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Q3404830 Noções de Informática
Um assistente administrativo, com o intuito de preparar um texto sem erros de ortografia, deseja utilizar a funcionalidade de verificação ortográfica do MS-Word 2016, em sua configuração padrão.
Assinale a alternativa que apresenta o atalho por teclado que pode ser utilizado para acionar a funcionalidade citada no enunciado.
Alternativas
Q3404829 Noções de Informática
Observe as seguintes ações de um usuário, realizadas a partir de um documento novo, vazio, criado por meio do MS-Word 2016, em sua configuração padrão, inicialmente sem nenhuma formatação ativa.
1 – Digitou a palavra Agência. 2 – Pressionou o botão Negrito. 3 – Pressionou o botão Sublinhado. 4 – Pressionou Enter. 5 – Digitou a palavra Reguladora. 6 – Pressionou o botão Negrito. 7 – Pressionou Enter. 8 – Pressionou o botão Itálico. 9 – Digitou a palavra Dos. 10 – Pressionou Enter. 11 – Pressionou o botão Sublinhado. 12 – Digitou a palavra Serviços. 13 – Pressionou o botão Negrito. 14 – Digitou a palavra Saneamento.

Considerando as formatações negrito, itálico e sublinhado, assinale a alternativa que apresenta o número de palavras que, após todas as ações anteriormente descritas, estão formatadas com, pelo menos, duas formatações simultaneamente.
Alternativas
Q3404828 Noções de Informática
Um assistente administrativo precisa fazer uma edição simples em um arquivo no formato PNG de seu computador local com MS-Windows 10, em sua configuração padrão, trocando a cor de uma palavra em um logotipo que será enviado para uma gráfica para fazer um timbre para seu órgão de trabalho.
Assinale a alternativa que apresenta o programa aplicativo padrão do Windows 10 que permite fazer edições simples em arquivos no formato PNG.
Alternativas
Q3404827 Noções de Informática
Por meio do Explorador de Arquivos do MS-Windows 10, ambos em configuração padrão, um usuário consultou o conteúdo de duas pastas locais de seu computador, conforme descrito a seguir.
– Pasta PastaA, contendo 4 arquivos: arquivo2.txt, arquivo3.txt, arquivo4.txt e arquivo5.txt.
– Pasta PastaB, contendo 3 arquivos: arquivo1.txt, arquivo3.txt e arquivo4.txt.
O usuário selecionou os arquivos arquivo3.txt e arquivo5.txt da pasta PastaA e pressionou o atalho por teclado Ctrl + C. Em seguida, selecionou os arquivos arquivo2.txt e arquivo4.txt da pasta PastaA e pressionou o atalho por teclado Ctrl + C. Por fim, acessou a pasta PastaB, selecionou o arquivo arquivo4.txt e pressionou o atalho por teclado Ctrl + V.

Considerando que o usuário tem todas as permissões e confirmou todas as mensagens substituindo arquivos em caso de necessidade, o número de arquivos que estão na pasta PastaB, após todas as ações descritas, é
Alternativas
Q3404816 Português
A facilidade __________ se escrever poemas quando se é jovem contrasta ____ incapacidade de ser criativo quando envelhecemos, levando-nos __________ cumprir apenas as responsabilidades cotidianas da vida, sob o risco de deixarmos de lado ___________ que nos faz feliz.

As lacunas do texto devem ser prenchidas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3404815 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pela que está entre colchetes, preservando-se a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3404814 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
A frase reescrita a partir de informações do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal e verbal em:
Alternativas
Q3404813 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
O trecho “… apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente…” (7o parágrafo), pode ser assim reescrito, preservando-se o sentido e a norma-padrão: 
Alternativas
Q3404812 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que a relação da autora com a escritora Marina Colasanti
Alternativas
Q3404811 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
Com base nas informações apresentadas no 1o e 2o parágrafos, é correto afirmar que
Alternativas
Q3390604 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


O método de desenvolvimento de projetos Seis Sigma, o DMAIC, é um o acrônimo para Define, Measure, Analyse, Improve e Control. A primeira etapa, Define, objetiva planejar e executar a ação de melhoria.

Alternativas
Q3390603 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


O Seis Sigma é um programa de melhoria que objetiva a redução de desperdícios da não qualidade e, como consequência, a redução de custos e a melhoria no atendimento de requisitos de clientes, como a qualidade do produto e a confiabilidade da entrega. 

Alternativas
Q3390602 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


O histograma é um gráfico utilizado para a visualização do tipo de relacionamento existente entre duas variáveis. De modo geral, são utilizados para relacionar causa e efeito. 

Alternativas
Q3390601 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


São passos do processo de benchmarking, independentemente de seu tipo, conhecer o objeto de estudo, identificar fontes de informação e parceiros, realizar comparações e trocar experiências e, por fim, definir ações, implementar e rever progresso. 

Alternativas
Q3390600 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


Benchmarking de processo ocorre com a prática de analisar o produto do concorrente e incorporar seus conceitos, suas soluções e suas tecnologias.

Alternativas
Q3390599 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


O 5s surgiu no Japão, na década de 50, como um programa do controle de qualidade total japonês. A implementação do 5s é realizada passo a passo, sendo o primeiro deles o Seiton (ordenação).

Alternativas
Q3390598 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


O diagrama de causa e efeito foi desenvolvido visando representar as relações que existem entre um problema ou um efeito indesejável do resultado de um processo e todas as possíveis causas de tal problema, atuando como um guia para a identificação da causa fundamental desse problema e para o apontamento de medidas corretivas que devem ser adotadas. 

Alternativas
Q3390597 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


O princípio de Pareto também afirma que, entre todas as causas de um problema, algumas poucas são as principais responsáveis por seus efeitos não desejados. Assim sendo, caso sejam identificadas as poucas causas vitais dos poucos problemas vitais enfrentados pela organização, será possível eliminar quase todas as perdas por meio de um pequeno número de ações. 

Alternativas
Q3390596 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


A folha de verificação apresenta‑se como uma das ferramentas da qualidade e é utilizada para planejar a coleta de dados a partir de necessidades de análise de dados futuros. 

Alternativas
Q3390595 Administração Geral

A respeito da gestão da qualidade, julgue o item seguinte.


O processo de melhoria contínua de produtos e processos envolve basicamente as etapas de identificação dos problemas prioritários, observação e coleta de dados, análise e busca de causas‑raízes, planejamento e implementação das ações e, por fim, a verificação dos resultados. 

Alternativas
Respostas
3801: B
3802: C
3803: C
3804: D
3805: C
3806: E
3807: B
3808: B
3809: A
3810: C
3811: E
3812: C
3813: E
3814: C
3815: E
3816: E
3817: C
3818: C
3819: C
3820: C