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Considere o TEXTO 1 para responder à questão
TEXTO 1
Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado pela revista Nature, pode mudar os rumos do que se sabia sobre um dos conceitos mais importantes da Astronomia, o Limite de Roche, e alterar o cotidiano do fazer pesquisas astronômicas. Ao redor do astro Quaoar, candidato a planeta-anão, foi encontrado um anel, considerado “fora dos padrões” que trouxe novos questionamentos sobre a formação de satélites naturais.
O ponto principal da descoberta é que a existência do anel coloca em prova o que era compreendido
até agora pela Astronomia como Limite de Roche,
um conceito elaborado no século XIX, que define a
distância que um objeto pode estar do astro principal
no qual ele orbita sem ser despedaçado.
Conforme o estabelecido pelo cálculo do Limite, sendo de 1.750 km, o anel ao redor do ‘primo de Plutão’, localizado a 4.100 km de distância de Quaoar, deveria ser uma lua. Mas, inesperadamente, esse não é o caso. Essa formação não aconteceu, rebatendo o que se sabia a partir da teoria.
— Isso tudo está relacionado com formação, em como a gente espera que os satélites naturais, chamados de luas, sejam formados. Tendo esse caso de um astro que não entra nesses requisitos do Limite de Roche significa que não conhecíamos tão bem essa formação como imaginávamos — pontua Bruno Morgado, pesquisador do Observatório do Valongo, da UFRJ, responsável pelo artigo.
Em um primeiro momento, o questionamento levantado pelos cientistas foi caso eles estivessem presenciando um satélite natural (ou lua) sendo formado. Então, esse fenômeno corresponderia a um “meio do caminho”, até o anel sofrer a transformação.
Outras hipóteses, abrangidas pelo estudo, tentam responder à pergunta levantada pela descoberta. Uma delas seria a da influência gravitacional direta da lua já existente de Quaoar, chamada de Weywot, prejudicando o processo. Numa outra abordagem, seria possível existirem irregularidades geográficas, como crateras muito fundas ou montanhas muito altas no candidato a planeta-anão.
A observação foi feita através do método chamado
de ocultação estelar, na qual é medida a sombra do corpo celeste, como em um eclipse. Esta técnica também
foi utilizada em outras descobertas de anel, como o de
Saturno e do asteroide Chariklo. O astrônomo pontua
que, para a captação do anel, cientistas de quatro partes do mundo colaboraram com imagens.
— É verdade que isso é uma possibilidade, mas
isso é improvável. Porque esse tipo de ocorrência de
transformação acontece em um período muito pequeno de tempo, entre 10 a 20 anos. Então, é muito
improvável, considerando a história do Sistema Solar
— o pesquisador esclarece.
— Eu faço parte de um grupo colaborativo com pesquisadores do Brasil e de outros países. Nós usamos essas observações de diversos locais para conseguir fazer esses estudos. Nesse trabalho específico contamos com colegas da Namíbia, da Austrália, da Ilha La Palma e com um telescópio espacial especializado em planetas de fora do Sistema Solar — conta.
Considerada mais uma conquista para a ciência brasileira, a pesquisa abriu caminho para uma possível revolução do conceito, criado pelo astrônomo francês Édouard Roche dois séculos atrás. Agora, surgem novos questionamentos sobre não ter sido formado um satélite natural.
— Aqui no Brasil nós conseguimos realizar pesquisas de ponta. É muito importante valorizar a ciência e as nossas instituições. Isso é algo que eu acredito, porque eu não estaria nessa posição de pesquisador sem a educação pública de qualidade — completa Morgado. O depoimento do pesquisador nos lembra que professores e estudantes brasileiros fazem esforço diário, semanal, mensal... para que a pesquisa feita nos milhares de laboratórios brasileiros ganhe atenção da sociedade.
I - Não há incorreções quanto à ortografia. II - Não há falhas no que refere à pontuação. III - Não há erros no que tange à coerência e à coesão. IV - O parágrafo vai de encontro à conjuntura discursiva do texto.
