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Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o uso do termo “que” nessa passagem.
I- O termo “que”, em “[...] resposta emocional que pode ser [...]”, é um elemento de coesão, já que se refere ao termo “resposta emocional”, usado anteriormente.
II- O termo “que”, em “[...] explica que chorar [...]”, como conjunção e elemento de coesão, insere na passagem o complemento oracional do verbo “explica”.
III- O termo “que”, em “[...] expressão emocional que serve [...]”, foi usado como pronome relativo para fazer a coesão referencial com o termo “expressão emocional”.
IV- O termo “que”, em “[...] resposta emocional que pode ser [...]” e em “[...] expressão emocional que serve [...]”, poderia ser substituído, com igual correção, por “a qual”.
V- O termo “que”, nas três ocorrências, foi usado como elemento de coesão, uma vez que tem a função de retomar substantivos anteriormente expressos.
Estão CORRETAS as afirmativas
I- O choro é interpretado, equivocadamente, por muitas pessoas como negativo.
II- O choro é considerado, cientificamente, como manifestação emocional positiva.
III- O choro, segundo especialistas, demonstra vulnerabilidade, o que é algo negativo.
IV- A contenção do choro é uma demonstração de equilíbrio e inteligência emocional.
V- A supressão do choro traz como consequência o surgimento de doenças mentais.
Estão CORRETAS as afirmativas
I- A palavra “estigma” foi considerada, ora como uma visão negativa, ora como positiva.
II- As palavras “vulnerabilidade” e “fraqueza” foram usadas com o mesmo valor semântico.
III- A palavra “interpessoais” foi usada referindo-se à relação estabelecida entre as pessoas.
IV- A palavra “cortisol” foi referida como substância nociva produzida pelo próprio corpo.
V- A palavra “empatia” foi usada no sentido de compreensão do sentimento dos outros.
Estão CORRETAS as afirmativas
Na situação de ensino escolar, com explicações desenvolvidas pelo professor ou por um de seus pares – outra criança mais velha – ou que domine mais o assunto – a criança pode vir a formar conceitos, instrumentalizando-se para resolver problemas de forma consciente.
Tal perspectiva corresponde à concepção de aprendizagem defendida pela teoria
O atendimento em creche e pré-escola (...), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que “a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais” (Lei nº 9.394/96, art. 1º), mas esclarece que: “Esta Lei disciplina a educação escolar que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias” (Lei nº 9.394/96, art. 1º, § 1º). Em função disto, tudo o que nela se baseia e que dela decorre, como autorização de funcionamento, condições de financiamento e outros aspectos, referem-se a esse caráter institucional da educação.
Parecer CNE/CEB nº 20 de novembro de 2009.
Com base no texto acima, fica evidente que, no atual ordenamento jurídico, as creches e pré-escolas podem funcionar em
O despertar do interesse do aluno em direção à atividade proposta pelo professor, está no sentido de provocar relações intrapessoais e interpessoais, e a ludicidade pode e deve estar presente nesses dois momentos.
SUANNO, J. H. O papel do brinquedo na aprendizagem e no desenvolvimento da criança. In: Didática e Interfaces. 2. Edição revisada e ampliada. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2019.
Com base no texto, conclui-se que
Embora os textos oficiais do período recomendassem que também as creches, além dos jardins-de-infância, contassem com material apropriado para a educação das crianças, o atendimento em creches e parques infantis continuou a ser realizado de forma assistencialista. O surgimento, na década de 40, de psicólogos para trabalhar em parques infantis então existentes em algumas cidades reforçou o enfoque de higiene mental, de influência norte-americana, que foi usado como justificativa para o trabalho nessa nova modalidade de atendimento pré-escolar e punha ênfase na possibilidade de as crianças matriculadas apresentarem desajustes de personalidade e outros problemas de desenvolvimento. Essas perspectivas apontavam as vantagens das creches e parques infantis como agências promotoras da segurança e da saúde sem, contudo, aprofundar-se na análise crítica dos fatores econômicos, políticos e sociais presentes nas condições de vida da população mais pobre.
OLIVEIRA, Z. R. de. Educação infantil: fundamentos e métodos. (Coleção Docência em Formação). Ed. 3. São Paulo: Cortez, 2007.
De acordo com o texto, qual a perspectiva de educação que norteou a educação infantil nos anos 1940/1950 no Brasil?
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (DCNEIs) dpefinem currículo como um componente da proposta pedagógica, um: [...] conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças [...].
BRASIL. Ministério da Educação, 2009, p. 12. [Adaptado].
De acordo com as DCNEIs, o currículo apresenta uma relação entre
[...] o trabalho pedagógico precisa se orientar por uma visão das crianças como seres sociais, indivíduos que vivem em sociedade, cidadãs e cidadãos. Isso exige que levemos em consideração suas diferentes características, não só em termos de histórias de vida ou de região geográfica, mas também de classe social, etnia e sexo. Reconhecer as crianças como seres sociais que são implica em não ignorar as diferenças. [...]
KRAMER, S. (coord.). Com a pré-escola nas mãos-uma alternativa curricular para a educação infantil. São Paulo: Ed. Ática, 1995.
A partir da leitura feita sobre a interpretação da infância, é necessário considerar as crianças como