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Q2127991 Conhecimentos Gerais
"A transversalidade não é mais um desejo, um sonho, é uma realidade", Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, em discurso em Brasília no dia 04 de janeiro (VICK, 2023). Acerca dessa temática, analise as afirmativas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Tema caro para a gestão pública, a transversalidade busca unir esforços para lidar com problemas sociais complexos, como a mudança climática e o racismo.
(__)Os problemas sociais estão cada vez mais complexos e é necessário atuar de forma transversal para enfrentá-los.
(__)A transversalidade apareceu pela primeira vez nos planos do governo federal brasileiro em 2023.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q2127986 História e Geografia de Estados e Municípios
Em Schroeder, no centro norte, temos um dos melhores pontos para caminhada em trilha. O percurso de, aproximadamente, 1000 metros de comprimento e elevação de 300 metros de altura tem uma subida cansativa, mas recompensante. É uma área preservada à atividade de caminhadas, em busca de imagens de 360º do local. (adaptado do Portal de Turismo de Schroeder, 2023). O excerto se refere ao:
Alternativas
Q2127983 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Rara interação entre botos e pescadores é documentada de forma inédita pela ciência

Escassez de tainha pode ameaçar cooperação, indica estudo com dados coletados ao longo de 15 anos

Pesquisadores descrevem com dados inéditos a complexidade de uma relação entre espécies

Uma dança sincronizada. Uma colaboração cheia de instantes decisivos. Uma interação que resulta em benefícios para o boto e para o pescador. Tradicional e reconhecida no sul do Brasil e no mundo, a parceria entre botos pescadores e homens na pesca da tainha foi documentada de forma inédita pela ciência, em um trabalho que envolveu a Universidade Federal de Santa Catarina, a Oregon State University (OSU), nos Estados Unidos, e o Max Planck Institute (MPI), na Alemanha. A sincronia perfeita e necessária entre o sinal emitido pelo animal e a soltura da rede e os riscos que uma possível escassez de tainha pode trazer à prática estão entre os principais resultados do estudo.

Munida de drones, imagens subaquáticas e tecnologia de captação de sons marinhos, a equipe, na UFSC liderada pelo professor Fábio Daura-Jorge do Departamento de Ecologia e Zoologia, registrou detalhes em frações de segundos do comportamento dos botos e dos pescadores, além de ter se alimentado de um banco de dados de mais de 15 anos de monitoramento da cooperação - uma das poucas registradas na biologia. "Sabíamos que os pescadores estavam observando o comportamento dos botos para determinar quando lançar suas redes, mas não sabíamos se os botos estavam coordenando ativamente seu comportamento com os pescadores", disse Maurício Cantor, professor da OSU, colaborador da UFSC e líder do estudo.

"Usando drones e imagens subaquáticas, pudemos observar os comportamentos de pescadores e botos com detalhes sem precedentes e descobrimos que eles capturam mais peixes trabalhando em sincronia", disse Cantor. "Isso reforça que esta é uma interação mutuamente benéfica entre os humanos e os botos." Essa sincronia é determinante para o sucesso do pescador e para a manutenção da pesca tradicional, explica Daura-Jorge, que coordena, na UFSC, o Programa Ecológico de Longa Duração do Sistema Estuarino de Laguna e adjacências, financiado pelo CNPq. "Temos um longo histórico de estudos da UFSC sobre essa interação, que é muito valorizada localmente", comenta o professor. "Desde a década de 1980, importantes descrições de como funciona essa interação vêm sendo feitas, mas, desta vez, com ajuda de tecnologia apropriada, pudemos testar algumas hipóteses e confirmar que se trata de uma interação com benefícios mútuos", explica.

Os avanços tecnológicos foram fundamentais para os resultados assertivos deste novo estudo. Uma metodologia multiplataforma identificou um "sincronismo fino entre as duas partes", com benefícios para ambas. A pesquisa, publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, uma das principais da área, rastreou simultaneamente tainhas, botos, e pescadores acima e abaixo da água para desenvolver uma compreensão em escala fina de suas interações.

O estudo também teve como objetivo quantificar as consequências dessa cooperação, além de combinar os dados em um modelo numérico para prever o destino e propor ações iniciais para conservar essa interação rara. "A tainha é o principal recurso dessa interação, por isso nós utilizamos os dados da pesca local, que sugerem uma provável redução nos estoques de tainhas, para prever o que pode acontecer no futuro, caso persista esse processo de redução da sua abundância", explica Daura-Jorge.

Eles também descobriram que a sincronia de forrageamento - a busca pelo alimento - entre botos e pescadores aumenta substancialmente a probabilidade de pescar e o número de peixes capturados. Outro dado importante identificado pelo estudo é que a interação é benéfica à sobrevivência dos animais, já que aqueles que praticam a pesca cooperativa têm um aumento de 13% nas taxas de sobrevivência. De acordo com Daura-Jorge, isso também ocorre porque, enquanto estão entretidos cooperando e interagindo com os pescadores, os botos ficam longe de outros perigos que podem levá-los à morte, como pescarias ilegais que ocorrem na área.

A pesquisa também apontou que a compreensão dos pescadores sobre a tradição da pesca correspondia às evidências produzidas por meio de ferramentas e métodos científicos. "Questionários e observações diretas são maneiras diferentes de olhar para o mesmo fenômeno e combinam bem, disse Cantor. "Ao integrá-los, pudemos obter a imagem mais completa e confiável de como esse sistema funciona e, mais importante, como ele beneficia tanto os pescadores quanto os botos".

Onde estão e quem são os botos pescadores

Os botos pescadores vivem há anos no sistema estuarino de Laguna e são reconhecidos por suas características morfológicas, sendo também batizados com nomes pela comunidade de pesca. No ano passado, Caroba, o mais antigo boto pescador da região morreu aos 50 anos, possivelmente de causas naturais.

A equipe liderada por Daura-Jorge realiza o monitoramento dessa população há 16 anos. Ele explica que nem todos praticam a pesca cooperativa com pescadores. Na localidade, há entre 50 e 60 botos, mas menos da metade - por volta de 40% - são cooperativos.

Algumas hipóteses são sugeridas para explicar por que apenas alguns botos se envolvem na interação com pescadores. "Essa prática envolve questões de aprendizado e desenvolvimento cultural animal, algo bem discutido na literatura, e alguns botos podem ser mais propícios que outros a aprender, talvez por um traço de personalidade ou por consequência de suas relações sociais com outros indivíduos", explica.

De acordo com ele, no que se refere à população do local, aparentemente não há variações significativas ao longo dos anos, apesar das muitas atividades humanas que contribuíram para a morte não natural de alguns indivíduos. "Esse número constante de indivíduos é uma boa notícia, mas não o suficiente para despreocupações e comemorações. Para uma espécie que pode viver mais de 50 anos e que começa a se reproduzir só depois dos 10 anos, uma população de 50 indivíduos é muito pequena e estará sempre em risco de extinção", explicou, em texto no qual descreve a atividade de monitoramento.

Retirado e adaptado de: MIRANDA, Amanda. Jornalismo UFSC. Disponível em: https://jornalismoufsc.shorthandstories.com/raraintera-o-entre-botos-e-pescadores-documentada-de-forma-in-di ta-pela-ci-ncia/index.html. Acesso em: 16 de mar. 2023.
Com base no texto "Rara interação entre botos e pescadores é documentada de forma inédita pela ciência", pode-se inferir que:
Alternativas
Q2127980 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Rara interação entre botos e pescadores é documentada de forma inédita pela ciência

Escassez de tainha pode ameaçar cooperação, indica estudo com dados coletados ao longo de 15 anos

Pesquisadores descrevem com dados inéditos a complexidade de uma relação entre espécies

Uma dança sincronizada. Uma colaboração cheia de instantes decisivos. Uma interação que resulta em benefícios para o boto e para o pescador. Tradicional e reconhecida no sul do Brasil e no mundo, a parceria entre botos pescadores e homens na pesca da tainha foi documentada de forma inédita pela ciência, em um trabalho que envolveu a Universidade Federal de Santa Catarina, a Oregon State University (OSU), nos Estados Unidos, e o Max Planck Institute (MPI), na Alemanha. A sincronia perfeita e necessária entre o sinal emitido pelo animal e a soltura da rede e os riscos que uma possível escassez de tainha pode trazer à prática estão entre os principais resultados do estudo.

