Questões de Concurso Comentadas para professor - educação especial

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Q3427777 Pedagogia
O título IV da Lei nº 9.394/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – dispõe sobre a organização da educação nacional. O primeiro artigo deste título diz que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino. Nesse contexto, de acordo com a referida lei, os Municípios incumbir-se-ão de: 
Alternativas
Q3427774 Pedagogia
No livro A prática educativa: como ensinar, que teve sua primeira edição em 1998, Zabala, ao falar sobre avaliação, apresenta um esquema da avaliação formativa, cuja descrição foi transcrita abaixo:
A partir de uma opção que contempla como finalidade fundamental do ensino a formação integral da pessoa, e conforme uma concepção construtivista, a avaliação sempre tem que ser formativa, de maneira que o processo avaliador, independentemente de seu objeto de estudo, tem que observar as diferentes fases de uma intervenção que deverá ser estratégica. Quer dizer, que permita conhecer qual a situação de partida, em função de determinados objetivos gerais bem definidos ( avaliação 1); um planejamento da intervenção fundamentado e, ao mesmo tempo, flexível, entendido como uma hipótese de intervenção; uma atuação na aula, em que as atividades e tarefas e os próprios conteúdos de trabalho se adequarão constantemente ( avaliação 2 ) às necessidades que vão se apresentando para chegar a determinados resultados ( avaliação 3 ) e a uma compreensão e valoração sobre o processo seguido, que permita estabelecer novas propostas de intervenção ( avaliação 4 ) (Zabala, 1998, p. 201) .

Fonte: Adaptado por CPCON/ ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Considerando o exposto e as considerações de Zabala (1998) sobre a avaliação formativa, como uma concepção de avaliação em geral, analise as afirmativas abaixo.
I- A avaliação 1 é chamada de avaliação inicial. Trata-se da primeira fase do processo avaliativo. Logo, é a fase que proporciona referências para a definição de uma proposta hipotética de intervenção que tenha o potencial de possibilitar o progresso dos alunos.
II- A avaliação 2 se destina ao conhecimento de como cada aluno aprende ao longo do processo de ensino/aprendizagem, para se adaptar às novas necessidades que se colocam. Esta avaliação, por ter o objetivo de integrar diversas formas de aprender, é denominada de integradora.
III- A avaliação 3, denominada de avaliação reguladora, refere-se à apuração dos resultados obtidos e dos conhecimentos adquiridos, quer dizer, as competências conseguidas em relação aos objetivos previstos.
IV- A avaliação 4 se refere à análise do processo e da progressão que cada aluno seguiu, a fim de continuar sua formação levando em conta a suas características específicas. Assim, por se dedicar ao conhecimento e à avaliação de todo o percurso do aluno, pode ser chamada de avaliação somativa.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3425846 Pedagogia
Os sinais braille são formados por 6 pontos, sendo os pontos 1, 2 e 3 organizados na coluna da esquerda e os pontos 4, 5 e 6 organizados na coluna da direita, de cima para baixo.
De acordo com a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), são considerados sinais inferiores aqueles formados
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Q3425843 Braille
A ordem braille se organiza em sete séries de sinais braille. A 1ª série é constituída por 10 sinais, todos superiores, razão pela qual é denominada série superior, conforme a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018).
Assinale a alternativa que apresenta 3 letras que correspondem aos sinais da 1ª série braille.
Alternativas
Q3425837 Pedagogia
De acordo com com Alves e Amorim em A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização (2008), a aprendizagem da criança cega acontece por meio da interação com pessoas e objetos que a rodeiam, com o uso dos sentidos remanescentes, pela movimentação corpórea e pela motivação frente a novas experiências.
Assinale a alternativa correta sobre a funcionalidade dos sentidos remanescentes no desenvolvimento da criança cega na perspectiva de Alves e Amorim (2008).
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Q3425836 Pedagogia
Caroline Borges, em Atendimento educacional especializado na escola comum como ação pedagógica favorecedora da educação inclusiva (2020), ressalta que o atendimento educacional na sala de aula e na sala de recursos multifuncionais deve contribuir com o processo de ensinar e aprender na escola, sobretudo na sala de aula comum.
Nessa premissa, há que se considerar que as atividades desenvolvidas em sala comum e na sala de recursos multifuncionais sejam
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Q3425835 Pedagogia
Os auxílios não ópticos para pessoas com baixa visão podem ser diferentes para as atividades de escrita e as atividades de leitura.
De acordo com Sampaio et al. em Baixa visão e cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), assinale a alternativa que menciona um auxílio para a escrita que favorece tanto a ampliação das letras quanto o aumento do contraste.
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Q3425834 Pedagogia
As pessoas com baixa visão necessitam da ampliação das imagens, de perto e longe, para conseguir enxergar melhor, e essa ampliação pode ser feita tanto por meio de recursos ópticos como não ópticos e tecnológicos.
Assinale a alternativa que menciona dois recursos de ampliação não ópticos, com base em Lima em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018).