Estão corretas:
Considere o TEXTO 1 para responder à questão
TEXTO 1
Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado pela revista Nature, pode mudar os rumos do que se sabia sobre um dos conceitos mais importantes da Astronomia, o Limite de Roche, e alterar o cotidiano do fazer pesquisas astronômicas. Ao redor do astro Quaoar, candidato a planeta-anão, foi encontrado um anel, considerado “fora dos padrões” que trouxe novos questionamentos sobre a formação de satélites naturais.
O ponto principal da descoberta é que a existência do anel coloca em prova o que era compreendido
até agora pela Astronomia como Limite de Roche,
um conceito elaborado no século XIX, que define a
distância que um objeto pode estar do astro principal
no qual ele orbita sem ser despedaçado.
Conforme o estabelecido pelo cálculo do Limite, sendo de 1.750 km, o anel ao redor do ‘primo de Plutão’, localizado a 4.100 km de distância de Quaoar, deveria ser uma lua. Mas, inesperadamente, esse não é o caso. Essa formação não aconteceu, rebatendo o que se sabia a partir da teoria.
— Isso tudo está relacionado com formação, em como a gente espera que os satélites naturais, chamados de luas, sejam formados. Tendo esse caso de um astro que não entra nesses requisitos do Limite de Roche significa que não conhecíamos tão bem essa formação como imaginávamos — pontua Bruno Morgado, pesquisador do Observatório do Valongo, da UFRJ, responsável pelo artigo.
Em um primeiro momento, o questionamento levantado pelos cientistas foi caso eles estivessem presenciando um satélite natural (ou lua) sendo formado. Então, esse fenômeno corresponderia a um “meio do caminho”, até o anel sofrer a transformação.
Outras hipóteses, abrangidas pelo estudo, tentam responder à pergunta levantada pela descoberta. Uma delas seria a da influência gravitacional direta da lua já existente de Quaoar, chamada de Weywot, prejudicando o processo. Numa outra abordagem, seria possível existirem irregularidades geográficas, como crateras muito fundas ou montanhas muito altas no candidato a planeta-anão.
A observação foi feita através do método chamado
de ocultação estelar, na qual é medida a sombra do corpo celeste, como em um eclipse. Esta técnica também
foi utilizada em outras descobertas de anel, como o de
Saturno e do asteroide Chariklo. O astrônomo pontua
que, para a captação do anel, cientistas de quatro partes do mundo colaboraram com imagens.
— É verdade que isso é uma possibilidade, mas
isso é improvável. Porque esse tipo de ocorrência de
transformação acontece em um período muito pequeno de tempo, entre 10 a 20 anos. Então, é muito
improvável, considerando a história do Sistema Solar
— o pesquisador esclarece.
— Eu faço parte de um grupo colaborativo com pesquisadores do Brasil e de outros países. Nós usamos essas observações de diversos locais para conseguir fazer esses estudos. Nesse trabalho específico contamos com colegas da Namíbia, da Austrália, da Ilha La Palma e com um telescópio espacial especializado em planetas de fora do Sistema Solar — conta.
Considerada mais uma conquista para a ciência brasileira, a pesquisa abriu caminho para uma possível revolução do conceito, criado pelo astrônomo francês Édouard Roche dois séculos atrás. Agora, surgem novos questionamentos sobre não ter sido formado um satélite natural.
— Aqui no Brasil nós conseguimos realizar pesquisas de ponta. É muito importante valorizar a ciência e as nossas instituições. Isso é algo que eu acredito, porque eu não estaria nessa posição de pesquisador sem a educação pública de qualidade — completa Morgado. O depoimento do pesquisador nos lembra que professores e estudantes brasileiros fazem esforço diário, semanal, mensal... para que a pesquisa feita nos milhares de laboratórios brasileiros ganhe atenção da sociedade.
Considere o TEXTO 1 para responder à questão
TEXTO 1
Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado pela revista Nature, pode mudar os rumos do que se sabia sobre um dos conceitos mais importantes da Astronomia, o Limite de Roche, e alterar o cotidiano do fazer pesquisas astronômicas. Ao redor do astro Quaoar, candidato a planeta-anão, foi encontrado um anel, considerado “fora dos padrões” que trouxe novos questionamentos sobre a formação de satélites naturais.
O ponto principal da descoberta é que a existência do anel coloca em prova o que era compreendido
até agora pela Astronomia como Limite de Roche,
um conceito elaborado no século XIX, que define a
distância que um objeto pode estar do astro principal
no qual ele orbita sem ser despedaçado.
Conforme o estabelecido pelo cálculo do Limite, sendo de 1.750 km, o anel ao redor do ‘primo de Plutão’, localizado a 4.100 km de distância de Quaoar, deveria ser uma lua. Mas, inesperadamente, esse não é o caso. Essa formação não aconteceu, rebatendo o que se sabia a partir da teoria.
— Isso tudo está relacionado com formação, em como a gente espera que os satélites naturais, chamados de luas, sejam formados. Tendo esse caso de um astro que não entra nesses requisitos do Limite de Roche significa que não conhecíamos tão bem essa formação como imaginávamos — pontua Bruno Morgado, pesquisador do Observatório do Valongo, da UFRJ, responsável pelo artigo.
Em um primeiro momento, o questionamento levantado pelos cientistas foi caso eles estivessem presenciando um satélite natural (ou lua) sendo formado. Então, esse fenômeno corresponderia a um “meio do caminho”, até o anel sofrer a transformação.
Outras hipóteses, abrangidas pelo estudo, tentam responder à pergunta levantada pela descoberta. Uma delas seria a da influência gravitacional direta da lua já existente de Quaoar, chamada de Weywot, prejudicando o processo. Numa outra abordagem, seria possível existirem irregularidades geográficas, como crateras muito fundas ou montanhas muito altas no candidato a planeta-anão.
A observação foi feita através do método chamado
de ocultação estelar, na qual é medida a sombra do corpo celeste, como em um eclipse. Esta técnica também
foi utilizada em outras descobertas de anel, como o de
Saturno e do asteroide Chariklo. O astrônomo pontua
que, para a captação do anel, cientistas de quatro partes do mundo colaboraram com imagens.
— É verdade que isso é uma possibilidade, mas
isso é improvável. Porque esse tipo de ocorrência de
transformação acontece em um período muito pequeno de tempo, entre 10 a 20 anos. Então, é muito
improvável, considerando a história do Sistema Solar
— o pesquisador esclarece.
— Eu faço parte de um grupo colaborativo com pesquisadores do Brasil e de outros países. Nós usamos essas observações de diversos locais para conseguir fazer esses estudos. Nesse trabalho específico contamos com colegas da Namíbia, da Austrália, da Ilha La Palma e com um telescópio espacial especializado em planetas de fora do Sistema Solar — conta.
Considerada mais uma conquista para a ciência brasileira, a pesquisa abriu caminho para uma possível revolução do conceito, criado pelo astrônomo francês Édouard Roche dois séculos atrás. Agora, surgem novos questionamentos sobre não ter sido formado um satélite natural.
— Aqui no Brasil nós conseguimos realizar pesquisas de ponta. É muito importante valorizar a ciência e as nossas instituições. Isso é algo que eu acredito, porque eu não estaria nessa posição de pesquisador sem a educação pública de qualidade — completa Morgado. O depoimento do pesquisador nos lembra que professores e estudantes brasileiros fazem esforço diário, semanal, mensal... para que a pesquisa feita nos milhares de laboratórios brasileiros ganhe atenção da sociedade.
Considere o TEXTO 1 para responder à questão
TEXTO 1
Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado pela revista Nature, pode mudar os rumos do que se sabia sobre um dos conceitos mais importantes da Astronomia, o Limite de Roche, e alterar o cotidiano do fazer pesquisas astronômicas. Ao redor do astro Quaoar, candidato a planeta-anão, foi encontrado um anel, considerado “fora dos padrões” que trouxe novos questionamentos sobre a formação de satélites naturais.
O ponto principal da descoberta é que a existência do anel coloca em prova o que era compreendido
até agora pela Astronomia como Limite de Roche,
um conceito elaborado no século XIX, que define a
distância que um objeto pode estar do astro principal
no qual ele orbita sem ser despedaçado.
