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( ) “Durante séculos pensei que a guerra fosse o desvio e a paz a rota” ( Afonso Romano de Sant’Anna)
( ) “Todo caminho que trilhamos pela primeira vez é muito mais longo do que o mesmo caminho quando já o conhecemos”.
( ) “O mais importante e bonito, no mundo, é que as pessoas não estão sempre iguais – ainda não foram terminadas – mas que elas estão sempre mudando”.
( ) “Na medida em que aprendemos de nossos erros, nosso conhecimento aumenta, mesmo que jamais possamos alcançar a certeza do saber”.
( ) “E quando você me envolver nos seus braços serenos, eu vou me rende“
Assinale a alternativa correta:
1 – Pronome relativo
2 – Pronome indefinido
3 – Pronome demonstrativo
4 – Pronome interrogativo
( )“Aquele peru comido a sós, redescobria em cada um o que a quotidianidade abafara por completo ...” ( Mário de Andrade)
( ) “Estas são as ferramentas de que necessito
( ) Livro algum faz referência a este episódio.
( ) “Ela sorriu. Estava agora muito sobressaltada. A cada momento olhava o relógio”. (Eça de Queiroz)
( ) Gostaria muito de saber quem fez isso.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
O TAPETE PERSA
Comprou um tapete, colocou no imenso living e ficou olhando. Mal se podia pisar com um pouco mais de firmeza, o dono do tapete perdia logo o fio de conversa. Se por acaso um amigo acendia um cigarro, ah, isso não, meu velho, tenha santa paciência, mas vá fumar lá fora, na varanda, isso aqui é tapete pra muito luxo, me custou os tubos, da Pérsia ali no duro, se me cai uma brasinha no chão eu lhe mando a mão na cara, desculpe a franqueza, mas comigo é assim, mais vale prevenir que remediar.
A mulher já nem podia receber em sua casa uma visita de cerimônia, porque logo de entrada ele ia avisando:
- Vai limpar o pezinho aí no capacho, não vai? Tapete novo ali na sala, coisa pra muito luxo, a senhora compreende... Preço de automóvel!
Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis. Recomendara à empregada cuidados especiais com o tapete. A mulher sugeria enrolá-lo, mas onde colocar um canudinho de três metros de comprimento, quatro se enrolasse ao comprido? E poderia estragar-se, pois os tapetes, ainda que persas, foram feitos para ficar estendidos. Estava feliz: nem todos podem ter um tapete persa. Para muita gente era um ideal na vida.
Um belo dia a empregada descobriu, com pavor, que o tapete apresentava aqui e ali pequenas manchas de mofo. Abriu todo o apartamento, mas não satisfeita, resolveu dependurar o tapete na amurada da varanda para que apanhasse sol.
Ora, acontecia morar no apartamento de baixo um americano que invariavelmente chegava bêbado todas as noites e ainda bebia um pouco antes de dormir, mais um pouco ao levantar-se. Naquele dia, tendo o tapete obstruído por completo sua janela, cuidou ao acordar que ainda era noite e voltou para cama. Afinal, cansado de dormir, acendeu a luz e olhou o relógio: duas horas. Não poderia estar tão bêbado assim – convenhamos que às duas horas da tarde o dia já devia pelo menos
Ter começado a clarear. Ou passara o dia todo dormindo e seriam duas horas da noite?
Avançou pela janela e deu de cara com o tapete. Vendo que não conseguia olhar para fora, voltou-se, resignado, sem buscar explicação. Buscou antes uma faca e meteu-a no tapete como no ventre de um peixe, abrindo-o de alto a baixo. Depois enfiou a cabeça pelo rombo para ver se lá fora era noite ou dia. Infelizmente era dia. Não se conformando, puxou com violência o tapete e quando afinal acabou de recolhê-lo, deixou que tombasse no espaço e fosse cair lá embaixo, sobre as obras de um edifício em princípio de construção.
Muitos que viram se assustaram. Houve quem pensasse que o prédio estava vindo para baixo. Caiu uma “coisa” lá de cima! – Vários gritaram, apontando. O que foi? Alguém se atirou lá de cima? Uma mulher se atirou lá de cima!
- Nós mal começamos e este aqui já está mandando mobília – comentou um operário da construção, contemplando o tapete.
