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Q3923468 Pedagogia
A Constituição Federal de 1988 estabelece diretrizes específicas acerca da organização do ensino fundamental no Brasil. Considerando o disposto no artigo 210 da CF, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3923467 Pedagogia
Leia o enunciado abaixo com atenção, e assinale a alternativa que apresenta corretamente o termo correto para completar a lacuna:

De acordo com o artigo 205 da Constituição Federal, a ____________, é um direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento da pessoa, o preparo para o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho.
Alternativas
Q3923466 Pedagogia
Nos termos do art. 58 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), a modalidade de educação escolar oferecida, preferencialmente, na rede regular de ensino, destinada a educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação recebe o nome de: 
Alternativas
Q3922295 Noções de Informática
Assinale a alternativa que descreve como são conhecidos os programas de computador que habilitam seus usuários a interagirem com páginas da web: 
Alternativas
Q3922294 Noções de Informática
Sobre a elaboração de tabelas e gráficos utilizando o software Microsoft Excel, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto a seguir:

Uma ____________ é um instrumento poderoso para calcular, resumir e analisar os dados que lhe possibilita ver comparações, padrões e tendências nos dados.
Alternativas
Q3922293 Noções de Informática
Durante a preparação de um relatório oficial no Microsoft Word, o servidor público necessita ajustar os espaços entre o conteúdo do texto e as bordas da página. Considerando a estrutura e os recursos do programa, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3922292 Noções de Informática
Considerando o uso de ferramentas digitais baseadas em inteligência artificial no ambiente de trabalho, assinale a alternativa correta acerca do Microsoft Copilot: 
Alternativas
Q3922291 Noções de Informática
Ao salvar relatórios, formulários ou textos elaborados no computador institucional, o servidor público pode optar por diferentes locais de armazenamento. Considerando o conceito de pastas no Windows e sua utilização no dia a dia profissional, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3922280 Português

Q10.png (625×184)


BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-dearmandinho>. 


Na oração “Preconceito se trata com educação!”, empregada na charge acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3922279 Secretariado
Entre os documentos comuns na comunicação técnica oficial, qual é o objetivo principal de uma ata?
Alternativas
Q3922278 Redação Oficial
Em relação à redação técnica oficial, é correto afirmar que a linguagem deve apresentar-se:
Alternativas
Q3922277 Português
“Um bom livro é um diálogo ininterrupto(1) entre nós e o texto, entre nós e um autor que se torna real(2). Um livro bom é um diálogo sem fim(3).” (Antônio Lobo Antunes)

Considerando os elementos identificados por números no enunciado acima, assinale a afirmativa correta: 
Alternativas
Q3922276 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado se refere ao agente, o ser que pratica a ação expressa pelo verbo.
Alternativas
Q3922275 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada, de natureza pronominal, substitui algo apresentado posteriormente.
Alternativas
Q3922274 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “onda” está sendo empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3922273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
A visão sobre história repassada pelo texto “A velocidade da história” é a de que essa área do conhecimento humano:
Alternativas
Q3922272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
“Era (...) tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo”.

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3922271 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
De acordo com o texto “A velocidade da história”, a ideia de construir um mapa que “correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada” era:
Alternativas
Q3894986 Pedagogia
A organização e a gestão escolar não são atividades meramente burocráticas ou administrativas, mas sim profundamente pedagógicas, pois a forma como a escola se organiza e é gerida reflete e condiciona sua proposta educacional. Heloísa Lück destaca que a gestão escolar transcende a administração de recursos, envolvendo um dinamismo focado na liderança, na participação e na consecução dos objetivos educacionais. Diferentes concepções de gestão, como a técnico-científica, a autogestionária ou a democrático-participativa, geram modelos de organização escolar completamente distintos.
Acerca das concepções de organização e gestão escolar, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A concepção de gestão técnico-científica (ou burocrática), inspirada nos modelos de administração empresarial clássicos (Taylor/Fayol), enfatiza a hierarquia rígida, a divisão de tarefas, a impessoalidade e o controle centralizado, vendo o gestor como um executor de normas superiores.
(__)A concepção de gestão autogestionária baseia-se na participação de todos os membros da comunidade escolar nas decisões, através de assembleias e conselhos, buscando a horizontalidade das relações de poder e a eliminação da hierarquia tradicional.
(__)A concepção de gestão 'interpretativa' ou 'simbólica' foca nos aspectos subjetivos da organização, compreendendo a escola como um espaço de produção de culturas e significados, onde o papel do gestor é atuar sobre os valores e o clima organizacional.
(__)A concepção democrático-participativa, embora valorize a participação, restringe-a aos processos pedagógicos, mantendo a gestão administrativa e financeira como atribuição exclusiva do diretor, sem a necessidade de conselhos escolares ou prestação de contas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3894985 Pedagogia
O currículo não pode ser compreendido apenas como uma lista de conteúdos a serem ensinados, mas sim como uma construção social e histórica que reflete disputas de poder, interesses e concepções de mundo, sociedade e conhecimento. Conforme aponta Sacristán, o currículo se desdobra em múltiplos níveis, desde o prescrito (oficial) até o currículo em ação (o que de fato ocorre na sala de aula) e o currículo oculto (valores e normas não explícitos). A elaboração da proposta pedagógica da escola, portanto, exige uma tomada de posição clara sobre qual concepção de currículo norteará a prática, influenciando diretamente a seleção cultural, as metodologias e a avaliação. Diante das diferentes concepções curriculares, assinale a alternativa que descreve corretamente uma de suas implicações para a proposta pedagógica.
Alternativas
Respostas
21: D
22: A
23: C
24: B
25: A
26: E
27: B
28: C
29: D
30: A
31: B
32: E
33: C
34: E
35: D
36: C
37: B
38: A
39: C
40: D