Questões de Concurso Comentadas para professor - matemática

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Q1862164 Pedagogia
Leia o trecho a seguir.

Interdisciplinaridade não é uma panaceia que garantirá um ensino adequado, ou um saber unificado, mas um ponto de vista que permite uma reflexão aprofundada, crítica e salutar sobre o funcionamento do mesmo.

Fonte: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro – efetividade ou ideologia. Coleção Realidade Educacional- IV. Ed. Loyola, SP. 2002.

Sobre a interdisciplinaridade, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1862163 Pedagogia
Com base na Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências, marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1862162 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo o acesso, a participação e a aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas regulares, orientando os sistemas de ensino para promover respostas às necessidades educacionais, garantindo alguns quesitos. Nesse sentido, analise os quesitos a seguir e marque V para verdadeiro e F para falso no contexto da educação inclusiva.

( ) Transversalidade da educação especial desde a educação infantil até o ensino médio.
( ) Atendimento educacional especializado,
( ) Continuidade da escolarização somente nos níveis mais baixos do ensino.
( ) Formação de professores para o atendimento educacional especializado e demais profissionais da educação para a inclusão escolar.
( ) Acessibilidade urbanística, arquitetônica, nos mobiliários e equipamentos, nos transportes, na comunicação e informação.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q1862161 Pedagogia
Conforme previsto nas Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica (CNE/CEB 04/2009), o projeto pedagógico da escola de ensino regular deve institucionalizar a oferta do AEE prevendo na sua organização, EXCETO:
Alternativas
Q1862160 Pedagogia
As bases que dão sustentação ao projeto nacional de educação responsabilizam o poder público, a família, a sociedade e a escola pela garantia a todos os estudantes de um ensino ministrado com base em alguns princípios. Analise os princípios listados a seguir e marque V para verdadeiro e F para falso.

( ) Igualdade de condições para o acesso, inclusão, permanência e sucesso na escola.
( ) Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.
( ) Valorização somente da experiência extraescolar.
( ) Desvinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
( ) Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q1862158 Matemática
Em uma loja, uma bolsa é vendida por R$ 200,00. A dona da loja paga uma comissão de 7% sobre o preço de venda, para a funcionária que vende a bolsa, e ganha 50% sobre o seu valor de custo. Desse modo, qual é o valor de custo da bolsa?
Alternativas
Q1862155 Matemática
Bernardo e Bruno são colegas de trabalho. Bernardo tira folga a cada 6 dias e Bruno a cada 18 dias. Se no dia 1º de setembro eles tiraram folga juntos, qual será o próximo dia que irão tirar folga juntos novamente?
Alternativas
Q1862152 Português
Está em desacordo com a norma culta da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Q1862151 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia.” 7º§
A palavra destacada expressa uma ideia de:
Alternativas
Q1862150 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
“O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal [...].” 5º§
As ideias contidas nessa frase são baseadas em dados, principalmente,
Alternativas
Q1862149 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
De acordo com o texto, são causas das queixas de falta de memória, exceto:
Alternativas
Q2676190 Pedagogia

Sobre o tema avaliação no ensino fundamental, verifique as assertivas e assinale a INCORRETA.

Alternativas
Q2676182 Pedagogia

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) estabelece a composição dos níveis escolares. Sobre esse tema, verifique as assertivas e assinale a correta.

Alternativas
Q2676169 Português

Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:


Vou pela rua a passos rápidos

A criança perdida que fui me persegue

Não olho pra trás

Entro no primeiro ônibus

Por tristeza a procuro, pouco antes de descer

Ela vem logo atrás

Sigo pela rua e todos se perguntam quem é aquela

menininha

sozinha andando na rua. Será que está perdida?

Quanto mais ela me segue, mais se perde

Subo em um andaime

O andaime sobe por entre os andares

A menininha fica lá embaixo parada, olhando pra cima,

e grita:

Pode subir! Eu estarei aqui te esperando

Ao pular, suas palavras tremulam em mim como um

lenço

perdido ao vento

(Ana Carolina. “Andaime”. In: Ruído Branco.)


I. Em Vou pela rua a passos rápidos o sujeito da oração é simples, assim como em Eu estarei aqui te esperando.

II. Em O andaime sobe por entre os andares, os termos sobe por entre os andares configuram o predicado da oração.

III. Em A menininha fica lá embaixo parada, os termos lá embaixo configuram o adjunto adverbial da oração.


Pode-se afirmar que:

Considerando os aspectos relacionados à colocação pronominal, a frase está INCORRETA em:

Alternativas
Q2676166 Português

Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:


Vou pela rua a passos rápidos

A criança perdida que fui me persegue

Não olho pra trás

Entro no primeiro ônibus

Por tristeza a procuro, pouco antes de descer

Ela vem logo atrás

Sigo pela rua e todos se perguntam quem é aquela

menininha

sozinha andando na rua. Será que está perdida?

Quanto mais ela me segue, mais se perde

Subo em um andaime

O andaime sobe por entre os andares

A menininha fica lá embaixo parada, olhando pra cima,

e grita:

Pode subir! Eu estarei aqui te esperando

Ao pular, suas palavras tremulam em mim como um

lenço

perdido ao vento

(Ana Carolina. “Andaime”. In: Ruído Branco.)


I. Em Vou pela rua a passos rápidos o sujeito da oração é simples, assim como em Eu estarei aqui te esperando.

II. Em O andaime sobe por entre os andares, os termos sobe por entre os andares configuram o predicado da oração.

III. Em A menininha fica lá embaixo parada, os termos lá embaixo configuram o adjunto adverbial da oração.


Pode-se afirmar que:

Na frase Cléber terminou a prova às pressas, o emprego do acento indicativo da crase está correto. O mesmo NÃO ocorre em:

Alternativas
Q2675958 Português

Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:


Vou pela rua a passos rápidos

A criança perdida que fui me persegue

Não olho pra trás

Entro no primeiro ônibus

Por tristeza a procuro, pouco antes de descer

Ela vem logo atrás

Sigo pela rua e todos se perguntam quem é aquela

menininha

sozinha andando na rua. Será que está perdida?

Quanto mais ela me segue, mais se perde

Subo em um andaime

O andaime sobe por entre os andares

A menininha fica lá embaixo parada, olhando pra cima,

e grita:

Pode subir! Eu estarei aqui te esperando

Ao pular, suas palavras tremulam em mim como um

lenço

perdido ao vento

(Ana Carolina. “Andaime”. In: Ruído Branco.)


I. Em Vou pela rua a passos rápidos o sujeito da oração é simples, assim como em Eu estarei aqui te esperando.

II. Em O andaime sobe por entre os andares, os termos sobe por entre os andares configuram o predicado da oração.

III. Em A menininha fica lá embaixo parada, os termos lá embaixo configuram o adjunto adverbial da oração.


Pode-se afirmar que:

Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2669496 Atualidades

A educação é um direito social garantido constitucionalmente a todos, sem distinção, e está diretamente ligada ao pleno desenvolvimento da personalidade do ser humano e o fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais.


Observe a charge


Imagem associada para resolução da questão


A charge satiriza:

Alternativas
Q2669491 Atualidades

A internet é a maior máquina de persuasão e vício já construída”, diz o programador Aza Raskin, criador daquilo que o que viria a se tornar um dos elementos mais viciantes dos smartphones: a “rolagem infinita”


Imagem associada para resolução da questão

Por Bruno Garattoni e Eduardo Szklarz access_time23 set 2019, 18h59 - Publicado em 23 set 2019, (Tomás Arthuzzi/Superinteressante)


E o número de toques diários no aparelho é ainda mais impressionante: são 2.600, em média. Vivemos grudados em nossos smartphones porque eles são úteis e divertidos. Mas o que pouca gente sabe é o seguinte: por trás dos ícones coloridos e apps de nomes engraçadinhos, as gigantes da tecnologia fazem um esforço consciente para nos manipular, usando recursos da psicologia, da neurologia e até dos cassinos. “O smartphone é tão viciante quanto uma máquina caça-níqueis”, diz o americano Tristan Harris.


Considerando as afirmações da notícia podemos concluir que a população mais explorada pela ferramenta são os(as)

Alternativas
Q2669488 Pedagogia

Considerando os avanços das tecnologias digitais e os desafios colocados para o educador diante das exigências de novas práticas pedagógicas, cabe ao professor estar atento a essa nova fonte de informações, para transformá-las, junto com os alunos, em conhecimento. Analise as afirmativas a seguir:


I. O professor que não domina as tecnologias digitais deve ser capaz de identificar o aluno nativo digital pelas informações que ele obtém pela internet.

II. As novas tecnologias estimulam a busca de mais informações por parte do aluno nativo digital, mas, por si só, não mudam diretamente o processo de ensino- aprendizagem, o qual depende do uso que se faz delas.

III. Uma das tarefas do professor é desenvolver novas formas e ensinar e aprender, incentivando o olhar crítico do aluno frente às inúmeras informações que a tecnologia digital oferece.

IV. A utilização das novas tecnologias nos ambientes online, integrada às atividades escolares e aos conhecimentos prévios do aluno, é suficiente para a construção do conhecimento.


Assinale a alternativa que só possui proposições CORRETAS.

Alternativas
Q2669485 Pedagogia

Os Projetos Político-Pedagógicos das unidades escolares, construídos coletivamente, devem seguir as Diretrizes Nacionais Gerais para a Educação Básica e contemplarem:


I. O diagnóstico da realidade concreta dos sujeitos do processo educativo, contextualizados no espaço e no tempo.

II. O perfil real dos sujeitos - crianças, jovens e adultos – que justificam e instituem a vida da e na escola, do ponto de vista intelectual, cultural, emocional, afetivo, socioeconômica, como base da reflexão sobre as relações de vida – conhecimento – cultura – professor – estudante e instituição escolar.

III. As competências e habilidades requeridas pelo mercado de trabalho, bem como suas mutações, se configuram de tal modo a produzir a flexibilidade necessária ao desenvolvimento do ensino.

IV. Os fundamentos da gestão democrática, compartilhada e participativa (órgãos colegiados e de representação estudantil).


Assinale a alternativa que só possui proposições CORRETAS.

Alternativas
Respostas
9901: A
9902: D
9903: B
9904: D
9905: D
9906: B
9907: E
9908: D
9909: C
9910: B
9911: E
9912: C
9913: B
9914: D
9915: B
9916: B
9917: D
9918: A
9919: C
9920: A