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Q2607442 Português
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato


        Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como problema ao qual qualquer mulher, independentemente de raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita. Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres nas sociedades – a desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Em outras palavras, significa dizer que a desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.


            (...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi acompanhado por mudanças na forma como devemos responder a essa violência, atacando não as justificativas, mas as causas. O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a criminalização e a aplicação de penas para os agressores, mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de medidas de prevenção destinadas a modificar as relações entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o Brasil segue sendo um país violento para as mulheres. Anualmente são registradas centenas de ocorrências de violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios. Esses números expressam uma parte do problema e comumente dizemos que a subnotificação é uma característica dessas situações.

        O medo, a dúvida, a vergonha são algumas explicações para esse silêncio, mas novamente nos contentamos em olhar para as justificativas e não para as causas. (...)

        De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados para atender as mulheres em situação de violência. Faltam protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada têm a ver com os direitos humanos. (...)

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/ violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
O vocábulo destacado na passagem “(...) que nada têm a ver com os direitos humanos.” (4º parágrafo) acentua-se pela mesma regra de acentuação gráfica que a palavra:
Alternativas
Q2607441 Português
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato


        Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como problema ao qual qualquer mulher, independentemente de raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita. Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres nas sociedades – a desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Em outras palavras, significa dizer que a desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.


            (...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi acompanhado por mudanças na forma como devemos responder a essa violência, atacando não as justificativas, mas as causas. O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a criminalização e a aplicação de penas para os agressores, mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de medidas de prevenção destinadas a modificar as relações entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o Brasil segue sendo um país violento para as mulheres. Anualmente são registradas centenas de ocorrências de violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios. Esses números expressam uma parte do problema e comumente dizemos que a subnotificação é uma característica dessas situações.

        O medo, a dúvida, a vergonha são algumas explicações para esse silêncio, mas novamente nos contentamos em olhar para as justificativas e não para as causas. (...)

        De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados para atender as mulheres em situação de violência. Faltam protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada têm a ver com os direitos humanos. (...)

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/ violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
Sobre o texto, pode-se afirmar que ele dá enfoque, principalmente: 
Alternativas
Q2607440 Português
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato


        Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como problema ao qual qualquer mulher, independentemente de raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita. Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres nas sociedades – a desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Em outras palavras, significa dizer que a desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.


            (...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi acompanhado por mudanças na forma como devemos responder a essa violência, atacando não as justificativas, mas as causas. O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a criminalização e a aplicação de penas para os agressores, mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de medidas de prevenção destinadas a modificar as relações entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o Brasil segue sendo um país violento para as mulheres. Anualmente são registradas centenas de ocorrências de violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios. Esses números expressam uma parte do problema e comumente dizemos que a subnotificação é uma característica dessas situações.

        O medo, a dúvida, a vergonha são algumas explicações para esse silêncio, mas novamente nos contentamos em olhar para as justificativas e não para as causas. (...)

        De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados para atender as mulheres em situação de violência. Faltam protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada têm a ver com os direitos humanos. (...)

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/ violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
Quanto à variação linguística empregada, de acordo com o gênero do texto de Wânia Pasinato, destaca-se, principalmente a linguagem:
Alternativas
Q2607439 Português
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato


        Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como problema ao qual qualquer mulher, independentemente de raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita. Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres nas sociedades – a desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Em outras palavras, significa dizer que a desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.


            (...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi acompanhado por mudanças na forma como devemos responder a essa violência, atacando não as justificativas, mas as causas. O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a criminalização e a aplicação de penas para os agressores, mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de medidas de prevenção destinadas a modificar as relações entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o Brasil segue sendo um país violento para as mulheres. Anualmente são registradas centenas de ocorrências de violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios. Esses números expressam uma parte do problema e comumente dizemos que a subnotificação é uma característica dessas situações.

        O medo, a dúvida, a vergonha são algumas explicações para esse silêncio, mas novamente nos contentamos em olhar para as justificativas e não para as causas. (...)

        De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados para atender as mulheres em situação de violência. Faltam protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada têm a ver com os direitos humanos. (...)

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/ violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
O texto de Wânia Pasinato, quanto à tipologia que sobressai nessa obra em questão, pode ser classificado como, eminentemente uma sequência: 
Alternativas
Q2594966 Noções de Informática
Desligar/Ligar o sistema operacional (SO) e reiniciá-lo são processos distintos, embora parecidos. Assinalar a alternativa que apresenta uma vantagem de usar a reinicialização.
Alternativas
Q2594965 Noções de Informática
Assinalar a alternativa que descreve CORRETAMENTE a função da memória RAM (Random Access Memory) em um computador.  
Alternativas
Q2594964 Conhecimentos Gerais
A área da tecnologia da informação que tem como caraterística aplicar conceitos que permitem que um sistema tenha capacidade de aprender, planejar e tomar decisões é definida como inteligência:  
Alternativas
Q2594963 Conhecimentos Gerais
Considerando-se os princípios do desenvolvimento sustentável, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O consumo consciente e a produção responsável são fundamentais para a sustentabilidade econômica e ambiental.
( ) A proteção da biodiversidade é vital para manter o equilíbrio dos ecossistemas e a saúde do planeta.
( ) Promover a industrialização é garantir a segurança alimentar sem comprometer os recursos naturais. 
Alternativas
Q2594961 Conhecimentos Gerais
Passados poucos meses do começo de 2024, já é possível afirmar que o país nunca registrou tantos casos de dengue desde o início da série histórica nos anos 2000. Nesse sentido, o sintoma que, geralmente, ocorre em casos graves da doença é:
Alternativas
Q2594951 Português
Qual das alternativas abaixo apresenta sentido ambíguo?
Alternativas
Q2594950 Português
Assinalar a alternativa que apresenta uma palavra oxítona, uma paroxítona e uma proparoxítona, respectivamente.
Alternativas
Q2594949 Português
No trecho abaixo, há quantos substantivos no aumentativo?
Depois de uma festança, fomos dormir tarde. Acordei com meu pai falando “Levanta, filhão! Tá de ressaca, é?”. Ignorei total. Precisava de um panelão de comida urgente.
Alternativas
Q2594948 Português
Em qual alternativa o uso do porquê está INCORRETO?
Alternativas
Q2594947 Português
Com base nas regras do uso de crase, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2594946 Português
    Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839 e faleceu em 1908. É o fundador da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
     Filho de um pintor e uma açoriana e sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, com 15 anos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.”, no Periódico dos Pobres. Em 1856, foi aprendiz de tipógrafo. Dois anos depois, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 1860, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crÌtico teatral.
     O primeiro livro publicado por Machado foi a tradução de “Queda que as mulheres têm para os tolos” (1861), e seu primeiro livro de poesias saiu em 1864. Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção ___ carreira literária de Machado de Assis — “Memórias póstumas de Brás Cubas”. Revelou-se também __________ contista em “Papéis avulsos” (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram.
     Do grupo de intelectuais que se reunia na redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a ideia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniıes preparatórias e, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
     A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. A poesia, o indianismo e o parnasianismo, as coletâneas de contos e os romances. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das __________, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa. 

Academia Brasileira de Letras. Adaptado.
Qual a tipologia e o gÍnero do texto, respectivamente?
Alternativas
Q2594945 Português
    Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839 e faleceu em 1908. É o fundador da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
     Filho de um pintor e uma açoriana e sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, com 15 anos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.”, no Periódico dos Pobres. Em 1856, foi aprendiz de tipógrafo. Dois anos depois, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 1860, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crÌtico teatral.
     O primeiro livro publicado por Machado foi a tradução de “Queda que as mulheres têm para os tolos” (1861), e seu primeiro livro de poesias saiu em 1864. Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção ___ carreira literária de Machado de Assis — “Memórias póstumas de Brás Cubas”. Revelou-se também __________ contista em “Papéis avulsos” (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram.
     Do grupo de intelectuais que se reunia na redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a ideia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniıes preparatórias e, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
     A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. A poesia, o indianismo e o parnasianismo, as coletâneas de contos e os romances. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das __________, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa. 

Academia Brasileira de Letras. Adaptado.
Em relação às informações apresentadas no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O primeiro livro publicado de Machado de Assis foi “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.
( ) A ideia da criação da Academia Brasileira de Letras partiu apenas de Machado e por isso ele foi eleito seu presidente.
( ) Entre outras coisas, Machado também foi revisor. 
Alternativas
Q2594944 Português
    Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839 e faleceu em 1908. É o fundador da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
     Filho de um pintor e uma açoriana e sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, com 15 anos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.”, no Periódico dos Pobres. Em 1856, foi aprendiz de tipógrafo. Dois anos depois, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 1860, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crÌtico teatral.
     O primeiro livro publicado por Machado foi a tradução de “Queda que as mulheres têm para os tolos” (1861), e seu primeiro livro de poesias saiu em 1864. Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção ___ carreira literária de Machado de Assis — “Memórias póstumas de Brás Cubas”. Revelou-se também __________ contista em “Papéis avulsos” (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram.
     Do grupo de intelectuais que se reunia na redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a ideia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniıes preparatórias e, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
     A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. A poesia, o indianismo e o parnasianismo, as coletâneas de contos e os romances. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das __________, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa. 

Academia Brasileira de Letras. Adaptado.
A palavra “abrange”, presente no último parágrafo, poderia ser substituída, sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Q2594943 Português
    Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839 e faleceu em 1908. É o fundador da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
     Filho de um pintor e uma açoriana e sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, com 15 anos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.”, no Periódico dos Pobres. Em 1856, foi aprendiz de tipógrafo. Dois anos depois, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 1860, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crÌtico teatral.
     O primeiro livro publicado por Machado foi a tradução de “Queda que as mulheres têm para os tolos” (1861), e seu primeiro livro de poesias saiu em 1864. Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção ___ carreira literária de Machado de Assis — “Memórias póstumas de Brás Cubas”. Revelou-se também __________ contista em “Papéis avulsos” (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram.
     Do grupo de intelectuais que se reunia na redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a ideia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniıes preparatórias e, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
     A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. A poesia, o indianismo e o parnasianismo, as coletâneas de contos e os romances. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das __________, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa. 

Academia Brasileira de Letras. Adaptado.
Baseando-se na norma-padrão, assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas no texto.
Alternativas
Q2592513 Direito Constitucional

De acordo com o regramento vigente, é correto afirmar que, na esfera federal, a iniciativa de encaminhamento do Poder Legislativo dos projetos de lei referentes ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias e aos orçamentos anuais é:

Alternativas
Respostas
7341: B
7342: D
7343: C
7344: C
7345: B
7346: C
7347: C
7348: B
7349: C
7350: A
7351: D
7352: A
7353: C
7354: D
7355: A
7356: D
7357: C
7358: A
7359: B
7360: B