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Analise as afirmativas a seguir de acordo com o Manual Sinalização de Trânsito e assinale “V” para as verdadeiras e “F” para as falsas.
(_) Sendo necessário acrescentar informações para complementar os sinais de regulamentação, como período de validade, características e uso do veículo, condições de estacionamento, além de outras, sempre deve ser utilizada uma placa adicional na forma retangular, com as mesmas cores do sinal de regulamentação.
(_) As placas R-1 - “Parada Obrigatória” e R-2 - “Dê a Preferência”. não podem conter informações complementares
(_) Nos casos em que houver símbolos, estes devem ter a forma e cores definidas em legislação específica.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
I. O desrespeito aos sinais de regulamentação constitui infrações, previstas no capítulo XX do Código de Trânsito Brasileiro – CTB que trata das Infrações.
II. Pelos riscos à segurança dos usuários das vias e pela imposição de penalidades que são associadas às infrações relativas a essa sinalização, os princípios da sinalização de trânsito devem sempre ser observados e atendidos com rigor.
III. As proibições, obrigações e restrições devem ser estabelecidas para dias, períodos, horários, locais, tipos de veículos ou trechos em que se justifiquem, de modo que se legitimem perante os usuários.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
Com base no Capitulo III — Das Normas Gerais de Circulação e Conduta, assinale a alternativa correta.
Considerando que o veículo é um automóvel, assinale a alternativa correta.
De acordo com o art. 140 do CTB, assinale a alternativa que apresenta um requisito para a habilitação de condutor de veiculo automotor.
De acordo com os tipos de direção defensiva, a situação descrita caracteriza a direção:
- Traga um pedaço de madeira para _____ fazer uma escultura.
- Para _______ , trabalhar no tempo frio é bem mais agradável.
- Não há nada errado entre ________ e vocês.
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.