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Q570104 Segurança e Saúde no Trabalho
Na questão identifique qual a doença ocupacional se refere 

A lesão pulmonar pode gerar outros problemas mais graves, por isso demanda cuidados médicos imediatos e especiais. É comum em trabalhadores que têm contato direto com a fumaça do carvão, por inalarem diferentes agentes prejudiciais à saúde:  
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Q570103 Segurança e Saúde no Trabalho
Na questão identifique qual a doença ocupacional se refere  

Doença pulmonar, que atinge trabalhadores da indústria algodoeira, por ser causada pela poeira das fibras de algodão, do linho ou do cânhamo:  
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Q570102 Segurança e Saúde no Trabalho
Na questão identifique qual a doença ocupacional se refere  

Comum em trabalhadores de minas de ferro, que acabam desenvolvendo uma falta de ar constante por conta da inalação de partículas microscópicas de ferro, que se alojam nos bronquíolos:  
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Q570101 Segurança e Saúde no Trabalho
Quando um trabalhador se acidenta repetidamente, cabe ao médico do trabalho:  
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Q570100 Segurança e Saúde no Trabalho
A localização do serviço médico em uma empresa de grande porte, com atividade industrial diversa, deve ser: 
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Q570098 Noções de Informática
Ao utilizar o software de planilha de cálculo Microsoft Excel®, um dos recursos interessantes do mesmo é permitir que ao copiar uma célula ou um conjunto de células, as fórmulas sejam ajustadas nas células de destino. Porém em alguns casos esta característica pode não ser bem-vinda e, para tanto existe uma forma específica para determinar o que deve ser mantido, sem qualquer alteração, seja quanto a coluna, quanto a linha, ou ambas. Portanto, qual das fórmulas abaixo indica que apenas a coluna seja alterada em uma eventual cópia:  
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Q570095 Noções de Informática
Pedro tem em uma planilha no Microsoft Excel® uma célula com a fórmula: =SE(B6>=C6;SE(B6>=D6;B6;D6);SE(C6>=D6;C6;D6)), qual vai ser o valor apresentado por esta célula se os valores presentes em B6, C6 e D6 são respectivamente: 3 (três), 5 (cinco) e 2 (dois):
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Q570087 Português

A importância do ato de ler

Paulo Freire 


1º   Rara tem sido a vez, ao longo de tantos anos de prática pedagógica, por isso política, em que me tenho permitido a tarefa de abrir, de inaugurar ou de encerrar encontros ou congressos. 
2º   Aceitei fazê-lo agora, da maneira, porém, menos formal possível. Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler.  
3º   Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na descodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, em que senti levado – e até gostosamente – a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio _____ mim constituindo. Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância” dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura” do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavra mundo”. 
4º   A retomada da infância distante, buscando _____ compreensão do meu ato de “ler” o mundo particular em que me ouvia – e até onde não sou traído pela memória –, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, re-vivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra. Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, algumas delas como se fossem gente, tal a intimidade entre nós – à sua sombra brincava e em seus galhos mais dóceis à minha altura eu me experimentava _____ riscos menores que me  preparavam para riscos e aventuras maiores. A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe –, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, Andrei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto – em cuja percepção me experimentava e, quanto mais o fazia, mais aumentava a capacidade de perceber – se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo _____ meu trato com eles, nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 12. ed. São Paulo: Cortez, 1986. p. 11-3.  
Assinale a alternativa em que as palavras recebem acento gráfico pela mesma norma gramatical: 
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Q570086 Português

A importância do ato de ler

Paulo Freire 


1º   Rara tem sido a vez, ao longo de tantos anos de prática pedagógica, por isso política, em que me tenho permitido a tarefa de abrir, de inaugurar ou de encerrar encontros ou congressos. 
2º   Aceitei fazê-lo agora, da maneira, porém, menos formal possível. Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler.  
3º   Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na descodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, em que senti levado – e até gostosamente – a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio _____ mim constituindo. Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância” dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura” do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavra mundo”. 
4º   A retomada da infância distante, buscando _____ compreensão do meu ato de “ler” o mundo particular em que me ouvia – e até onde não sou traído pela memória –, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, re-vivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra. Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, algumas delas como se fossem gente, tal a intimidade entre nós – à sua sombra brincava e em seus galhos mais dóceis à minha altura eu me experimentava _____ riscos menores que me  preparavam para riscos e aventuras maiores. A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe –, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, Andrei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto – em cuja percepção me experimentava e, quanto mais o fazia, mais aumentava a capacidade de perceber – se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo _____ meu trato com eles, nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 12. ed. São Paulo: Cortez, 1986. p. 11-3.  
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto: 
Alternativas
Q569193 Português
A importância do ato de ler 

                                                                                                                            Paulo Freire  

1º Rara tem sido a vez, ao longo de tantos anos de prática pedagógica, por isso política, em que me tenho permitido a tarefa de abrir, de inaugurar ou de encerrar encontros ou congressos.

2º Aceitei fazê-lo agora, da maneira, porém, menos formal possível. Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler.

3º Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na descodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, em que senti levado – e até gostosamente – a “reler" momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio _____ mim constituindo. Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância" dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura" do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavra mundo".

4º A retomada da infância distante, buscando _____ compreensão do meu ato de “ler" o mundo particular em que me ouvia – e até onde não sou traído pela memória –, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, re-vivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra. Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, algumas delas como se fossem gente, tal a intimidade entre nós – à sua sombra brincava e em seus galhos mais dóceis à minha altura eu me experimentava _____ riscos menores que me preparavam para riscos e aventuras maiores. A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe –, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, Andrei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos", as “palavras", as “letras" daquele contexto – em cuja percepção me experimentava e, quanto mais o fazia, mais aumentava a capacidade de perceber – se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo _____ meu trato com eles, nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais.

                     FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 12. ed. São Paulo: Cortez, 1986. p. 11-3.
A conjunção “mas" destacada no terceiro parágrafo do texto, pode ser substituída, sem prejuízo para o significado do período por:  
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Q559599 Medicina

Homem, 69 anos, hipertenso, relata que aproximadamente 5 horas antes de sua admissão hospitalar, iniciou quadro de dor precordial de forte intensidade, opressiva, irradiada para a região cervical esquerda, acompanhada de dispneia. Ficou em repouso, obtendo alívio parcial da dor torácica, contudo permaneceu com dispneia. Tem história de tabagismo de longa data, e “bronquite” diagnosticada após os 50 anos de idade. Com a persistência do desconforto torácico e da dispneia, procurou setor de urgência de um Hospital.

Exame físico na admissão: Paciente orientado, referindo dispneia e leve desconforto torácico. Ritmo cardíaco regular. Bulhas normofonéticas. Presença de terceira bulha (B3) e turgência jugular patológica. Estertores crepitantes à ausculta das bases pulmonares e sibilos difusos.

PA: 158 x 88 mmHg. FC: 88 bpm. FR: 25 irpm

Eletrocardiograma: Ritmo sinusal. Intervalo PR em torno de 226 ms. Infradesnivelamento do segmento ST (em torno de 2 mm), com inversão da onda T em parede anterior (D1, aVL e de V1 a V6).

Enquanto aguarda os resultados dos demais exames, além de ácido acetilsalicílico, nitrato e medidas de suporte clínico, está indicado o uso de

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Q559598 Psiquiatria

Paciente do sexo feminino, 69 anos, foi atendida com um quadro de febre alta e dor na região lombar à direita. De acordo com os exames complementares, foi diagnosticada pielonefrite em rim direito. Após o quarto dia de internação no Centro de Terapia Intensiva, evoluiu com alteração do nível de consciência. Durante avaliação clínica pelo médico plantonista, foi aventada a hipótese de delirium.

Das manifestações clínicas apresentadas, a mais característica e que deve sempre ser avaliada na suspeita de delirium é:

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Q559597 Medicina
Na classificação do diabetes mellitus, constitui critério para o diagnóstico do tipo de diabetes a observação do seguinte:
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Q559596 Psiquiatria
No manejo clínico do tratamento medicamentoso da depressão na fase aguda, deve-se observar o seguinte:
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Q559594 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual dos quadros clínicos abaixo, relacionado com populações trabalhadoras específicas, pode ser considerado como DORT (Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho)?
Alternativas
Q559593 Segurança e Saúde no Trabalho

O trabalho em turnos no Brasil é regido pela Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) e pelo Ministério do Trabalho.

Com relação a esse tipo de trabalho e àquilo que dispõe a legislação, tem-se que:

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Q559592 Segurança e Saúde no Trabalho
Quais atividades representam uma etapa do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional — PCMSO?
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Q559591 Segurança e Saúde no Trabalho

Um trabalhador de oficina mecânica apresenta um quadro de anemia e transaminases aumentadas. Foi avaliado pelo médico clínico, que suspeitou de algum tipo de intoxicação no trabalho.

Que agentes deverão ser os causadores desse dano?

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Q559590 Segurança e Saúde no Trabalho

Um paciente com doença crônico-degenerativa, em curso de tratamento há 3 anos no ambulatório de reumatologia de um hospital conveniado ao seu plano de saúde, apresentou certa complicação osteomusculoarticular que, segundo seu médico assistente, carece de medicação importada da Alemanha, para seu efetivo controle.

Diante do quadro descrito, e em consonância com os requisitos dispostos na Lei nº 9.656/99, que regulamenta a cobertura do plano-referência de assistência à saúde que as operadoras de planos de saúde privados são obrigadas a cumprir, infere-se que a seguradora em tela

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Q559589 Segurança e Saúde no Trabalho

A Farmacoeconomia é uma ferramenta que auxilia na identificação de produtos e serviços farmacêuticos capazes de conciliar as necessidades terapêuticas com as possibilidades de custeio. Utiliza instrumentos de análise econômica para examinar os resultados ou o impacto dos diversos tratamentos alternativos e intervenções relacionadas com os cuidados em saúde. A avaliação econômica é o processo pelo qual os custos de programas, sistemas, serviços ou atividades de saúde são comparados com outras alternativas e suas consequências, verificando se ocorreu melhoria na atenção à saúde da população atendida ou uma utilização mais adequada dos recursos. Seus principais usuários são os administradores de hospitais ou de planos de saúde, as companhias farmacêuticas, o Governo, os formuladores de política econômica e os pesquisadores.

Considerado-se o entendimento acima exposto, conclui-se que

Alternativas
Respostas
10061: D
10062: E
10063: A
10064: E
10065: C
10066: E
10067: A
10068: D
10069: E
10070: B
10071: D
10072: E
10073: D
10074: A
10075: E
10076: D
10077: C
10078: B
10079: D
10080: D