Conforme o estabelecido pelo cálculo do Limite, sendo de 1.750 km, o anel ao redor do ‘primo de Plutão’, localizado a 4.100 km de distância de Quaoar, deveria ser uma lua. Mas, inesperadamente, esse não é o caso. Essa formação não aconteceu, rebatendo o que se sabia a partir da teoria.
— Isso tudo está relacionado com formação, em como a gente espera que os satélites naturais, chamados de luas, sejam formados. Tendo esse caso de um astro que não entra nesses requisitos do Limite de Roche significa que não conhecíamos tão bem essa formação como imaginávamos — pontua Bruno Morgado, pesquisador do Observatório do Valongo, da UFRJ, responsável pelo artigo.
Em um primeiro momento, o questionamento levantado pelos cientistas foi caso eles estivessem presenciando um satélite natural (ou lua) sendo formado. Então, esse fenômeno corresponderia a um “meio do caminho”, até o anel sofrer a transformação.
Outras hipóteses, abrangidas pelo estudo, tentam responder à pergunta levantada pela descoberta. Uma delas seria a da influência gravitacional direta da lua já existente de Quaoar, chamada de Weywot, prejudicando o processo. Numa outra abordagem, seria possível existirem irregularidades geográficas, como crateras muito fundas ou montanhas muito altas no candidato a planeta-anão.
A observação foi feita através do método chamado
de ocultação estelar, na qual é medida a sombra do corpo celeste, como em um eclipse. Esta técnica também
foi utilizada em outras descobertas de anel, como o de
Saturno e do asteroide Chariklo. O astrônomo pontua
que, para a captação do anel, cientistas de quatro partes do mundo colaboraram com imagens.
— É verdade que isso é uma possibilidade, mas
isso é improvável. Porque esse tipo de ocorrência de
transformação acontece em um período muito pequeno de tempo, entre 10 a 20 anos. Então, é muito
improvável, considerando a história do Sistema Solar
— o pesquisador esclarece.
— Eu faço parte de um grupo colaborativo com pesquisadores do Brasil e de outros países. Nós usamos essas observações de diversos locais para conseguir fazer esses estudos. Nesse trabalho específico contamos com colegas da Namíbia, da Austrália, da Ilha La Palma e com um telescópio espacial especializado em planetas de fora do Sistema Solar — conta.
Considerada mais uma conquista para a ciência brasileira, a pesquisa abriu caminho para uma possível revolução do conceito, criado pelo astrônomo francês Édouard Roche dois séculos atrás. Agora, surgem novos questionamentos sobre não ter sido formado um satélite natural.
— Aqui no Brasil nós conseguimos realizar pesquisas de ponta. É muito importante valorizar a ciência e as nossas instituições. Isso é algo que eu acredito, porque eu não estaria nessa posição de pesquisador sem a educação pública de qualidade — completa Morgado. O depoimento do pesquisador nos lembra que professores e estudantes brasileiros fazem esforço diário, semanal, mensal... para que a pesquisa feita nos milhares de laboratórios brasileiros ganhe atenção da sociedade.
TEXTO 14
“Seja pela natureza de suas operações, pois algumas necessitam de processos altamente metódicos, ou por receio de que um clima mais aberto traga problemas como desinteresse ou desorganização, as empresas adotam diferentes estilos de gestão. De modo geral, é possível classificá-las em duas categorias: as que operam com uma gestão centralizada e, portanto, uma estrutura vertical; e as que preferem uma gestão descentralizada, apoiada em uma estrutura horizontal”.
Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/gestao-descentralizada-acelera-decisoes-e-resultados/
Acesso em: 01 jun. 2023.
I - As organizações descentralizadas enfatizam a obediência, a pontualidade e a longa permanência no emprego como qualidades importantes.
II - As organizações centralizadas possuem uma estrutura hierárquica rígida e uma cadeia de comando bem definida.
III - As organizações centralizadas adotam uma abordagem tradicional e burocrática em relação ao processo de tomada de decisão.
IV - As organizações descentralizadas tendem a restringir a liberdade de pensar e agir de forma diferente, considerando-os uma ameaça ao controle exercido pelos gestores.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS.
TEXTO 13
“O conceito de gestão por resultados vem do inglês Management by Objectives (MBO) ou Management by Results (MBR). Nos últimos anos, vem sendo muito discutido no setor público no Brasil, mas também se aplica à iniciativa privada.”
Disponível em: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/portal-da-estrategia/artigos-gestao-estrategica/o-que-e-gestao-por-resultados. Acesso em 02 jun 2023.
I. A gestão por resultados é uma forma de gestão em que os processos são o foco;
II. Os colaboradores do nível operacional na gestão de resultados são os responsáveis pelos resultados;
III. As unidades de negócio na gestão por resultados devem ser integradas, objetivando elevar o desempenho organizacional;
IV. A gestão por resultados é uma forma de gestão em que a ênfase está nos resultados alcançados.
Sobre a gestão por resultados, assinale a alternativa que representa APENAS as afirmações CORRETAS:
TEXTO 12
“Iniciaram nesta segunda-feira (29) os debates sobre a LDO 2024 (Lei de Diretrizes Orçamentárias). O valor proposto apresentado pelo governo para o orçamento do próximo ano é de R$ 13,9 bilhões, uma redução de cerca de 10% em relação ao valor aprovado para 2023, que foi de R$ 15,6 bilhões. A análise do projeto de lei, encaminhado pelo Governo como Mensagem nº 66, de abril de 2023, iniciou com audiência pública no Plenarinho da Casa.”
Disponível em: https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2023/05/29/audiencia-publica-na-alepi-discute-ldo-2024-proposta-do-governo-e-de-r-139-bilhoes.ghtml Acesso em: 20 jun. 2023.
I - compreenderá as metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente.
II - compreenderá as metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro vigente.
III - apresentará as alterações na legislação trabalhista.
IV - orientará a elaboração e a execução da LOA.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS.
TEXTO 10
“Estimativas do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, enviado na semana passada pelo governo ao Congresso Nacional, apontam para uma redução do tamanho do Estado — em razão da previsão de forte contração no gasto público — e uma tendência de precarização da oferta de bens e serviços.
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/04/22/lei-orcamentaria-indica-tendencia-de-gasto-menor-e-deprecarizacao-dos-servicos-publicos-ate-2025.ghtml. Acesso em: 20 jul. 2023.
TEXTO 9
“Acontecimentos recentes, como a guerra da Ucrânia, a pandemia de covid-19 e o bloqueio do Canal de Suez, trouxeram à tona a importância das cadeias de suprimentos. Alguns produtos ficaram escassos, ondas inflacionárias foram alimentadas e organizações tiveram interrupções completas em suas operações. Comum a esses eventos estão as rupturas nas cadeias de suprimentos.
Gestores do setor público e privado têm se debruçado cada vez mais sobre como podem lidar com rupturas nas cadeias de suprimentos para que os impactos sejam os menores possíveis. Como exemplo recente, podemos citar o plano do governo americano para recuperar e fortalecer algumas cadeias de suprimentos.”
Disponível em: https://exame.com/colunistas/impacto-social/a-antifragilidade-e-as-cadeias-de-suprimentos.
Acesso em: 02 jun 2023.
I. Redução dos custos e aumento da lucratividade.
II. Aumento da produtividade e melhoria da qualidade dos produtos.
III. Diminuição dos níveis de estoque e redução das expectativas dos clientes.
IV. Aumento da expectativa dos clientes e dos colaboradores.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS:
TEXTO 8
“Na administração há uma atividade que é utilizada para definir prioridades, disponibilizar recursos e alinhar os interesses das partes interessadas, em direção aos objetivos de longo prazo”.
Disponível em: https://midfalconi.com/conhecimento/planejamento-estrategico: Acesso em: 02 jun. 2023. (Adaptado)
Avalie as seguintes afirmações:
I - Gravidade: refere-se ao impacto do problema na organização pública.
II - Utilidade: refere-se à utilidade da situação para organização pública.
III - Tendência: refere-se ao impacto que a situação pode ter na organização pública.
IV - Urgência: refere-se ao tempo disponível para resolver o problema.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS.
Quais são os termos que, respectivamente, complementam corretamente as lacunas no texto?
