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Q3393170 Legislação Municipal
A lei complementar n.º 660/2007, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos do município, suas autarquias e fundações públicas, e dá outras providências, em sua Subseção XIII-C, aborda acerca da gratificação de atividade no Serviço de Controle de Redes do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) e afirma que aos servidores efetivos, lotados na Gerência de Manutenção (Seção Controladores de Rede) do SAMAE, designados mediante ato do Diretor-Presidente para atuar no Serviço de Controle de Redes, será concedida gratificação equivalente a percentual do valor do padrão de vencimento A, faixa de vencimento I, categoria 7, carga horária 40 (quarenta) horas semanais, da Tabela de Ranqueamento das Classes de Cargos de Carreira, que constitui o Anexo X da Lei Complementar n.º 661, de 28 de novembro de 2007. Esse percentual será de:
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Q3393169 Legislação Municipal

 Com base na Lei Orgânica do município de Blumenau, em seu art. 73, analise as asserções a seguir:



I.A administração pública direta do Município obedecerá aos princípios de soberania nacional, propriedade privada, redução das desigualdades sociais, busca do pleno emprego e eficiência e, também, aos demais princípios da Constituição Federal, no que couber, sobre a administração pública, e a esta Lei Orgânica,


CONSIDERANDO AINDA QUE


II. o Município assegura a seus servidores ativos, apenas, na forma da lei municipal, sistema previdenciário de assistência médica, odontológica, assistência social, pensão e aposentadoria, com instituição de contribuição cobrada dos servidores para custeio.



A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

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Q3393167 Direito Sanitário

Uma estudante de 23 anos morreu por exaustão térmica, que provocou um choque cardiovascular e comprometimento grave dos pulmões durante o show de uma cantora norte-americana, no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, em novembro de 2023. O show ocorreu em um período de forte calor em vários estados do país. À ocasião, a sensação térmica se aproximou dos 60°C naquela cidade. Tal episódio resultou em uma portaria (GAB-SENACON/MJSP N.º 35/2023) que determinou que as empresas responsáveis pela produção de shows, festivais e quaisquer eventos especialmente expostos ao calor, em períodos de alta temperatura, devem:



I.garantir o acesso gratuito de garrafas de uso pessoal, contendo água para consumo no evento.


II.liberar a entrada de qualquer bebida não alcoólica em shows, festivais e quaisquer eventos de grandes proporções.


III.disponibilizar bebedouros ou realizar distribuição de embalagens com água adequada para consumo, mediante a instalação de ilhas de hidratação de fácil acesso a todos os presentes, com irrisório custo adicional ao consumidor.


IV.garantir que tanto os pontos de venda de bebidas quanto os pontos de distribuição gratuita de água estejam dispostos em regiões estratégicas do local evento, a fim de facilitar o acesso pelos consumidores, consideradas a estrutura física e a quantidade estimada de participantes.



É correto o que se afirma em:

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Q3393165 Legislação Municipal
Considerando-se a Lei Orgânica do município de Blumenau, em seu art. 7º:
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Q3393164 História e Geografia de Estados e Municípios

A primeira ação no sentido de tratar água para consumo humano, em Blumenau, ocorreu na ______________________________, quando os padres franciscanos construíram um sistema de tratamento de água para abastecer o Colégio Santo Antônio e o Convento, baseados na técnica de tratamento que haviam trazido da Europa (SAMAE, 2024).



Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:

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Q3393160 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Considere a sintaxe dos seguintes períodos, retirados de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":



I. Mas a comunidade científica já sabia que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


II. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado.


III. Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados.



Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a função sintática do "que" em cada uma das sentenças:

Alternativas
Q3393157 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

A respeito das relações coesivas em "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas", indique o que está sendo retomado por cada um dos seguintes termos:



I. desse cenário (primeiro parágrafo)


a. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor.


b. recordes de temperatura do planeta foram rompidos.



II. Esses dados (segundo parágrafo)


a. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC.


b. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico.



III. sua ocorrência (décimo primeiro parágrafo)


a. Brasil.


b. El Niño.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3393153 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Assinale a alternativa correta no que diz respeito à colocação pronominal:
Alternativas
Q3099960 Engenharia Ambiental e Sanitária
A Portaria GM/MS nº 888/2021 estabelece diretrizes para o controle e a vigilância da qualidade da água para consumo humano. Nesse sentido, sobre os procedimentos e padrões estabelecidos por essa Portaria, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3099958 Química
Um laboratório analisa a concentração de um contaminante em uma amostra de água utilizando espectroscopia UV/Vis. Ao medir a absorbância da amostra a 254 nm, foi obtida uma absorbância de 0,300. Sabendo que a absortividade molar (ε) do contaminante é 150 L·mol-1 ·cm-1 e que a célula de amostra utilizada tem um caminho óptico de 1 cm, calcule a concentração do contaminante na amostra.
Alternativas
Q3099957 Química
A cromatografia é uma técnica fundamental na análise de compostos em amostras de água e esgoto. Sobre a cromatografia gasosa e a cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC), analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. Na cromatografia gasosa, a amostra é vaporizada e transportada por um gás inerte, enquanto na HPLC, utiliza uma fase estacionária líquida, que é embutida em partículas sólidas, permitindo a separação dos compostos em uma fase líquida.
II. A cromatografia gasosa é ideal para a separação de compostos voláteis e utiliza um líquido como fase estacionária, enquanto a HPLC utiliza um gás como fase móvel.
III. A cromatografia gasosa não é aplicável à análise de água e esgoto devido à alta viscosidade das amostras.
IV. A HPLC utiliza colunas mais longas e diâmetros maiores em comparação com a cromatografia gasosa, o que resulta em maior tempo de análise.
Alternativas
Q3099956 Química
A espectroscopia atômica é uma técnica importante para a análise de elementos em amostras de água e esgoto. Sobre as técnicas de absorção atômica e emissão atômica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3099955 Química
Sobre os processos de tratamento de água e esgoto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3099954 Química
A potenciometria é uma técnica analítica utilizada para medir o(a) _________ de soluções, baseando-se na medição do(a) _________ de um eletrodo de referência em relação a um eletrodo indicador. Essa técnica é amplamente aplicada na determinação do(a) _________ em águas residuais, permitindo avaliar a _________ da água. Além disso, a potenciometria é útil na análise de parâmetros como pH e concentração de íons, facilitando o controle da _________ em processos de tratamento de água e esgoto.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima
Alternativas
Q3099953 Química

Sobre as técnicas de preparo de amostras de água para análise laboratorial, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) As amostras de água devem ser coletadas em recipientes limpos e adequados ao tipo de análise que será realizada.


( ) O armazenamento das amostras a temperatura ambiente é recomendado, pois não afeta a qualidade das amostras.


( ) É importante rotular as amostras com informações como local de coleta, data e hora para garantir a rastreabilidade.


( ) A filtração das amostras é sempre necessária antes da análise microbiológica.


( ) O uso de conservantes pode ser necessário para preservar a integridade da amostra até a análise.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3099952 Química
Uma amostra de água apresenta os seguintes resultados de análise:

• DBO (Demanda Biológica de Oxigênio): 5 mg/L. • DQO (Demanda Química de Oxigênio): 15 mg/L. • Oxigênio Dissolvido (OD): 7 mg/L.

Com base nesses dados, assinale a alternativa correta sobre a qualidade da água.
Alternativas
Q3099949 Química
Um analista realiza uma titulação de uma solução de ácido sulfúrico (H2SO4) com uma solução de hidróxido de sódio (NaOH), utilizando fenolftaleína como indicador. Após a titulação, ele realiza uma titulação redox da mesma solução de H2SO4 com uma solução de permanganato de potássio (KMnO4) em meio ácido. Sobre o caso, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3099948 Química
Em um processo de análise da qualidade da água, é fundamental verificar a presença de contaminantes que possam afetar a saúde pública. Qual dos seguintes parâmetros é considerado um indicador microbiológico de contaminação fecal em águas e efluentes, sendo amplamente utilizado para avaliar a potabilidade da água?
Alternativas
Q3099947 Química
Em um processo de tratamento de água, um operador deseja remover 0,1 mol de íons de ferro (Fe2+ ) por eletroquímica. A reação que ocorre é:

Fe2+ + 2e→ Fe

Qual é a quantidade de carga elétrica (em Coulombs) necessária para essa remoção? Considere a constante de Faraday como F=96.485 C/mol. 
Alternativas
Q3099946 Química
Durante o tratamento de água, uma estação precisa remover o fósforo presente na água por meio da adição de um coagulante à base de alumínio, como o sulfato de alumínio (Aℓ2(SO4)3). O fósforo (P) é removido como fosfato de alumínio (AℓPO4). A equação química para a reação é: 

Aℓ2(SO4)3 + 2 P → 2 AℓPO4 + 3 SO42− 

Se a estação de tratamento de água deseja remover 0,1 mol de fósforo, quantos gramas de sulfato de alumínio (Aℓ2(SO4)3) são necessários para essa remoção? Considere que a massa molar do sulfato de alumínio é 342 g/mol.
Alternativas
Respostas
441: B
442: D
443: C
444: A
445: D
446: D
447: E
448: E
449: D
450: A
451: C
452: E
453: E
454: C
455: C
456: E
457: D
458: B
459: C
460: A