Questões de Concurso Comentadas para professor - educação especial

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Q1862158 Matemática
Em uma loja, uma bolsa é vendida por R$ 200,00. A dona da loja paga uma comissão de 7% sobre o preço de venda, para a funcionária que vende a bolsa, e ganha 50% sobre o seu valor de custo. Desse modo, qual é o valor de custo da bolsa?
Alternativas
Q1862155 Matemática
Bernardo e Bruno são colegas de trabalho. Bernardo tira folga a cada 6 dias e Bruno a cada 18 dias. Se no dia 1º de setembro eles tiraram folga juntos, qual será o próximo dia que irão tirar folga juntos novamente?
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Q1862152 Português
Está em desacordo com a norma culta da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Q1862151 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
“Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia.” 7º§
A palavra destacada expressa uma ideia de:
Alternativas
Q1862150 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
“O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal [...].” 5º§
As ideias contidas nessa frase são baseadas em dados, principalmente,
Alternativas
Q1862149 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
De acordo com o texto, são causas das queixas de falta de memória, exceto:
Alternativas
Q4337953 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No que se refere a uma das características do sistema de ensino inclusivo, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Oferece, com o auxílio de voluntários, reforço escolar aos alunos com necessidades educacionais especiais.
II – Investe na eliminação de barreiras arquitetônicas, comunicacionais e atitudinais, desde que haja em cada unidade escolar uma equipe de profissionais especializados em inclusão escolar.
III – Propõe-se a atender às necessidades educacionais de todos os alunos.  
Alternativas
Q4337952 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No que se refere à educação profissional do aluno com necessidades especiais, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q4337949 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No tocante à Educação Especial, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – As crianças com deficiência devem frequentar apenas instituições especializadas.
II – Cada instituição de rede regular pode ter apenas uma criança com deficiência por sala e o acesso das crianças nessas condições dependerá das vagas existentes.
III – A matrícula de crianças com deficiência em instituições educacionais só é permitida a partir dos 6 anos de idade.  
Alternativas
Q4337945 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No que se refere à educação inclusiva, mais precisamente ao princípio da inclusão, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Todas as crianças nascem com as mesmas condições e cabe à escola desenvolvê-las de forma homogênea.
II – As escolas de educação infantil devem dar prioridade ao atendimento às pessoas com deficiência e altas habilidades.
III – As escolas devem acomodar todas as crianças, independente das condições físicas, intelectuais, emocionais, sociais e linguísticas.
Alternativas
Q4337943 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Como se sabe, o papel da Educação Especial na perspectiva inclusiva é de suma importância e não pode ser ignorado, dentro dos limites de suas atribuições, sem que sejam extrapolados os espaços de atuação específica. Tais atribuições complementam e apoiam o processo de escolarização:  
Alternativas
Q4117079 Pedagogia
Qual é a base da abordagem do Princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem?
Alternativas
Q4117078 Pedagogia
"Organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncional" é uma:
Alternativas
Q4117077 Pedagogia
A Educação Especial ainda é, para muitos educadores, um desafio a ser cumprido diariamente, principalmente no que diz respeito à flexibilização e adaptação dos currículos para atender às demandas de cada aluno. Qual das alternativas abaixo justifica de forma CORRETA essa necessidade de flexibilização?
Alternativas
Q4117076 Pedagogia
A concepção de "necessidades educacionais especiais" estabelecida pela Declaração de Salamanca traz a ideia de que, em algum momento, qualquer indivíduo pode depender dos recursos da Educação Especial para efetivar sua aprendizagem. Com isso, surge a ideia de que tais necessidades podem ser permanente ou temporárias, corroborando com a seguinte afirmação:
Alternativas
Q4117075 Pedagogia
Na análise estabelecida no Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau, afirma-se que para que haja a "promoção de acesso, permanência, aprendizagem e participação dos estudantes em todas as possibilidades de oportunidades oferecidas pela instituição de ensino, deve-se buscar instrumentos" capazes de garantir:
Alternativas
Q4117074 Pedagogia
A inclusão escolar vai muito além da obrigação de ter todos os estudantes com necessidades e habilidades especiais matriculados. Esse processo precisa valorizar a essência da Educação Especial e oferecer uma educação verdadeiramente especial e inclusiva. Com bases nessas afirmações, podemos concluir que:
Alternativas
Q4117073 Pedagogia
O processo de inclusão educacional brasileiro teve como principais influências a Conferência Mundial de Educação para Todos (UNESCO, 1990), a Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), mas os principais passos a seu favor foram dados com:
Alternativas
Q4117072 Pedagogia
A educação inclusiva é uma prática que nos remete sempre à ideia de currículos e atividades pedagógicas adequadas às necessidades do estudante especial, mas o processo de inclusão depende de muitos outros fatores, como os de acessibilidade arquitetônica e de comunicação, facilitadores pedagógicos. Nesse contexto podemos falar também da acessibilidade atitudinal, que pode ser definida como:
Alternativas
Q4117071 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A inclusão não está vinculada somente ao processo educacional, pois, em muitas situações diárias, a pessoa que se encontra em uma condição especial, seja ela temporária ou permanente, geralmente encontra desafios que vão além da aprendizagem, assim, ignorar suas necessidades pode privar o indivíduo de direitos fundamentais. Essas privações acontecem, por exemplo:
Alternativas
Respostas
7981: B
7982: E
7983: D
7984: C
7985: B
7986: E
7987: C
7988: D
7989: E
7990: C
7991: E
7992: A
7993: A
7994: D
7995: E
7996: A
7997: B
7998: B
7999: A
8000: A