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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Guerra
Guerra é esforço, é inquietude, é ânsia, é transporte...
É a dramatização sangrenta e dura
Da avidez com que o Espírito procura
Ser perfeito, ser máximo, ser forte!
É a Subconsciência que se transfigura
Em volição conflagradora... É a coorte
Das raças todas, que se entrega à morte
Para a felicidade da Criatura!
É a obsessão de ver sangue, é o instinto horrendo
De subir, na ordem cósmica, descendo
À irracionalidade primitiva...
É a Natureza que, no seu arcano,
Precisa de encharcar-se em sangue humano
Para mostrar aos homens que está viva!
ANJOS, Augusto dos. Eu e outras poesias. 42. ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1998. p. 63.
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Texto 2
Guerra
Guerra é esforço, é inquietude, é ânsia, é transporte...
É a dramatização sangrenta e dura
Da avidez com que o Espírito procura
Ser perfeito, ser máximo, ser forte!
É a Subconsciência que se transfigura
Em volição conflagradora... É a coorte
Das raças todas, que se entrega à morte
Para a felicidade da Criatura!
É a obsessão de ver sangue, é o instinto horrendo
De subir, na ordem cósmica, descendo
À irracionalidade primitiva...
É a Natureza que, no seu arcano,
Precisa de encharcar-se em sangue humano
Para mostrar aos homens que está viva!
ANJOS, Augusto dos. Eu e outras poesias. 42. ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1998. p. 63.
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Texto 2
Guerra
Guerra é esforço, é inquietude, é ânsia, é transporte...
É a dramatização sangrenta e dura
Da avidez com que o Espírito procura
Ser perfeito, ser máximo, ser forte!
É a Subconsciência que se transfigura
Em volição conflagradora... É a coorte
Das raças todas, que se entrega à morte
Para a felicidade da Criatura!
É a obsessão de ver sangue, é o instinto horrendo
De subir, na ordem cósmica, descendo
À irracionalidade primitiva...
É a Natureza que, no seu arcano,
Precisa de encharcar-se em sangue humano
Para mostrar aos homens que está viva!
ANJOS, Augusto dos. Eu e outras poesias. 42. ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1998. p. 63.
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Texto 2
Guerra
Guerra é esforço, é inquietude, é ânsia, é transporte...
É a dramatização sangrenta e dura
Da avidez com que o Espírito procura
Ser perfeito, ser máximo, ser forte!
É a Subconsciência que se transfigura
Em volição conflagradora... É a coorte
Das raças todas, que se entrega à morte
Para a felicidade da Criatura!
É a obsessão de ver sangue, é o instinto horrendo
De subir, na ordem cósmica, descendo
À irracionalidade primitiva...
É a Natureza que, no seu arcano,
Precisa de encharcar-se em sangue humano
Para mostrar aos homens que está viva!
ANJOS, Augusto dos. Eu e outras poesias. 42. ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1998. p. 63.
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Texto 1
Como era o mundo às vésperas da Primeira Guerra
O século XX rompeu em paz e repleto de promessas. Um mundo novo e moderno se descortinava capitaneado por inovações tecnológicas, por importantes movimentos culturais e movido a muito carvão e eletricidade. O surgimento do cinema, a consolidação das comunicações via telégrafo e, logo depois, por telefone, globalizavam a informação.
Transatlânticos cruzavam os mares, cobrindo a distância da Europa às Américas em uma semana; o dirigível e o avião ganhavam os céus e os primeiros automóveis começavam a circular nas ruas das grandes cidades.
– A última guerra havia ocorrido em 1870 e, desde então,
a Europa vivia um longo período de paz – explica o historiador
Marcello Scarrone, da Revista de História da Biblioteca
Nacional. – a burguesia dos diferentes países se considerava
europeia, ocidental, e viajava muito, de um lado para outro, num
circuito de classes mais abastadas do qual até mesmo a Rússia
fazia parte.
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/historia/como-era-mundoas-vesperas-da-primeira-guerra-13145572>. Acesso em: 24 dez. 2024.
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Texto 1
Como era o mundo às vésperas da Primeira Guerra
O século XX rompeu em paz e repleto de promessas. Um mundo novo e moderno se descortinava capitaneado por inovações tecnológicas, por importantes movimentos culturais e movido a muito carvão e eletricidade. O surgimento do cinema, a consolidação das comunicações via telégrafo e, logo depois, por telefone, globalizavam a informação.
Transatlânticos cruzavam os mares, cobrindo a distância da Europa às Américas em uma semana; o dirigível e o avião ganhavam os céus e os primeiros automóveis começavam a circular nas ruas das grandes cidades.
– A última guerra havia ocorrido em 1870 e, desde então,
a Europa vivia um longo período de paz – explica o historiador
Marcello Scarrone, da Revista de História da Biblioteca
Nacional. – a burguesia dos diferentes países se considerava
europeia, ocidental, e viajava muito, de um lado para outro, num
circuito de classes mais abastadas do qual até mesmo a Rússia
fazia parte.
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/historia/como-era-mundoas-vesperas-da-primeira-guerra-13145572>. Acesso em: 24 dez. 2024.
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Texto 1
Como era o mundo às vésperas da Primeira Guerra
O século XX rompeu em paz e repleto de promessas. Um mundo novo e moderno se descortinava capitaneado por inovações tecnológicas, por importantes movimentos culturais e movido a muito carvão e eletricidade. O surgimento do cinema, a consolidação das comunicações via telégrafo e, logo depois, por telefone, globalizavam a informação.
Transatlânticos cruzavam os mares, cobrindo a distância da Europa às Américas em uma semana; o dirigível e o avião ganhavam os céus e os primeiros automóveis começavam a circular nas ruas das grandes cidades.
– A última guerra havia ocorrido em 1870 e, desde então,
a Europa vivia um longo período de paz – explica o historiador
Marcello Scarrone, da Revista de História da Biblioteca
Nacional. – a burguesia dos diferentes países se considerava
europeia, ocidental, e viajava muito, de um lado para outro, num
circuito de classes mais abastadas do qual até mesmo a Rússia
fazia parte.
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/historia/como-era-mundoas-vesperas-da-primeira-guerra-13145572>. Acesso em: 24 dez. 2024.
O pagamento dos precatórios, bem como a execução das despesas de custeio e de capital, deve ser realizado observando a __________________________ estabelecida pelo ordenamento jurídico, garantindo a transparência, o equilíbrio fiscal e o respeito à ordem temporal dos créditos judiciais.
( ) A elaboração do orçamento público municipal deve obedecer aos princípios de unidade, universalidade e anualidade, conforme previstos na Constituição Federal.
( ) O orçamento municipal integra tanto receitas correntes quanto receitas de capital, permitindo a execução de políticas públicas de curto e longo prazo.
( ) É permitido que o município elabore o orçamento de forma fragmentada, com múltiplos documentos orçamentários para cada setor, sem a necessidade de integração.
( ) A execução do orçamento público municipal não está sujeita a mecanismos de fiscalização, pois a gestão dos recursos é de competência exclusiva do Poder Executivo.
I. O Juiz a quem é dirigida. II. A ordem para avaliação dos bens penhorados. III. O pedido. IV. O requerimento para a citação.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Decorre da legislação tributária. II. Tem por objeto o pagamento de tributo. III. Extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente.
Está CORRETO o que se afirma:
I. O CPC prevê expressamente que o município não tem legitimidade passiva nesse caso, pois sua responsabilidade é subsidiária.
II. É possível ao juiz, de ofício ou a requerimento da parte, fixar multa diária cominatória (astreintes) contra a Fazenda Pública em caso de descumprimento de obrigação de fazer.
III. Tratando-se de fornecimento de medicamentos, cabe ao Juiz adotar medidas eficazes à efetivação de suas decisões, podendo, se necessário, determinar, até mesmo, o bloqueio e o sequestro de verbas públicas.
Está CORRETO o que se afirma: