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Q2162131 Português
       A linguagem humana evoluiu ancorada na matemática: a exatidão dos números ajudou o homem a investigar o encadeamento dos fatos e a coerência presente nele. Isso se reflete na maneira como nos comunicamos, explorando o raciocínio lógico para argumentar, fazer inferências e elaborar hipóteses.
        A História, portanto, deve muito aos gênios da matemática. Desde as primeiras descobertas, na Grécia Antiga, muitas invenções e revoluções foram realizadas com ferramentas dessa ciência. A astronomia, por exemplo, é uma área do conhecimento completamente dependente dela.
     Por meio de cálculos astronômicos, a agricultura tornou-se possível e se desenvolveu. A compreensão dos ciclos naturais levou estudiosos do passado a criar cronogramas precisos de plantio e colheita, que fizeram prosperar muitas culturas, como é o caso dos povos incas.
         Além disso, grandes obras de engenharia e arquitetura foram possíveis graças a matemática. A construção das pirâmides do Egito, por exemplo, exigiu o domínio de muitos conceitos dessa área: ângulos, relações de razão e proporção e segmento áureo, entre outros.
       O computador só existe porque os números existem. Todos os equipamentos tecnológicos que conhecemos funcionam com base em dados de programação – que são matemática pura! Indiretamente, tudo aquilo que depende de tecnologia tem alguma relação com essa disciplina.
     Isso significa que garantir e preservar esse conhecimento é muito fundamental. Não para entender assuntos difíceis de economia (se possível, ótimo!), mas para dialogar melhor com a realidade da vida social. É importante saber que a matemática está em tudo: no relógio, nas plantas, na previsão do tempo, nos jogos de tabuleiro…
       Assim, aprender matemática na escola não precisa ser um tédio. Reconhecer que tudo ao nosso redor pode ser olhado por um viés matemático torna esse saber significativo e aplicável. Sobretudo, a matemática é flexível: mesmo com suas regras, ela muda e evolui. Quando os pais e as escolas incentivam os alunos a simplesmente decorar fórmulas e regras, acabam impedindo-os de descobrir essa riqueza. O melhor jeito de ensinar e aprender essa ciência fantástica é reconhecer seu caráter permeável, trabalhável – transformando-a em uma amiga.

(Fonte: O Futuro Agora - adaptado.)
De acordo com o texto, o que significa olhar a realidade por um viés matemático? 
Alternativas
Q2162130 Português
       A linguagem humana evoluiu ancorada na matemática: a exatidão dos números ajudou o homem a investigar o encadeamento dos fatos e a coerência presente nele. Isso se reflete na maneira como nos comunicamos, explorando o raciocínio lógico para argumentar, fazer inferências e elaborar hipóteses.
        A História, portanto, deve muito aos gênios da matemática. Desde as primeiras descobertas, na Grécia Antiga, muitas invenções e revoluções foram realizadas com ferramentas dessa ciência. A astronomia, por exemplo, é uma área do conhecimento completamente dependente dela.
     Por meio de cálculos astronômicos, a agricultura tornou-se possível e se desenvolveu. A compreensão dos ciclos naturais levou estudiosos do passado a criar cronogramas precisos de plantio e colheita, que fizeram prosperar muitas culturas, como é o caso dos povos incas.
         Além disso, grandes obras de engenharia e arquitetura foram possíveis graças a matemática. A construção das pirâmides do Egito, por exemplo, exigiu o domínio de muitos conceitos dessa área: ângulos, relações de razão e proporção e segmento áureo, entre outros.
       O computador só existe porque os números existem. Todos os equipamentos tecnológicos que conhecemos funcionam com base em dados de programação – que são matemática pura! Indiretamente, tudo aquilo que depende de tecnologia tem alguma relação com essa disciplina.
     Isso significa que garantir e preservar esse conhecimento é muito fundamental. Não para entender assuntos difíceis de economia (se possível, ótimo!), mas para dialogar melhor com a realidade da vida social. É importante saber que a matemática está em tudo: no relógio, nas plantas, na previsão do tempo, nos jogos de tabuleiro…
       Assim, aprender matemática na escola não precisa ser um tédio. Reconhecer que tudo ao nosso redor pode ser olhado por um viés matemático torna esse saber significativo e aplicável. Sobretudo, a matemática é flexível: mesmo com suas regras, ela muda e evolui. Quando os pais e as escolas incentivam os alunos a simplesmente decorar fórmulas e regras, acabam impedindo-os de descobrir essa riqueza. O melhor jeito de ensinar e aprender essa ciência fantástica é reconhecer seu caráter permeável, trabalhável – transformando-a em uma amiga.

(Fonte: O Futuro Agora - adaptado.)
Conforme o texto, a matemática:
Alternativas
Q4016587 História
"No dia 07 de Setembro é comemorado a independência do Brasil, neste dia D. Pedro 1º proclamou o grito de independência às margens do rio Ipiranga e o Brasil se consolidou como uma nação independente".

Acesso em: https://www.al.sp.gov.br/noticia

No ano de 2022 o Brasil comemora:
Alternativas
Q4016586 Atualidades
Um grupo de países de mercado emergente formado pelo (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) poderá receber dois novos integrantes: o Irã e a Argentina.

Acesso em: https://g1.globo.com (Adptado)

Assinale a alternativa que corresponde ao grupo em questão no qual o Brasil faz parte:
Alternativas
Q4016585 Português
Analise os excertos abaixo:

Excerto I

O município de Mondaí, conhecido como a Capital da Fruta.

Excerto II

Mondaí é banhado por por três rios: Uruguai, das Antas e Araranguá.

Do que se afirma os excertos acima, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4016584 Legislação Municipal
De acordo com o Art.18 da Lei Orgânica do Município de Mondaí-SC o número de vereadores é fixado:
Alternativas
Q4016583 História
Um conflito que ocorreu em um região disputada por Santa Catarina e Paraná entre os anos 1912 e 1916, que teve como motivação insatisfação política e por um elemento religioso, o messianismo.

O contexto acima, condiz com a:
Alternativas
Q4016582 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte.

Assinale a opção que contenha apenas substantivos.
Alternativas
Q4016581 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.

Ainda assim, ele reconheceu.



O tipo de sujeito presente na frase é conhecido como sujeito: 

Alternativas
Q4016580 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV.

O verbo presente na frase denomina-se verbo:
Alternativas
Q4016579 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores.



Assinale a opção CORRETA quanto à morfologia.

Alternativas
Q4016578 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.

O maior perdedor dessa guerra fosse a TV convencional.


Assinale a opção cujo verbo encontra-se no pretérito mais que perfeito do indicativo.

Alternativas
Q4016577 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada.

Assinale a opção CORRETA quanto ao predicado da frase.
Alternativas
Q4016576 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora.

Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação, 'mantendo o sentido original da frase'. 
Alternativas
Q4016575 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica.
Alternativas
Q4016574 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Existe uma concorrência acirrada entre os canais de entretenimento, sendo que alguns crescem, outros tendem a desaparecer.

De acordo com o texto: 
Alternativas
Q4016573 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.

A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício.



Na frase, encontram-se:

Alternativas
Q4016572 Pedagogia
Segundo a Constituição Federal, serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar: 
Alternativas
Q4016571 Pedagogia
O ambiente das creches deve ser cuidado com muita atenção para que seja limpo, seguro e confortável, com boa ventilação e objetos sempre higienizados. Para que esta prática seja mantida, o profissional responsável precisa ter conhecimentos mínimos sobre:
Alternativas
Q4016570 Pedagogia
Os problemas de aprendizagem podem ser consequência de fatores diferentes como os físicos, psíquicos ou sociais, mas os danos causados ao desenvolvimento da criança são preocupantes de toda forma. Qual dos itens abaixo cita um transtorno que, comprovadamente, prejudica de forma significativa o processo de aprendizagem da criança?
Alternativas
Respostas
1701: A
1702: A
1703: D
1704: D
1705: A
1706: A
1707: B
1708: C
1709: C
1710: A
1711: C
1712: B
1713: D
1714: C
1715: B
1716: D
1717: A
1718: D
1719: A
1720: A