Questões de Concurso Comentadas para cirurgião-dentista

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Q3396318 Odontologia
Após o almoço do domingo em um churrasco da família, Clarisse, 30 anos, se queixa de dor nos dentes superiores, especialmente em um molar esquerdo, sendo levada pelo seu irmão a unidade hospitalar mais próxima. Durante o exame clínico, a cavidade da cárie dentária é visível, e há sinais evidentes de comprometimento pulpar. Radiograficamente, uma grande lesão periapical é observada. Desta forma, qual o tratamento mais indicado para essa condição?
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Q3396317 Odontologia
Levada as pressas para a emergência após queixar-se de dor intensa na região do molar inferior esquerdo, associada a uma úlcera indolor na mucosa bucal, Claudia é avaliada pelos profissionais odontológicos de plantão. Após a avaliação, foi detectado que a lesão é arredondada, com bordas bem definidas e fundo amarelado. Com base nesse caso clínico, qual seria a condição mais provável para esse tipo de lesão?
Alternativas
Q3396315 Odontologia
 Ao realizar um check-up de rotina, uma paciente de 55 anos, do sexo feminino, se queixa de dor intensa e sensação de pressão no dente superior direito, após um tratamento de canal realizado há dois anos. Durante o exame, é notada uma fístula na gengiva ao redor do dente, com secreção purulenta. Radiograficamente, é observada uma lesão periapical significativa. Qual deve ser a primeira abordagem para tratar essa condição? 
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Q3396314 Odontologia
Lucas é um paciente de 60 anos e se apresenta em uma unidade odontológica se queixando de dores na mandíbula esquerda, associada a dificuldade para abrir a boca e sensibilidade na região dos músculos mastigatórios. A radiografia panorâmica não revela lesões ósseas, mas há sinais de alterações no espaço articular da ATM. Após a avaliação do profissional, o que poderia estar causando essa dor e limitação de movimento?
Alternativas
Q3396313 Odontologia
Durante o seu plantão, Julia recebe uma paciente não identificada com idade de 50 anos, apresentando dores intensas na região posterior da mandíbula esquerda, associada à dificuldade para abrir a boca. Durante o exame clínico, observa-se inchaço e dor à palpação na região dos músculos mastigatórios. A radiografia não mostra alterações ósseas, mas os sintomas sugerem um problema muscular ou articular. Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta qual a causa mais provável para esses sintomas?
Alternativas
Q3396312 Odontologia
Anderson resolve ir ao dentista após dores intensas na região anterior da mandíbula, com dificuldade para mastigar alimentos. No exame clínico, observa-se uma úlcera indolor na mucosa bucal anterior, com bordas bem definidas e fundo amarelado. Ainda, o paciente também relata ardor na língua e secura bucal. Com base nessas informações, qual diagnóstico seria mais adequado para essa úlcera?
Alternativas
Q3396311 Odontologia
Lucio, de 35 anos, com histórico de hipertensão e diabetes tipo 2, se queixa de dor em um molar superior esquerdo, com sensibilidade ao frio e calor. Durante o exame clínico, uma cavidade extensa na região cervical do dente é observada, com comprometimento da dentina, mas sem sinais evidentes de envolvimento da polpa. Radiograficamente, a lesão de cárie na região cervical é evidente. Com base nas informações clínicas, qual é a conduta terapêutica mais indicada?
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Q3396308 Odontologia
 Em determinada consulta, Laura se queixa de dor facial e sensação de pressão, além de dificuldades para abrir a boca. Durante o exame físico, a palpação das articulações temporomandibulares (ATM) revela dor, acompanhada de limitação no movimento mandibular. Embora a radiografia panorâmica não mostre fraturas ósseas, há sinais de alterações no espaço articular da ATM. Qual é a causa mais provável dessa dor e da limitação observada? Para fins de resolução de questão, considere que Laura possui 35 anos.
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Q3396307 Odontologia
Ao buscar atendimento odontológico, um paciente de 60 anos, do sexo masculino, com histórico de tabagismo e hipertensão, queixa-se de sangramento gengival ao escovar os dentes e ao usar fio dental, além de mau hálito constante. Durante o exame clínico, a gengiva inflamada e com tendência ao sangramento espontâneo é observada. A sondagem periodontal revela bolsas superiores a 4 mm em vários dentes. Qual é o diagnóstico mais provável para este paciente? 
Alternativas
Q3395255 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
Com base na Lei Orgânica de Conceição do Coité, compete ao município, de forma privativa, de acordo com o art. 14:
Alternativas
Q3395253 História
Enquanto o Brasil instituía sua segunda Constituição Federal, a primeira da República, Conceição do Coité que acabara de se emancipar, criava seu primeiro Código de Posturas (também conhecido como Constituição Municipal, atualmente a Lei Orgânica) no ano de:
Alternativas
Q3395245 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
A expressão em destaque foi devidamente classificada entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO em:
Alternativas
Q3395241 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
“[...] também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido”. Sobre o processo de Formação de palavra do vocábulo destacado é correto afirmar que:
Alternativas
Q3386077 Odontologia
Os antibióticos são amplamente utilizados na Odontologia, ao passo que devem ter seu uso reservado para situações específicas. Assinale a alternativa que indica corretamente um antibiótico do tipo lincosamida.   
Alternativas
Q3386076 Odontologia
Uma criança de 8 anos com histórico de cardiopatia congênita cianótica não reparada comparece ao consultório odontológico para a exodontia de um molar decíduo com extensa destruição coronária. Assinale a alternativa que indica a conduta correta em relação à profilaxia antibiótica antes do procedimento.
Alternativas
Q3386075 Odontologia
Durante uma avaliação radiográfica de um paciente, o cirurgião-dentista observou as seguintes alterações: aumento significativo da câmara pulpar, deslocamento apical do soalho pulpar e da bifurcação das raízes. Assinale a alternativa que indica corretamente o nome dessa alteração.
Alternativas
Q3386074 Odontologia
Durante um procedimento de anestesia local para a extração de um primeiro pré-molar superior, o cirurgião-dentista explica ao paciente quais áreas serão anestesiadas. Ele menciona que, além do dente em questão, a raiz mesiovestibular do primeiro molar superior também recebe inervação do mesmo nervo. Assinale a alternativa que indica corretamente o nome do nervo responsável pela inervação sensitiva das regiões citadas.
Alternativas
Q3386072 Odontologia
Ciente de que os tubetes anestésicos que contêm vasoconstritor possuem um antioxidante para evitar a degradação do fármaco, assinale a alternativa que indica corretamente qual é a substância mais comumente utilizada para essa finalidade.
Alternativas
Q3386071 Odontologia
Os fórceps odontológicos apresentam numerações e indicações específicas. A esse respeito, assinale a alternativa que apresenta corretamente o fórceps indicado para a exodontia do elemento 27.
Alternativas
Q3386070 Odontologia
Entre os instrumentais de uso odontológico, se encontra o fórceps 210H. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a sua indicação.
Alternativas
Respostas
1481: A
1482: C
1483: A
1484: A
1485: D
1486: E
1487: A
1488: A
1489: D
1490: A
1491: D
1492: B
1493: D
1494: A
1495: E
1496: A
1497: B
1498: D
1499: E
1500: C