado e prevenção de complicações sob supervisão do enfermeiro.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as atribuições corretas do Técnico de Enfermagem.
"Conforme a Resolução ANVISA nº 358/2005, agulhas e seringas utilizadas em procedimentos devem ser descartadas em _____________, sendo terminantemente proibida sua reutilização, independentemente da condição clínica do paciente atendido."
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da afirmação acima.
Com a agropecuária, o perigo negro pode até ter diminuído, mas o medo continuou ou até aumentou. Nas minas, como nas fazendas, os escravos e as escravas, na maioria das vezes, suportaram resignadamente o impacto dos açoites, mas nem sempre. Às vezes acontecia de “a corda arrebentar do lado mais forte”, expressão sobre os crimes praticados por escravos em Goiás no século XIX. Para alguns, talvez, o medo dos escravos fosse até mais forte do que o medo dos indígenas, pois estes estavam longe; aqueles, ao lado. Nunca se sabia ao certo qual seria a reação dos escravos à violência da escravidão e o pior poderia acontecer.
OLIVEIRA, E. C. de. “O medo do outro”: conflitos entre brancos, negros e mestiços em Goiás nos séculos XVIII e XIX. Revista Territórios e Fronteiras, v. 10, n. 2, 2017. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/articl e/view/616. Acesso em: 21 jan. 2026. [Adaptado].
Quem sentia o medo referido no texto?
São conhecidas as consequências desse acontecimento: empobrecimento geral, ruralização da economia, refluxo dos mineiros e aventureiros que tinham afluído para os arraiais, nas proximidades das minas. A população da capitania, que até então aumentara, estagnou e passou a decrescer: entre 1783 e 1804, caiu em cerca de um quinto. No auge da corrida do ouro, mineiros poderosos, senhores de “grandes fábricas”, possuíam de 150 a 200 escravos. Com o esgotamento dos veios, esses potentados seguiram em busca de novos eldorados e levaram consigo seus negros, com o que a presença deles diminuiu em Goiás.
AÇÃO. Ação (ordinária) de artigos justificativos entre partes. O cirurgião-mor André Cilla. Da Cunha e Roza. Justificante. Justificante. Joanna da Fonseca Coutinha. Justificada. Villa Boa de Goiás. Documento avulso manuscrito. (Arquivo da Fundação Frei Simão Dorvi, Cidade de Goiás). 1801. [Adaptado].
A qual acontecimento o texto se refere?
Estrada de Hugo
Uma estrada atravessando o chão difícil deste Brasil imenso de cidades e sertões
Estrada cheia de pegadas de caboclos rudes calcando o pó das velhas gerações
Estrada das bandeiras, das tropas e boiadas, através de cordilheiras e matas densumbrosas; de campos e rios, de várzeas e taludes
Velha estrada de escarpas perigosas, onde um poeta cantou, desconsolado: — Eu só, sem mais ninguém!
LYNCE, Léo. Poesia quase completa. Ed. da UFG: Goiânia. 1996, p. 143. [Adaptado]
No texto, a estrada tem um papel central devido a qual característica?
Viajar sem pressa, sem roteiros exaustivos e com foco total no descanso. Essa é a lógica do chamado turismo do sono, tendência que começa a se consolidar em Goiás e atrai viajantes interessados em desacelerar, dormir melhor e recuperar o equilíbrio físico e mental. Goiás reúne características naturais que favorecem esse tipo de experiência. Na Chapada dos Veadeiros, cidades como Alto Paraíso de Goiás, Vila de São Jorge e Cavalcante concentram pousadas, chalés e retiros voltados ao bem-estar. O silêncio do cerrado, a distância dos grandes centros e a paisagem natural criam um ambiente propício ao descanso. A Cidade de Goiás, antiga capital do estado, também aparece entre os destinos procurados por quem busca tranquilidade. O ritmo mais lento e as hospedagens em áreas verdes favorecem noites silenciosas e dias sem pressa.
MONTEIRO, Luan. Turismo do sono em Goiás ganha espaço entre viajantes que buscam descanso. Jornal Opção, 18 jan. 2026. Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/turismo-do-sono-em-goias- ganha-espaco-entre-viajantes-que-buscam-descanso-784961/. Acesso em: 20 jan. 2026.
Esse tipo de turismo reflete qual desafio para a sociedade atual?
Leia Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
Quem inventou os cortadores de unha?
Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.
A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.
No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex.
Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-
no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16
jan. 2026.
Leia Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
Quem inventou os cortadores de unha?
Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.
A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.
No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex.
Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-
no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16
jan. 2026.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Os miseráveis
No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada.
Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.
Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.
Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]
SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17
jan. 2026.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Os miseráveis
No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada.
Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.
Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.
Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]
SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17
jan. 2026.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Os miseráveis
No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada.
Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.
Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.
Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]
SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17
jan. 2026.