Questões de Concurso Comentadas para professor - matemática

Foram encontradas 16.566 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3626970 Pedagogia
A divulgação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana trouxe aos profissionais de história, professores e pesquisadores, novos desafios. Nesse contexto, o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na escola deve:
Alternativas
Q3626969 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.
Em uma escola municipal, a equipe docente organizou um projeto interdisciplinar sobre a mobilidade urbana do bairro onde vivem. Os alunos mapearam pontos de risco no trajeto casa-escola, coletaram relatos da comunidade, estudaram dados sobre transporte público e propuseram alternativas de melhoria para a prefeitura. A avaliação proposta pela professora Beatriz considerou tanto a qualidade das propostas quanto a capacidade dos alunos de relacionar conhecimentos de diferentes áreas do currículo ao problema investigado.
Nesse contexto, podemos afirmar que a tendência pedagógica que fundamenta a prática da professora Beatriz é:
Alternativas
Q3626968 Pedagogia
Leia o fragmento de texto abaixo.

Durante o conselho de classe, a equipe pedagógica discute a situação de Marcos, estudante de 12 anos, que apresenta dificuldades de aprendizagem e comportamento agitado. Alguns professores defendem que a escola concentre esforços apenas em garantir a aprovação, já que o desenvolvimento emocional e social seria responsabilidade da família.

Nesse contexto, e considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente, o encaminhamento CORRETO é:
Alternativas
Q3626966 Português
Assinale a alternativa em que todas as regências estão de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3626965 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está adequada à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626964 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas conforme o Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q3626963 Português
Assinale a alternativa em que todas as concordâncias atendem à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626962 Português
Leia:
“Havia ocorrido diversos protestos em frente à universidade, os quais resultaram em sanções que visaram punir aos estudantes envolvidos” e “É necessário medidas urgentes para conter os conflitos”.
Assinale a alternativa que apresenta a correção das falhas de concordância e regência, mantendo o sentido original.
Alternativas
Q3626961 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Linguagem figurada e sentido. Na frase “o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar”, a figura de linguagem predominante e seu efeito são, respectivamente: 
Alternativas
Q3626960 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
No segmento “A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos […] Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas…”, o pronome demonstrativo “Isso” retoma com mais precisão:
Alternativas
Q3626959 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Estrutura da comunicação e função. Considerando elementos do processo comunicativo e marcas linguísticas do texto, identifique a alternativa mais adequada.
Alternativas
Q3626958 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Marque a alternativa que aponta, de forma clara, o núcleo da crítica e a proposta correspondente apresentada no texto. 
Alternativas
Q3626957 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Assinale a alternativa que melhor sintetiza a tese e a organização do texto.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626400 Pedagogia
As novas abordagens pedagógicas têm valorizado a interdisciplinaridade como forma de tornar o ensino mais significativo e contextualizado. No caso da Matemática, sua integração com áreas das Ciências da Natureza (como Física, Química e Biologia) e das Ciências Humanas (como Geografia e Economia) permite aos alunos compreenderem o uso prático dos conceitos matemáticos em diversos contextos reais.
Considerando essa perspectiva, qual das alternativas apresenta um exemplo adequado da interdisciplinaridade entre a Matemática e as Ciências da Natureza ou Humanas no ambiente escolar?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626397 Pedagogia
A modelagem matemática tem se consolidado como uma estratégia didática que aproxima o ensino da Matemática das situações concretas do cotidiano e de outras áreas do conhecimento. Seu uso pedagógico pode despertar o interesse dos alunos, contribuir para a formação crítica e ampliar o entendimento sobre fenômenos naturais e sociais.

Com base nessa abordagem, analise as afirmativas e responda a pergunta a seguir:

I.A modelagem matemática contribui para que o aluno compreenda como a Matemática pode ser aplicada em diversas situações da vida real, promovendo um aprendizado mais significativo.
II.Ao utilizar a modelagem matemática, o professor deve garantir que os alunos apliquem corretamente os algoritmos padronizados, ainda que isso limite a interpretação pessoal dos fenômenos.
III.A modelagem matemática, quando trabalhada de forma interdisciplinar, favorece o desenvolvimento de uma visão integrada do conhecimento, ultrapassando os limites tradicionais dos componentes curriculares.
IV.O uso da modelagem em sala de aula deve ser evitado com alunos que apresentam dificuldades em conteúdos básicos, pois a abordagem exige domínio prévio de fórmulas e técnicas avançadas.
V.A modelagem matemática pode estimular o pensamento investigativo e reflexivo, tornando o estudante protagonista na construção de soluções para problemas contextualizados.

Quais afirmativas estão corretas?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626386 Pedagogia
"Ao reconhecer que os indivíduos de uma nação, de uma comunidade, de um grupo compartilham seus conhecimentos, tais como a linguagem, os sistemas de explicações, os mitos e cultos, a culinária e os costumes, e têm seus comportamentos compatibilizados e subordinados a sistemas de valores acordados pelo grupo, dizemos que esses indivíduos pertencem a uma cultura."
D'Ambrosio, Ubiratan D256e Etnomatemática - elo entre as tradições e a modernidade - Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011.
Com base nessa concepção, assinale a alternativa que melhor expressa uma implicação educacional coerente com a etnomatemática, conforme proposta por Ubiratan D'Ambrosio.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626380 Pedagogia
O GeoGebra é um software gratuito, voltado para o ensino e a aprendizagem da Matemática, que reúne em uma única plataforma recursos de Álgebra e Geometria. Ao possibilitar a construção de objetos matemáticos e a visualização dinâmica de suas propriedades, o GeoGebra contribui para o desenvolvimento da compreensão conceitual dos alunos e a relação entre diferentes representações matemáticas.
Qual das alternativas abaixo descreve uma funcionalidade básica e pedagógica do GeoGebra?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626374 Pedagogia
Em muitas escolas, a calculadora ainda é tratada como um recurso secundário ou até proibido nas aulas de Matemática. No entanto, quando usada de forma orientada, pode se tornar uma importante aliada no desenvolvimento de habilidades como a estimativa, o cálculo mental e o sentido de número. Além disso, permite ao aluno explorar padrões, testar hipóteses e analisar resultados em diferentes contextos, incentivando a investigação e a reflexão.

Com base nessas ideias, assinale a alternativa que melhor representa o uso pedagógico da calculadora nas aulas de Matemática.
Alternativas
Q3623839 Matemática
Se m é um número real, então o valor mínimo da soma dos quadrados das raízes da equação x² + (m + 4)x + (m + 2) = 0 é igual a:
Alternativas
Q3623838 Matemática
O resultado da expressão (1 + √3)4 + (1 - √3)4 é igual a um número natural N. Esse número N é um múltiplo de:
Alternativas
Respostas
2601: C
2602: D
2603: C
2604: A
2605: A
2606: D
2607: B
2608: C
2609: D
2610: B
2611: C
2612: B
2613: D
2614: D
2615: B
2616: C
2617: A
2618: C
2619: C
2620: B