Enfim, não é todo dia que caem tapetes persas, das janelas dos apartamentos, pelo menos naquela rua. Alguns curiosos se ajuntaram, enquanto não se chamava a assistência. A empregada apareceu desvairada, e ao ver o tapete no chão enlameado, botou as mãos na cabeça e a boca no mundo.:
- Nossa Senhora, meu patrãozinho me mata!
No dia seguinte era o patrãozinho que, descendo de Petrópolis, ia ao apartamento de baixo disposto a matar o primeiro americano. No que disse yes, foi-lhe metendo o braço.
-Just a moment! Just a moment! – berrava o americano, se defendendo. - No fala portuguese! Must be some mistake!
- Misteique é a mãe – dizia o dono do tapete, enfurecido. Não satisfeito, pôs-se a quebrar coisa no apartamento do outro. Pouco havia que quebrar, além de uma garrafa de “Four Roses”, já vazia.
Afinal, mais calmo, preveniu:
- No fala portuguese mas pegar tapete, tá bem? Olha aqui, ô gringo, to pay my tâpet, morou?
- Let’s have a drink – propôs o americano.
(Elenco de Cronistas Modernos. Editora Sabiá, Rio de Janeiro. 1972)
O TAPETE PERSA
Comprou um tapete, colocou no imenso living e ficou olhando. Mal se podia pisar com um pouco mais de firmeza, o dono do tapete perdia logo o fio de conversa. Se por acaso um amigo acendia um cigarro, ah, isso não, meu velho, tenha santa paciência, mas vá fumar lá fora, na varanda, isso aqui é tapete pra muito luxo, me custou os tubos, da Pérsia ali no duro, se me cai uma brasinha no chão eu lhe mando a mão na cara, desculpe a franqueza, mas comigo é assim, mais vale prevenir que remediar.
A mulher já nem podia receber em sua casa uma visita de cerimônia, porque logo de entrada ele ia avisando:
- Vai limpar o pezinho aí no capacho, não vai? Tapete novo ali na sala, coisa pra muito luxo, a senhora compreende... Preço de automóvel!
Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis. Recomendara à empregada cuidados especiais com o tapete. A mulher sugeria enrolá-lo, mas onde colocar um canudinho de três metros de comprimento, quatro se enrolasse ao comprido? E poderia estragar-se, pois os tapetes, ainda que persas, foram feitos para ficar estendidos. Estava feliz: nem todos podem ter um tapete persa. Para muita gente era um ideal na vida.
Um belo dia a empregada descobriu, com pavor, que o tapete apresentava aqui e ali pequenas manchas de mofo. Abriu todo o apartamento, mas não satisfeita, resolveu dependurar o tapete na amurada da varanda para que apanhasse sol.
Ora, acontecia morar no apartamento de baixo um americano que invariavelmente chegava bêbado todas as noites e ainda bebia um pouco antes de dormir, mais um pouco ao levantar-se. Naquele dia, tendo o tapete obstruído por completo sua janela, cuidou ao acordar que ainda era noite e voltou para cama. Afinal, cansado de dormir, acendeu a luz e olhou o relógio: duas horas. Não poderia estar tão bêbado assim – convenhamos que às duas horas da tarde o dia já devia pelo menos
Ter começado a clarear. Ou passara o dia todo dormindo e seriam duas horas da noite?
Avançou pela janela e deu de cara com o tapete. Vendo que não conseguia olhar para fora, voltou-se, resignado, sem buscar explicação. Buscou antes uma faca e meteu-a no tapete como no ventre de um peixe, abrindo-o de alto a baixo. Depois enfiou a cabeça pelo rombo para ver se lá fora era noite ou dia. Infelizmente era dia. Não se conformando, puxou com violência o tapete e quando afinal acabou de recolhê-lo, deixou que tombasse no espaço e fosse cair lá embaixo, sobre as obras de um edifício em princípio de construção.
Muitos que viram se assustaram. Houve quem pensasse que o prédio estava vindo para baixo. Caiu uma “coisa” lá de cima! – Vários gritaram, apontando. O que foi? Alguém se atirou lá de cima? Uma mulher se atirou lá de cima!
- Nós mal começamos e este aqui já está mandando mobília – comentou um operário da construção, contemplando o tapete.
Enfim, não é todo dia que caem tapetes persas, das janelas dos apartamentos, pelo menos naquela rua. Alguns curiosos se ajuntaram, enquanto não se chamava a assistência. A empregada apareceu desvairada, e ao ver o tapete no chão enlameado, botou as mãos na cabeça e a boca no mundo.:
- Nossa Senhora, meu patrãozinho me mata!
No dia seguinte era o patrãozinho que, descendo de Petrópolis, ia ao apartamento de baixo disposto a matar o primeiro americano. No que disse yes, foi-lhe metendo o braço.
-Just a moment! Just a moment! – berrava o americano, se defendendo. - No fala portuguese! Must be some mistake!
- Misteique é a mãe – dizia o dono do tapete, enfurecido. Não satisfeito, pôs-se a quebrar coisa no apartamento do outro. Pouco havia que quebrar, além de uma garrafa de “Four Roses”, já vazia.
Afinal, mais calmo, preveniu:
- No fala portuguese mas pegar tapete, tá bem? Olha aqui, ô gringo, to pay my tâpet, morou?
- Let’s have a drink – propôs o americano.
(Elenco de Cronistas Modernos. Editora Sabiá, Rio de Janeiro. 1972)
I - Vale por um assentimento
II - Corresponde a confissão de sua culpa.
III – Revela total interesse pelo drama do brasileiro.
IV - Demonstra seu apreço pelo vizinho brasileiro
V – Mostra seu conhecimento pelo valor do objeto destruído.
Assinale a alternativa correta:
O TAPETE PERSA
Comprou um tapete, colocou no imenso living e ficou olhando. Mal se podia pisar com um pouco mais de firmeza, o dono do tapete perdia logo o fio de conversa. Se por acaso um amigo acendia um cigarro, ah, isso não, meu velho, tenha santa paciência, mas vá fumar lá fora, na varanda, isso aqui é tapete pra muito luxo, me custou os tubos, da Pérsia ali no duro, se me cai uma brasinha no chão eu lhe mando a mão na cara, desculpe a franqueza, mas comigo é assim, mais vale prevenir que remediar.
A mulher já nem podia receber em sua casa uma visita de cerimônia, porque logo de entrada ele ia avisando:
- Vai limpar o pezinho aí no capacho, não vai? Tapete novo ali na sala, coisa pra muito luxo, a senhora compreende... Preço de automóvel!
Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis. Recomendara à empregada cuidados especiais com o tapete. A mulher sugeria enrolá-lo, mas onde colocar um canudinho de três metros de comprimento, quatro se enrolasse ao comprido? E poderia estragar-se, pois os tapetes, ainda que persas, foram feitos para ficar estendidos. Estava feliz: nem todos podem ter um tapete persa. Para muita gente era um ideal na vida.
Um belo dia a empregada descobriu, com pavor, que o tapete apresentava aqui e ali pequenas manchas de mofo. Abriu todo o apartamento, mas não satisfeita, resolveu dependurar o tapete na amurada da varanda para que apanhasse sol.
Ora, acontecia morar no apartamento de baixo um americano que invariavelmente chegava bêbado todas as noites e ainda bebia um pouco antes de dormir, mais um pouco ao levantar-se. Naquele dia, tendo o tapete obstruído por completo sua janela, cuidou ao acordar que ainda era noite e voltou para cama. Afinal, cansado de dormir, acendeu a luz e olhou o relógio: duas horas. Não poderia estar tão bêbado assim – convenhamos que às duas horas da tarde o dia já devia pelo menos
Ter começado a clarear. Ou passara o dia todo dormindo e seriam duas horas da noite?
Avançou pela janela e deu de cara com o tapete. Vendo que não conseguia olhar para fora, voltou-se, resignado, sem buscar explicação. Buscou antes uma faca e meteu-a no tapete como no ventre de um peixe, abrindo-o de alto a baixo. Depois enfiou a cabeça pelo rombo para ver se lá fora era noite ou dia. Infelizmente era dia. Não se conformando, puxou com violência o tapete e quando afinal acabou de recolhê-lo, deixou que tombasse no espaço e fosse cair lá embaixo, sobre as obras de um edifício em princípio de construção.
Muitos que viram se assustaram. Houve quem pensasse que o prédio estava vindo para baixo. Caiu uma “coisa” lá de cima! – Vários gritaram, apontando. O que foi? Alguém se atirou lá de cima? Uma mulher se atirou lá de cima!
- Nós mal começamos e este aqui já está mandando mobília – comentou um operário da construção, contemplando o tapete.
Enfim, não é todo dia que caem tapetes persas, das janelas dos apartamentos, pelo menos naquela rua. Alguns curiosos se ajuntaram, enquanto não se chamava a assistência. A empregada apareceu desvairada, e ao ver o tapete no chão enlameado, botou as mãos na cabeça e a boca no mundo.:
- Nossa Senhora, meu patrãozinho me mata!
No dia seguinte era o patrãozinho que, descendo de Petrópolis, ia ao apartamento de baixo disposto a matar o primeiro americano. No que disse yes, foi-lhe metendo o braço.
-Just a moment! Just a moment! – berrava o americano, se defendendo. - No fala portuguese! Must be some mistake!
- Misteique é a mãe – dizia o dono do tapete, enfurecido. Não satisfeito, pôs-se a quebrar coisa no apartamento do outro. Pouco havia que quebrar, além de uma garrafa de “Four Roses”, já vazia.
Afinal, mais calmo, preveniu:
- No fala portuguese mas pegar tapete, tá bem? Olha aqui, ô gringo, to pay my tâpet, morou?
- Let’s have a drink – propôs o americano.
(Elenco de Cronistas Modernos. Editora Sabiá, Rio de Janeiro. 1972)
O TAPETE PERSA
Comprou um tapete, colocou no imenso living e ficou olhando. Mal se podia pisar com um pouco mais de firmeza, o dono do tapete perdia logo o fio de conversa. Se por acaso um amigo acendia um cigarro, ah, isso não, meu velho, tenha santa paciência, mas vá fumar lá fora, na varanda, isso aqui é tapete pra muito luxo, me custou os tubos, da Pérsia ali no duro, se me cai uma brasinha no chão eu lhe mando a mão na cara, desculpe a franqueza, mas comigo é assim, mais vale prevenir que remediar.
A mulher já nem podia receber em sua casa uma visita de cerimônia, porque logo de entrada ele ia avisando:
- Vai limpar o pezinho aí no capacho, não vai? Tapete novo ali na sala, coisa pra muito luxo, a senhora compreende... Preço de automóvel!
Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis. Recomendara à empregada cuidados especiais com o tapete. A mulher sugeria enrolá-lo, mas onde colocar um canudinho de três metros de comprimento, quatro se enrolasse ao comprido? E poderia estragar-se, pois os tapetes, ainda que persas, foram feitos para ficar estendidos. Estava feliz: nem todos podem ter um tapete persa. Para muita gente era um ideal na vida.
Um belo dia a empregada descobriu, com pavor, que o tapete apresentava aqui e ali pequenas manchas de mofo. Abriu todo o apartamento, mas não satisfeita, resolveu dependurar o tapete na amurada da varanda para que apanhasse sol.
Ora, acontecia morar no apartamento de baixo um americano que invariavelmente chegava bêbado todas as noites e ainda bebia um pouco antes de dormir, mais um pouco ao levantar-se. Naquele dia, tendo o tapete obstruído por completo sua janela, cuidou ao acordar que ainda era noite e voltou para cama. Afinal, cansado de dormir, acendeu a luz e olhou o relógio: duas horas. Não poderia estar tão bêbado assim – convenhamos que às duas horas da tarde o dia já devia pelo menos
Ter começado a clarear. Ou passara o dia todo dormindo e seriam duas horas da noite?
Avançou pela janela e deu de cara com o tapete. Vendo que não conseguia olhar para fora, voltou-se, resignado, sem buscar explicação. Buscou antes uma faca e meteu-a no tapete como no ventre de um peixe, abrindo-o de alto a baixo. Depois enfiou a cabeça pelo rombo para ver se lá fora era noite ou dia. Infelizmente era dia. Não se conformando, puxou com violência o tapete e quando afinal acabou de recolhê-lo, deixou que tombasse no espaço e fosse cair lá embaixo, sobre as obras de um edifício em princípio de construção.
Muitos que viram se assustaram. Houve quem pensasse que o prédio estava vindo para baixo. Caiu uma “coisa” lá de cima! – Vários gritaram, apontando. O que foi? Alguém se atirou lá de cima? Uma mulher se atirou lá de cima!
- Nós mal começamos e este aqui já está mandando mobília – comentou um operário da construção, contemplando o tapete.
Enfim, não é todo dia que caem tapetes persas, das janelas dos apartamentos, pelo menos naquela rua. Alguns curiosos se ajuntaram, enquanto não se chamava a assistência. A empregada apareceu desvairada, e ao ver o tapete no chão enlameado, botou as mãos na cabeça e a boca no mundo.:
- Nossa Senhora, meu patrãozinho me mata!
No dia seguinte era o patrãozinho que, descendo de Petrópolis, ia ao apartamento de baixo disposto a matar o primeiro americano. No que disse yes, foi-lhe metendo o braço.
-Just a moment! Just a moment! – berrava o americano, se defendendo. - No fala portuguese! Must be some mistake!
- Misteique é a mãe – dizia o dono do tapete, enfurecido. Não satisfeito, pôs-se a quebrar coisa no apartamento do outro. Pouco havia que quebrar, além de uma garrafa de “Four Roses”, já vazia.
Afinal, mais calmo, preveniu:
- No fala portuguese mas pegar tapete, tá bem? Olha aqui, ô gringo, to pay my tâpet, morou?
- Let’s have a drink – propôs o americano.
(Elenco de Cronistas Modernos. Editora Sabiá, Rio de Janeiro. 1972)
De acordo com a BNCC, “embora, desde que nasce e na Educação Infantil, a criança esteja cercada e participe de diferentes práticas letradas, é nos anos iniciais (1º e 2º anos) do Ensino Fundamental que se espera que ela se alfabetize. Isso significa que a alfabetização deve ser o foco da ação pedagógica”.
Sobre o processo de alfabetização, analise as afirmativas abaixo:
I. Nesse processo, é preciso que os estudantes conheçam o alfabeto e a mecânica da escrita/leitura – processos que visam a que alguém (se) torne alfabetizado, ou seja, consiga “codificar e decodificar” os sons da língua (fonemas).
II. Alfabetizar é trabalhar com a apropriação pelo aluno da ortografia do português do Brasil escrito, compreendendo como se dá este processo (longo) de construção de um conjunto de conhecimentos sobre o funcionamento fonológico da língua pelo estudante.
III. O processo básico (alfabetização) de construção do conhecimento das relações fonografêmicas em uma língua específica, que deve se dar em dois anos, é, no entanto, complementado por outro, mais curto, que podemos chamar de ortografização, que complementará o conhecimento da ortografia do português do Brasil.
Em relação as afirmativas acima, é correto afirmar:
“Considerando que, na Educação Infantil, as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças têm como eixos estruturantes as interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se, a organização curricular da Educação Infantil na BNCC está estruturada em cinco campos de experiências, no âmbito dos quais são definidos os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento”.
(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018, p. 42)
Em relação ao campo de experiencia “O eu, o outro e o nós”, analise as afirmativas abaixo:
I. É na interação com os pares e com adultos que as crianças vão constituindo um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida, pessoas diferentes, com outros pontos de vista.
II. Conforme vivem suas primeiras experiências sociais (na família, na instituição escolar, na coletividade), constroem percepções e questionamentos sobre si e sobre os outros, diferenciando-se e, simultaneamente, identificando-se como seres individuais e sociais.
III. Ao mesmo tempo que participam de relações sociais e de cuidados pessoais, as crianças constroem sua autonomia e senso de autocuidado, de reciprocidade e de interdependência com o meio.
IV. Na Educação Infantil, é preciso criar oportunidades para que as crianças entrem em contato com outros grupos sociais e culturais, outros modos de vida, diferentes atitudes, técnicas e rituais de cuidados pessoais e do grupo, costumes, celebrações e narrativas.
Em relação as afirmativas acima, é correto afirmar:
Em relação a Base Nacional Comum Curricular, analise as afirmativas abaixo:
I. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.
II. Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de doze competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento.
III. Na BNCC, competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.
Em relação as afirmativas acima, é correto afirmar: