Foram encontradas 150 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3734108 Matemática
Durante uma competição escolar, os alunos participaram de duas provas: corrida e levantamento de peso. Na corrida, o percurso total era de 2,5 quilômetros, e, no levantamento de peso, cada aluno precisava erguer 35 quilogramas. O professor de Educação Física pediu que os resultados fossem convertidos para metros e gramas, respectivamente, utilizando o Sistema Métrico Decimal. Com base nas unidades de medida apresentadas, como ficam o percurso e a carga convertidos corretamente?
Alternativas
Q3734107 Matemática
Em uma loja de produtos artesanais, Renata comprou 4 almofadas decorativas no valor de R$ 42,00 cada e 2 mantas de sofá por R$ 75,00 cada. O pagamento à vista oferecia desconto de 10% sobre o valor total da compra. Renata pagou com duas notas de R$ 200,00. Com base no Sistema Monetário Brasileiro, o valor do troco que Renata deve receber é:
Alternativas
Q3734106 Matemática
Durante uma campanha de arrecadação de alimentos, três escolas do município contribuíram com diferentes quantidades de cestas básicas. A Escola Sol Nascente arrecadou 245 cestas, a Escola Caminho Novo arrecadou 378, e a Escola Esperança arrecadou 152. Após a contagem geral, a Secretaria de Educação decidiu dividir igualmente todas as cestas arrecadadas entre 5 instituições de caridade. Assim, o número de cestas que cada instituição recebeu é: 
Alternativas
Q3734105 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Considerando a ocorrência de dígrafos vocálicos e consonantais na língua portuguesa, qual alternativa apresenta o número de fonemas e dígrafos da palavra envelhecer? 
Alternativas
Q3734104 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Analise as assertivas a seguir sobre a separação silábica das palavras destacadas no texto:

I. A palavra “excesso” divide-se em sílabas como ex-ces-so.
II. A palavra “reconexão” divide-se como re-co-ne-xão.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3734103 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
No trecho “Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis”, o termo “centáureas” designa:
Alternativas
Q3734102 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
A formiga, descrita no primeiro parágrafo do texto, é utilizada pela autora como um símbolo dentro da narrativa reflexiva. Sobre o papel simbólico desse elemento, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3734101 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
O texto apresenta uma reflexão sobre o ritmo acelerado da vida moderna Com base na leitura, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4201264 História e Geografia de Estados e Municípios
A mudança da capital do estado de Goiás ocorreu na década de 1930. Isso aconteceu quando a antiga Vila Boa começou a perder importância econômica devido à queda 
Alternativas
Q4201263 Atualidades
Em setembro de 2022 foi divulgado que o maior número de pessoas passando fome no Brasil (6,8 milhões) vive no seguinte estado: 
Alternativas
Q4201262 Geografia
Os estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará são banhados por um rio que nasce na Serra do Caiapó, próximo ao Parque Nacional das Emas, no município de Mineiros, em Goiás. Ele é considerado o principal afluente do rio Tocantins e percorre cerca de 2.115 km. Trata-se do rio 
Alternativas
Q4201261 Geografia
Agosto e setembro são os meses mais secos em algumas regiões do Brasil. Pesquisadores afirmam que os lugares onde mais ocorreram queimadas no ano de 2022 foram 
Alternativas
Q4201260 Turismo
Goiás é um estado com muitas áreas de cerrado, nas quais existem inúmeras cachoeiras, grutas e formações rochosas. Essas paisagens naturais são muito utilizadas para o turismo 
Alternativas
Q4201258 História e Geografia de Estados e Municípios
No estado de Goiás ocorre um evento que é um dos mais famosos do Brasil. É um longo ritual de três dias seguidos, envolvendo encenações de batalhas entre cristãos e mouros. O nome dessa festividade é 
Alternativas
Q4201244 Geografia
A partir da leitura do excerto extraído do site da prefeitura de Diorama, nota-se que se trata de um município 
Alternativas
Q3715135 Administração Pública
Assinale o item que não corresponde à tarefa do auxiliar de serviços operacionais designado para coveiro:  
Alternativas
Q3715134 Ética na Administração Pública
A ética profissional é necessária em todas as funções. Assinale a opção que apresenta um resultado de sua observação diária. 
Alternativas
Q3715132 Administração de Recursos Materiais
Assinale a opção que demonstra que não houve zelo pelos equipamentos de trabalho: 
Alternativas
Q3715131 Engenharia Ambiental e Sanitária
Ao realizar tarefas de separação de lixo, por tipo de classificação do material, para beneficiamento futuro do mesmo, o auxiliar realiza a coleta seletiva que tem entre suas vantagens as opções a seguir, EXCETO:  
Alternativas
Q3715129 Administração Pública
Assinale o item que não corresponde à tarefa do auxiliar de serviços operacionais designado para gari:  
Alternativas
Respostas
41: A
42: D
43: C
44: A
45: C
46: C
47: D
48: A
49: B
50: D
51: A
52: C
53: B
54: A
55: D
56: A
57: C
58: D
59: C
60: D