Munida de drones, imagens subaquáticas e tecnologia de captação de sons marinhos, a equipe, na UFSC liderada pelo professor Fábio Daura-Jorge do Departamento de Ecologia e Zoologia, registrou detalhes em frações de segundos do comportamento dos botos e dos pescadores, além de ter se alimentado de um banco de dados de mais de 15 anos de monitoramento da cooperação - uma das poucas registradas na biologia. "Sabíamos que os pescadores estavam observando o comportamento dos botos para determinar quando lançar suas redes, mas não sabíamos se os botos estavam coordenando ativamente seu comportamento com os pescadores", disse Maurício Cantor, professor da OSU, colaborador da UFSC e líder do estudo.

"Usando drones e imagens subaquáticas, pudemos observar os comportamentos de pescadores e botos com detalhes sem precedentes e descobrimos que eles capturam mais peixes trabalhando em sincronia", disse Cantor. "Isso reforça que esta é uma interação mutuamente benéfica entre os humanos e os botos." Essa sincronia é determinante para o sucesso do pescador e para a manutenção da pesca tradicional, explica Daura-Jorge, que coordena, na UFSC, o Programa Ecológico de Longa Duração do Sistema Estuarino de Laguna e adjacências, financiado pelo CNPq. "Temos um longo histórico de estudos da UFSC sobre essa interação, que é muito valorizada localmente", comenta o professor. "Desde a década de 1980, importantes descrições de como funciona essa interação vêm sendo feitas, mas, desta vez, com ajuda de tecnologia apropriada, pudemos testar algumas hipóteses e confirmar que se trata de uma interação com benefícios mútuos", explica.

Os avanços tecnológicos foram fundamentais para os resultados assertivos deste novo estudo. Uma metodologia multiplataforma identificou um "sincronismo fino entre as duas partes", com benefícios para ambas. A pesquisa, publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, uma das principais da área, rastreou simultaneamente tainhas, botos, e pescadores acima e abaixo da água para desenvolver uma compreensão em escala fina de suas interações.

O estudo também teve como objetivo quantificar as consequências dessa cooperação, além de combinar os dados em um modelo numérico para prever o destino e propor ações iniciais para conservar essa interação rara. "A tainha é o principal recurso dessa interação, por isso nós utilizamos os dados da pesca local, que sugerem uma provável redução nos estoques de tainhas, para prever o que pode acontecer no futuro, caso persista esse processo de redução da sua abundância", explica Daura-Jorge.

Eles também descobriram que a sincronia de forrageamento - a busca pelo alimento - entre botos e pescadores aumenta substancialmente a probabilidade de pescar e o número de peixes capturados. Outro dado importante identificado pelo estudo é que a interação é benéfica à sobrevivência dos animais, já que aqueles que praticam a pesca cooperativa têm um aumento de 13% nas taxas de sobrevivência. De acordo com Daura-Jorge, isso também ocorre porque, enquanto estão entretidos cooperando e interagindo com os pescadores, os botos ficam longe de outros perigos que podem levá-los à morte, como pescarias ilegais que ocorrem na área.

A pesquisa também apontou que a compreensão dos pescadores sobre a tradição da pesca correspondia às evidências produzidas por meio de ferramentas e métodos científicos. "Questionários e observações diretas são maneiras diferentes de olhar para o mesmo fenômeno e combinam bem, disse Cantor. "Ao integrá-los, pudemos obter a imagem mais completa e confiável de como esse sistema funciona e, mais importante, como ele beneficia tanto os pescadores quanto os botos".

Onde estão e quem são os botos pescadores

Os botos pescadores vivem há anos no sistema estuarino de Laguna e são reconhecidos por suas características morfológicas, sendo também batizados com nomes pela comunidade de pesca. No ano passado, Caroba, o mais antigo boto pescador da região morreu aos 50 anos, possivelmente de causas naturais.

A equipe liderada por Daura-Jorge realiza o monitoramento dessa população há 16 anos. Ele explica que nem todos praticam a pesca cooperativa com pescadores. Na localidade, há entre 50 e 60 botos, mas menos da metade - por volta de 40% - são cooperativos.

Algumas hipóteses são sugeridas para explicar por que apenas alguns botos se envolvem na interação com pescadores. "Essa prática envolve questões de aprendizado e desenvolvimento cultural animal, algo bem discutido na literatura, e alguns botos podem ser mais propícios que outros a aprender, talvez por um traço de personalidade ou por consequência de suas relações sociais com outros indivíduos", explica.

De acordo com ele, no que se refere à população do local, aparentemente não há variações significativas ao longo dos anos, apesar das muitas atividades humanas que contribuíram para a morte não natural de alguns indivíduos. "Esse número constante de indivíduos é uma boa notícia, mas não o suficiente para despreocupações e comemorações. Para uma espécie que pode viver mais de 50 anos e que começa a se reproduzir só depois dos 10 anos, uma população de 50 indivíduos é muito pequena e estará sempre em risco de extinção", explicou, em texto no qual descreve a atividade de monitoramento.

Retirado e adaptado de: MIRANDA, Amanda. Jornalismo UFSC. Disponível em: https://jornalismoufsc.shorthandstories.com/raraintera-o-entre-botos-e-pescadores-documentada-de-forma-in-di ta-pela-ci-ncia/index.html. Acesso em: 16 de mar. 2023.
A respeito da acentuação das palavras selecionadas do texto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona o acento gráfico à explicação da regra de seu emprego:
Primeira coluna: regra (1) indicativo de plural (2) proparoxítona (3) monossílabo tônico (4) hiato (5) oxítona terminada em ditongo nasal
Segunda coluna: palavra (__)além (__)sabíamos (__)contribuíram (__)só (__)vêm
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q2127979 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Rara interação entre botos e pescadores é documentada de forma inédita pela ciência

Escassez de tainha pode ameaçar cooperação, indica estudo com dados coletados ao longo de 15 anos

Pesquisadores descrevem com dados inéditos a complexidade de uma relação entre espécies

Uma dança sincronizada. Uma colaboração cheia de instantes decisivos. Uma interação que resulta em benefícios para o boto e para o pescador. Tradicional e reconhecida no sul do Brasil e no mundo, a parceria entre botos pescadores e homens na pesca da tainha foi documentada de forma inédita pela ciência, em um trabalho que envolveu a Universidade Federal de Santa Catarina, a Oregon State University (OSU), nos Estados Unidos, e o Max Planck Institute (MPI), na Alemanha. A sincronia perfeita e necessária entre o sinal emitido pelo animal e a soltura da rede e os riscos que uma possível escassez de tainha pode trazer à prática estão entre os principais resultados do estudo.

Munida de drones, imagens subaquáticas e tecnologia de captação de sons marinhos, a equipe, na UFSC liderada pelo professor Fábio Daura-Jorge do Departamento de Ecologia e Zoologia, registrou detalhes em frações de segundos do comportamento dos botos e dos pescadores, além de ter se alimentado de um banco de dados de mais de 15 anos de monitoramento da cooperação - uma das poucas registradas na biologia. "Sabíamos que os pescadores estavam observando o comportamento dos botos para determinar quando lançar suas redes, mas não sabíamos se os botos estavam coordenando ativamente seu comportamento com os pescadores", disse Maurício Cantor, professor da OSU, colaborador da UFSC e líder do estudo.

"Usando drones e imagens subaquáticas, pudemos observar os comportamentos de pescadores e botos com detalhes sem precedentes e descobrimos que eles capturam mais peixes trabalhando em sincronia", disse Cantor. "Isso reforça que esta é uma interação mutuamente benéfica entre os humanos e os botos." Essa sincronia é determinante para o sucesso do pescador e para a manutenção da pesca tradicional, explica Daura-Jorge, que coordena, na UFSC, o Programa Ecológico de Longa Duração do Sistema Estuarino de Laguna e adjacências, financiado pelo CNPq. "Temos um longo histórico de estudos da UFSC sobre essa interação, que é muito valorizada localmente", comenta o professor. "Desde a década de 1980, importantes descrições de como funciona essa interação vêm sendo feitas, mas, desta vez, com ajuda de tecnologia apropriada, pudemos testar algumas hipóteses e confirmar que se trata de uma interação com benefícios mútuos", explica.

Os avanços tecnológicos foram fundamentais para os resultados assertivos deste novo estudo. Uma metodologia multiplataforma identificou um "sincronismo fino entre as duas partes", com benefícios para ambas. A pesquisa, publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, uma das principais da área, rastreou simultaneamente tainhas, botos, e pescadores acima e abaixo da água para desenvolver uma compreensão em escala fina de suas interações.

O estudo também teve como objetivo quantificar as consequências dessa cooperação, além de combinar os dados em um modelo numérico para prever o destino e propor ações iniciais para conservar essa interação rara. "A tainha é o principal recurso dessa interação, por isso nós utilizamos os dados da pesca local, que sugerem uma provável redução nos estoques de tainhas, para prever o que pode acontecer no futuro, caso persista esse processo de redução da sua abundância", explica Daura-Jorge.

