Questões de Concurso
Comentadas para professor - pedagogia
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Texto 01
Na semana passada, um telejornal exibiu uma matéria sobre a "morte ” das lâmpadas incandescentes. O (ótimo) texto do repórter começava assim: “A velha e boa lâmpada incandescente, mais velha do que boa...”. Hábil com as palavras, o repórter desfez a igualdade que a conjunção aditiva “e” estabelece entre “velha” e “boa” e instituiu entre esses dois adjetivos uma relação de comparação de superioridade, que não se dá da forma costumeira, isto é, entre dois elementos (“A rua X é mais velha do que a Y”, por exemplo), mas entre duas qualidades (“velha” e "boa”) de um mesmo elemento (a lâmpada incandescente). Ao dizer “mais velha do que boa”, o repórter quis dizer que a tal lâmpada já não é tão boa assim. Agora suponhamos que a relação entre "velha" e "boa” se invertesse. Como diria o repórter: “A velha e boa lâmpada incandescente, mais boa do que velha...” ou “A velha lâmpada incandescente, melhor do que velha..."? Quem gosta de seguir os burros “corretores” ortográficos dos computadores pode se dar mal. O meu “corretor”, por exemplo, condena a forma “mais boa do que velha” (o “mestre” grifa o par “mais boa”). Quando escrevo “melhor do que boa”, o iluminado me deixa em paz. E por que ele age assim? Por que, para ele, não existe “mais bom”, “mais boa"; só existe “melhor”.
NETO, Pasquale Cipro. Folha de S. Paulo, 11 jul. 2013
A venda da Companhia Energética de Goiás (Celg) para a empresa italiana Enel foi concluída no dia 14/2/2017, em Goiânia. O presidente da corporação estrangeira no Brasil, Carlo Zorzoli, esteve na capital goiana com o governador do estado, Marconi Perillo (PSDB), e o presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Junior, onde assinaram a privatização da companhia, que foi vendida por R$ 2,187 bilhões.
Internet: < http://g1.globo.com> (com adaptações).
No que se refere à questão energética em Goiás, assinale a alternativa correta.
Não entrará pelos olhos a dentro de todo homem de bom senso que reduzir à vida sedentária homens que não têm artes necessárias para subsistir nela ou equivale a destruí‐losà custa de fome e privações ou equivale a fazer pesar sobre nós o encargo de sustentá‐los?
Oswaldo Martins Ravagnani. A agropecuária e os aldeamentos indígenas goianos. Departamento de antropologia, política e filosofia. UNESP – Araraquara‐SP (com adaptações).
Com relação à questão indígena em Goiás ao longo da história, assinale a alternativa correta.
Em primeiro lugar, em Goiás, o conservadorismo parece ser uma característica que une a todos, independentemente da condição ou classe social. Chama a atenção, ao desavisado recém‐chegado às terras goianas, que os mesmos discursos estejam presentes na fala do latifundiário e do meeiro, do trabalhador rural; do empresário ou profissional liberal e dos vendedores da força de trabalho.
Internet: < www.congressohistoriajatai.org> (com adaptações).
Acerca do tema abordado no texto acima e de assuntos correlatos, assinale a alternativa correta.
Leia o trecho a seguir:
“Art. 37. A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental e médio na idade própria e constituirá instrumento para a educação e a aprendizagem ao longo da vida.” (LDB, n. 9394/96, Art. 37)
Com suporte nesse trecho, que versa sobre a Educação de
Jovens e Adultos (EJA), marque a opção CORRETA.
Leia o trecho a seguir e marque a opção CORRETA sobre o Plano de Aula.
“O plano de aula é um instrumento de trabalho que
organiza o tempo e as atividades a serem promovidas com
os alunos, de modo a que desenvolvam os conhecimentos,
as habilidades e atitudes propostas para esse segmento
educativo. Ele deve ser elaborado tendo em mente o
aluno: como o aluno vai receber os estímulos e orientações
preparados? Como articular o conhecimento produzido
com as experiências e conhecimentos do aluno? Que
situações interessantes podem levar o aluno, mais
facilmente, a envolver-se na aprendizagem dos novos
conhecimentos pretendidos? Que processos mentais serão
exercitados pelo aluno para tal fim? Como envolver a
todos os alunos nesse processo? ” (LUCK, 2009, p. 40)