Foram encontradas 13.781 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A diferenciação entre transtorno bipolar e transtorno de personalidade borderline é um desafio clínico. Sobre esse diagnóstico, considere as seguintes afirmativas:
1. No transtorno de personalidade borderline, a autoagressão é um sintoma muito comum.
2. A instabilidade emocional faz parte dos dois diagnósticos, mas tende a ser mais espontânea no bipolar e mais causada por gatilhos no borderline.
3. O transtorno de personalidade borderline é mais comum em mulheres que em homens.
Assinale a alternativa correta.
A clozapina é o antipsicótico de escolha para o tratamento da esquizofrenia refratária. Sobre sua farmacologia e uso clínico, considere as seguintes afirmativas:
1. A clozapina é mais eficaz que os demais antipsicóticos, por bloquear os receptores da dopamina D2 com maior potência e afinidade.
2. O ganho de peso é um efeito adverso comum na clozapina, bem como a sialorreia, enquanto a miocardite é menos comum, porém potencialmente fatal.
3. Devido ao risco de agranulocitose, é indicada a solicitação de hemogramas seriados no início do tratamento com clozapina, com controle de leucócitos.
4. Pacientes que não respondem ao tratamento com clozapina são chamados de super-refratários, e uma das estratégias de tratamento, nesses casos, é a eletroconvulsoterapia.
Assinale a alternativa correta.
Sobre o transtorno afetivo bipolar, considere as seguintes afirmativas:
1. O carbonato de lítio é eficaz no tratamento nas fases de mania, depressão e manutenção.
2. Os ISRS podem ser usados em fases depressivas do quadro bipolar, desde que acompanhados de um estabilizador de humor, como carbonato de lítio ou ácido valproico.
3. O transtorno afetivo bipolar do tipo III é aquele em que existe uma ciclagem rápida entre hipomania e depressão.
4. Em um quadro de mania, seja ela com sintomas disfóricos ou eufóricos, é comum o aumento de energia.
Assinale a alternativa correta.
O que a vitória de Donald Trump pode ensinar à esquerda global
Após as eleições municipais, velhos clichês voltaram à tona, como que o povo brasileiro não sabe votar porque é ignorante e manipulado. A coisa fica mais complexa quando vemos que essa fórmula, em tese, não se aplicaria para o eleitorado do país mais rico do mundo que votou em Donald Trump, nem para a classe trabalhadora britânica, que virou pró-Brexit.
Tal como no início do século XX, a onda conservadora é uma reação global às diversas insurgências de massas por mudanças radicais que caracterizaram o século XXI.
O quadro piora quando pensamos que as esquerdas e o campo progressista de um modo geral estão muito mais fragmentados hoje, em comparação com a onda fascista do século passado.
O cenário do século XXI, portanto, não é uma cópia do século XX. Da China ao Brasil, passando pelas potências do norte global, o neoliberalismo atual se caracteriza justamente pelo esvaziamento da vontade política e democrática em meio ao pleno desmonte da classe trabalhadora.
O capitalismo se transformou e atua agora de forma muito mais molecular e inteligente do que no passado. O resultado disso é que a subjetividade política é substituída pelo niilismo político e a aversão à política institucional.
Essa revolução subjetiva, em curso no mundo todo, é o que precisamos entender, pois ela esvazia o senso de coletivo e aniquila a identidade de classe trabalhadora. […]
(<http://www.cartacapital.com.br/internacional/o-que-a-vitoria-de-donald-trump-pode-ensinar-a-esquerda-global>
O que a vitória de Donald Trump pode ensinar à esquerda global
Após as eleições municipais, velhos clichês voltaram à tona, como que o povo brasileiro não sabe votar porque é ignorante e manipulado. A coisa fica mais complexa quando vemos que essa fórmula, em tese, não se aplicaria para o eleitorado do país mais rico do mundo que votou em Donald Trump, nem para a classe trabalhadora britânica, que virou pró-Brexit.
Tal como no início do século XX, a onda conservadora é uma reação global às diversas insurgências de massas por mudanças radicais que caracterizaram o século XXI.
O quadro piora quando pensamos que as esquerdas e o campo progressista de um modo geral estão muito mais fragmentados hoje, em comparação com a onda fascista do século passado.
O cenário do século XXI, portanto, não é uma cópia do século XX. Da China ao Brasil, passando pelas potências do norte global, o neoliberalismo atual se caracteriza justamente pelo esvaziamento da vontade política e democrática em meio ao pleno desmonte da classe trabalhadora.
O capitalismo se transformou e atua agora de forma muito mais molecular e inteligente do que no passado. O resultado disso é que a subjetividade política é substituída pelo niilismo político e a aversão à política institucional.
Essa revolução subjetiva, em curso no mundo todo, é o que precisamos entender, pois ela esvazia o senso de coletivo e aniquila a identidade de classe trabalhadora. […]
(<http://www.cartacapital.com.br/internacional/o-que-a-vitoria-de-donald-trump-pode-ensinar-a-esquerda-global>
O que a vitória de Donald Trump pode ensinar à esquerda global
Após as eleições municipais, velhos clichês voltaram à tona, como que o povo brasileiro não sabe votar porque é ignorante e manipulado. A coisa fica mais complexa quando vemos que essa fórmula, em tese, não se aplicaria para o eleitorado do país mais rico do mundo que votou em Donald Trump, nem para a classe trabalhadora britânica, que virou pró-Brexit.
Tal como no início do século XX, a onda conservadora é uma reação global às diversas insurgências de massas por mudanças radicais que caracterizaram o século XXI.
O quadro piora quando pensamos que as esquerdas e o campo progressista de um modo geral estão muito mais fragmentados hoje, em comparação com a onda fascista do século passado.
O cenário do século XXI, portanto, não é uma cópia do século XX. Da China ao Brasil, passando pelas potências do norte global, o neoliberalismo atual se caracteriza justamente pelo esvaziamento da vontade política e democrática em meio ao pleno desmonte da classe trabalhadora.
O capitalismo se transformou e atua agora de forma muito mais molecular e inteligente do que no passado. O resultado disso é que a subjetividade política é substituída pelo niilismo político e a aversão à política institucional.
Essa revolução subjetiva, em curso no mundo todo, é o que precisamos entender, pois ela esvazia o senso de coletivo e aniquila a identidade de classe trabalhadora. […]
(<http://www.cartacapital.com.br/internacional/o-que-a-vitoria-de-donald-trump-pode-ensinar-a-esquerda-global>
Com base no texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) Os votos mais conservadores, em diversas partes do mundo, podem ser considerados uma reação global às diversas mudanças políticas, sociais e econômicas que caracterizam o século XXI.
( ) O cenário atual conservador é similar ao do início do século XX, com a esquerda e o campo progressista mitigando essa reação, como o fascismo no século passado.
( ) A fragmentação da esquerda e do campo progressista leva a essa reação conservadora, segundo o autor.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
O que a vitória de Donald Trump pode ensinar à esquerda global
Após as eleições municipais, velhos clichês voltaram à tona, como que o povo brasileiro não sabe votar porque é ignorante e manipulado. A coisa fica mais complexa quando vemos que essa fórmula, em tese, não se aplicaria para o eleitorado do país mais rico do mundo que votou em Donald Trump, nem para a classe trabalhadora britânica, que virou pró-Brexit.
Tal como no início do século XX, a onda conservadora é uma reação global às diversas insurgências de massas por mudanças radicais que caracterizaram o século XXI.
O quadro piora quando pensamos que as esquerdas e o campo progressista de um modo geral estão muito mais fragmentados hoje, em comparação com a onda fascista do século passado.
O cenário do século XXI, portanto, não é uma cópia do século XX. Da China ao Brasil, passando pelas potências do norte global, o neoliberalismo atual se caracteriza justamente pelo esvaziamento da vontade política e democrática em meio ao pleno desmonte da classe trabalhadora.
O capitalismo se transformou e atua agora de forma muito mais molecular e inteligente do que no passado. O resultado disso é que a subjetividade política é substituída pelo niilismo político e a aversão à política institucional.
Essa revolução subjetiva, em curso no mundo todo, é o que precisamos entender, pois ela esvazia o senso de coletivo e aniquila a identidade de classe trabalhadora. […]
(<http://www.cartacapital.com.br/internacional/o-que-a-vitoria-de-donald-trump-pode-ensinar-a-esquerda-global>

Foram utilizados recursos no texto: destaque para a letra A no início do texto; dois estilos nas palavras Goiânia e Goiás; um tipo de alinhamento. Pela ordem, quais recursos foram aplicados no texto?