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1) No ciclo do carbono, as bactérias são responsáveis pela ciclagem de compostos orgânicos e pela nitrificação no ciclo do nitrogênio. 2) A poluição ambiental, principalmente, dos combustíveis fósseis auxilia a ciclagem dos nutrientes no ciclo do carbono. 3) Os ciclos biogeoquímicos estão relacionados com processos geológicos, hidrológicos e biológicos, sendo o movimento cíclico de um determinado elemento químico. 4) No ciclo do enxofre os fungos são responsáveis pela formação da chuva ácida. 5) Os vegetais e os animais participam do ciclo do carbono com a função de produtores e decompositores da matéria orgânica.
Estão corretas, apenas:
Texto 1
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma má-formação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
Texto 1
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma má-formação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
1) No trecho: “o ‘porque’ causa, o explicativo e o indicador de argumento” (1º parágrafo), a ausência da palavra ‘porque’ nos segmentos sublinhados compromete a leitura desse trecho. 2) Quanto às formas verbais sublinhadas no trecho: “O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês” (1º parágrafo), a ordem desses elementos adicionados indica aumento progressivo do efeito de tensão. 3) Em: “A explicação do médico é irretocável, mas seria essa a resposta ao ‘por quê’ do pai inconsolável?” (3º parágrafo), a substituição de ‘mas’ por ‘e’ não interferiria na argumentação. 4) No trecho: “No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida” (4º parágrafo) está explicitada uma relação semântica de comparação.
Estão corretas, apenas:
A reação de nitrato de prata (AgNO3) e cloreto de sódio (NaCl) em solução aquosa sob agitação manual e constante pode ser utilizada em aulas experimentais de 9º ano do Ensino Fundamental para ilustrar e discutir o tema Reações Químicas.
Visando à segurança no laboratório, a vidraria mais indicada para realizar essa atividade seria o
Um protocolo de prática em dupla visava à observação de protozoários presentes em uma infusão de alface. O primeiro estudante do grupo preparou a lâmina e analisou a amostra em microscópio óptico. Fez suas anotações e, ao final, chamou o próximo estudante. Esse, por sua vez, relatou que a imagem não estava nítida e não sabia o que fazer para resolver o problema.
O segundo estudante desconhece, no manuseio do microscópio,
A observação de epiderme de cebola consiste em uma prática simples de microscopia, através da qual é possível observar células vegetais delimitadas pela parede celular. Essa prática também permite a observação do núcleo celular, desde que o material observado seja tratado com um corante específico.
O corante que pode ser utilizado para esse fim é
Em uma aula prática envolvendo a dissecção de coração de galinha, os estudantes puderam analisar a estrutura desse órgão, em relação ao número de suas cavidades.
Os estudantes encontrarão, no coração dissecado,
Para este procedimento de limpeza, recomenda-se o uso de
Ao trabalhar o conteúdo sobre excreção humana, um professor preparou uma aula prática para analisar uma amostra de urina, através de testes com reagente de Benedict e nitrato de prata.
O uso desses reagentes permite detectar, na urina, a presença de
A segurança do trabalhador, ao manipular agentes biológicos, tem relação direta com o uso correto de equipamentos de proteção individual (EPIs) e coletiva (EPCs).
Constituem exemplos desses equipamentos, respectivamente,
De acordo com os procedimentos de biossegurança, as culturas e colônias bacterianas precisam ser descontaminadas antes do descarte, o que pode ser feito por diferentes métodos, como a esterilização por calor úmido.
O equipamento indicado para esse procedimento de esterilização é
A desinfecção das bancadas do laboratório pode ser feita utilizando-se solução de hipoclorito de sódio a 1%, deixando-a agir por 30 minutos. Essa solução pode ser preparada a partir da diluição da água sanitária comercial (solução de hipoclorito de sódio a 2,5%).
Para a preparação de 500mL da solução de desinfecção, o volume de água sanitária utilizado é de
“O microscópio é um instrumento que permite observar os objetos não perceptíveis à vista desarmada. Isso se consegue mediante um sistema óptico composto por lentes de cristal que atravessadas pela imagem do objeto ampliam-na. Segundo o número e a posição das lentes, distinguem-se o microscópio simples (lupa = microscópio estereoscópio) e o microscópio composto.”
(Disponível em: http://monografias.brasilescola.uol.com.br/medicina/microscopio.htm)
Considerando essas informações, se você tivesse disponível um microscópio estereoscópio e um microscópio composto, eles seriam os melhores instrumentos para observar, respectivamente,
Nas aulas de laboratório de Biologia, muitas vezes precisamos utilizar soluções ácidas de diferentes concentrações e, portanto, precisamos realizar diluições.
Partindo de uma solução muito concentrada (18M) de ácido sulfúrico, a forma correta de realizar esse procedimento é usar água
Um professor realizou a seguinte experiência no laboratório de Biologia: colocou em uma garrafa térmica (garrafa 1) uma mistura de água e levedo (fermento biológico) e, em outra (garrafa 2), uma mistura de água, levedo (fermento biológico) e açúcar. Ambas as garrafas foram fechadas com rolhas, nas quais haviam sido introduzidos termômetros. Imediatamente após o fechamento das garrafas, verificou-se que no interior das duas a temperatura indicada era 25ºC. As garrafas foram deixadas em repouso, em ambiente a 25ºC, por um período de 2 horas, quando novamente foi verificada a temperatura do interior de cada garrafa.
Após o período de 2 horas de experimento, o que se espera que aconteça com a temperatura no interior das duas garrafas?
O Decreto nº 5.824/2006 estabelece os procedimentos para a concessão do Incentivo à Qualificação e para a efetivação do enquadramento por nível de capacitação dos servidores integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, instituído pela Lei nº 11.091/2005.
De acordo com seus dispositivos, é INCORRETO afirmar que