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Recomenda-se o uso de tábuas de carne e colheres de madeira na preparação de alimentos.
Uma bacia usada para temperar carne crua pode armazenar, mesmo que não tenha sido lavada, a mesma carne depois de cozida.
Para a limpeza diária do liquidificador e da máquina de moer carne, não é necessário desmontá-los.
O manipulador de alimentos é a pessoa que lava, descasca, corta, rala ou cozinha a comida.
Nada impede que o merendeiro use relógio, correntes, brincos e pulseiras durante o preparo da refeição.
O manipulador de alimentos deve sempre prender os cabelos e mantê-los cobertos com toucas, visto que um único fio de cabelo no alimento é bastante para contaminá-lo
Todos os alimentos embalados e os materiais de limpeza devem ter rótulo com informação do nome do produto, das datas de validade e de vencimento, do nome e endereço do fabricante e da quantidade do produto.
Os materiais de limpeza podem ser armazenados junto com os alimentos, desde que permaneçam fechados em suas embalagens originais.
Os ingredientes que não forem totalmente utilizados no preparo de alimentos devem ser armazenados em recipientes limpos e identificados com o nome do produto, a data em que o produto foi retirado da embalagem original e o prazo de validade do produto.
Na cozinha, deve haver lixeiras de fácil limpeza, com tampa e pedal, e o lixo deve ser retirado do ambiente em sacos bem fechados.
A contaminação de alimentos por micróbios normalmente ocorre durante a manipulação e o preparo dos alimentos.
O uso de luvas descartáveis durante o preparo de alimentos dispensa a prévia lavagem cuidadosa das mãos.
No preparo de carnes com osso (suína, bovina ou de frango), deve-se compensar o peso do osso, preparando-se maior quantidade de carne em relação à quantidade de carne sem osso.
( ) A meta do Programa é construir um milhão de casas para as famílias com renda mensal de até dez salários mínimos.
( ) Do total de um milhão de moradias, 400 mil serão destinadas a quem ganha menos de três salários.
( ) O beneficiário só irá pagar a primeira prestação depois que a casa estiver pronta.
A sequência está correta em:
I. Não se deve armazenar vidros de “cabeça para baixo”, porque favorece o aparecimento de ferrugem nas tampas.
II. Os alimentos que tiverem suas embalagens abertas ou danificadas devem ser transferidos para recipientes adequados (de plástico), lavados e desinfetados, ou embalados em plástico transparente.
III. Toda mercadoria deve ser retirada da embalagem secundária, como caixas de papelão ou sacos de papel.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Um dia, olhando para a estrada sobre a qual haviam colocado diversas pedrinhas para reforçar a superfície, a pedra grande sentiu um enorme desejo de estar lá embaixo, junto às outras.
- Que estou eu fazendo aqui entre as flores? Quero viver com minhas irmãs. Acho que é um direito meu. Assim dizendo, moveu-se e rolou para baixo, terminando seu caprichoso percurso exatamente no meio das pedrinhas por cuja companhia tanto almejava.
Na estrada passavam carretas com rodas de ferro, cavalos que pisavam com força, camponeses de botas ferradas, rebanhos e manadas de animais.
A bela pedra logo se viu maltratada. Alguns a faziam rolar, outros batiam nela com os pés, outros ainda a chutavam para mais adiante. As vezes via-se toda suja de lama.
Olhando para o lugar de onde viera, a pedra suspirou pela perda de sua solidão e teve, em vão, saudades da paz que outrora conhecera.
Esta fábula é dedicada aqueles que estupidamente saem da paz e do silêncio do verde campo para irem para a cidade, encontrando pessoas de maldade sem limites.
(Leonardo da Vinci: Fábulas e Lendas, S.Paulo, Circulo do Livro, 1972.)
Observe as afirmativas abaixo:
l - A estrada almejada pela pedra era de terra.
II - A pedra não teve paz na sua nova morada.
III - A pedra foi feliz na estrada.
IV - A pedra valorizou, após a experiência, o seu antigo lugar.
V - A estrada era calma, pouco movimentada.
Segundo a leitura do texto, estão CORRETAS apenas:
Um dia, olhando para a estrada sobre a qual haviam colocado diversas pedrinhas para reforçar a superficie, a pedra grande sentiu um enorme desejo de estar lá embaixo, junto às outras.
- Que estou eu fazendo aqui entre as flores? Quero viver com minhas irmäs. Acho que é um direito meu. Assim dizendo, moveu-se e rolou para baixo, terminando seu caprichoso percurso exatamente no meio das pedrinhas por cuja companhia tanto almejava.
Na estrada passavam carretas com rodas de ferro, cavalos que pisavam com força, camponeses de botas ferradas, rebanhos e manadas de animais. A bela pedra logo
se viu maltratada. Alguns a faziam rolar, outros batiam nela com os pés, outros ainda a chutavam para mais adiante. As vezes via-se toda suja de lama.
Olhando para olugar de onde viera, a pedra suspirou pela perda de sua solidão e teve, em vão, saudades da paz que outrora conhecera.
Esta fábula é dedicada aqueles que estupidamente saem da paz e do silêncio do verde campo para irem para a cidade, encontrando pessoas de maldade sem limites.
(Leonardo da Vinci: Fábulas e Lendas, S.Paulo, Circulo do Livro, 1972)
Para indicar a fala da pedra no texto, o narrador empregou para iniciar a frase: