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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o AEE.
( ) O AEE é um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, com caráter descontínuo, e prestado de forma suplementar à formação dos estudantes com deficiência, Transtorno do Espectro Autista, e complementar à formação de estudantes com Altas Habilidades/ Superdotação. ( ) O Atendimento Educacional Especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família para garantir pleno acesso e participação dos estudantes, atender às necessidades específicas do público-alvo da Educação Especial, e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas. ( ) O AEE tem como função apoiar, complementar e suplementar os serviços educacionais comuns, eliminando barreiras que possam impedir o estudante público-alvo da Educação Especial de aprender num contexto comum a todos. ( ) O AEE é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no mesmo turno da escolarização, podendo ser realizado, também, em centro de atendimento educacional especializado, público ou privado, sem fins lucrativos, conveniados com a Secretaria Municipal Educação, não sendo substitutivo às classes comuns.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Assinale a alternativa que indica corretamente essas três dimensões históricas da Orientação Educacional propostas por Grinspun.
Assinale a alternativa que indica corretamente uma das competências dessa área de ensino.
Assinale a alternativa correta em relação à ZDP.
Relacione as colunas abaixo a partir dessas considerações.
Coluna 1 Teorias
1. Teorias Tradicionais 2. Teorias Críticas 3. Teorias Pós-críticas
Coluna 2 Conceitos
( ) multiculturalismo ( ) eficiência ( ) ideologia
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Assinale a alternativa que indica corretamente esse conceito.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao assunto.
( ) Rousseau, em sua obra Emílio, relata de forma romanceada a educação de um jovem, acompanhado por um perceptor ideal e afastado da sociedade “corruptora”. ( ) Para Rousseau, o projeto de uma “educação conforme a natureza” não significa retornar à vida selvagem ou primitiva, mas sim buscar a “verdadeira natureza”, que, para ele, corresponderia à vocação humana. ( ) Pode-se dizer que Rousseau é um opositor da educação de seu tempo, uma educação que ele considerava muito autoritária, interessada em, simplesmente, adaptar e adestrar a criança para fazer parte do modelo de sociedade vigente.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Assinale a alternativa correta sobre esse período histórico, a Modernidade.
A partir dessas considerações, assinale a alternativa que corresponde corretamente ao complexo conceito grego, cunhado por volta do século V a.C., e que deu ênfase à formação integral do ser humano.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação aos estudos sociológicos que versam sobre a escolarização e suas facetas.
( ) Para a sociologia da educação, não há técnica pedagógica neutra, todas são construídas e utilizadas em meio a valores e normas sociais. ( ) Na visão sociológica, as crenças, os valores, as normas sociais são os fundamentos da pedagogia e, respeitando essa base, é possível promover uma educação neutra. ( ) A maior parte das teorias sociológicas contemporâneas demonstra a neutralidade pedagógica como algo possível e um ideal a ser alcançado.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
A pesquisa mostrou que todos os participantes estão contaminados por mercúrio e que os maiores níveis de exposição foram detectados em indígenas que vivem nas aldeias localizadas mais próximas aos garimpos ilegais de ouro.
Foi identificada a presença do metal pesado em amostras de cabelo de cerca de 300 pessoas analisadas, incluindo os grupos mais vulneráveis como crianças e idosos.
A pesquisa foi realizada nas tribos do povo:
Texto 1
A criação de suínos, embora comumente associada à colonização e à figura do colono de origem italiana ou alemã que migrou para o oeste catarinense a partir da década de 1920, remete ao século XIX, sendo um elemento comum na paisagem das florestas. A presença desses animais e a importância para o consumo humano pode ser constatada no sul do Brasil, inicialmente na região litorânea e posteriormente no planalto, acompanhando a formação das primeiras fazendas de criação de gado nos campos, a partir do século XVIII. A criação de porcos fez parte do povoamento das áreas de florestas nos interstícios das grandes fazendas das áreas de campo, deslocando-se a partir delas para o oeste catarinense e sudoeste paranaense a partir do século XIX (BRANDT, 2012).
Essa presença está ligada ao fato de, por ser um animal onívoro, alimentar-se de frutos caídos, sementes, raízes, relva e de qualquer animal pequeno, encontrado, por exemplo, nas florestas, despendendo menor necessidade de manejo que os herbívoros bois, cavalos e mulas (CROSBY, 1993). Outro fator importante para a adoção da criação do animal é sua capacidade de conversão de alimento em carne e banha em comparação a outros animais, como os bovinos. Os porcos convertem cerca de um quinto do que comem em alimento para consumo humano, contra aproximadamente um vigésimo dos bovinos, além do menor trabalho e tempo necessário para o abate ou comercialização (LAGO, 1988). Esse conjunto de elementos foi um dos responsáveis pela sua dispersão, acompanhando de forma conjunta a ocupação europeia do território. O porco foi e ainda é, como aponta Warren Dean (2004, p. 91), responsável por diversas situações de conservação e/ou disseminação da vegetação florestal, embora pudesse promover impactos na fauna local, ao competir com espécies nativas por alimento e espaço.
MORETTO, Samira Peruchi; BRANDT, Marlon.
Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/3381/
338160334011/html/. Acesso em: 25 de abr 2024.
Fragmento adaptado.
Texto 1
A criação de suínos, embora comumente associada à colonização e à figura do colono de origem italiana ou alemã que migrou para o oeste catarinense a partir da década de 1920, remete ao século XIX, sendo um elemento comum na paisagem das florestas. A presença desses animais e a importância para o consumo humano pode ser constatada no sul do Brasil, inicialmente na região litorânea e posteriormente no planalto, acompanhando a formação das primeiras fazendas de criação de gado nos campos, a partir do século XVIII. A criação de porcos fez parte do povoamento das áreas de florestas nos interstícios das grandes fazendas das áreas de campo, deslocando-se a partir delas para o oeste catarinense e sudoeste paranaense a partir do século XIX (BRANDT, 2012).
Essa presença está ligada ao fato de, por ser um animal onívoro, alimentar-se de frutos caídos, sementes, raízes, relva e de qualquer animal pequeno, encontrado, por exemplo, nas florestas, despendendo menor necessidade de manejo que os herbívoros bois, cavalos e mulas (CROSBY, 1993). Outro fator importante para a adoção da criação do animal é sua capacidade de conversão de alimento em carne e banha em comparação a outros animais, como os bovinos. Os porcos convertem cerca de um quinto do que comem em alimento para consumo humano, contra aproximadamente um vigésimo dos bovinos, além do menor trabalho e tempo necessário para o abate ou comercialização (LAGO, 1988). Esse conjunto de elementos foi um dos responsáveis pela sua dispersão, acompanhando de forma conjunta a ocupação europeia do território. O porco foi e ainda é, como aponta Warren Dean (2004, p. 91), responsável por diversas situações de conservação e/ou disseminação da vegetação florestal, embora pudesse promover impactos na fauna local, ao competir com espécies nativas por alimento e espaço.
MORETTO, Samira Peruchi; BRANDT, Marlon.
Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/3381/
338160334011/html/. Acesso em: 25 de abr 2024.
Fragmento adaptado.