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Q3419468 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Feições geológicas no subsolo do centro de São Paulo indicam que houve um terremoto de grande magnitude há pelo menos 2,5 milhões de anos – bem pouco tempo do ponto de vista geológico. Um trabalho recente, publicado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do ABC (UFABC), é o primeiro a documentar registros de abalos sísmicos de magnitude tão alta na região.

     O estudo revela que pelo menos um grande terremoto ocorreu na região, alcançando magnitude de no mínimo 6 graus na escala Richter – o que seria suficiente para destruir boa parte do centro da cidade se ocorresse nos dias de hoje. Os pesquisadores não sabem exatamente o que pode ter causado terremoto tão intenso na capital paulista, mas uma das principais suspeitas é de que tenha sido provocado pela queda de um meteorito.

    Os bairros de Colônia e Vargem Grande foram erguidos na região onde o meteorito teria caído. Apenas na década de 1960, imagens aéreas e de satélite revelaram a cratera. Pela análise das bordas e dos sedimentos do fundo do grande buraco, é possível dizer que ele foi causado pela queda de um meteorito.

    A outra hipótese levantada pelos pesquisadores é de que o terremoto tenha sido causado por atividade tectônica. Contudo, os abalos sísmicos são raros por aqui, pois o Brasil está localizado bem no centro da placa Sul-Americana. Terremotos são muito mais frequentes em regiões onde placas diferentes se encontram justamente porque há o risco de choque entre elas. É o caso de países como o Chile ou o Japão.

    Entretanto, os cientistas alertam para a possibilidade de tremores também em outras áreas pela simples movimentação das placas. Se foi essa movimentação que provocou os abalos sísmicos, existe um risco, ainda que remoto, de ela acontecer novamente na região.


(Roberta Jansen. O que cientistas descobriram sobre grande terremoto que atingiu área da cidade de São Paulo? www.estadao.com.br, 11.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém afirmação correta quanto ao que foi tratado no texto. 
Alternativas
Q3419467 Português
Leia o texto para responder à questão.


      Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.

       Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.

     O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.

     Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.

       Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.

      Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.

        Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que a expressão destacada substitui, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, o que está entre colchetes.
Alternativas
Q3419466 Português
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      Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.

       Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.

     O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.

     Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.

       Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.

      Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.

        Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado) 
No trecho “Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo…” (2o parágrafo), a expressão destacada estabelece relação de sentido de
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Q3419465 Português
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      Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.

       Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.

     O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.

     Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.

       Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.

      Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.

        Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado) 
As vírgulas em “… os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho” (4o parágrafo) foram empregadas pelo mesmo motivo que no trecho:
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Q3419464 Português
Leia o texto para responder à questão.


      Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.

       Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.

     O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.

     Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.

       Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.

      Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.

        Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado) 
No trecho “Precisamos deles para travar a uniformização do mundo…” (7o parágrafo), o vocábulo destacado pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por: 
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Q3419463 Português
Leia o texto para responder à questão.


      Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.

       Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.

     O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.

     Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.

       Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.

      Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.

        Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado) 
Ao tratar do filme de Wim Wenders, é correto afirmar que o autor emprega
Alternativas
Q3419462 Português
Leia o texto para responder à questão.


      Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.

       Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.

     O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.

     Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.

       Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.

      Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.

        Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado) 
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que seu autor considera que 
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Q3419236 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
As licenças serão concedidas nos seguintes casos:
Alternativas
Q3419226 Direito Administrativo
As entidades dotadas de personalidade jurídica própria, que compõem a Administração Indireta do Município, classificam-se em 
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Q3419223 Legislação Municipal
Segundo a Lei Orgânica do Município de Niterói, é(são) competência(s) privativa(s) do Município 
Alternativas
Q3419222 Direito Constitucional
A competência do Município de prover tudo quanto diga respeito ao interesse local e ao bem-estar da população
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Q3419211 Direito Administrativo
Um município celebrou uma parceria com uma organização da sociedade civil, na qual há a previsão de prestação de contas nos termos da Lei nº 13.019/2014. A entidade que prestou contas à administração pública deverá manter em seu arquivo os documentos originais que compõem a prestação de contas. De acordo com a citada lei, a entidade que prestou contas à administração pública deverá manter em seu arquivo os documentos originais que compõem a prestação de contas, durante o prazo de
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Q3419204 Administração Financeira e Orçamentária
O Decreto nº 14.730/2023, que regulamenta a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos no âmbito da administração municipal, estabelece que, definido o valor estimado da contratação a ser realizada, o processo administrativo deverá ser remetido ao setor ou órgão responsável pela análise da adequação orçamentária-financeira para manifestação, que, necessariamente, abarca alguns parâmetros:
I Demonstração de que a despesa pretendida adequa-se à Lei Orçamentária Anual vigente.
II A elaboração de estudo de impacto financeiro é facultativa no caso de contratação de obras e serviços, cujo cronograma de execução se estenda por mais de um exercício financeiro, com exceção dos serviços de natureza contínua.
III Elaboração de estudo de impacto financeiro no exercício em que a despesa será criada e nos dois subsequentes, caso o objeto da contratação configure criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental.
IV Demonstração de que a despesa é compatível com as diretrizes, as metas e os objetivos previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias e no Plano Plurianual.
V Deverá ser realizada a respectiva reserva orçamentária no valor que se estima realizar no exercício financeiro em curso, em observância ao princípio do planejamento, somente para casos em que estimativa orçamentária ultrapassar 3% da Receita Corrente Líquida.
Assinale a opção que contém apenas os parâmetros corretos. 
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Q3419203 Direito Administrativo
Considerando o disposto na Lei nº 924/1991, que autorizou o Poder Executivo a criar a Fundação Municipal de Educação de Niterói (FME), avalie as afirmativas abaixo e as classifique como Verdadeiras (V) ou Falsas (F).
( ) A FME terá quadro de Pessoal regido pelo Estatuto do Magistério Municipal e pelo Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais.
( ) A FME é um pessoa jurídica de direito privado.
( ) São recursos da FME as dotações orçamentárias da União, do Estado e do Município a ela destinadas.
( ) A FME utilizará seus bens e direitos exclusivamente para a realização dos objetivos.
( ) O Poder Executivo não poderá transferir do Patrimônio Público Municipal, para a FME, bens móveis e imóveis imprescindíveis ao seu funcionamento.
Assinale a opção que contém a sequência correta, de cima para baixo.
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Q3419200 Administração Financeira e Orçamentária
Todos os entes federativos possuem limites estabelecidos pela Lei Complementar nº 101/2001 para a despesa total com pessoal. Para os municípios, esse limite é estabelecido em 60% (sessenta por cento) da 
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Q3419199 Direito Financeiro
A Lei Complementar nº 101/2001 apresenta definições e estabelece limites para a despesa com pessoal. Segundo essa Lei a despesa total com pessoal será apurada somando-se a realizada no mês em referência com as dos 11 (onze) meses 
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Q3419194 Direito Civil
A Lei nº 10.406/2002, que institui o Código Civil, estabelece que, para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la. Porém, segundo a referida lei, uma fundação somente poderá constituir-se para fins específicos de
Alternativas
Q3419193 Direito Administrativo
De acordo com a Lei nº 14.133/2021, a Lei de Licitações e Contratos Administrativos, o processo de licitação observará as seguintes fases, em sequência:
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Q3419192 Auditoria Governamental
O Decreto nº 14.744/2023, que dispõe sobre os procedimentos de Auditoria Interna Governamental, estabelece que o planejamento da auditoria deve considerar as seguintes atividades, entre outras consideradas relevantes, que devem ser devidamente documentadas. Assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q3417856 Direito Administrativo
Dispõe a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) que constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão dolosa, que enseje, efetiva e comprovadamente, perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas pela Lei. Aos agentes que praticarem tais condutas serão aplicadas as seguintes sanções no âmbito da Lei nº 8.429/1992, EXCETO:
Alternativas
Respostas
6161: C
6162: D
6163: B
6164: E
6165: C
6166: D
6167: B
6168: E
6169: E
6170: C
6171: A
6172: E
6173: A
6174: A
6175: B
6176: E
6177: C
6178: A
6179: C
6180: C