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“Será que a morena cochila escutando o cochicho do chocalho/será que desperta gingando e já vai chocalhando pro trabalho”.
Esse trecho da canção apresenta uma figura de linguagem chamada:
I. Os jovens gostam de aventuras.
II. Fred e Dudu adormeceram.
Fonte:
https://linhaslivres.files.wordpress.com/2015/05/aut
o_regi.jpg/Acesso em 27/09/2023 A Resolução RDC nº 306 de 7 de dezembro de 2004 trata do Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS). Analise as assertivas e assinale a alternativa correta:
I - Os resíduos líquidos devem ser acondicionados em recipientes constituídos de material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e estanques, com tampa rosqueada e vedante.
II - Os resíduos de fácil putrefação que venham a ser coletados por período superior a 24 horas de seu armazenamento, devem ser armazenados em lixeira externa a unidade de fácil acesso ao serviço de coleta de lixo doméstico do município.
III - Resíduos resultantes de atividades de vacinação com microrganismos vivos ou atenuados, incluindo frascos de vacinas com expiração do prazo de validade, com conteúdo inutilizado, vazios ou com restos do produto, agulhas e seringas devem ser submetidos a tratamento antes da disposição final.
A Lei 8.080 de 1990 também conhecida como Lei Orgânica da Saúde estabelece diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). Levando em consideração a Lei 8.080, analise as afirmações a seguir e julgue-as com (V) para verdadeira ou (F) para falsa:
( ) Essa Lei regula a participação da comunidade na gestão do SUS, além de regular as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde.
( ) Segundo essa Lei, os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.
( ) A Lei destaca que a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
Implante coclear, aparelho auditivo e estapedectomia são tema do CNN Sinais Vitais.
O “CNN Sinais Vitais”, com Roberto Kalil, vai abordar os avanços tecnológicos que já permitem o uso da expressão “surdos que ouvem”. O episódio “Muito além do silêncio” vai acompanhar a jornada de pacientes na busca por ouvir. No Brasil, os pacientes têm acesso gratuito, desde um aparelho convencional até operações complexas como a estapedectomia, cirurgia indicada para recuperar a audição de pacientes portadores de otosclerose, até o chamado “implante coclear”.
O chefe do Departamento de Otologia e do grupo de implante coclear do Hospital CEMA, Dr. Andy de Oliveira Vicente, detalha o processo de realização de uma estapedectomia: “Há a opção da cirurgia, onde a gente é referência, mas existe a possibilidade de fazer um teste no aparelho. A maioria dos pacientes aqui já não quer saber de aparelhos”, conta.
Os doutores Roberto Kalil e Ricardo Bento, professor titular de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, conversam sobre implante coclear, o chamado “ouvido biônico”, uma cirurgia que implanta um aparelho eletrônico que substitui a função do ouvido interno nas pessoas que têm surdez total ou quase total. O implante estimula diretamente o nervo auditivo através de pequenos eletrodos.
O implante coclear tornou-se conhecido com o sucesso do premiado filme “O som do silêncio”, que mostra a história de um músico que perde a audição. A obra também ilustra a diferença de acesso ao implante coclear nos Estados Unidos e no Brasil. Aqui, o SUS custeia todo o tratamento do implante, enquanto, no filme, o músico americano precisa vender vários bens para realizar a cirurgia. “Eu trabalho na Organização Mundial de Saúde nessa área, e eu vi como é a legislação pelo mundo. A nossa legislação é muito avançada na questão da portaria da Saúde auditiva”, afirma Dr. Bento.
Contudo, como ressalta a coordenadora da equipe de fonoaudiologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, Valeria Goffi, o implante coclear não é apenas uma cirurgia. “Todo mundo precisa entender que é um processo. Primeiro, ele vai escutar um som todo misturado, depois a gente vai programando… Então tem que ter um comprometimento da família com a equipe, para novas programações e para os ajustes individuais”, pontua.
Os médicos ainda alertam para o perigo do uso de fones, acima do volume recomendado, e explicam quais limites devem ser respeitados.
Fonte: Implante coclear, aparelho auditivo e estapedectomia são tema do CNN Sinais Vitais | CNN Brasil
Implante coclear, aparelho auditivo e estapedectomia são tema do CNN Sinais Vitais.
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O chefe do Departamento de Otologia e do grupo de implante coclear do Hospital CEMA, Dr. Andy de Oliveira Vicente, detalha o processo de realização de uma estapedectomia: “Há a opção da cirurgia, onde a gente é referência, mas existe a possibilidade de fazer um teste no aparelho. A maioria dos pacientes aqui já não quer saber de aparelhos”, conta.
Os doutores Roberto Kalil e Ricardo Bento, professor titular de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, conversam sobre implante coclear, o chamado “ouvido biônico”, uma cirurgia que implanta um aparelho eletrônico que substitui a função do ouvido interno nas pessoas que têm surdez total ou quase total. O implante estimula diretamente o nervo auditivo através de pequenos eletrodos.
O implante coclear tornou-se conhecido com o sucesso do premiado filme “O som do silêncio”, que mostra a história de um músico que perde a audição. A obra também ilustra a diferença de acesso ao implante coclear nos Estados Unidos e no Brasil. Aqui, o SUS custeia todo o tratamento do implante, enquanto, no filme, o músico americano precisa vender vários bens para realizar a cirurgia. “Eu trabalho na Organização Mundial de Saúde nessa área, e eu vi como é a legislação pelo mundo. A nossa legislação é muito avançada na questão da portaria da Saúde auditiva”, afirma Dr. Bento.
Contudo, como ressalta a coordenadora da equipe de fonoaudiologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, Valeria Goffi, o implante coclear não é apenas uma cirurgia. “Todo mundo precisa entender que é um processo. Primeiro, ele vai escutar um som todo misturado, depois a gente vai programando… Então tem que ter um comprometimento da família com a equipe, para novas programações e para os ajustes individuais”, pontua.
Os médicos ainda alertam para o perigo do uso de fones, acima do volume recomendado, e explicam quais limites devem ser respeitados.
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O “CNN Sinais Vitais”, com Roberto Kalil, vai abordar os avanços tecnológicos que já permitem o uso da expressão “surdos que ouvem”. O episódio “Muito além do silêncio” vai acompanhar a jornada de pacientes na busca por ouvir. No Brasil, os pacientes têm acesso gratuito, desde um aparelho convencional até operações complexas como a estapedectomia, cirurgia indicada para recuperar a audição de pacientes portadores de otosclerose, até o chamado “implante coclear”.
O chefe do Departamento de Otologia e do grupo de implante coclear do Hospital CEMA, Dr. Andy de Oliveira Vicente, detalha o processo de realização de uma estapedectomia: “Há a opção da cirurgia, onde a gente é referência, mas existe a possibilidade de fazer um teste no aparelho. A maioria dos pacientes aqui já não quer saber de aparelhos”, conta.
Os doutores Roberto Kalil e Ricardo Bento, professor titular de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, conversam sobre implante coclear, o chamado “ouvido biônico”, uma cirurgia que implanta um aparelho eletrônico que substitui a função do ouvido interno nas pessoas que têm surdez total ou quase total. O implante estimula diretamente o nervo auditivo através de pequenos eletrodos.
O implante coclear tornou-se conhecido com o sucesso do premiado filme “O som do silêncio”, que mostra a história de um músico que perde a audição. A obra também ilustra a diferença de acesso ao implante coclear nos Estados Unidos e no Brasil. Aqui, o SUS custeia todo o tratamento do implante, enquanto, no filme, o músico americano precisa vender vários bens para realizar a cirurgia. “Eu trabalho na Organização Mundial de Saúde nessa área, e eu vi como é a legislação pelo mundo. A nossa legislação é muito avançada na questão da portaria da Saúde auditiva”, afirma Dr. Bento.
Contudo, como ressalta a coordenadora da equipe de fonoaudiologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, Valeria Goffi, o implante coclear não é apenas uma cirurgia. “Todo mundo precisa entender que é um processo. Primeiro, ele vai escutar um som todo misturado, depois a gente vai programando… Então tem que ter um comprometimento da família com a equipe, para novas programações e para os ajustes individuais”, pontua.
Os médicos ainda alertam para o perigo do uso de fones, acima do volume recomendado, e explicam quais limites devem ser respeitados.
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Os doutores Roberto Kalil e Ricardo Bento, professor titular de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, conversam sobre implante coclear, o chamado “ouvido biônico”, uma cirurgia que implanta um aparelho eletrônico que substitui a função do ouvido interno nas pessoas que têm surdez total ou quase total. O implante estimula diretamente o nervo auditivo através de pequenos eletrodos.
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Contudo, como ressalta a coordenadora da equipe de fonoaudiologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, Valeria Goffi, o implante coclear não é apenas uma cirurgia. “Todo mundo precisa entender que é um processo. Primeiro, ele vai escutar um som todo misturado, depois a gente vai programando… Então tem que ter um comprometimento da família com a equipe, para novas programações e para os ajustes individuais”, pontua.
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Os doutores Roberto Kalil e Ricardo Bento, professor titular de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, conversam sobre implante coclear, o chamado “ouvido biônico”, uma cirurgia que implanta um aparelho eletrônico que substitui a função do ouvido interno nas pessoas que têm surdez total ou quase total. O implante estimula diretamente o nervo auditivo através de pequenos eletrodos.
O implante coclear tornou-se conhecido com o sucesso do premiado filme “O som do silêncio”, que mostra a história de um músico que perde a audição. A obra também ilustra a diferença de acesso ao implante coclear nos Estados Unidos e no Brasil. Aqui, o SUS custeia todo o tratamento do implante, enquanto, no filme, o músico americano precisa vender vários bens para realizar a cirurgia. “Eu trabalho na Organização Mundial de Saúde nessa área, e eu vi como é a legislação pelo mundo. A nossa legislação é muito avançada na questão da portaria da Saúde auditiva”, afirma Dr. Bento.
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Os médicos ainda alertam para o perigo do uso de fones, acima do volume recomendado, e explicam quais limites devem ser respeitados.
Fonte: Implante coclear, aparelho auditivo e estapedectomia são tema do CNN Sinais Vitais | CNN Brasil