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Q1719120 Conhecimentos Gerais
Considere a análise a seguir, a respeito de um compositor cuja obra influenciou profundamente a história da música popular brasileira, e marque a alternativa que indica de quem se trata.
“Um furacão que passou pela música brasileira. É assim que estudiosos e músicos costumam se referir a ele, o poeta nascido em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, que morreu há exatos oitenta anos, deixando um dos legados mais importantes para a música brasileira. Os números, de fato, impressionam: apesar de ter vivido apenas vinte e sete anos, ele deixou mais de duzentas composições, várias delas regravadas ainda hoje. Mas a importância dele na nossa música não se restringe ao que escreveu ou tocou: refere-se também às barreiras que quebrou. Ele é considerado por muitos como o grande responsável pela invasão do samba nas ondas do rádio e a aceitação do ritmo pela classe média, que nos anos de 1920 ainda torcia o nariz para o batuque inventado por negros e tocado por malandros. Dentre os seus principais sucessos, estão Conversa de Botequim, Com que Roupa e Feitiço da Vila”. (CBN, 04/05/2017, com adaptações).
Alternativas
Q1719119 Atualidades
Em relação à chamada Lei da Liberdade Econômica, sancionado pelo Presidente da República em setembro do ano passado, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1719118 Atualidades
COVID-19 foi o nome dado pela Organização Mundial da Saúde à doença causada por um novo tipo de coronavírus. Em relação a esse assunto, marque a afirmação INCORRETA.
Alternativas
Q1719112 Português
O texto a seguir foi extraído do livro O pároco de aldeia, de Alexandre Herculano. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.

“Como a filosofia é triste e árida! Como a florinha do campo, a alma por onde passou a procela da filosofia, esse turbilhão transitório de doutrinas, de sistemas, de opiniões, de argumentos, pende desanimada e tristonha; e na claridade baça do ceticismo, que torna pesada e fria a atmosfera da inteligência, não pode aquecer-se aos raios esplêndidos do sol de uma crença viva. Com Kant, o universo é uma dúvida: com Locke, é dúvida o nosso espírito: e num destes abismos vêm precipitar-se todas as antologias. Como a filosofia é triste e árida! A árvore da ciência, transplantada do Éden, trouxe consigo a dor, a condenação e a morte; mas a sua pior peçonha guardou-se para o presente: foi o ceticismo. Feliz a inteligência vulgar e rude, que segue os caminhos da vida com os olhos fitos na luz e na esperança postas pela religião além da morte, sem que um momento vacile, sem que um momento a luz se apague ou a esperança se desvaneça! Feliz a alma vulgar e rude que crê e nem sequer sabe que a dúvida existe no mundo! Para ela, as noites não têm os pesadelos monstruosos, nem os dias a meditações febris em que o cético involuntário se debate na orla do possível, que toca por um lado nas solidões do nada, por outro na imensidade de Deus. Mas ainda mais feliz a inteligência superior às do vulgo, aquela que a Providência destinou à missão do poeta, nos anos da infância e da juventude, antes que o bafo árido da ciência a queimasse, passando por cima dela!”
(Trecho com adaptações).
O autor do texto afirma que, para a alma vulgar e rude, “as noites não têm os pesadelos monstruosos”. Com base no Novo Acordo Ortográfico, a forma como está grafado nesse trecho o verbo “têm” estaria:
Alternativas
Q1719111 Português
O texto a seguir foi extraído do livro O pároco de aldeia, de Alexandre Herculano. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.

“Como a filosofia é triste e árida! Como a florinha do campo, a alma por onde passou a procela da filosofia, esse turbilhão transitório de doutrinas, de sistemas, de opiniões, de argumentos, pende desanimada e tristonha; e na claridade baça do ceticismo, que torna pesada e fria a atmosfera da inteligência, não pode aquecer-se aos raios esplêndidos do sol de uma crença viva. Com Kant, o universo é uma dúvida: com Locke, é dúvida o nosso espírito: e num destes abismos vêm precipitar-se todas as antologias. Como a filosofia é triste e árida! A árvore da ciência, transplantada do Éden, trouxe consigo a dor, a condenação e a morte; mas a sua pior peçonha guardou-se para o presente: foi o ceticismo. Feliz a inteligência vulgar e rude, que segue os caminhos da vida com os olhos fitos na luz e na esperança postas pela religião além da morte, sem que um momento vacile, sem que um momento a luz se apague ou a esperança se desvaneça! Feliz a alma vulgar e rude que crê e nem sequer sabe que a dúvida existe no mundo! Para ela, as noites não têm os pesadelos monstruosos, nem os dias a meditações febris em que o cético involuntário se debate na orla do possível, que toca por um lado nas solidões do nada, por outro na imensidade de Deus. Mas ainda mais feliz a inteligência superior às do vulgo, aquela que a Providência destinou à missão do poeta, nos anos da infância e da juventude, antes que o bafo árido da ciência a queimasse, passando por cima dela!”
(Trecho com adaptações).
Nas duas primeiras frases do texto, o autor emprega a palavra “como”: “Como a filosofia é triste e árida! Como a florinha do campo…”. A respeito disso, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1719110 Português
O texto a seguir foi extraído do livro O pároco de aldeia, de Alexandre Herculano. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.

