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Ano: 2024 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Campo Magro - PR Provas: NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Professor de Educação Infantil (40h) | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Procurador Municipal | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Pediatra | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Cardiologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Veterinário | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Psicólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Civil | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Psiquiatra | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Reumatologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Odontólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico da Família | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Pneumologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Professor (20h) | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Contador |
Q2586560 Português

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 10.

O destino de ser mãe

A concepção e o valor da maternidade foram se transformando ao longo da história — e a ciência teve um papel fundamental nessas construções. “Não dá para falar em termos lineares e, ao longo do tempo, vemos muitas facetas de maternidade”, pontua a pesquisadora da UFPR [Marlene Tamanini]. Até a Idade Média, a maternidade era desvalorizada e as mulheres não tinham um papel de destaque na criação dos filhos. Entre os motivos que contribuíam para essa visão estavam a ênfase no poder paterno, a fragilidade física das crianças e a alta taxa de mortalidade infantil.

Durante o Renascimento (dos séculos 15 ao 17), a atenção materna às crianças começou a aparecer como valor essencial, especialmente nas classes mais abastadas. A ampliação dessas responsabilidades levou a uma crescente valorização do ideal mulher-mãe, ainda que isso não ultrapassasse o ambiente doméstico e não significasse a redução da autoridade paterna. No Ocidente, a mulher passou a ser vista como “predestinada” a ter filhos, principalmente a partir do século 18. Segundo a filósofa francesa Elisabeth Badinter, uma das mais importantes pesquisadoras da área, dois discursos diferentes confluíram para modificar a atitude da mulher em relação aos filhos: um econômico, que se apoiava em estudos demográficos demonstrando a importância do crescimento populacional para o país; e o liberalismo, que favorecia ideias de liberdade, igualdade e felicidade individual.

Para completar, um terceiro discurso, sustentado pelo desenvolvimento da biomedicina, reforçava a ideia de que era função da mulher se ocupar dos filhos. “O útero como definidor exclusivo das mulheres vira quase um fetiche dos discursos médicos. Ela passa a ser definida como um ser que se completa e se organiza no papel de mãe”, destaca Tamanini. “A maternidade entra como a solução para a vida das mulheres. Quem faz esse discurso agora é o médico, e essa construção moderna passa a ser necessária para organizar a ordem da sociedade.” [...]

Com o surgimento dos métodos contraceptivos e o avanço do movimento feminista nos anos 1960, a mulher contemporânea pode escolher não ter filhos. Entretanto, a maternidade segue um marcador social relevante. “Parece ser uma escolha individual, mas nem sempre é, porque existem muitas estruturas por trás dessa decisão. Existe uma cobrança, uma expectativa de que se não formos mães, não seremos mulheres de verdade. Às vezes ela é tão forte que faz muitas mulheres serem mães sem nem saberem por quê”, destaca a socióloga Thaís de Souza Lapa, professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenadora do laboratório de Sociologia do Trabalho na mesma universidade. Na avaliação dela, embora atualmente consigam ocupar locais não permitidos no passado, como em cargos de chefia ou cursando ensino superior, muitas mulheres ainda são vistas como “estrangeiras” nesses espaços — e a maternidade é um dos poucos lugares onde isso não acontece.

Revista Galileu, ed. 384, mar. 2024.

As ideias apresentadas pelo texto deixam ver, nas entrelinhas, uma opinião sendo defendida. O recurso utilizado predominantemente no texto para marcar essa opinião é:

Alternativas
Ano: 2024 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Campo Magro - PR Provas: NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Professor de Educação Infantil (40h) | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Procurador Municipal | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Pediatra | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Cardiologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Veterinário | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Psicólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Civil | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Psiquiatra | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Reumatologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Odontólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico da Família | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Pneumologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Professor (20h) | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Contador |
Q2586559 Português

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 10.

O destino de ser mãe

A concepção e o valor da maternidade foram se transformando ao longo da história — e a ciência teve um papel fundamental nessas construções. “Não dá para falar em termos lineares e, ao longo do tempo, vemos muitas facetas de maternidade”, pontua a pesquisadora da UFPR [Marlene Tamanini]. Até a Idade Média, a maternidade era desvalorizada e as mulheres não tinham um papel de destaque na criação dos filhos. Entre os motivos que contribuíam para essa visão estavam a ênfase no poder paterno, a fragilidade física das crianças e a alta taxa de mortalidade infantil.

Durante o Renascimento (dos séculos 15 ao 17), a atenção materna às crianças começou a aparecer como valor essencial, especialmente nas classes mais abastadas. A ampliação dessas responsabilidades levou a uma crescente valorização do ideal mulher-mãe, ainda que isso não ultrapassasse o ambiente doméstico e não significasse a redução da autoridade paterna. No Ocidente, a mulher passou a ser vista como “predestinada” a ter filhos, principalmente a partir do século 18. Segundo a filósofa francesa Elisabeth Badinter, uma das mais importantes pesquisadoras da área, dois discursos diferentes confluíram para modificar a atitude da mulher em relação aos filhos: um econômico, que se apoiava em estudos demográficos demonstrando a importância do crescimento populacional para o país; e o liberalismo, que favorecia ideias de liberdade, igualdade e felicidade individual.

Para completar, um terceiro discurso, sustentado pelo desenvolvimento da biomedicina, reforçava a ideia de que era função da mulher se ocupar dos filhos. “O útero como definidor exclusivo das mulheres vira quase um fetiche dos discursos médicos. Ela passa a ser definida como um ser que se completa e se organiza no papel de mãe”, destaca Tamanini. “A maternidade entra como a solução para a vida das mulheres. Quem faz esse discurso agora é o médico, e essa construção moderna passa a ser necessária para organizar a ordem da sociedade.” [...]

Com o surgimento dos métodos contraceptivos e o avanço do movimento feminista nos anos 1960, a mulher contemporânea pode escolher não ter filhos. Entretanto, a maternidade segue um marcador social relevante. “Parece ser uma escolha individual, mas nem sempre é, porque existem muitas estruturas por trás dessa decisão. Existe uma cobrança, uma expectativa de que se não formos mães, não seremos mulheres de verdade. Às vezes ela é tão forte que faz muitas mulheres serem mães sem nem saberem por quê”, destaca a socióloga Thaís de Souza Lapa, professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenadora do laboratório de Sociologia do Trabalho na mesma universidade. Na avaliação dela, embora atualmente consigam ocupar locais não permitidos no passado, como em cargos de chefia ou cursando ensino superior, muitas mulheres ainda são vistas como “estrangeiras” nesses espaços — e a maternidade é um dos poucos lugares onde isso não acontece.

Revista Galileu, ed. 384, mar. 2024.

De acordo com a ideia central do texto, embora com várias facetas, historicamente, o ideal de maternidade é:

Alternativas
Ano: 2024 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Campo Magro - PR Provas: NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Professor de Educação Infantil (40h) | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Procurador Municipal | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Pediatra | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Cardiologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Veterinário | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Psicólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Civil | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Psiquiatra | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Reumatologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Odontólogo | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico da Família | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Médico Pneumologista | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Professor (20h) | NC-UFPR - 2024 - Prefeitura de Campo Magro - PR - Contador |
Q2586558 Português

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 10.

O destino de ser mãe

A concepção e o valor da maternidade foram se transformando ao longo da história — e a ciência teve um papel fundamental nessas construções. “Não dá para falar em termos lineares e, ao longo do tempo, vemos muitas facetas de maternidade”, pontua a pesquisadora da UFPR [Marlene Tamanini]. Até a Idade Média, a maternidade era desvalorizada e as mulheres não tinham um papel de destaque na criação dos filhos. Entre os motivos que contribuíam para essa visão estavam a ênfase no poder paterno, a fragilidade física das crianças e a alta taxa de mortalidade infantil.

Durante o Renascimento (dos séculos 15 ao 17), a atenção materna às crianças começou a aparecer como valor essencial, especialmente nas classes mais abastadas. A ampliação dessas responsabilidades levou a uma crescente valorização do ideal mulher-mãe, ainda que isso não ultrapassasse o ambiente doméstico e não significasse a redução da autoridade paterna. No Ocidente, a mulher passou a ser vista como “predestinada” a ter filhos, principalmente a partir do século 18. Segundo a filósofa francesa Elisabeth Badinter, uma das mais importantes pesquisadoras da área, dois discursos diferentes confluíram para modificar a atitude da mulher em relação aos filhos: um econômico, que se apoiava em estudos demográficos demonstrando a importância do crescimento populacional para o país; e o liberalismo, que favorecia ideias de liberdade, igualdade e felicidade individual.

Para completar, um terceiro discurso, sustentado pelo desenvolvimento da biomedicina, reforçava a ideia de que era função da mulher se ocupar dos filhos. “O útero como definidor exclusivo das mulheres vira quase um fetiche dos discursos médicos. Ela passa a ser definida como um ser que se completa e se organiza no papel de mãe”, destaca Tamanini. “A maternidade entra como a solução para a vida das mulheres. Quem faz esse discurso agora é o médico, e essa construção moderna passa a ser necessária para organizar a ordem da sociedade.” [...]

Com o surgimento dos métodos contraceptivos e o avanço do movimento feminista nos anos 1960, a mulher contemporânea pode escolher não ter filhos. Entretanto, a maternidade segue um marcador social relevante. “Parece ser uma escolha individual, mas nem sempre é, porque existem muitas estruturas por trás dessa decisão. Existe uma cobrança, uma expectativa de que se não formos mães, não seremos mulheres de verdade. Às vezes ela é tão forte que faz muitas mulheres serem mães sem nem saberem por quê”, destaca a socióloga Thaís de Souza Lapa, professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenadora do laboratório de Sociologia do Trabalho na mesma universidade. Na avaliação dela, embora atualmente consigam ocupar locais não permitidos no passado, como em cargos de chefia ou cursando ensino superior, muitas mulheres ainda são vistas como “estrangeiras” nesses espaços — e a maternidade é um dos poucos lugares onde isso não acontece.

Revista Galileu, ed. 384, mar. 2024.

A partir das ideias apresentadas no texto, infere-se que:

Alternativas
Q2573477 Medicina
É vedado ao médico revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente. Em qual situação a seguir a obrigação de sigilo está INCORRETA?
Alternativas
Q2573472 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 78 anos, com demência de Alzheimer moderada, dependente para atividades básicas de vida diária e câncer de mama avançado, evolui em classe funcional IV, com edema de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Realizou ecocardiograma, que detectou estenose aórtica importante. 

Qual a melhor opção terapêutica para o caso? 
Alternativas
Q2573471 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 78 anos, com demência de Alzheimer moderada, dependente para atividades básicas de vida diária e câncer de mama avançado, evolui em classe funcional IV, com edema de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Realizou ecocardiograma, que detectou estenose aórtica importante. 

Qual dos critérios ecocardiográficos relacionados corresponde ao diagnóstico em questão? 
Alternativas
Q2573470 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 45 anos, com antecedentes de hipercolesterolemia familiar e miocardiopatia isquêmica, FEVE 33%, em atual classe funcional NYHA II, em tratamento clínico otimizado. 

Caso confirmada a deficiência de ferro, qual a medicação com maior benefício para a reposição de ferro em pacientes com insuficiência cardíaca? 
Alternativas
Q2573469 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 45 anos, com antecedentes de hipercolesterolemia familiar e miocardiopatia isquêmica, FEVE 33%, em atual classe funcional NYHA II, em tratamento clínico otimizado. 

Trata-se de indicação de reposição de ferro na paciente em questão:
Alternativas
Q2573468 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Homem, 57 anos, com miocardiopatia chagásica, FEVE 33%, em uso de CDI por profilaxia secundária, atualmente assintomático, com tratamento clínico otimizado, sob reabilitação cardíaca. Diagnóstico há dois anos; foi internado em classe funcional NYHA IV. 

Confirma o diagnóstico de insuficiência cardíaca, conforme os critérios de Framingham, a presença de:
Alternativas
Q2573467 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Homem, 57 anos, com miocardiopatia chagásica, FEVE 33%, em uso de CDI por profilaxia secundária, atualmente assintomático, com tratamento clínico otimizado, sob reabilitação cardíaca. Diagnóstico há dois anos; foi internado em classe funcional NYHA IV. 