Eles também descobriram que a sincronia de forrageamento - a busca pelo alimento - entre botos e pescadores aumenta substancialmente a probabilidade de pescar e o número de peixes capturados. Outro dado importante identificado pelo estudo é que a interação é benéfica à sobrevivência dos animais, já que aqueles que praticam a pesca cooperativa têm um aumento de 13% nas taxas de sobrevivência. De acordo com Daura-Jorge, isso também ocorre porque, enquanto estão entretidos cooperando e interagindo com os pescadores, os botos ficam longe de outros perigos que podem levá-los à morte, como pescarias ilegais que ocorrem na área.

A pesquisa também apontou que a compreensão dos pescadores sobre a tradição da pesca correspondia às evidências produzidas por meio de ferramentas e métodos científicos. "Questionários e observações diretas são maneiras diferentes de olhar para o mesmo fenômeno e combinam bem, disse Cantor. "Ao integrá-los, pudemos obter a imagem mais completa e confiável de como esse sistema funciona e, mais importante, como ele beneficia tanto os pescadores quanto os botos".

Onde estão e quem são os botos pescadores

Os botos pescadores vivem há anos no sistema estuarino de Laguna e são reconhecidos por suas características morfológicas, sendo também batizados com nomes pela comunidade de pesca. No ano passado, Caroba, o mais antigo boto pescador da região morreu aos 50 anos, possivelmente de causas naturais.

A equipe liderada por Daura-Jorge realiza o monitoramento dessa população há 16 anos. Ele explica que nem todos praticam a pesca cooperativa com pescadores. Na localidade, há entre 50 e 60 botos, mas menos da metade - por volta de 40% - são cooperativos.

Algumas hipóteses são sugeridas para explicar por que apenas alguns botos se envolvem na interação com pescadores. "Essa prática envolve questões de aprendizado e desenvolvimento cultural animal, algo bem discutido na literatura, e alguns botos podem ser mais propícios que outros a aprender, talvez por um traço de personalidade ou por consequência de suas relações sociais com outros indivíduos", explica.

De acordo com ele, no que se refere à população do local, aparentemente não há variações significativas ao longo dos anos, apesar das muitas atividades humanas que contribuíram para a morte não natural de alguns indivíduos. "Esse número constante de indivíduos é uma boa notícia, mas não o suficiente para despreocupações e comemorações. Para uma espécie que pode viver mais de 50 anos e que começa a se reproduzir só depois dos 10 anos, uma população de 50 indivíduos é muito pequena e estará sempre em risco de extinção", explicou, em texto no qual descreve a atividade de monitoramento.

Retirado e adaptado de: MIRANDA, Amanda. Jornalismo UFSC. Disponível em: https://jornalismoufsc.shorthandstories.com/raraintera-o-entre-botos-e-pescadores-documentada-de-forma-in-di ta-pela-ci-ncia/index.html. Acesso em: 16 de mar. 2023.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona palavras do texto ao seu significado:
Primeira coluna: palavra (1) Equipamento (2) Procura por comida (3) Estrutura (4) Afirmação (5) Suposição (6) Proximidade (7) Foz (8) Simultaneidade
Segunda coluna: significado (__)Sincronia (__)Munição (__)Estuário (__)Adjacência (__)Asserção (__)Forrageamento (__)Morfologia (__)Hipótese
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q2127976 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Rara interação entre botos e pescadores é documentada de forma inédita pela ciência

Escassez de tainha pode ameaçar cooperação, indica estudo com dados coletados ao longo de 15 anos

Pesquisadores descrevem com dados inéditos a complexidade de uma relação entre espécies

Uma dança sincronizada. Uma colaboração cheia de instantes decisivos. Uma interação que resulta em benefícios para o boto e para o pescador. Tradicional e reconhecida no sul do Brasil e no mundo, a parceria entre botos pescadores e homens na pesca da tainha foi documentada de forma inédita pela ciência, em um trabalho que envolveu a Universidade Federal de Santa Catarina, a Oregon State University (OSU), nos Estados Unidos, e o Max Planck Institute (MPI), na Alemanha. A sincronia perfeita e necessária entre o sinal emitido pelo animal e a soltura da rede e os riscos que uma possível escassez de tainha pode trazer à prática estão entre os principais resultados do estudo.

Munida de drones, imagens subaquáticas e tecnologia de captação de sons marinhos, a equipe, na UFSC liderada pelo professor Fábio Daura-Jorge do Departamento de Ecologia e Zoologia, registrou detalhes em frações de segundos do comportamento dos botos e dos pescadores, além de ter se alimentado de um banco de dados de mais de 15 anos de monitoramento da cooperação - uma das poucas registradas na biologia. "Sabíamos que os pescadores estavam observando o comportamento dos botos para determinar quando lançar suas redes, mas não sabíamos se os botos estavam coordenando ativamente seu comportamento com os pescadores", disse Maurício Cantor, professor da OSU, colaborador da UFSC e líder do estudo.

"Usando drones e imagens subaquáticas, pudemos observar os comportamentos de pescadores e botos com detalhes sem precedentes e descobrimos que eles capturam mais peixes trabalhando em sincronia", disse Cantor. "Isso reforça que esta é uma interação mutuamente benéfica entre os humanos e os botos." Essa sincronia é determinante para o sucesso do pescador e para a manutenção da pesca tradicional, explica Daura-Jorge, que coordena, na UFSC, o Programa Ecológico de Longa Duração do Sistema Estuarino de Laguna e adjacências, financiado pelo CNPq. "Temos um longo histórico de estudos da UFSC sobre essa interação, que é muito valorizada localmente", comenta o professor. "Desde a década de 1980, importantes descrições de como funciona essa interação vêm sendo feitas, mas, desta vez, com ajuda de tecnologia apropriada, pudemos testar algumas hipóteses e confirmar que se trata de uma interação com benefícios mútuos", explica.

Os avanços tecnológicos foram fundamentais para os resultados assertivos deste novo estudo. Uma metodologia multiplataforma identificou um "sincronismo fino entre as duas partes", com benefícios para ambas. A pesquisa, publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, uma das principais da área, rastreou simultaneamente tainhas, botos, e pescadores acima e abaixo da água para desenvolver uma compreensão em escala fina de suas interações.

O estudo também teve como objetivo quantificar as consequências dessa cooperação, além de combinar os dados em um modelo numérico para prever o destino e propor ações iniciais para conservar essa interação rara. "A tainha é o principal recurso dessa interação, por isso nós utilizamos os dados da pesca local, que sugerem uma provável redução nos estoques de tainhas, para prever o que pode acontecer no futuro, caso persista esse processo de redução da sua abundância", explica Daura-Jorge.

Eles também descobriram que a sincronia de forrageamento - a busca pelo alimento - entre botos e pescadores aumenta substancialmente a probabilidade de pescar e o número de peixes capturados. Outro dado importante identificado pelo estudo é que a interação é benéfica à sobrevivência dos animais, já que aqueles que praticam a pesca cooperativa têm um aumento de 13% nas taxas de sobrevivência. De acordo com Daura-Jorge, isso também ocorre porque, enquanto estão entretidos cooperando e interagindo com os pescadores, os botos ficam longe de outros perigos que podem levá-los à morte, como pescarias ilegais que ocorrem na área.

A pesquisa também apontou que a compreensão dos pescadores sobre a tradição da pesca correspondia às evidências produzidas por meio de ferramentas e métodos científicos. "Questionários e observações diretas são maneiras diferentes de olhar para o mesmo fenômeno e combinam bem, disse Cantor. "Ao integrá-los, pudemos obter a imagem mais completa e confiável de como esse sistema funciona e, mais importante, como ele beneficia tanto os pescadores quanto os botos".

Onde estão e quem são os botos pescadores

Os botos pescadores vivem há anos no sistema estuarino de Laguna e são reconhecidos por suas características morfológicas, sendo também batizados com nomes pela comunidade de pesca. No ano passado, Caroba, o mais antigo boto pescador da região morreu aos 50 anos, possivelmente de causas naturais.

A equipe liderada por Daura-Jorge realiza o monitoramento dessa população há 16 anos. Ele explica que nem todos praticam a pesca cooperativa com pescadores. Na localidade, há entre 50 e 60 botos, mas menos da metade - por volta de 40% - são cooperativos.

