Questões de Concurso Comentadas para engenheiro civil

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Q2057800 Português
   Nas paredes — mas altos demais para serem lidos com facilidade, como se pendurados por timidez  — estavam vários certificados acadêmicos e menções literárias.
Christ, R. Os escritores: as históricas entrevistas da Paris Review. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
No excerto, o trecho destacado encontra duplos. Esse recurso pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido original do texto, por: 
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Q2057799 Português
O ambiente, que evoca uma Buenos Aires mais antiga, não era realmente o de um escritório, todavia ampla e ornamentada sala, de pé-direito alto, na biblioteca recém-renovada.
Christ, R. Os escritores: as históricas entrevistas da Paris Review. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.(adaptado)
Do ponto de vista semântico, é correto afirmar que o item destacado no trecho acima estabelece uma relação de
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Q2057798 Português
No meio do caminho Carlos Drummond de Andrade
No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca esquecerei desse acontecimento na vida das minhas retinas tão fatigadas. Nunca esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho no meio do caminho tinha uma pedra.
Disponível em: <http://culturagenial.com/poema-no-meio-do-caminho-de-carlos-drumond-de-andrade/>.Acesso em: 19. Dez. 2022.

É correto afirmar que o célebre poema do Drummond, o qual foi publicado em 1928, na revista Antropofagia, representa:
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Q4264258 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Para a utilização das vias públicas do município de Guaíra–PR por containers, caçambas ou similares, devem ser atendidos os seguintes requisitos, exceto:
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Q4264257 Direito Urbanístico
A responsabilidade no direito de fruição do espaço público de forma a não comprometer a utilização do espaço pelo restante da população de Guaíra–PR é um 
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Q4264256 Direito Urbanístico
A área a ser considerada no cálculo do coeficiente de aproveitamento do terreno, correspondendo a área do térreo e demais pavimentos; ático com área superior a 1/3 (um terço) do piso do último pavimento; porão com área superior a 1/3 (um terço) do pavimento superior é a área 
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Q4264255 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto abaixo sobre a faixa de serviço dos passeios públicos de Guaíra–PR e assinale a alternativa correta.
“A faixa de serviço, localizada em posição adjacente à guia, destina–se às instalações de postes, de mobiliários urbanos e de ajardinamento e sua utilização dependerá de autorização do órgão competente do município, sendo sua largura de no mínima de ______, a inclinação transversal deve ser de no mínimo ______ e de no máximo ______; sendo que somente na largura de acesso de veículos, junto a faixa de serviços, a inclinação poderá ser de até ______; e ainda, nesta faixa aceita–se a instalação de lixeiras e totens, desde que não interfiram na faixa de caminhabilidade.”
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Q4264253 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Para efeitos de emissão do Alvará de Construção no município de Guaíra–PR, uma obra será considerada iniciada quando 
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Q4264252 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
O Poder Executivo de Guaíra–PR, a partir da data do último protocolo, analisará o projeto de uma futura edificação em: (dias) 
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Q4264250 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
No município de Guaíra–PR estarão isentas do pagamento das taxas para construção as edificações de interesse social com até 70 m² (setenta metros quadrados) consideradas unifamiliares, que apresentem as seguintes características, exceto:
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Q4264249 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
As edificações residenciais unifamiliares que serão construídas no município de Guaíra–PR estão isentas de aprovação junto 
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Q4253026 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
De acordo com a Lei Orgânica de Guaíra, compete ao município suplementar a legislação federal e estadual, visando o exercício de sua autonomia e a consecução do interesse local, especialmente sobre:
I. sistema municipal de justiça.
II. licitação e contratação, em todas as modalidades, para a administração pública direta, indireta e fundacional.
III. defesa e preservação do meio ambiente e conservação do solo.
IV. combate a todas as formas de poluição ambiental.
V. uso e armazenamento de agrotóxicos.
VI. defesa do consumidor.
VII. proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico turístico e paisagístico.
VIII. previdência privada. 
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Q4253025 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Analise as assertivas e assinale a alternativa correta. De acordo com o artigo 5º da Lei Orgânica de Guaíra, quais os objetivos fundamentais do Município?
I. Erradicar, com a participação da União e do Estado do Paraná, a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais em sua área territorial.
II. Atuar, de acordo com as diretrizes emanadas pela Constituição Federal, em intervenções representadas por planos, programas, projetos e atividades voltadas ao desenvolvimento institucional, urbano e regional do Município.
III. Promover o bem-estar de todos os guairenses, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade, credo religioso, ideologia político-partidária e quaisquer outras formas de discriminação.
IV. Administrar recursos e fundos financeiros públicos, em especial o Fundo Estadual de Desenvolvimento Urbano.
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Q4253016 Português
Leia o texto para responder a questão.

Como apagão de dados sobre vacinação no Brasil traz de volta ameaça de doenças já controladas

André Biernath - @andre_biernath
Da BBC News Brasil em Londres

        Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos. Na avaliação deles, porém, há um problema pouco discutido nesse setor que complica ainda mais as coisas: a falta de dados confiáveis e atualizados sobre quantos brasileiros realmente tomaram as doses dos imunizantes disponíveis na rede pública de cada município.
    
        Na base de dados do Sistema Único de Saúde, o DataSUS, é possível encontrar mais de uma dezena de cidades cuja cobertura vacinal nem chega aos 10% — em mais de 900 delas, o índice não alcança os 50%.
   
        Os gestores de saúde desses locais, porém, argumentam que as estatísticas oficiais não correspondem à realidade e que essa taxa, na prática, é bem maior.
    
        O problema, dizem eles, está no excesso de burocracia, na falta de equipes e nas falhas de conexão com a internet ou acesso aos sistemas de informática mais modernos e conectados.
    
        "É pouco provável que um município brasileiro tenha apenas 3 ou 5% de cobertura vacinal. O registro de dados simplesmente não funciona nesse país", atesta a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
    
        Os especialistas apontam que esse descompasso entre os números oficiais e a realidade prejudica a tomada de decisões e a criação de políticas públicas mais certeiras na área de saúde — o que aumenta a ameaça de surtos de doenças erradicadas, controladas ou com poucos casos, como poliomielite, sarampo e febre amarela.
     
        "Sem esses dados consolidados, não conhecemos a realidade do país e não é possível fazer o planejamento ou elaborar o orçamento", pontua Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
    
        Ou seja: se os dados sobre a cobertura vacinal das cidades não batem, fica mais difícil para os governos municipais, estaduais e federal reforçarem as campanhas de comunicação, enviarem mais doses para um lugar específico, conversarem com os profissionais daquele local…
    
        "Sem informações fidedignas, não temos condições de tomar decisões em tempo hábil", ele chama a atenção.

        E um apagão de dados, por sua vez, abre a possibilidade de doenças que estão erradicadas, como a poliomielite, ou relativamente controladas, como o sarampo, voltem a representar uma ameaça.

        [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62980100 
As aspas foram utilizadas para
Alternativas
Q4253015 Português
Leia o texto para responder a questão.

Como apagão de dados sobre vacinação no Brasil traz de volta ameaça de doenças já controladas

André Biernath - @andre_biernath
Da BBC News Brasil em Londres

        Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos. Na avaliação deles, porém, há um problema pouco discutido nesse setor que complica ainda mais as coisas: a falta de dados confiáveis e atualizados sobre quantos brasileiros realmente tomaram as doses dos imunizantes disponíveis na rede pública de cada município.
    
        Na base de dados do Sistema Único de Saúde, o DataSUS, é possível encontrar mais de uma dezena de cidades cuja cobertura vacinal nem chega aos 10% — em mais de 900 delas, o índice não alcança os 50%.
   
        Os gestores de saúde desses locais, porém, argumentam que as estatísticas oficiais não correspondem à realidade e que essa taxa, na prática, é bem maior.
    
        O problema, dizem eles, está no excesso de burocracia, na falta de equipes e nas falhas de conexão com a internet ou acesso aos sistemas de informática mais modernos e conectados.
    
        "É pouco provável que um município brasileiro tenha apenas 3 ou 5% de cobertura vacinal. O registro de dados simplesmente não funciona nesse país", atesta a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
    
        Os especialistas apontam que esse descompasso entre os números oficiais e a realidade prejudica a tomada de decisões e a criação de políticas públicas mais certeiras na área de saúde — o que aumenta a ameaça de surtos de doenças erradicadas, controladas ou com poucos casos, como poliomielite, sarampo e febre amarela.
     
        "Sem esses dados consolidados, não conhecemos a realidade do país e não é possível fazer o planejamento ou elaborar o orçamento", pontua Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
    
        Ou seja: se os dados sobre a cobertura vacinal das cidades não batem, fica mais difícil para os governos municipais, estaduais e federal reforçarem as campanhas de comunicação, enviarem mais doses para um lugar específico, conversarem com os profissionais daquele local…
    
        "Sem informações fidedignas, não temos condições de tomar decisões em tempo hábil", ele chama a atenção.

        E um apagão de dados, por sua vez, abre a possibilidade de doenças que estão erradicadas, como a poliomielite, ou relativamente controladas, como o sarampo, voltem a representar uma ameaça.

        [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62980100 
Assinale a alternativa correta que apresenta a reescrita do trecho a seguir sem que haja alteração de sentido: " Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos.” 
Alternativas
Q4253014 Português
Leia o texto para responder a questão.

Como apagão de dados sobre vacinação no Brasil traz de volta ameaça de doenças já controladas

André Biernath - @andre_biernath
Da BBC News Brasil em Londres

        Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos. Na avaliação deles, porém, há um problema pouco discutido nesse setor que complica ainda mais as coisas: a falta de dados confiáveis e atualizados sobre quantos brasileiros realmente tomaram as doses dos imunizantes disponíveis na rede pública de cada município.
    
        Na base de dados do Sistema Único de Saúde, o DataSUS, é possível encontrar mais de uma dezena de cidades cuja cobertura vacinal nem chega aos 10% — em mais de 900 delas, o índice não alcança os 50%.
   
        Os gestores de saúde desses locais, porém, argumentam que as estatísticas oficiais não correspondem à realidade e que essa taxa, na prática, é bem maior.
    
        O problema, dizem eles, está no excesso de burocracia, na falta de equipes e nas falhas de conexão com a internet ou acesso aos sistemas de informática mais modernos e conectados.
    
        "É pouco provável que um município brasileiro tenha apenas 3 ou 5% de cobertura vacinal. O registro de dados simplesmente não funciona nesse país", atesta a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
    
        Os especialistas apontam que esse descompasso entre os números oficiais e a realidade prejudica a tomada de decisões e a criação de políticas públicas mais certeiras na área de saúde — o que aumenta a ameaça de surtos de doenças erradicadas, controladas ou com poucos casos, como poliomielite, sarampo e febre amarela.
     
        "Sem esses dados consolidados, não conhecemos a realidade do país e não é possível fazer o planejamento ou elaborar o orçamento", pontua Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
    
        Ou seja: se os dados sobre a cobertura vacinal das cidades não batem, fica mais difícil para os governos municipais, estaduais e federal reforçarem as campanhas de comunicação, enviarem mais doses para um lugar específico, conversarem com os profissionais daquele local…
    
        "Sem informações fidedignas, não temos condições de tomar decisões em tempo hábil", ele chama a atenção.

        E um apagão de dados, por sua vez, abre a possibilidade de doenças que estão erradicadas, como a poliomielite, ou relativamente controladas, como o sarampo, voltem a representar uma ameaça.

        [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62980100 
Um dos problemas apontados é...
Alternativas
Q4253013 Português
Leia o texto para responder a questão.

