Mulher de 50 anos, natural da Paraíba, aos 15 anos apresento...
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Ano: 2025
Banca:
FGV
Órgão:
EBSERH
Provas:
FGV - 2025 - EBSERH - Área de Atuação - Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
|
FGV - 2025 - EBSERH - Área de Atuação - Ecocardiografia |
FGV - 2025 - EBSERH - Área de Atuação - Eletrofisiologia Clínica Invasiva |
FGV - 2025 - EBSERH - Área de Atuação - Ergometria |
Q3720209
Medicina
Mulher de 50 anos, natural da Paraíba, aos 15 anos apresentou
um linfoma, tendo sido submetida a sessões de quimioterapia e
radioterapia (região mediastinal). Atualmente apresenta fadiga,
dispneia aos pequenos esforços, anasarca e pressão venosa
jugular elevada.
Tomografia computorizada realizada evidenciou espessura pericárdica de 2 mm. Seu estudo hemodinâmico invasivo, apresenta os seguintes achados: fração de ejeção do ventrículo direito de 54%, pressão arterial direita de 16 mmHg, pressão de oclusão da artéria pulmonar de 19 mmHg, pressão diastólico final do ventrículo esquerdo de 22 mmHg, pressão sistólica da artéria pulmonar de 44 mmHg, índice cardíaco de 2,6 L/min/m2 .
Na análise das curvas de pressão intracardíaca nota-se aspecto em raiz quadrada e ausência de mudanças das pressões intracavitárias dos ventrículos, durante manobras respiratórias, não evidenciando interdependência ventricular.
O cardiologista, perante esses achados clínico-hemodinâmicos, apresentou corretamente o seguinte diagnóstico:
Tomografia computorizada realizada evidenciou espessura pericárdica de 2 mm. Seu estudo hemodinâmico invasivo, apresenta os seguintes achados: fração de ejeção do ventrículo direito de 54%, pressão arterial direita de 16 mmHg, pressão de oclusão da artéria pulmonar de 19 mmHg, pressão diastólico final do ventrículo esquerdo de 22 mmHg, pressão sistólica da artéria pulmonar de 44 mmHg, índice cardíaco de 2,6 L/min/m2 .
Na análise das curvas de pressão intracardíaca nota-se aspecto em raiz quadrada e ausência de mudanças das pressões intracavitárias dos ventrículos, durante manobras respiratórias, não evidenciando interdependência ventricular.
O cardiologista, perante esses achados clínico-hemodinâmicos, apresentou corretamente o seguinte diagnóstico: