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Q3448369 Legislação de Trânsito
Considerando as normas estabelecidas pelo Art. 29 do Código de Trânsito Brasileiro, em relação à preferência de passagem em locais não sinalizados quando veículos transitam por fluxos que se cruzam, terá preferência de passagem:
Alternativas
Q3448368 Legislação de Trânsito
O ato do condutor transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos, será considerado uma infração de natureza:

Alternativas
Q3448366 Noções de Primeiros Socorros
Ao se deparar com um acidente de trânsito, algumas condutas são essenciais para garantir a proteção da saúde da vítima, entre elas, podemos destacar a obrigatoriedade de não mover a vítima em alguns casos, assinale a alternativa que apresenta a EXCEÇÃO desta conduta:
Alternativas
Q3448364 Legislação de Trânsito
João, um jovem de 17 anos, decidiu que era hora de obter sua habilitação para conduzir veículos automotores. Ansioso, dirigiu-se ao órgão executivo de trânsito do Estado onde morava para realizar o procedimento necessário. Ao chegar, deparou-se com uma série de requisitos em que ele não cumpria, estipulados pelo Art. 140 do Código de Trânsito Brasileiro. Quais são esses requisitos? 
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Q3448363 Legislação de Trânsito
Leia o enunciado abaixo e assinale a alternativa correta, que apresenta respetivamente a sequência com (V) para Verdadeiro ou F para (Falso):

De acordo com a Legislação de Trânsito Brasileira, são vias terrestres as áreas:

( ) Apenas Urbanas;
( ) As passagens, estradas e rodovias;
( ) Urbanas e Rurais.
Alternativas
Q3448361 Raciocínio Lógico
Observe a sequência lógica abaixo feita com palitos de fósforo:

Q29_1.png (312×77)

Os próximos elementos dessa sequência seguem a mesma regra de mudança de geometria e cor. De acordo com as correspondências abaixo, indique o próximo elemento da sequência:

Q29_2.png (316×96)
Alternativas
Q3448342 Português
Considere o excerto: “‘É cerca de 200 a 150 anos mais velho do que os túmulos de passagem, tornando-o uma das câmaras mortuárias de pedra mais antigas da Suécia e de toda a Escandinávia’”. No contexto apresentado, o pronome pessoal oblíquo ‘o’ exerce o cargo de:
Alternativas
Q3448341 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela que apresenta voz verbal passiva.
Alternativas
Q3448340 Português
Considere o excerto: “‘É um túmulo antigo que remonta ao período Neolítico Inicial, por volta de 3500 a.C.’, diz o arqueólogo Karl-Göran Sjögren, em comunicado.” O excerto faz referência à fala de um dos pesquisadores do estudo em discurso direto. A passagem do discurso direto para o discurso indireto resultaria em: 
Alternativas
Q3448339 Português
Analise as sentenças a seguir, que ocorrem no texto, e assinale aquela que apresenta um advérbio modificando diretamente um adjetivo.
Alternativas
Q3448338 Português
Na língua portuguesa, os elementos mórficos -ica e -ário, que ocorrem respectivamente nas palavras “geográfica” e “funerários”, são:
Alternativas
Q3447233 Legislação de Trânsito
Leia a questão abaixo, e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, considerando as preposições como V (Verdadeiras) ou F (Falsas). Antes de efetuar uma ultrapassagem o condutor deverá certificar que:

( ) nenhum condutor que venha atrás haja começado uma manobra para ultrapassá-lo;
( ) quem o precede na mesma faixa de trânsito haja indicado o propósito de ultrapassar um terceiro, em caso positivo, poderá realizar sua ultrapassagem normalmente;
( ) afastar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma distância lateral de segurança.
Alternativas
Q3447232 Legislação de Trânsito
Entre os deveres e proibições de um condutor, qual das alternativas apresenta corretamente um DEVER:
Alternativas
Q3447229 Legislação de Trânsito
Luciana, uma jovem estudiosa, estava caminhando pelas ruas de Campo Azul em uma tarde quando avistou as seguintes placas de trânsito:

Imagem associada para resolução da questão

Você na qualidade de especialista em trânsito, orienta corretamente Luciana que as placas significam respectivamente:
Alternativas
Q3447228 Legislação de Trânsito
A luz do Código de Trânsito Brasileiro, o condutor que dirigir veículo com a Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de 30 (trinta) dias, será aplicada a penalidade de:
Alternativas
Q3447201 Português
Considere o excerto a seguir, retirado de Silêncio, de Clarice Lispector, para responder à questão.


“É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã.”
No contexto apresentado, a palavra “subitamente” exprime um sentido próximo ao de todas as palavras apontadas a seguir, com exceção de:
Alternativas
Q3447200 Português
Considere o excerto a seguir, retirado de Silêncio, de Clarice Lispector, para responder à questão.


“É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã.”
No contexto apresentado, quanto à linguagem empregada, verifica-se:
Alternativas
Q3447195 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.


A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.


“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.


Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”


Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia
/2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-coresmuda-conforme-envelhecemos-dizestudo.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

“Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL.

O termo regido pelo vocábulo “relacionados”, no contexto apresentado, é:
Alternativas
Q3447194 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.


A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.


“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.


Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”


Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia
/2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-coresmuda-conforme-envelhecemos-dizestudo.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

“Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL.

As informações morfológicas indicadas pela desinência do verbo “precisamos” são apenas:
Alternativas
Q3447193 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.


A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.


“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.


Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”


Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia
/2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-coresmuda-conforme-envelhecemos-dizestudo.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

“Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL.

No contexto apresentado, a palavra “primeiro” atua como:
Alternativas
Respostas
7861: C
7862: D
7863: D
7864: B
7865: A
7866: B
7867: C
7868: A
7869: B
7870: E
7871: A
7872: C
7873: D
7874: A
7875: C
7876: E
7877: A
7878: A
7879: A
7880: D