Questões de Concurso Comentadas para economista

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Q3247409 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


O trabalho infantil precisa sair de cena


    A imagem é cotidiana nas cidades brasileiras: crianças e adolescentes pelas ruas exercendo atividades para ganhar algum dinheiro. Durante o dia ou à noite, surgem oferecendo doces, amendoins e petiscos do gênero, água, refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, estão acompanhados, mas, em muitos casos, enfrentam a função sozinhos. Há também aquela limpeza rápida no para-brisa, em dias de calor ou de frio, em busca de um trocado dos motoristas. Uma realidade que está escancarada e precisa provocar discussões e ações.

    A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente classificam o trabalho infantil como uma grave violação de direitos, a qual impede o desenvolvimento amplo e sadio de crianças e jovens. Segundo estabelece a legislação, a partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que, entre 14 e 16 anos, somente na condição de aprendiz. Abaixo dos 14 anos, qualquer tipo de trabalho é proibido.

    Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que, em 2022, o Brasil apresentou quase 1,9 milhão de crianças e adolescentes realizando alguma prática econômica, o equivalente a 4,9% do total de habitantes entre 5 e 17 anos no país. Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

    Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo. 

    A complexidade do problema é tanta que frequentar a escola não significa que o jovem está afastado do trabalho. As duas atividades normalmente acontecem juntas, impossibilitando um crescimento adequado e impactando a educação e a saúde dos menores. Diante de um cenário intrincado, identificar o início desse novelo pode ser uma maneira de impedir que ele ganhe proporção. O aliciamento – que costuma passar pela necessidade – deve ser atacado sem julgamentos. Cortar essa linha no começo, dando suporte às famílias, é o passo inicial. O segundo é criar condições para que as instituições de ensino sejam capazes de cativar e manter as crianças e os adolescentes em seus quadros.

    Em 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tirou 2.564 crianças e adolescentes de situações de exploração do trabalho infantil em 1.518 ações de combate. Das 2.564 vítimas resgatadas, 1.923 eram meninos e 641, meninas. O Mato Grosso do Sul liderou com 372 afastamentos, seguido por Minas Gerais, com 326 casos, e São Paulo, com 203. O órgão informa que o aumento da fiscalização é uma das metas neste ano. Esse trabalho é fundamental, porém não soluciona a questão.

    Traçar medidas e pensar iniciativas que aprofundem uma solução para o problema são pontos cruciais. Políticas públicas devem amparar menores e familiares carentes. E a sociedade precisa pensar sobre essa problemática como prioridade. É importante que a responsabilidade pelo bem-estar das crianças e adolescentes seja compartilhada com a população. Investir na proteção dos jovens é preparar um futuro mais justo e melhor para a nação. Adquirir uma mercadoria oferecida pelas mãos dos pequenos com a intenção de ajudar pode ser destrutivo para a vida deles. Não exigir das autoridades e dos políticos um olhar comprometido é perpetuar o descaso. 

    O Brasil precisa abraçar essa causa – que é gigante em importância e dificuldade. Nas metrópoles e nas pequenas cidades do país, o trabalho infantil tem de ser erradicado. Avanços aconteceram, porém o objetivo precisa ser livrar, definitivamente, os jovens desse tipo de exploração, dando a eles proteção e garantindo o direito de viver a infância plenamente.


Disponível em: https ://www.em.com.br/. Aces so em: 10 maio 2024.
Para responder à questão, analise o excerto abaixo.

Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo.

No excerto, o enunciador recorre a uma
Alternativas
Q3247408 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


O trabalho infantil precisa sair de cena


    A imagem é cotidiana nas cidades brasileiras: crianças e adolescentes pelas ruas exercendo atividades para ganhar algum dinheiro. Durante o dia ou à noite, surgem oferecendo doces, amendoins e petiscos do gênero, água, refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, estão acompanhados, mas, em muitos casos, enfrentam a função sozinhos. Há também aquela limpeza rápida no para-brisa, em dias de calor ou de frio, em busca de um trocado dos motoristas. Uma realidade que está escancarada e precisa provocar discussões e ações.