Qual a classificação do estágio da insuficiência cardíaca do paciente? 
Alternativas
Q2573465 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Homem, 87 anos, com antecedentes de hiperplasia benigna prostática, osteoartrose de quadril e fragilidade, foi diagnosticado com hipertensão arterial sistêmica durante avaliação ambulatorial. 

O limiar de pressão arterial sistólica para início de tratamento medicamentoso em idosos frágeis é maior ou igual a:
Alternativas
Q2573464 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Homem, 87 anos, com antecedentes de hiperplasia benigna prostática, osteoartrose de quadril e fragilidade, foi diagnosticado com hipertensão arterial sistêmica durante avaliação ambulatorial. 

NÃO deve ser utilizado como monoterapia inicial nesse paciente o seguinte medicamento:
Alternativas
Q2541285 Medicina
Um homem de 58 anos chega à emergência com dor torácica súbita, opressiva e intensa, irradiando-se para o braço esquerdo, acompanhada de sudorese profunda e falta de ar. Ele relata histórico de hipertensão arterial e tabagismo de longa data. Durante a avaliação inicial, seu eletrocardiograma (ECG) revela elevação do segmento ST nas derivações anteriores e laterais.
Baseado no cenário clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável e qual o próximo passo no manejo desse paciente?
Alternativas
Q2541284 Medicina
Qual exame é indicado para avaliar diretamente a anatomia das valvas cardíacas, identificando a presença de estenose ou insuficiência valvar? 
Alternativas
Q2541283 Medicina
Durante uma consulta de rotina, um paciente relata que vem experimentando dor em membros inferiores ao caminhar por longas distâncias, além de apresentar sensação de formigamento e fraqueza nas pernas. Ele também menciona histórico familiar de doença cardiovascular.
Considerando esses sintomas, qual condição cardiometabólica seria mais apropriada para investigação adicional?
Alternativas
Q2541282 Medicina
Um paciente de 72 anos, com histórico de hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dor torácica, fadiga e sensação de palpitações. Ao exame físico, a pressão arterial é de 130/80 mmHg, a frequência cardíaca é de 120 bpm e irregular, e a frequência respiratória é de 24 ipm. A ausculta cardíaca revela um ritmo cardíaco irregularmente irregular e um sopro diastólico no foco aórtico. O exame pulmonar é significativo para sibilos difusos.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q2541281 Medicina
Qual das seguintes afirmações é VERDADEIRA sobre a endocardite infecciosa?
Alternativas
Q2541280 Medicina
Um paciente apresenta dispnéia progressiva, edema de membros inferiores e hepatomegalia. Durante a avaliação, é identificada uma sobrecarga de pressão no ventrículo direito do coração.
Qual das seguintes condições está mais fortemente associada a esses achados clínicos?
Alternativas
Q2541279 Medicina
Sobre a relação entre cardiopatia e gravidez, avalie as afirmações abaixo: 
I. Mulheres com cardiopatia congênita podem ter um aumento no risco de complicações durante a gravidez devido à sobrecarga hemodinâmica adicional.
II. Mulheres com cardiopatia adquirida, como valvulopatias, geralmente não enfrentam riscos aumentados durante a gravidez, desde que a função cardíaca seja preservada.
III. Mulheres com cardiomiopatia hipertrófica têm um risco aumentado de complicações durante a gravidez devido ao aumento da demanda cardíaca e ao risco de arritmias.
IV. As mulheres com síndrome de Marfan são aconselhadas a evitar a gravidez devido ao risco de dissecção aórtica durante o período gestacional.
Quais das afirmações acima são VERDADEIRAS?
Alternativas
Q2541278 Medicina
Um paciente de 50 anos é diagnosticado com um tumor cardíaco primário. Durante a investigação diagnóstica, é observado que o tumor está localizado no átrio esquerdo, apresenta alta vascularização e é composto por células fusiformes com núcleos alongados e citoplasma eosinofílico.
Qual é o diagnóstico mais provável para este paciente?
Alternativas
Respostas
1821: D
1822: B
1823: A
1824: D
1825: C
1826: D
1827: C
1828: D
1829: C
1830: C
1831: C
1832: A
1833: A
1834: B
1835: D
1836: B
1837: D
1838: D
1839: A
1840: B