“Como a filosofia é triste e árida! Como a florinha do campo, a alma por onde passou a procela da filosofia, esse turbilhão transitório de doutrinas, de sistemas, de opiniões, de argumentos, pende desanimada e tristonha; e na claridade baça do ceticismo, que torna pesada e fria a atmosfera da inteligência, não pode aquecer-se aos raios esplêndidos do sol de uma crença viva. Com Kant, o universo é uma dúvida: com Locke, é dúvida o nosso espírito: e num destes abismos vêm precipitar-se todas as antologias. Como a filosofia é triste e árida! A árvore da ciência, transplantada do Éden, trouxe consigo a dor, a condenação e a morte; mas a sua pior peçonha guardou-se para o presente: foi o ceticismo. Feliz a inteligência vulgar e rude, que segue os caminhos da vida com os olhos fitos na luz e na esperança postas pela religião além da morte, sem que um momento vacile, sem que um momento a luz se apague ou a esperança se desvaneça! Feliz a alma vulgar e rude que crê e nem sequer sabe que a dúvida existe no mundo! Para ela, as noites não têm os pesadelos monstruosos, nem os dias a meditações febris em que o cético involuntário se debate na orla do possível, que toca por um lado nas solidões do nada, por outro na imensidade de Deus. Mas ainda mais feliz a inteligência superior às do vulgo, aquela que a Providência destinou à missão do poeta, nos anos da infância e da juventude, antes que o bafo árido da ciência a queimasse, passando por cima dela!”
(Trecho com adaptações).
Ao tratar do ceticismo, o autor enfatiza a sua suposta “claridade baça”. Em relação a essa expressão, de acordo com esse contexto, pode-se dizer que apresenta um sentido:
Alternativas
Q1719109 Português
O texto a seguir foi extraído do livro O pároco de aldeia, de Alexandre Herculano. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.

“Como a filosofia é triste e árida! Como a florinha do campo, a alma por onde passou a procela da filosofia, esse turbilhão transitório de doutrinas, de sistemas, de opiniões, de argumentos, pende desanimada e tristonha; e na claridade baça do ceticismo, que torna pesada e fria a atmosfera da inteligência, não pode aquecer-se aos raios esplêndidos do sol de uma crença viva. Com Kant, o universo é uma dúvida: com Locke, é dúvida o nosso espírito: e num destes abismos vêm precipitar-se todas as antologias. Como a filosofia é triste e árida! A árvore da ciência, transplantada do Éden, trouxe consigo a dor, a condenação e a morte; mas a sua pior peçonha guardou-se para o presente: foi o ceticismo. Feliz a inteligência vulgar e rude, que segue os caminhos da vida com os olhos fitos na luz e na esperança postas pela religião além da morte, sem que um momento vacile, sem que um momento a luz se apague ou a esperança se desvaneça! Feliz a alma vulgar e rude que crê e nem sequer sabe que a dúvida existe no mundo! Para ela, as noites não têm os pesadelos monstruosos, nem os dias a meditações febris em que o cético involuntário se debate na orla do possível, que toca por um lado nas solidões do nada, por outro na imensidade de Deus. Mas ainda mais feliz a inteligência superior às do vulgo, aquela que a Providência destinou à missão do poeta, nos anos da infância e da juventude, antes que o bafo árido da ciência a queimasse, passando por cima dela!”
(Trecho com adaptações).
No início do trecho selecionado, o autor afirma que “a filosofia é triste e árida”. Marque a alternativa que indica uma figura de linguagem empregada nessa oração.
Alternativas
Q1719108 Português
O texto a seguir foi extraído do livro O pároco de aldeia, de Alexandre Herculano. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.

“Como a filosofia é triste e árida! Como a florinha do campo, a alma por onde passou a procela da filosofia, esse turbilhão transitório de doutrinas, de sistemas, de opiniões, de argumentos, pende desanimada e tristonha; e na claridade baça do ceticismo, que torna pesada e fria a atmosfera da inteligência, não pode aquecer-se aos raios esplêndidos do sol de uma crença viva. Com Kant, o universo é uma dúvida: com Locke, é dúvida o nosso espírito: e num destes abismos vêm precipitar-se todas as antologias. Como a filosofia é triste e árida! A árvore da ciência, transplantada do Éden, trouxe consigo a dor, a condenação e a morte; mas a sua pior peçonha guardou-se para o presente: foi o ceticismo. Feliz a inteligência vulgar e rude, que segue os caminhos da vida com os olhos fitos na luz e na esperança postas pela religião além da morte, sem que um momento vacile, sem que um momento a luz se apague ou a esperança se desvaneça! Feliz a alma vulgar e rude que crê e nem sequer sabe que a dúvida existe no mundo! Para ela, as noites não têm os pesadelos monstruosos, nem os dias a meditações febris em que o cético involuntário se debate na orla do possível, que toca por um lado nas solidões do nada, por outro na imensidade de Deus. Mas ainda mais feliz a inteligência superior às do vulgo, aquela que a Providência destinou à missão do poeta, nos anos da infância e da juventude, antes que o bafo árido da ciência a queimasse, passando por cima dela!”
(Trecho com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, marque a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA.
Alternativas
Q1716207 Psiquiatria
Sobre a lurasidona, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1716206 Psiquiatria
As medicações psiquiátricas seguidamente estão associadas à redução do desejo ou interesse sexual, o que desfavorece a adesão ao tratamento. Contudo, há relatos de que alguns psicofármacos podem aumentar a libido como efeito colateral, é o caso das seguintes substâncias, EXCETO:
Alternativas
Q1716205 Psiquiatria
Dislipidemia é um distúrbio metabólico caracterizado pelo aumento dos níveis séricos de gordura, como triglicerídeos e colesterol. Todos os psicofármacos abaixo têm demonstrado associação com o desenvolvimento de dislipidemia, EXCETO:
Alternativas
Q1716204 Psiquiatria
Sobre a avaliação e manejo agudo do risco de suicídio, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1716203 Psiquiatria
Sobre a avaliação psiquiátrica na emergência de vítimas de violência sexual, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1716202 Psiquiatria
Sobre o Transtorno por Uso de Álcool, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1716201 Psiquiatria
Sobre o Transtorno de Personalidade Antissocial, assinale a alternativa INCORRETA
Alternativas
Q1716200 Psiquiatria
Sobre os Transtornos de Personalidade (TP), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1716199 Psiquiatria
Sobre a diferenciação entre luto e episódio depressivo maior, analise as assertivas abaixo:
I. Sentimentos de vazio e perda.
II. Incapacidade de antecipar felicidade ou prazer.
III. Ondas de disforia.
IV. Ruminações autocríticas ou pessimistas.
V. Pensamento suicida por não merecimento e incapacidade.
Quais são mais sugestivas de luto?
Alternativas
Q1716198 Psiquiatria
Sobre os critérios de diagnóstico de Episódio Maníaco no Transtorno Bipolar, segundo o DSM-5, analise as assertivas abaixo:
I. Período distinto de humor anormal elevado e aumento de energia.
II. Grandiosidade.
III. Redução da necessidade de sono.
IV. Distratibilidade.
V. Prejuízo no funcionamento social ou profissional.
Quais fazem parte dos critérios B para Episódio Maníaco?
Alternativas
Q1716197 Psiquiatria
Sobre os transtornos psiquiátricos e outras doenças médicas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1716196 Psiquiatria
Nos Centros de Atenção Psicossociais (CAPSs), há consultas de muitos pacientes cujo quadro clínico principal é deficiência intelectual. Sobre o tratamento medicamentoso desses pacientes, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
7461: C
7462: C
7463: C
7464: C
7465: A
7466: A
7467: D
7468: B
7469: D
7470: B
7471: A
7472: B
7473: E
7474: C
7475: E
7476: A
7477: A
7478: C
7479: E
7480: B