Paciente feminina, 60 anos, portadora de hipertensão arteria...
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Ano: 2025
Banca:
FGV
Órgão:
EBSERH
Provas:
FGV - 2025 - EBSERH - Área de Atuação - Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
|
FGV - 2025 - EBSERH - Área de Atuação - Ecocardiografia |
FGV - 2025 - EBSERH - Área de Atuação - Eletrofisiologia Clínica Invasiva |
FGV - 2025 - EBSERH - Área de Atuação - Ergometria |
Q3720220
Medicina
Paciente feminina, 60 anos, portadora de hipertensão arterial
leve. Apresentou súbita cefaleia pulsátil intensa, seguida de
convulsões e rigidez da nuca, seguidas de coma profundo (escala
de Glasgow 3). Angioressonância realizada identificou aneurisma
roto da artéria comunicante anterior.
Após 6 horas, foi observado quadro de edema agudo de pulmão. ECG: ritmo de fibrilação atrial taquicárdico de 105 bpm. Nota-se supradesnivelamento do segmento ST de V1-V6 de 4 mm. Ecocardiograma identificou área de acinesia ântero-apical do ventrículo esquerdo (VE), com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30%. A paciente foi submetida ao cateterismo cardíaco, que evidenciou artérias coronárias normais. Realizou ressonância cardíaca, sendo observadas disfunção leve de 44% e discreta hipocinesia apical do VE (realizada após 48h da admissão hospitalar).
O cardiointensivista definiu como principal hipótese diagnóstica:
Após 6 horas, foi observado quadro de edema agudo de pulmão. ECG: ritmo de fibrilação atrial taquicárdico de 105 bpm. Nota-se supradesnivelamento do segmento ST de V1-V6 de 4 mm. Ecocardiograma identificou área de acinesia ântero-apical do ventrículo esquerdo (VE), com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30%. A paciente foi submetida ao cateterismo cardíaco, que evidenciou artérias coronárias normais. Realizou ressonância cardíaca, sendo observadas disfunção leve de 44% e discreta hipocinesia apical do VE (realizada após 48h da admissão hospitalar).
O cardiointensivista definiu como principal hipótese diagnóstica: