Foram encontradas 16.940 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1235564 Conhecimentos Gerais
A exposição “Auguste Rodin, homem e gênio” reúne 62 esculturas do mestre francês Auguste Rodin no Palacete das Artes, em Salvador. Entre as peças de grande, médio e pequeno porte selecionadas, estão obras conhecidas internacionalmente, como “O pensador”, “O beijo” e “Eva”. Parte das comemorações do Ano da França no Brasil, ficará na capital baiana por três anos. Rodin é considerado:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1231360 Pedagogia
Ainda é comum nas instituições escolares existir um desgaste do ato de planejar. Alguns elementos comprometedores acusam esta evidência: 
I. O plano é uma prática cartorial, uma exigência formal, sem repercussão no cotidiano.
II. É uma prática utilizada sem espírito democrático, propiciando a participação de poucos representantes para resolver questões menores e periféricas da escola.
III. A tendência de valorizar as ideias em detrimento da realidade, tornando-se desvinculadas das reais condições estruturais da escola e da sociedade.
IV. Busca o resgate da necessidade de planejar por ser inerente da atividade humana.
De acordo com o enunciado, está(ão) INCORRETA(S) apenas a(s) alternativa(s):
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Assunção - PB
Q1223292 Pedagogia
A instituição da gestão democrática decorre da implementação de uma proposta organizada e desenvolvida entre a unidade escolar e o sistema a que se vincula. Para sua consecução, é necessário:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1223036 Atualidades
O anúncio da fusão de duas grandes empresas do ramo de eletrodomésticos, pegou muita gente de surpresa, mas para os consumidores, o saldo deve ser positivo. Grupos fortes e competitivos tendem a oferecer preços mais baixos. Nasce a “Máquina de vendas” com a união de:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: MOVENS Órgão: Prefeitura de Manaus - AM
Q1210892 Pedagogia
Os principais pedagogos que atuaram de maneira significativa no cenário da educação no século XIX foram
Alternativas
Q1208414 História
Em 1989 os alemães derrubaram o muro de Berlim, um dos fatos mais importantes do século XX.
Analise as afirmações abaixo a respeito desse acontecimento e assinale as verdadeiras.
1. Esse fato histórico (a queda do muro de Berlim) é considerado um dos marcos do fim da Guerra Fria.
2. Alguns meses após a queda do muro de Berlim ocorreu a reunificação da Alemanha. 

3. Entre as consequências desse acontecimento está o desaparecimento da República Federal da Alemanha. 
4. A Alemanha tinha sido dividida, durante o governo nazista, em dois países separados por um muro, cercas de arame farpado e casamatas, o chamado muro de Berlim.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmações corretas.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: MOVENS Órgão: Prefeitura de Manaus - AM
Q1204769 Pedagogia
O art. 206 da Constituição Federal de 1988 discorre sobre os princípios do ensino. De acordo com seu parágrafo único, que foi incluído pela Emenda Constitucional n.° 53/2006, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: MOVENS Órgão: Prefeitura de Manaus - AM
Q1204721 Pedagogia
Várias leis e documentos no Brasil estabelecem direitos de pessoas com deficiência. Acerca desse assunto, relacione a primeira coluna, que traz a legislação, à segunda, que apresenta o que é previsto na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, e, em seguida, assinale a opção correta.  
I – Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
II – Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n.o 8.069/1990 III – Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei n.o 9.394/96
( ) Prevê que o atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
( ) Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o “acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um”.
( ) Garante o direito à igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sendo o Ensino Fundamental obrigatório e gratuito (também aos que não tiveram acesso na idade própria); o respeito dos educadores; e atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular.
A sequência correta é:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1198720 Pedagogia
Os movimentos de construção do projeto pedagógico são interligados e consistem na definição de um conjunto de ações a serem realizadas coletivamente pela escola. Considerando estes movimentos, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(  ) No movimento de definição das concepções da escola, é importante trabalhar com um grupo reduzido de pessoas, a fim de tornar o trabalho mais organizado.
(  ) A análise de interpretação dos dados coletados, no que se refere à realidade da escola, deve ser feita qualitativa e quantitativamente, visando explicitar sua realidade.
(  ) O terceiro movimento de construção do projeto pedagógico refere-se à execução do que o coletivo da escola elegeu como prioridades para inovar o seu trabalho.
(  ) O processo avaliativo precisa ocorrer no segundo e terceiro movimentos de construção do projeto pedagógico, visto que, de fato, propõem mudanças para a escola.
A sequência está correta em:
Alternativas
Q1196548 Educação Física
A respeito da avaliação da aprendizagem, consta na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) que a verificação do rendimento escolar deverá observar, entre outros, o seguinte critério:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Ibiaçá - RS
Q1194203 Pedagogia
Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª, considerando algumas situações previstas no plano de trabalho de um professor.    1. O desmatamento é um dos principais problemas ambientais.            
2. Atendeu plenamente aos objetivos da aula.  
3. Confecção de poemas sobre meio ambiente. 
4. Erosão do solo.            (    ) metodologia. 
(    ) conteúdo. 
(    ) diagnóstico. 
(    ) avaliação.    A ordem correta da numeração, de cima para baixo, é:   
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1191143 Português
TEXTO:     Cheque em xeque
O país anda tão desconfiado, mas tão desconfiado, que todos nós viramos suspeitos. Cada cheque é uma CPI particular. O vendedor, por mais amável que tenha sido, lança um olhar de suspeita. E pergunta a primeira coisa que vem à cabeça:
– É de São Paulo?
– Não, de Hong Kong.
Enquanto ele decide se sorri ou me morde, atiro o cheque no balcão e fujo com as compras.
É duro falar em geral, quando nem todo mundo é assim. Acabo injustiçando as centenas de pessoas simpáticas que já me atenderam nos balcões sem me tratar como um mafioso. Mas também sou injustiçado. Sei que a crise, a falta de ética e a corrupção escorreram sobre nossas vidas, precipitando desconfianças. O pior é que todas as exigências não adiantam nada, se o portador do cheque estiver interessado em dar o golpe.
Pedem a carteira de identidade. Ofereço a minha, com uma linda foto em que apareço esbelto, com os cabelos cobrindo as orelhas e uma franja gigantesca sobre os óculos. Algo como uma versão década de 60 de um cachorro lulu. Sou eu mesmo, mas só os parentes sabem. A vendedora me olha, conferindo. Ou filosofando sobre a passagem do tempo, não sei. Sorri, como se tivesse me reconhecido, o que sei ser impossível. Sorrio de volta, com ar suspeito, e até uma certa emoção. Serei eu mesmo?
Aí, ela compara a assinatura. Acontece que tenho o prazer de falsificar minha própria assinatura. De raiva. Às vezes boto só um rabisco. Pois a vendedora confere e aceita.
Também pedem o telefone e o endereço. Outro dia, desabei na quitanda de uma coreana. Recém-chegada. Comprei um maço de rabanetes, um quilo de batatas e uma dúzia de bananas. Peguei o cheque. Ela estreitou os olhinhos. Expliquei que era especial. As pestanas, dois riscos irritados. Ela olhou o cheque, virado de cabeça para baixo. Chamou um ajudante, tipo nordestino. Resmungaram entre si. Em que língua eu não sei. Ele explicou:
– Ela aceita se o senhor for virar freguês.
Quase me ajoelhei. Ia gente em casa, e aquelas batatas eram a diferença entre ser um lorde ou um cafona. Prometi passar lá todos os dias, quem sabe até ser sócio. O rapaz tentou soletrar meu nome. Empacou no W. Quase sufocou. Cantei alegremente todas as letras. Ele pediu de tudo: até o endereço da mãe. Escrevi no verso do cheque: Pirulito que bate bate / Pirulito que já bateu / Quem gosta de mim é ela / Quem gosta dela sou eu.
Aceitaram. Até hoje não sei como o banco pagou.
Pode parecer piada, mas é um sofrimento. Faz pouco tempo, estive em um hipermercado de uma rede que está em todo o país. Fiz o cheque. A caixa apertou um botão, acendeu uma luzinha. Explicou que precisava conferir. Esperei meia hora. Ninguém apareceu. Pedi licença, fui reclamar. A moça do balcão de atendimento rosnou:
– Não adianta reclamar.
Chamei o gerente, briguei. Demorou mais meia hora. Aliás, para garantir meu cheque, já chamei até polícia. Estava em um restaurante chinês, com uma amiga. Depois de me conciliar com alguns camarõezinhos empanados, pedi a conta. Fui fazer o cheque, o garçom explicou:
– Não aceitamos.
– E por que não avisam antes?
Ele me mostrou um cartaz na parede. Iludido pelo molho de ostras, eu não havia visto. Expliquei que não tinha dinheiro. Ele correu ao caixa. Vi um chinês velho abanando a cabeça como um leque. O garçom voltou. Eu disse, calmamente:
– Chame a polícia.
– O quê?
– Chame a polícia. Quero pagar, vocês não querem receber. Chame.
Foi um bafafá. Um jovem veio correndo da cozinha. Pensei que ia me soterrar com um prato de sopa de tubarão, tal a fúria. Repeti o pedido, gentil: queria a polícia. Aceitaram o cheque, com suspiros de nervosismo. Houve um momento em que pareciam tentados a me transformar num porco agridoce.
Bilheteria de show ou teatro, nem se fala. Alguns teatros grandes já chegaram a exigir avalista e fazer consulta telefônica para vender ingressos.
[...] Melhor vivem os fantasmas. Porque a esses, tudo se permite. Não enfrentam filas e descontam cheques de madrugada. Não precisam de CPF nem devem ter RG. Endereço e assinatura, nem se fala.
Difícil, mesmo, é estar entre os simples mortais.
(Walcyr Carrasco. O Golpe do aniversariante e outras crônicas. São Paulo: Ática, 200/Para Gostar de Ler, 20/Fragmento.)
“[...] O vendedor, por mais amável que tenha sido, lança um olhar de suspeita. E pergunta a primeira coisa que vem à cabeça:
– É de São Paulo?
– Não, de Hong Kong....”
A resposta ao vendedor demonstra, por parte do autor:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Assunção - PB
Q1190716 Português
As fronteiras da Educação
Mais do que em disputas desportivas ou políticas, uma nação se constrói e se afirma na escola, com docentes bem preparados e com consciência social.
Fronteiras, ou linhas de frente, são os limites entre o que foi conquistado e o que ainda falta conquistar – como as da ciência, que demarcam o que a humanidade já conhece e o que ignora, e as dos esportes, cujas marcas estão aí para ser seguidamente superadas. As fronteiras territoriais são demarcadas pelos contornos de nossa soberania geográfica ou política, mas toda nação se consolida em outros fronts, como o social, o econômico e o cultural. E todos esses dependem da Educação, campo em que não há desafios externos patrulhados por sentinelas, mas desafios internos enfrentados no dia-a-dia por professores.
Nas linhas avançadas da Educação brasileira, não há pesquisadores enclausurados em laboratórios de ponta, mas educadores estudando as melhores formas de ensinar e promovendo integração social ou mesmo civilizatória em situações reais. Tenho encontrado exemplos notáveis dessa atuação na “fronteira educacional”.
(Luis Carlos de Menezes, Revista Nova Escola – 03/2010 – com adaptações)

Deduz-se das informações do segundo parágrafo do texto que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Patrocínio - MG
Q1188645 Sociologia
“[...] a cidadania é o próprio direito à vida no sentido pleno. Trata-se de um direito que precisa ser construído coletivamente.”
(COVRE, M. de Lourdes. O que é cidadania, 2007, p.11)
Numere a COLUNAII de acordo com a COLUNA I relacionando cada tipo de direito à sua abrangência.
COLUNA COLUNA II
1. Direitos civis ( ) dizem respeito à alimentação, habitação,o o saúde, educação, etc.
2. Direitos sociais ( ) dizem respeito à [livre expressão de pensamento, prática política, religiosa,etc
3. Direitos políticos ( ) dizem respeito ao direito de se dispor do próprio corpo, locomoção, segurança,etc.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA.
Alternativas
Q884722 Pedagogia
Segundo Bassanezi (2009, p. 24), a modelagem matemática é um processo dinâmico que consiste “na arte de transformar situações da realidade em problemas matemáticos cujas soluções devem ser interpretadas na linguagem usual”. O autor afirma que, para realizar a modelagem matemática de um problema real, deve-se seguir uma sequência de etapas, que é a seguinte:
Alternativas
Q884721 Pedagogia
Pais (2002) apresenta em seu livro elaborações a respeito da Didática da Matemática. Na discussão sobre momentos pedagógicos e as situações didáticas em sala de aula, o autor apresenta diferentes tipos de situações didáticas. Na tipologia de situações desenvolvida por Brosseau, apresentada por Pais (2002, p. 72-73), a situação em que “o aluno já utiliza mecanismos de provas e o saber já elaborado por ele passa a ser usado com uma finalidade de natureza essencialmente teórica” é classificada como uma situação de
Alternativas
Q884719 Pedagogia

D´Ambrosio (1996, p. 120) no seu livro Educação Matemática: da teoria à prática conclui que sua proposta é a “adoção de uma nova postura educacional, a busca de um novo paradigma de educação que substitua o já desgastado ensino-aprendizagem baseado numa relação obsoleta de causa-efeito”.


Assim, analisando-se o que ele afirma, constata-se que sua proposta traz

Alternativas
Q727802 História e Geografia de Estados e Municípios

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) A Estrada Real Percorre 21km no município pela rota do chamado “Caminho Velho”, ligando o distrito de Lobo Leite ao povoado do Pequeri.

( ) A área industrial da Gerdau Açominas se encontra totalmente localizada em áreas do município de Congonhas.

( ) Grande parte da Mina de Fábrica, antiga Ferteco e, hoje, Vale, está localizada no município de Congonhas.

( ) Congonhas possui duas comunidades quilombolas: a Barra de Santo Antônio e o Campinho.

A sequência está correta em:

Alternativas
Q544811 Pedagogia
Quanto aos instrumentos e aos objetivos da avaliação, julgue o item subsequente. 


A LDB recomenda que o professor escolha, logo no início do ano, o tipo de avaliação que utilizará ao final do conteúdo ministrado, pois, assim, garantirá a segurança dos resultados alcançados. 


Alternativas
Respostas
16601: C
16602: B
16603: E
16604: D
16605: E
16606: C
16607: A
16608: B
16609: D
16610: A
16611: D
16612: D
16613: B
16614: D
16615: D
16616: B
16617: C
16618: B
16619: C
16620: E