Como apagão de dados sobre vacinação no Brasil traz de volta ameaça de doenças já controladas

André Biernath - @andre_biernath
Da BBC News Brasil em Londres

        Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos. Na avaliação deles, porém, há um problema pouco discutido nesse setor que complica ainda mais as coisas: a falta de dados confiáveis e atualizados sobre quantos brasileiros realmente tomaram as doses dos imunizantes disponíveis na rede pública de cada município.
    
        Na base de dados do Sistema Único de Saúde, o DataSUS, é possível encontrar mais de uma dezena de cidades cuja cobertura vacinal nem chega aos 10% — em mais de 900 delas, o índice não alcança os 50%.
   
        Os gestores de saúde desses locais, porém, argumentam que as estatísticas oficiais não correspondem à realidade e que essa taxa, na prática, é bem maior.
    
        O problema, dizem eles, está no excesso de burocracia, na falta de equipes e nas falhas de conexão com a internet ou acesso aos sistemas de informática mais modernos e conectados.
    
        "É pouco provável que um município brasileiro tenha apenas 3 ou 5% de cobertura vacinal. O registro de dados simplesmente não funciona nesse país", atesta a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
    
        Os especialistas apontam que esse descompasso entre os números oficiais e a realidade prejudica a tomada de decisões e a criação de políticas públicas mais certeiras na área de saúde — o que aumenta a ameaça de surtos de doenças erradicadas, controladas ou com poucos casos, como poliomielite, sarampo e febre amarela.
     
        "Sem esses dados consolidados, não conhecemos a realidade do país e não é possível fazer o planejamento ou elaborar o orçamento", pontua Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
    
        Ou seja: se os dados sobre a cobertura vacinal das cidades não batem, fica mais difícil para os governos municipais, estaduais e federal reforçarem as campanhas de comunicação, enviarem mais doses para um lugar específico, conversarem com os profissionais daquele local…
    
        "Sem informações fidedignas, não temos condições de tomar decisões em tempo hábil", ele chama a atenção.

        E um apagão de dados, por sua vez, abre a possibilidade de doenças que estão erradicadas, como a poliomielite, ou relativamente controladas, como o sarampo, voltem a representar uma ameaça.

        [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62980100 
Poliomielite, sarampo e febre amarela foram citadas como exemplo de 
Alternativas
Q4200488 Geologia
Uma edificação executada pelo PARANACIDADE acabou de entrar na fase de acabamentos e o engenheiro responsável vai dar início às compras das soleiras e pingadeiras da obra. Comparando o granito e o mármore, optou pelo primeiro devido ao seu custo-benefício. Sobre estas rochas amplamente usadas na construção civil, assinale a alternativa que indica o tipo de rocha nos quais se enquadram os granitos e os mármores, respectivamente.
Alternativas
Q4179694 Direitos Humanos
Dentre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável fixados pela Organização das Nações Unidas, no documento intitulado Agenda 2030, conta-se a igualdade de gênero. Marque a alternativa que NÃO indica um dos alvos pretendidos no que diz respeito a esse tópico.
Alternativas
Q4179693 Atualidades
Leia a notícia a seguir e marque a alternativa que contém o termo que preenche CORRETAMENTE a lacuna.
“O governo dos Estados Unidos está a pressionar as autoridades __________ a usarem os poderes federais para acabar com os bloqueios rodoviários organizados por caminhoneiros como forma de protesto contra a vacinação obrigatória. Os principais pontos de travessia da fronteira entre os dois países estão vedados desde o início da semana. Desde o final de janeiro que milhares de caminhoneiros têm bloqueado estradas à volta da capital, bem como algumas áreas da cidade, em protesto contra a obrigação de apresentação de certificado de vacinação contra a Covid-19 para atravessar a fronteira”. (Público, 11/02/2022, com adaptações).
Alternativas
Respostas
9761: E
9762: B
9763: C
9764: C
9765: B
9766: D
9767: C
9768: A
9769: B
9770: B
9771: A
9772: C
9773: B
9774: A
9775: D
9776: B
9777: C
9778: A
9779: D
9780: B