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Diante do quadro apresentado, a conduta mais adequada é
Após 6 horas, foi observado quadro de edema agudo de pulmão. ECG: ritmo de fibrilação atrial taquicárdico de 105 bpm. Nota-se supradesnivelamento do segmento ST de V1-V6 de 4 mm. Ecocardiograma identificou área de acinesia ântero-apical do ventrículo esquerdo (VE), com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30%. A paciente foi submetida ao cateterismo cardíaco, que evidenciou artérias coronárias normais. Realizou ressonância cardíaca, sendo observadas disfunção leve de 44% e discreta hipocinesia apical do VE (realizada após 48h da admissão hospitalar).
O cardiointensivista definiu como principal hipótese diagnóstica:
O time de IC resolveu indicar reposição do ferro, objetivando promover o seguinte desfecho clínico:
O paciente foi encaminhado pelo médico de família que, ao solicitar um ecodopplercardiograma, identificou o seguinte achado de mau prognóstico:
O cardiologista clínico suspeita,como causa da miocardiopatia, de
O seguinte achado, obtido por meio do ecodopplercardiograma do paciente, favorece a presença de hipertrofia fisiológica
O cardioncologista foi chamado e sua principal hipótese diagnostica foi de
Seu médico pediu um holter, que detectou bradicardia, durante o sono, de 30 bpm e pausas de 2,7 segundos. Ele está preocupado com a possibilidade de que vai precisar colocar um marcapasso.
O seguinte exame deve ser solicitado para esclarecer a causa da bradicardia:
Tomografia computorizada realizada evidenciou espessura pericárdica de 2 mm. Seu estudo hemodinâmico invasivo, apresenta os seguintes achados: fração de ejeção do ventrículo direito de 54%, pressão arterial direita de 16 mmHg, pressão de oclusão da artéria pulmonar de 19 mmHg, pressão diastólico final do ventrículo esquerdo de 22 mmHg, pressão sistólica da artéria pulmonar de 44 mmHg, índice cardíaco de 2,6 L/min/m2 .
Na análise das curvas de pressão intracardíaca nota-se aspecto em raiz quadrada e ausência de mudanças das pressões intracavitárias dos ventrículos, durante manobras respiratórias, não evidenciando interdependência ventricular.
O cardiologista, perante esses achados clínico-hemodinâmicos, apresentou corretamente o seguinte diagnóstico:
Na ausculta, o seguinte achado corrobora o raciocínio clínico de pericardite constritiva:
Esse tipo especial de dispneia identificada pelo paciente, denomina-se
Durante a manobra de valsalva, o gradiente sistólico na via de saída do VE foi de 20 mmHg. Teste de esforço e holter normais. Não há história de morte súbita na família.
Em relação à prática de exercícios físicos por parte do paciente, o cardiologista fez a seguinte recomendação baseada nas atuais diretrizes:
Frente aos achados morfofuncionais do ventrículo esquerdo presentes na ressonância cardíaca, o time cardiológico estabeleceu o diagnóstico de
A paciente apresentou um exame prévio de angiotomografia coronária, que não revelou obstruções nas artérias coronárias e mostrou zero de escore de cálcio. A paciente queria entender por que o exame realizado previamente não foi útil para prever o seu quadro de infarto.
O médico especializado em cardioimagem, apresentou a seguinte explicação, baseada em evidências:
O cardiointensivista identificou a mais provável etiologia dessa intercorrência no pós-operatório imediato, entre as opções a seguir, como
O seguinte medicamento pode ocasionar esse tipo de distúrbio acidobásico e metabólico:
A seguinte informação adicional é importante no planejamento cirúrgico da aorta ascendente:
A paciente deve ser portadora de
O cardiologista solicitou um ecodopplercardiograma que evidenciou um gradiente médio de 30 mmHg, índice de volume sistólico do ventrículo esquerdo menor do que 35 mL/m2 e área valvar aórtica < 1,1 cm2 ( janela acústica difícil).
O seguinte exame, não invasivo, foi solicitado para confirmar a gravidade da estenose aórtica: