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Q1204568 Noções de Informática

No programa LibreOffice Writer, vamos encontrar o seguinte botão na barra de ferramenta rápida:


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A função desse botão é:

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Q1204567 Noções de Informática

No Windows 10, é muito importante utilizar o Gerenciador de Tarefas para verificar o uso do processador, memórias e o uso do HD. É possível monitorar cada processo que está aberto no computador, conforme ilustra a figura a seguir:


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Para abrir de forma rápida o gerenciador, podemos utilizar as seguintes teclas de atalho:

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Q1204566 Noções de Informática
O WannaCry é um ransomware, que, ao infectar um dispositivo, sequestra e criptografa os arquivos e pastas do usuário, prometendo devolver os dados apenas mediante pagamento de um resgate em bitcoins (Moeda Virtual). É correto afirmar que um ransomware é:
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Q1204562 Português

Considere as frases abaixo para atender o comando da questão a seguir.


I ___________ muitas pessoas à espera de um transplante.

II Hoje ______ 04 de setembro de 2018.

III A minha tia estava _________ estressada ontem.

IV Foi decretado que é _________________ a entrada de estrangeiros nos Estados Unidos.


Marque a opção que completa RESPECTIVA e CORRETAMENTE as lacunas das frases anteriores, considerando a norma padrão da Língua Portuguesa.

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Q1204561 Português

Leia um trecho da música “Comida” para responder à questão proposta.


“[...] A gente não quer só comida,        

A gente quer comida, diversão e arte.

A gente não quer só comida,               

A gente quer saída pra qualquer parte. [...]”

(Arnaldo Antunes)


Todos os termos em destaque correspondem a

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Q1204558 Português

A mercadoria alucinógena


      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

      É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

      Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]

Marque a opção em que a justificativa esteja coerente com a estrutura da frase dada como exemplo, em relação à pontuação, sintaxe e coesão.
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Q1204557 Português

A mercadoria alucinógena


      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

      É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

      Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]

No trecho: “Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas”, o autor se utilizou de um recurso gramatical que aproxima os interlocutores e favorece a interação. Assinale a opção que elucida o recurso utilizado.
Alternativas
Q1204556 Português

A mercadoria alucinógena


      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

      É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

      Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]

Considerando o texto apresentado anteriormente, marque a opção que o classifica CORRETA e RESPECTIVAMENTE, quanto à sequência tipológica nele predominante e ao gênero textual que o define.
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Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Quadra - SP
Q1202548 Geologia
A barragem da mineradora Vale que se rompeu em Brumadinho (MG), usava uma tecnologia de construção bastante comum nos projetos de mineração iniciados nas últimas décadas, mas considerada por especialistas uma opção menos segura e mais propensa a riscos de acidentes. Sobre o assunto, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: AVEP - PI
Q1200259 Direito Administrativo
A folha de pagamento é composta de duas partes principais que são: as vantagens ou proventos e os descontos. Representam exemplos de possíveis descontos na folha de pagamento de um servidor público, exceto
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Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Quadra - SP
Q1198870 Direito Constitucional
Toda atividade municipal deve ser autorizada por lei, fundamentada na Constituição da República. Sobre o poder do município, julgue os itens:
I- O Município desempenha, em conjunto com a União e o Estado, um papel essencial estabelecido em lei, que é assegurado constitucionalmente como objetivo fundamental da República, que é construir uma sociedade livre, justa e solidária, garantir o desenvolvimento, erradicar a pobreza, reduzir as desigualdades e promover o bem de todos, sem preconceitos. 

II- O Município dispõe de autonomia para tratar dos assuntos de interesse local e essa autonomia, pressupõe a aptidão para se governar livremente e de legislar. 
III- A autonomia política do município consiste na eleição direta de seus dirigentes – agentes políticos. 
IV- A autonomia administrativa do município corresponde à capacidade de estabelecer e receber dos habitantes os tributos estabelecidos por competência constitucional. 
V- A autonomia financeira do município corresponde ao exercício do poder de polícia municipal, à prestação de serviços públicos e à concretização de obras e ao atendimento de necessidades da coletividade. 
Estão CORRETOS os itens:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Quadra - SP
Q1198739 Noções de Primeiros Socorros
Quanto às noções básicas de primeiros socorros, no caso de vítima de choque elétrico, julgue os itens:
I- Nunca toque na vítima até que ela seja separada da corrente elétrica, ou que esta seja interrompida. 
II- Se a corrente não puder ser desligada, coloque-se sobre um pedaço de madeira e afaste a vítima com uma vara de madeira ou bambu. 
III- Coloque-a em uma banheira com água tépida (quase fria) durante cerca de 5 minutos, com o corpo submerso. 
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: MSConcursos Órgão: Câmara de Itaguara - MG
Q1189759 Literatura
O livro conta a história de Eugênio e Olívia, dois médicos que sofrem as angústias do mundo moderno. O livro divide-se em duas partes: na primeira, ocorre o cruzamento de dois níveis temporais – o presente (Eugênio dentro do carro em direção ao hospital) e o passado (sua vida de infância, seus traumas, o conhecimento de Olívia, o casamento com Eunice, a frustração, o sentimento de se ter vendido para vencer); a segunda parte desenvolve-se de maneira mais linear, embora o passado se misture ao presente através das cartas de Olívia e pela presença da filha. Assim, nessa narrativa de vários planos temporais, entrelaça-se uma crítica à sociedade fútil e vazia, ao acúmulo de riquezas e à consequente hipocrisia das relações sociais. Nesse mundo em crise, a voz de Olívia representaria a mensagem do próprio autor, simbolizada na metáfora do título. Uma mensagem de otimismo, de confiança, que Eugênio só compreenderá no final. 
É sintomático que o herói do romance, Eugênio, seja médico. O médico tornou-se, na sociedade atual, aquele mediador entre a ciência, a técnica e o sentimento humanitário. Pensando primeiro em si mesmo, egoisticamente, Eugênio evolui para a solidariedade, através das colocações de Olívia, que mesmo depois de morta, é uma personagem presente no romance, fazendo contraponto com Eugênio. A obra citada é:   
Alternativas
Ano: 2018 Banca: MSConcursos Órgão: Câmara de Itaguara - MG
Q1189738 Português
Quanto às características do discurso, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IDCAP Órgão: Prefeitura de Águia Branca - ES
Q1182949 História e Geografia de Estados e Municípios
Espírito Santo tem 4.016.356 habitantes em 2017, estima IBGE. Quase metade da população do estado vive nos municípios da Grande Vitória. Serra é a cidade mais populosa com mais de 500 mil habitantes.
(Fonte: g1.globo.com >acesso em 08 de janeiro de 2018)
Analise os itens em relação ao IBGE e assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1174294 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa incorreta. Com base no disposto pela Lei Orgânica de Águia Branca – ES, o processo legislativo compreende a elaboração de:
Alternativas
Q1174290 Atualidades

Complete a lacuna corretamente:


A ministra do STF Cármen Lúcia suspendeu a posse de Cristiane Brasil no Ministério do _______________. Decisão da presidente do STF foi divulgada na madrugada desta segunda (22 de janeiro de 2018). Posse da deputada, filha de Roberto Jefferson, estava marcada no Palácio do Planalto, mas foi cancelada.

(Fonte: g1.globo.com >acesso em 23 de janeiro de 2018)

Alternativas
Q1174289 História e Geografia de Estados e Municípios

Segundo o disposto pela Lei Orgânica de Águia Branca – ES, não perderá o mandato o vereador que:


I – Investir no cargo de Secretário Municipal, Secretário Estadual ou Ministro de Estado;

II – Licenciado pela Câmara por motivo de doença ou para tratar, sem remuneração, de assunto de seu interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse trinta dias por Sessão Legislativa;

III – Sofrer condenação criminal em sentença transitada e julgada.


Dos itens acima:

Alternativas
Q1174288 História e Geografia de Estados e Municípios
Espírito Santo tem 4.016.356 habitantes em 2017, estima IBGE. Quase metade da população do estado vive nos municípios da Grande Vitória. Serra é a cidade mais populosa com mais de 500 mil habitantes. (Fonte: g1.globo.com >acesso em 08 de janeiro de 2018)

Analise os itens em relação ao IBGE e assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1174286 História e Geografia de Estados e Municípios
A fertilidade da terra e a abundância de madeira deram grande impulso ao desenvolvimento da região, mais tarde colonizada por poloneses. A origem do nome Águia Branca, se deve ao símbolo que a bandeira polonesa apresenta com uma águia em destaque. (http://prefeituradeaguiabranca.es.gov.br/pagina/ler/1000/historia acesso em 08 de janeiro de 2018)
Em divisão territorial datada de 2007, o município foi constituído de 2 (dois) distritos Águia Branca e:
Alternativas
Respostas
16581: D
16582: B
16583: C
16584: C
16585: D
16586: D
16587: A
16588: C
16589: D
16590: D
16591: B
16592: C
16593: A
16594: C
16595: D
16596: E
16597: E
16598: A
16599: E
16600: D