    A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente classificam o trabalho infantil como uma grave violação de direitos, a qual impede o desenvolvimento amplo e sadio de crianças e jovens. Segundo estabelece a legislação, a partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que, entre 14 e 16 anos, somente na condição de aprendiz. Abaixo dos 14 anos, qualquer tipo de trabalho é proibido.

    Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que, em 2022, o Brasil apresentou quase 1,9 milhão de crianças e adolescentes realizando alguma prática econômica, o equivalente a 4,9% do total de habitantes entre 5 e 17 anos no país. Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

    Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo. 

    A complexidade do problema é tanta que frequentar a escola não significa que o jovem está afastado do trabalho. As duas atividades normalmente acontecem juntas, impossibilitando um crescimento adequado e impactando a educação e a saúde dos menores. Diante de um cenário intrincado, identificar o início desse novelo pode ser uma maneira de impedir que ele ganhe proporção. O aliciamento – que costuma passar pela necessidade – deve ser atacado sem julgamentos. Cortar essa linha no começo, dando suporte às famílias, é o passo inicial. O segundo é criar condições para que as instituições de ensino sejam capazes de cativar e manter as crianças e os adolescentes em seus quadros.

    Em 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tirou 2.564 crianças e adolescentes de situações de exploração do trabalho infantil em 1.518 ações de combate. Das 2.564 vítimas resgatadas, 1.923 eram meninos e 641, meninas. O Mato Grosso do Sul liderou com 372 afastamentos, seguido por Minas Gerais, com 326 casos, e São Paulo, com 203. O órgão informa que o aumento da fiscalização é uma das metas neste ano. Esse trabalho é fundamental, porém não soluciona a questão.

    Traçar medidas e pensar iniciativas que aprofundem uma solução para o problema são pontos cruciais. Políticas públicas devem amparar menores e familiares carentes. E a sociedade precisa pensar sobre essa problemática como prioridade. É importante que a responsabilidade pelo bem-estar das crianças e adolescentes seja compartilhada com a população. Investir na proteção dos jovens é preparar um futuro mais justo e melhor para a nação. Adquirir uma mercadoria oferecida pelas mãos dos pequenos com a intenção de ajudar pode ser destrutivo para a vida deles. Não exigir das autoridades e dos políticos um olhar comprometido é perpetuar o descaso. 

    O Brasil precisa abraçar essa causa – que é gigante em importância e dificuldade. Nas metrópoles e nas pequenas cidades do país, o trabalho infantil tem de ser erradicado. Avanços aconteceram, porém o objetivo precisa ser livrar, definitivamente, os jovens desse tipo de exploração, dando a eles proteção e garantindo o direito de viver a infância plenamente.


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Analise o período abaixo.

A complexidade do problema é tanta que[1] frequentar a escola não significa que[2] o jovem está afastado do trabalho.

Os termos [1] e [2] introduzem, respectivamente, orações com valor
Alternativas
Q3247407 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


O trabalho infantil precisa sair de cena


    A imagem é cotidiana nas cidades brasileiras: crianças e adolescentes pelas ruas exercendo atividades para ganhar algum dinheiro. Durante o dia ou à noite, surgem oferecendo doces, amendoins e petiscos do gênero, água, refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, estão acompanhados, mas, em muitos casos, enfrentam a função sozinhos. Há também aquela limpeza rápida no para-brisa, em dias de calor ou de frio, em busca de um trocado dos motoristas. Uma realidade que está escancarada e precisa provocar discussões e ações.

    A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente classificam o trabalho infantil como uma grave violação de direitos, a qual impede o desenvolvimento amplo e sadio de crianças e jovens. Segundo estabelece a legislação, a partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que, entre 14 e 16 anos, somente na condição de aprendiz. Abaixo dos 14 anos, qualquer tipo de trabalho é proibido.

    Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que, em 2022, o Brasil apresentou quase 1,9 milhão de crianças e adolescentes realizando alguma prática econômica, o equivalente a 4,9% do total de habitantes entre 5 e 17 anos no país. Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

    Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo. 

    A complexidade do problema é tanta que frequentar a escola não significa que o jovem está afastado do trabalho. As duas atividades normalmente acontecem juntas, impossibilitando um crescimento adequado e impactando a educação e a saúde dos menores. Diante de um cenário intrincado, identificar o início desse novelo pode ser uma maneira de impedir que ele ganhe proporção. O aliciamento – que costuma passar pela necessidade – deve ser atacado sem julgamentos. Cortar essa linha no começo, dando suporte às famílias, é o passo inicial. O segundo é criar condições para que as instituições de ensino sejam capazes de cativar e manter as crianças e os adolescentes em seus quadros.

    Em 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tirou 2.564 crianças e adolescentes de situações de exploração do trabalho infantil em 1.518 ações de combate. Das 2.564 vítimas resgatadas, 1.923 eram meninos e 641, meninas. O Mato Grosso do Sul liderou com 372 afastamentos, seguido por Minas Gerais, com 326 casos, e São Paulo, com 203. O órgão informa que o aumento da fiscalização é uma das metas neste ano. Esse trabalho é fundamental, porém não soluciona a questão.

    Traçar medidas e pensar iniciativas que aprofundem uma solução para o problema são pontos cruciais. Políticas públicas devem amparar menores e familiares carentes. E a sociedade precisa pensar sobre essa problemática como prioridade. É importante que a responsabilidade pelo bem-estar das crianças e adolescentes seja compartilhada com a população. Investir na proteção dos jovens é preparar um futuro mais justo e melhor para a nação. Adquirir uma mercadoria oferecida pelas mãos dos pequenos com a intenção de ajudar pode ser destrutivo para a vida deles. Não exigir das autoridades e dos políticos um olhar comprometido é perpetuar o descaso. 

    O Brasil precisa abraçar essa causa – que é gigante em importância e dificuldade. Nas metrópoles e nas pequenas cidades do país, o trabalho infantil tem de ser erradicado. Avanços aconteceram, porém o objetivo precisa ser livrar, definitivamente, os jovens desse tipo de exploração, dando a eles proteção e garantindo o direito de viver a infância plenamente.


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Se os verbos do primeiro parágrafo forem flexionados no
Alternativas
Q3247404 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


O trabalho infantil precisa sair de cena


    A imagem é cotidiana nas cidades brasileiras: crianças e adolescentes pelas ruas exercendo atividades para ganhar algum dinheiro. Durante o dia ou à noite, surgem oferecendo doces, amendoins e petiscos do gênero, água, refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, estão acompanhados, mas, em muitos casos, enfrentam a função sozinhos. Há também aquela limpeza rápida no para-brisa, em dias de calor ou de frio, em busca de um trocado dos motoristas. Uma realidade que está escancarada e precisa provocar discussões e ações.

    A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente classificam o trabalho infantil como uma grave violação de direitos, a qual impede o desenvolvimento amplo e sadio de crianças e jovens. Segundo estabelece a legislação, a partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que, entre 14 e 16 anos, somente na condição de aprendiz. Abaixo dos 14 anos, qualquer tipo de trabalho é proibido.

    Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que, em 2022, o Brasil apresentou quase 1,9 milhão de crianças e adolescentes realizando alguma prática econômica, o equivalente a 4,9% do total de habitantes entre 5 e 17 anos no país. Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

    Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo. 

    A complexidade do problema é tanta que frequentar a escola não significa que o jovem está afastado do trabalho. As duas atividades normalmente acontecem juntas, impossibilitando um crescimento adequado e impactando a educação e a saúde dos menores. Diante de um cenário intrincado, identificar o início desse novelo pode ser uma maneira de impedir que ele ganhe proporção. O aliciamento – que costuma passar pela necessidade – deve ser atacado sem julgamentos. Cortar essa linha no começo, dando suporte às famílias, é o passo inicial. O segundo é criar condições para que as instituições de ensino sejam capazes de cativar e manter as crianças e os adolescentes em seus quadros.

    Em 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tirou 2.564 crianças e adolescentes de situações de exploração do trabalho infantil em 1.518 ações de combate. Das 2.564 vítimas resgatadas, 1.923 eram meninos e 641, meninas. O Mato Grosso do Sul liderou com 372 afastamentos, seguido por Minas Gerais, com 326 casos, e São Paulo, com 203. O órgão informa que o aumento da fiscalização é uma das metas neste ano. Esse trabalho é fundamental, porém não soluciona a questão.

    Traçar medidas e pensar iniciativas que aprofundem uma solução para o problema são pontos cruciais. Políticas públicas devem amparar menores e familiares carentes. E a sociedade precisa pensar sobre essa problemática como prioridade. É importante que a responsabilidade pelo bem-estar das crianças e adolescentes seja compartilhada com a população. Investir na proteção dos jovens é preparar um futuro mais justo e melhor para a nação. Adquirir uma mercadoria oferecida pelas mãos dos pequenos com a intenção de ajudar pode ser destrutivo para a vida deles. Não exigir das autoridades e dos políticos um olhar comprometido é perpetuar o descaso. 

    O Brasil precisa abraçar essa causa – que é gigante em importância e dificuldade. Nas metrópoles e nas pequenas cidades do país, o trabalho infantil tem de ser erradicado. Avanços aconteceram, porém o objetivo precisa ser livrar, definitivamente, os jovens desse tipo de exploração, dando a eles proteção e garantindo o direito de viver a infância plenamente.


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Considerando a sua totalidade, a intenção comunicativa principal do texto é
Alternativas
Q3202983 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso do Sul
No que diz respeito ao Decreto n.º 2.815/2023, os integrantes da alta administração municipal
Alternativas
Q3202980 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso do Sul
O Decreto n.º 2.964/2024 estabelece que o compartilhamento de dados deve ser limitado
Alternativas
Q3202972 Economia
Sabendo-se que a inflação é o aumento generalizado do nível de preços, assinale a alternativa que descreve a(s) causa(s) da inflação de demanda. 
Alternativas
Q3202971 Economia
Os formuladores de política econômica buscam dois objetivos: inflação reduzida e baixa taxa de desemprego. Entretanto, existe um trade-off clássico desta relação no curto prazo. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta a relação de trade-off.
Alternativas
Q3202970 Economia
Quando o Governo faz políticas econômicas, ele afeta os mercados de bens e serviços e o mercado de ativos financeiros. De acordo com a curva IS do modelo IS-LM, assinale a alternativa que apresenta a descrição de um aumento da taxa de juros.
Alternativas
Q3202969 Economia
De modo geral, a macroeconomia não apresenta explicações consensuais para alguns fenômenos macroeconômicos. Assinale a alternativa que apresenta a interligação entre o lado real e o lado monetário.
Alternativas
Q3202968 Economia
Considerando uma Economia em que: C = 500 + 0,25.Yd ; T = 200 + 0,2Y; G = 200; I = 500; X = 400 e M = 200 + 0,2Y, a renda de equilíbrio nessa economia será igual a
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Q3202966 Conhecimentos Bancários
O Banco Central do Brasil (Bacen) é responsável pela execução das políticas monetárias para garantir a estabilidade econômica. Para isso, o Bacen utiliza vários instrumentos de política monetária destinados a controlar a oferta monetária, regular a liquidez do sistema financeiro e controlar a inflação. Assinale a alternativa que apresenta a descrição de uma política monetária contracionista.
Alternativas
Q3202963 Economia
O Produto Interno Bruto (PIB) é uma medida referente à renda total da produção interna, já o Produto Nacional Bruto (PNB) mede a renda total ganha pelos nacionais. Considerando as informações a seguir de uma economia hipotética: consumo privado = 400; investimento privado = 100; gastos do Governo = 50, exportações = 30; importações = 25; receita do Governo = 30; e renda Líquida Enviada ao Exterior = 15, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3202961 Economia
Existem diferentes estruturas de mercado na Economia que explicam o comportamento entre compradores e produtores. Assinale a alternativa que apresenta as seguintes características de mercado: vários produtores; muitos consumidores; produtos diferenciados; controle parcial de seus preços; poucas barreiras à entrada; e boa visibilidade.
Alternativas
Q3202960 Economia
Com base na teoria da produção com um fator de produção, é correto afirmar que
Alternativas
Q3202958 Economia
Suponha que o Smartfone tenha sua curva de demanda expressa por p = 6.300 – 0,5q, em que “p” representa o “preço” e “q” a “quantidade”. O mercado de Smartfone está equilibrado a um preço de p = $ 3.500. Quando o preço varia para p = $ 3.700, mantendo os outros fatores constantes, a quantidade se equilibra para q = 5.200. A elasticidade-preço da demanda de um bem é fundamental para compreender a reação da quantidade demandada a mudanças em seu preço. Considerando o preço inicial de mercado do Smartfone, a elasticidade-preço da demanda é de
Alternativas
Q3202956 Economia
A demanda refere-se a tudo que o consumidor deseja adquirir em determinado espaço de tempo. Já a oferta diz respeito à quantidade de bens ou serviços que os produtores/vendedores estão dispostos a vender em determinado espaço de tempo. Acerca da curva de demanda, é correto afirmar que
Alternativas
Q3202955 Economia
Assinale a alternativa que apresenta a melhor restrição orçamentária para o consumidor.
Alternativas
Q3202954 Economia
As curvas de indiferença mostram diferentes cestas de bens que proporcionam ao consumidor o mesmo nível de satisfação. Considerando as premissas básicas relacionadas às preferências dos consumidores, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Ibest Órgão: Prefeitura de Dourados - MS Provas: Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Administrador | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Assistente Social | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Assistente Social Indígena | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Auditor em Serviço de Saúde - Contador | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Auditor em Serviço de Saúde - Enfermeiro | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Auditor em Serviço de Saúde - Médico | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Biomédico | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Cirurgião Dentista /UBS | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Contador | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Economista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Educador Físico | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Infectologista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Psicólogo Indígena | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Reumatologista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Ultrassonografista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Nutricionista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Terapeuta Ocupacional | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Farmacêutico/Bioquímico | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Fiscal de Vigilância Sanitária - Enfermeiro | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Fiscal de Vigilância Sanitária - Farmacêutico | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Fiscal de Vigilância Sanitária - Médico Veterinário | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Fisioterapeuta | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Cabeça e Pescoço | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Cirurgião Geral (Pequenas Cirurgias) | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Dermatologista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Gastroenterologista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Ginecologista/Obstetra | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico/UBS | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Nefrologista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Neurocirurgião | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Neurologista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Oftalmologista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Ortopedista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico - Otorrinolaringologista | Ibest - 2024 - Prefeitura de Dourados - MS - Médico |
Q3202213 Noções de Informática
Considerando que, na plataforma Google Workspace, o Google Drive serve para armazenar, acessar e compartilhar os arquivos em um lugar seguro, assinale a alternativa que apresenta o recurso atual que, mesmo sem conexão à internet, possibilita o acesso aos arquivos.
Alternativas
Respostas
841: A
842: A
843: A
844: A
845: B
846: A
847: C
848: B
849: D
850: A
851: C
852: B
853: C
854: B
855: C
856: B
857: C
858: B
859: A
860: D