TEXTO 7
“A matriz SWOT é uma ferramenta usada para analisar os pontos fortes e fracos de uma organização, bem como as oportunidades e ameaças relacionadas ao mercado de atuação para, em seguida, tomar decisões visando reduzir os riscos e aumentar as chances de sucesso da organização”.
Disponível em: ttps://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/tres-ferramentas-para-auxiliar-no-planejamento-estrategico-do-negocio,c55b6d461ed47510VgnVCM1000004c00210aRCRD Acesso em: 29 ago. 2023. (Adaptado).
I - Pode-se afirmar que um exemplo de ponto forte é o aumento no número de organizações públicas que adotam práticas sustentáveis.
II - Pode-se afirmar que um exemplo de ponto fraco é a punição mais pesada a quem maltrata animais.
III - Pode-se afirmar que um exemplo de ponto forte é a reputação da organização junto à sociedade.
IV - Pode-se afirmar que um exemplo de ponto fraco é a baixa capacidade técnica dos funcionários.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS.
TEXTO 6
"Nos últimos anos, porém, o crescimento da inflação tem se tornado mais uma vez bastante alarmante no país. No início de julho, o Brasil atingiu o quarto lugar entre os países do G20 com maior inflação. Nos pontos de venda, os preços de itens básicos, como alimentos e produtos de higiene e limpeza, seguem aumentando, enquanto o poder de compra e o orçamento da população se retraem cada vez mais.”
Disponível em: https://exame.com/invest/minhas-financas/como-a-inflacao-transformou-os-habitos-de-consumo-dos-brasileiros/Acesso em: 02 jun. 2023.
TEXTO 5
“O aprendizado é um pilar da atenção à experiência do candidato e foi uma marca de todas as fases. No bootcamp, um curso de mixologia também foi oferecido aos candidatos que aprenderam a fazer drinks sem álcool e harmonizá-los com um cardápio específico de refeições. “A etapa final da seleção foi um painel com vários líderes da Ambev fazendo perguntas. Dessa sala saíram os 17 candidatos aprovados no programa”.
Disponível em: https://vocerh.abril.com.br/mercado-vagas/processo-seletivo-vagas-ambev-nao-pede-curriculo Acesso em: 02 jun.
de 2023.
TEXTO 4
“O Zé Delivery, aplicativo de entrega de bebidas, está com um processo seletivo para contratar mais de 100 profissionais de tecnologia em uma campanha batizada de Zénigma.
Mas a empresa, criada em 2016 pela Ambev, resolveu inovar e fazer uma seleção diferente. Para acessar as vagas, os interessados deverão resolver um enigma por meio de códigos que serão postados nas redes sociais do Zé Delivery”.
Disponível em https://exame.com/carreira/ze-delivery-abre-100-vagas-em-tecnologia-selecao-tem-enigma-e-cupom-de-desconto/
Acesso em: 01 jun. 2023.
Sobre os princípios da Administração Pública, é CORRETO afirmar que
TEXTO 3
“O profissional que atua na área de recursos humanos não se restringe ao recrutamento de candidatos ou ao treinamento da equipe. Ele tem uma função cada vez mais valorizada pelas empresas: garantir o bemestar e a qualidade de vida dos funcionários. Para as novas gerações, principalmente, conseguir conciliar o emprego com a vida privada é um critério importante para escolher onde trabalhar”.
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2019/01/15/para-atrair-jovens-talentos-setor-de-rh-precisa-pensar-na-qualidade-de-vida-dos-funcionarios.ghtml Acesso em: 01 jun. 2023.
I - Os profissionais que atuam na área de recursos humanos desenvolvem os processos de agregar, aplicar, recompensar, desenvolver, manter e monitorar pessoas.
II - O processo de agregar pessoas envolve um conjunto de técnicas e procedimentos que visa atrair candidatos qualificados para ocupar as vagas em aberto na organização.
III - O processo de recompensar pessoas envolve um conjunto de técnicas e procedimentos que visa orientar e acompanhar o desenvolvimento do colaborador na execução de suas tarefas.
IV - O processo de monitorar pessoas envolve um conjunto de técnicas e procedimentos que visa despertar o interesse do colaborador em permanecer na empresa por longo prazo.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS.