Questões de Concurso Comentadas para motorista

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Q3216731 Português
O contrário do amor

    O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco – isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
    O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
    Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
     Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
    Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto a indiferença é um exílio no deserto.

(MEDEIROS, M. Trem-bala. L&PM Editores. 1999. Adaptado.)
No trecho “Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo.” (3º§), os termos em destaque se referem ao(à)
Alternativas
Q3216730 Português
O contrário do amor

    O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco – isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
    O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
    Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
     Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
    Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto a indiferença é um exílio no deserto.

(MEDEIROS, M. Trem-bala. L&PM Editores. 1999. Adaptado.)
Em “Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta.” (5º§), a autora empregou os dois-pontos. Tal sinal de pontuação é utilizado para, EXCETO:
Alternativas
Q3216729 Português
O contrário do amor

    O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco – isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
    O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
    Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
     Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
    Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto a indiferença é um exílio no deserto.

(MEDEIROS, M. Trem-bala. L&PM Editores. 1999. Adaptado.)
As palavras a seguir foram retiradas do texto; trata-se de uma palavra paroxítona: 
Alternativas
Q3216728 Português
O contrário do amor

    O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco – isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
    O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
    Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
     Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
    Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto a indiferença é um exílio no deserto.

(MEDEIROS, M. Trem-bala. L&PM Editores. 1999. Adaptado.)
Assinale a alternativa a seguir que possui associação INCORRETA.
Alternativas
Q3216726 Português
O contrário do amor

    O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco – isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
    O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
    Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
     Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
    Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto a indiferença é um exílio no deserto.

(MEDEIROS, M. Trem-bala. L&PM Editores. 1999. Adaptado.)
No trecho “Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada.” (5º§), a palavra em destaque pode ser substituída, sem causar alteração de sentido, por: 
Alternativas
Q3216725 Português
O contrário do amor

    O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco – isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
    O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
    Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
     Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
    Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto a indiferença é um exílio no deserto.

(MEDEIROS, M. Trem-bala. L&PM Editores. 1999. Adaptado.)
Assinale a alternativa que possui a correta substituição da palavra em destaque.
Alternativas
Q3216724 Português
O contrário do amor

    O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco – isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
    O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
    Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
     Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
    Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto a indiferença é um exílio no deserto.

(MEDEIROS, M. Trem-bala. L&PM Editores. 1999. Adaptado.)
Considerando o texto anterior, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3214245 Legislação de Trânsito

Analise a imagem. 


Q27.png (292×184)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Assinale a alternativa que apresenta corretamente qual o tipo de sinalização representada pela placa em destaque.

Alternativas
Q3214244 Legislação de Trânsito
De acordo com o artigo 280, do CTB, não há infração de circulação, parada ou estacionamento relativa aos veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, aos de polícia, aos de fiscalização e operação de trânsito e às ambulâncias, ainda que não identificados
Alternativas
Q3214243 Legislação de Trânsito
De acordo com o artigo 193, do CTB, transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos, é considerada uma infração gravíssima, e o condutor terá como penalidade multa
Alternativas
Q3214242 Legislação de Trânsito

Analise a figura.


Q24.png (313×157)

(https://www.google.com.br/ maps/@-22.1448701,-51.3948191, 3a,31.3y,299.36h,87.05t/data=!)



Ela mostra uma esquina sinalizada com a placa de parada obrigatória.


Caso um condutor não respeite essa sinalização, cometerá uma infração

Alternativas
Q3214241 Legislação de Trânsito
Parar o veículo nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal, de acordo com o CTB, é considerada uma infração
Alternativas
Q3214240 Legislação de Trânsito
De acordo com o artigo 97, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as características dos veículos, suas especificações básicas, configuração e condições essenciais para registro, licenciamento e circulação, em função de suas aplicações, serão estabelecidas
Alternativas
Q3214239 Legislação de Trânsito

Analise a figura.


Q21.png (313×184)

(https://www.google.com.br/ maps/@-22.1417714,-51.393198,3a,15y,206.53h,93.12t/ data=!3m6!1e1!3m4!1sflSqZL0IcVdUMjUWeHQWbQ!)



Ela mostra uma via urbana caracterizada como arterial, que não está sinalizada com placa de velocidade máxima permitida.


Nesse caso, o condutor do caminhão indicado pela seta não poderá ultrapassar a velocidade máxima de

Alternativas
Q3214228 Português
Leia o texto.

A cozinheira

    As panelas se alinham sem zangas, sem fazer zoada, desejando temperos. Das mãos da cozinheira vai saindo um mundo de cheiros, que se cruzam com veloz transformação, como se pela cozinheira passassem dez, onze, doze, treze fadas-rainhas, com seus mistérios e varinhas.
    A cozinheira traz, por sua vez, fartos pedaços de magia, prazeres, florestas de luz, cores e segredos entre frutas, legumes e azeites.
    E depois de tudo pronto e servido.
    Que paz...
    Vai guardando, feliz, os elogios no bolso, como alguém que ganhasse zelosamente peixinhos azuis num aquário.
(Roseana Murray. Disponível em: https://sosprofessoratividades.com/ wp-content/uploads/2020/08/. Adaptado)

Os antônimos (palavras com sentido contrário) das palavras em destaque no texto – fartos (2o parágrafo) e zelosamente (5o parágrafo) – são, em ordem: 
Alternativas
Q3214227 Português
Leia a manchete da notícia para responder à questão.


Presidente Prudente

Placas de trânsito antigas passam por trabalho de recuperação em PP

Da Redação

Em 20 de outubro de 2024 às 18h54

Q8_9.png (281×202)

(Portal Prudentino. Disponível em: https://portalprudentino.com.br/ noticia/noticias/presidente-prudente-noticias/ placas-de-transito-antigas-passam-por-trabalhode-recuperacao-em-pp. Adaptado)
Leia a frase a seguir.

Placas antigas são levadas para a oficina onde _____________ a restauração da chapa para que possam ser ______________.
(Portal Prudentino. Disponível em: https://portalprudentino.com. br/noticia/noticias/presidente-prudente-noticias/placas-de-transito­ -antigas-passam-por-trabalho-de-recuperacao-em-pp. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa as lacunas, corretamente, na ordem em que aparecem. 
Alternativas
Q3214226 Português
Leia a manchete da notícia para responder à questão.


Presidente Prudente

Placas de trânsito antigas passam por trabalho de recuperação em PP

Da Redação

Em 20 de outubro de 2024 às 18h54

Q8_9.png (281×202)

(Portal Prudentino. Disponível em: https://portalprudentino.com.br/ noticia/noticias/presidente-prudente-noticias/ placas-de-transito-antigas-passam-por-trabalhode-recuperacao-em-pp. Adaptado)

Colocando-se a frase – Placas de trânsito antigas passam por trabalho de recuperação em PP – no singular, tem-se, de acordo com a norma-padrão:
Alternativas
Q3214225 Português

Leia a tira.


Q7.png (364×318)

(O Estado de S.Paulo, 29 de maio de 2024)



Assinale a alternativa que classifica, corretamente e em ordem, as frases dos três primeiros balões. 

Alternativas
Q3214224 Português
Leia o texto para responder à questão.


Pela humanização do trânsito


    Estamos no período mais importante do ano para quem busca um trânsito mais humano no País. A Semana Nacional de Trânsito é o momento em que todos os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito se dedicam integralmente ao trabalho de conscientização. Tudo isso para tornar ruas e estradas mais seguras para quem está a pé, de bicicleta, de motocicleta, de carro, no transporte público ou em um caminhão.

    E o que conquistamos até aqui? A resposta triste é: pouco, bem pouco. Nos últimos 15 anos, perdemos 572732 vidas que, certamente, fazem falta, todos os dias, a muitas pessoas. 

    E quais são as causas de tantas mortes e vítimas de acidentes no País? Excesso de velocidade, consumo de álcool e, claro, as distrações que são o uso do celular, em qualquer modo. E aqui vale refletir: será que você cometeu algumas delas nesta semana, enquanto dirigia? 

    O veículo não é arma. É possível ir e voltar ilesos, viver até ou além da atual expectativa de vida e não machucarmos outra pessoa. Respeite a sinalização, esqueça o celular ao transitar e, se beber, não dirija.

(Paulo Guimarães. O Estado de S.Paulo, 20 de setembro de 2023. Adaptado)
Na passagem – O veículo não é arma. É possível ir e voltar ilesos, viver até ou além da atual expectativa de vida ... – (4o parágrafo), a palavra em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido original, por: 
Alternativas
Q3214223 Português
Leia o texto para responder à questão.


Pela humanização do trânsito


    Estamos no período mais importante do ano para quem busca um trânsito mais humano no País. A Semana Nacional de Trânsito é o momento em que todos os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito se dedicam integralmente ao trabalho de conscientização. Tudo isso para tornar ruas e estradas mais seguras para quem está a pé, de bicicleta, de motocicleta, de carro, no transporte público ou em um caminhão.

    E o que conquistamos até aqui? A resposta triste é: pouco, bem pouco. Nos últimos 15 anos, perdemos 572732 vidas que, certamente, fazem falta, todos os dias, a muitas pessoas. 

    E quais são as causas de tantas mortes e vítimas de acidentes no País? Excesso de velocidade, consumo de álcool e, claro, as distrações que são o uso do celular, em qualquer modo. E aqui vale refletir: será que você cometeu algumas delas nesta semana, enquanto dirigia? 

    O veículo não é arma. É possível ir e voltar ilesos, viver até ou além da atual expectativa de vida e não machucarmos outra pessoa. Respeite a sinalização, esqueça o celular ao transitar e, se beber, não dirija.

(Paulo Guimarães. O Estado de S.Paulo, 20 de setembro de 2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que há uma frase do texto em que o autor se dirige diretamente ao leitor.
Alternativas
Respostas
6341: B
6342: C
6343: D
6344: B
6345: D
6346: C
6347: C
6348: C
6349: D
6350: B
6351: A
6352: B
6353: D
6354: A
6355: B
6356: D
6357: C
6358: B
6359: C
6360: D