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Q3425833 Braille
De acordo com Sampaio et al. em Baixa visão e cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), com relação ao uso da máquina braille para a leitura e a escrita de alunos com cegueira, é correto afirmar que
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Q3425832 Pedagogia
O ensino do soroban na escola corresponde a uma complementação curricular para o aluno com deficiência visual, e para o seu efetivo uso é necessário verificar se o aluno coloca corretamente as mãos sobre o instrumento.
De acordo com Sampaio et al. em Baixa Visão e Cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), o dedo indicador é usado no soroban para
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Q3425831 Pedagogia
Leia o trecho a seguir:
        A alfabetização de crianças com cegueira depende de um ambiente favorável que deve provocar a exploração dos sentidos remanescentes porque estas crianças não têm as mesmas possibilidades de entrar em contato direto, casual e espontâneo com a leitura e escrita. No entanto, a alfabetização não depende unicamente de integração dos sentidos.
(Celma Domingues et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira, 2010).
De acordo com as autoras, é correto afirmar que as dificuldades de compreensão, de formação de conceitos ou de construção do conhecimento das crianças com cegueira
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Q3425830 Pedagogia
Analise o excerto a seguir:
        O desenvolvimento da consciência da escrita nas crianças com cegueira trata-se de um processo contínuo por meio do qual um conjunto de fatores articulados contribui para desencadear as mudanças que levam à tomada de consciência que se amplia por meio da exploração intencional para compreensão de conceitos, bem como da função de símbolos e da linguagem.
(Celma Domingues et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira, 2010)
Na perspectiva das autoras, o desenvolvimento da escrita na criança com cegueira tem início
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Q3425829 Pedagogia
Na perspectiva de Celma Domingues et al., em A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), uma criança com cegueira levará mais tempo para conhecer ou reconhecer as coisas e os objetos porque os manuseia e analisa palmo a palmo, enquanto a criança que enxerga percebe a totalidade dos objetos de uma só vez. ,,Nessa relação tato – visão, é correto afirmar que
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Q3425828 Pedagogia
Para Celma Domingues et al., na publicação A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), a criança com cegueira congênita, durante seu desenvolvimento, pode apresentar a tendência de emitir palavras, expressões ou termos descontextualizados, sem nexo, desprovidos de sentido e de significado, porque a falta de visão colabora para que a criança use as palavras para substituir aquilo que não enxerga.
Na concepção das autoras, essa definição refere-se à manifestação
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Q3425827 Pedagogia
A autora Elcie Masini, na publicação O perceber de quem está na escola sem dispor da visão (2013), assinala que uma criança que nunca enxergou tem uma experiência diferente daquela que ficou cega nos primeiros anos de vida.
Para a autora, na experiência perceptiva, estão compreendidos muito mais do que fatores perceptivo-cognitivos e fisiológicos, pois também estão envolvidos os fatores que dizem respeito
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Q3425826 Pedagogia
Com base na Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 14.146/2015) e em Sampaio et al., em Baixa visão e cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), os auxílios ópticos e não ópticos para baixa visão são considerados 
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Q3425825 Pedagogia
Márcia, de 12 anos de idade, tem diagnóstico de baixa visão por déficit de acuidade, é sensível a diferentes níveis de luz e tem desconforto para luz intensa e brilhos refletidos. Para melhor eficiência visual nas atividades de leitura, ela precisa do controle de iluminação, da diminuição da luz refletida no papel, bem como do aumento de contraste.
Com base em Sampaio et al., em Baixa Visão e Cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), a sugestão de um auxílio não óptico para leitura, no caso de Márcia, seria
Alternativas
Q3425824 Pedagogia
Celma Domingues et al., em A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), afirmam que o desempenho visual de uma pessoa com baixa visão pode ser desenvolvido e ampliado de forma gradativa e constante, pois a eficiência da visão melhora na medida do seu uso.
As autoras evidenciam a avaliação funcional do uso da visão como uma medida qualitativa eficiente que se refere, entre outras maneiras, ao uso
Alternativas
Q3425823 Pedagogia
Lima, em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018), afirma que a audiodescrição é a arte de transformar aquilo que é visto em palavras, o que se configura como um poderoso recurso na inclusão escolar e acadêmica, na medida em que possibilita referência e compreensão do ambiente.
Assinale a alternativa que corretamente descreve uma forma de como o professor pode fazer a audiodescrição, na perspectiva da autora.
Alternativas
Q3425822 Pedagogia
João tem 6 anos de idade e foi matriculado na 1ª série. Sua mãe apresentou um laudo do oftalmologista atestando que João tem hipermetropia em ambos os olhos, os quais são mais curtos do que o normal para o padrão da idade. Também apresenta a curvatura de ambas as córneas mais plana e necessita usar os óculos prescritos para as atividades em classe.
Com base em Lima, em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018), e de acordo com esses dados, é possível inferir que João tem dificuldade para enxergar
Alternativas
Respostas
3361: C
3362: E
3363: E
3364: E
3365: C
3366: D
3367: A
3368: B
3369: E
3370: B
3371: C
3372: D
3373: D
3374: E
3375: A
3376: B
3377: D
3378: A
3379: C
3380: E