Algumas hipóteses são sugeridas para explicar por que apenas alguns botos se envolvem na interação com pescadores. "Essa prática envolve questões de aprendizado e desenvolvimento cultural animal, algo bem discutido na literatura, e alguns botos podem ser mais propícios que outros a aprender, talvez por um traço de personalidade ou por consequência de suas relações sociais com outros indivíduos", explica.

De acordo com ele, no que se refere à população do local, aparentemente não há variações significativas ao longo dos anos, apesar das muitas atividades humanas que contribuíram para a morte não natural de alguns indivíduos. "Esse número constante de indivíduos é uma boa notícia, mas não o suficiente para despreocupações e comemorações. Para uma espécie que pode viver mais de 50 anos e que começa a se reproduzir só depois dos 10 anos, uma população de 50 indivíduos é muito pequena e estará sempre em risco de extinção", explicou, em texto no qual descreve a atividade de monitoramento.

Retirado e adaptado de: MIRANDA, Amanda. Jornalismo UFSC. Disponível em: https://jornalismoufsc.shorthandstories.com/raraintera-o-entre-botos-e-pescadores-documentada-de-forma-in-di ta-pela-ci-ncia/index.html. Acesso em: 16 de mar. 2023.
A que se refere o termo "população local" no início do último parágrafo do texto "Rara interação entre botos e pescadores é documentada de forma inédita pela ciência"?
Alternativas
Q2121058 Matemática
Observe na tabela a seguir os preços de alguns sabores de suco no restaurante “Sabor&cia”. Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Dados fictícios.

Em um almoço, Carla e sua família consumiram 3 sucos de acerola, 2 sucos de abacaxi e 1 suco de morango.
Qual foi o gasto total com sucos naturais nesse almoço?
Alternativas
Q2121048 Geografia

Perda acumulada (em km²) de vegetação do Pantanal

Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://g1.globo.com/natureza/ noticia/2020/09/24/pantanal-bioma-mais-preservado-ate-2018- perdeu-ao-menos-10-vezes-mais-area-em-2020-que-em-18- anos.ghtml. Acesso em: 24 set. 2020.
O ano de 2020 no Brasil registra registrou um grande número de incêndios, especialmente na região do Pantanal.
Os dados do gráfico revelam que
Alternativas
Q2121045 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Art. 14. O Sistema Único de Saúde promoverá programas de assistência médica e odontológica para a prevenção das enfermidades que ordinariamente afetam a população infantil e campanhas de educação sanitária para pais, educadores e alunos.
§ 1º É obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias. 
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069. htm. Acesso em: 14 set. 2020.
De acordo com o artigo 14 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a vacinação no Brasil é
Alternativas
Q2121043 Direito Penal
Assassinatos de mulheres pelo simples fato de elas serem mulheres são compreendidos como
Alternativas
Q2121040 Direito Constitucional
Os Senadores da República são
Alternativas
Q2121037 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um artigo indefinido. 
Alternativas
Q2121035 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
Releia este trecho.
“[...] as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro [...].”
“As únicas tartarugas sorridentes” é o sujeito dessa oração. O núcleo do sujeito é
Alternativas
Q2121033 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
Releia este trecho.
“Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana.”
Sem alterar o sentido da frase, a palavra destacada pode ser substituída por
Alternativas
Q2121032 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).

Releia este trecho.


“Parte desse processo depende de nós, claro!”


Ao escrever que somos parte desse processo, o autor quer dizer que se deve

Alternativas
Q2121031 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2121030 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
São objetivos do projeto de conservação das tartarugas sorridentes:
Alternativas
Q2121029 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2117701 Legislação Federal

De acordo com a Resolução CFT n.° 19/2018, que criou o Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Espírito Santo (CRT-ES), e com o Regimento Interno desse Conselho, julgue o item.


Cabe ao presidente do CRT-ES a resolução de incidentes processuais e a submissão deles aos órgãos competentes.

Alternativas
Q2117700 Legislação Federal

De acordo com a Resolução CFT n.° 19/2018, que criou o Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Espírito Santo (CRT-ES), e com o Regimento Interno desse Conselho, julgue o item.


As matérias submetidas à apreciação do plenário do CRT-ES poderá ser objeto de até dois pedidos de vista.

Alternativas
Respostas
9701: A
9702: E
9703: A
9704: D
9705: E
9706: C
9707: A
9708: A
9709: B
9710: A
9711: B
9712: C
9713: C
9714: B
9715: A
9716: B
9717: A
9718: D
9719: C
9720: C