Questões de Concurso
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Lixo
A partir da Revolução Industrial, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O homem passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos – desde guardanapos de papel e latas de refrigerantes, até computadores – é utilizada e jogada fora com enorme rapidez.
Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das modernas metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos recolhidos nas grandes cidades é simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas áreas periféricas.
A questão é: o que fazer com tanto lixo?
(Adaptado. Internet.)
Ao lermos “até hoje", o termo “hoje" se refere
Lixo
A partir da Revolução Industrial, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O homem passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos – desde guardanapos de papel e latas de refrigerantes, até computadores – é utilizada e jogada fora com enorme rapidez.
Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das modernas metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos recolhidos nas grandes cidades é simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas áreas periféricas.
A questão é: o que fazer com tanto lixo?
(Adaptado. Internet.)
Assinale a opção em que o termo sublinhado tem seu significado corretamente dado
Lixo
A partir da Revolução Industrial, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O homem passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos – desde guardanapos de papel e latas de refrigerantes, até computadores – é utilizada e jogada fora com enorme rapidez.
Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das modernas metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos recolhidos nas grandes cidades é simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas áreas periféricas.
A questão é: o que fazer com tanto lixo?
(Adaptado. Internet.)
Lixo
A partir da Revolução Industrial, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O homem passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos – desde guardanapos de papel e latas de refrigerantes, até computadores – é utilizada e jogada fora com enorme rapidez.
Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das modernas metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos recolhidos nas grandes cidades é simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas áreas periféricas.
A questão é: o que fazer com tanto lixo?
(Adaptado. Internet.)
O trecho “desde guardanapos de papel e latas de refrigerantes, até computadores" estabelece a seguinte relação:
Lixo
A partir da Revolução Industrial, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O homem passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos – desde guardanapos de papel e latas de refrigerantes, até computadores – é utilizada e jogada fora com enorme rapidez.
Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das modernas metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos recolhidos nas grandes cidades é simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas áreas periféricas.
A questão é: o que fazer com tanto lixo?
(Adaptado. Internet.)
Os “descartáveis" correspondem a produtos que
Lixo
A partir da Revolução Industrial, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O homem passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos – desde guardanapos de papel e latas de refrigerantes, até computadores – é utilizada e jogada fora com enorme rapidez.
Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das modernas metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos recolhidos nas grandes cidades é simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas áreas periféricas.
A questão é: o que fazer com tanto lixo?
(Adaptado. Internet.)
Assinale a opção que não apresenta uma causa para a afirmativa acima.
Lixo
A partir da Revolução Industrial, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O homem passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos – desde guardanapos de papel e latas de refrigerantes, até computadores – é utilizada e jogada fora com enorme rapidez.
Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das modernas metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos recolhidos nas grandes cidades é simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas áreas periféricas.
A questão é: o que fazer com tanto lixo?
(Adaptado. Internet.)
Não é incomum ainda se ouvir que a tendência do mercado editorial é que os livros digitais superem e, em um futuro não muito distante, até substituam os impressos. As expectativas não parecem se confirmar na prática. Segundo pesquisa do Financial Times, as vendas de livros em papel têm crescido e superado a de e-books, especialmente entre os jovens, e a previsão é de que continue assim. Uma agradável notícia para aqueles leitores que gostam de ter às mãos suas obras preferidas, para tocá-las, cheirá-las e marcá-las à vontade. De acordo com Paul Lee, analista da empresa editorial Deloitte: “Jornais impressos são resistentes entre aqueles que cresceram com jornais impressos. Livros impressos são resistentes entre todas as idades”. Por que será? Apesar das vantagens de ter um leitor de ebook, como o peso, o espaço de armazenamento e a praticidade, os leitores continuam apegados à versão física do livro. Os motivos parecem ser de ordem emocional, e nem tanto racional. A capa, a diagramação, o irresistível cheiro de livro novo, a facilidade de manipulação e de troca entre leitores, conquistam mesmo as novas gerações, imersas na tecnologia desde cedo. A verdade é que não precisa haver competição tão acirrada entre livros digitais e impressos. Ambos possuem suas vantagens e desvantagens. Não é preciso abandonar completamente os manuscritos para aderir ao mundo literário digital, nem é preciso ser tão inflexível em relação à nova possibilidade de leitura. Por que não aproveitar os benefícios de ambos os tipos? A literatura só tem a ganhar com a variedade. E o leitortambém.
Nicole Ayres Luz. Disponível em homoliteratus.com/surpresa- venda-de-livros-impressos-supera-de-ebooks. Acesso em 2/1/16
Pela leitura do texto percebe-se que no trecho “Jornais impressos são resistentes entre AQUELES que cresceram com jornais impressos.”, a palavra destacada remete a:
Não é incomum ainda se ouvir que a tendência do mercado editorial é que os livros digitais superem e, em um futuro não muito distante, até substituam os impressos. As expectativas não parecem se confirmar na prática. Segundo pesquisa do Financial Times, as vendas de livros em papel têm crescido e superado a de e-books, especialmente entre os jovens, e a previsão é de que continue assim. Uma agradável notícia para aqueles leitores que gostam de ter às mãos suas obras preferidas, para tocá-las, cheirá-las e marcá-las à vontade. De acordo com Paul Lee, analista da empresa editorial Deloitte: “Jornais impressos são resistentes entre aqueles que cresceram com jornais impressos. Livros impressos são resistentes entre todas as idades”. Por que será? Apesar das vantagens de ter um leitor de ebook, como o peso, o espaço de armazenamento e a praticidade, os leitores continuam apegados à versão física do livro. Os motivos parecem ser de ordem emocional, e nem tanto racional. A capa, a diagramação, o irresistível cheiro de livro novo, a facilidade de manipulação e de troca entre leitores, conquistam mesmo as novas gerações, imersas na tecnologia desde cedo. A verdade é que não precisa haver competição tão acirrada entre livros digitais e impressos. Ambos possuem suas vantagens e desvantagens. Não é preciso abandonar completamente os manuscritos para aderir ao mundo literário digital, nem é preciso ser tão inflexível em relação à nova possibilidade de leitura. Por que não aproveitar os benefícios de ambos os tipos? A literatura só tem a ganhar com a variedade. E o leitortambém.
Nicole Ayres Luz. Disponível em homoliteratus.com/surpresa- venda-de-livros-impressos-supera-de-ebooks. Acesso em 2/1/16
O substantivo corretamente grafado com X, como EXPECTATIVAS, é:
I. As instalações sanitárias devem estar situadas à distância máxima de 200 m (duzentos metros) dos locais das operações portuárias.
II. As embarcações devem oferecer aos trabalhadores em operação a bordo, instalações sanitárias, com gabinete sanitário e lavatório, em boas condições de higiene e funcionamento. Quando não for possível este atendimento, o operador portuário deverá dispor, a bordo, de instalações sanitárias móveis.
III. No caso de acidente a bordo em que haja morte, perda de membro, função orgânica ou prejuízo de grande monta, o responsável pela embarcação deve comunicar, imediatamente, à Capitania dos Portos, suas Delegacias e Agências e ao órgão regional do MTE.
Está CORRETO o que se afirma em
Em que frase o uso desse acento desrespeita a norma padrão?
The x2 is an experimental helicopter being developed by Sikorsky, an American company, which hopes it will be zipping along at more than 460kph. The company, however, is interested in more than just breaking speed records. It plans to use the technology developed for the x2 in commercial helicopters.
Sikorsky reckons that future helicopters built using the x2 technology would be extremely versatile machines. They would dash to and from a medical emergency a lot faster. They would also be very agile in flight, which would increase their capabilities in combat.
(Adapted from The Economist September 11, 2010, page 98)
The x2 is an experimental helicopter being developed by Sikorsky, an American company, which hopes it will be zipping along at more than 460kph. The company, however, is interested in more than just breaking speed records. It plans to use the technology developed for the x2 in commercial helicopters.
Sikorsky reckons that future helicopters built using the x2 technology would be extremely versatile machines. They would dash to and from a medical emergency a lot faster. They would also be very agile in flight, which would increase their capabilities in combat.
(Adapted from The Economist September 11, 2010, page 98)
The x2 is an experimental helicopter being developed by Sikorsky, an American company, which hopes it will be zipping along at more than 460kph. The company, however, is interested in more than just breaking speed records. It plans to use the technology developed for the x2 in commercial helicopters.
Sikorsky reckons that future helicopters built using the x2 technology would be extremely versatile machines. They would dash to and from a medical emergency a lot faster. They would also be very agile in flight, which would increase their capabilities in combat.
(Adapted from The Economist September 11, 2010, page 98)
The x2 is an experimental helicopter being developed by Sikorsky, an American company, which hopes it will be zipping along at more than 460kph. The company, however, is interested in more than just breaking speed records. It plans to use the technology developed for the x2 in commercial helicopters.
Sikorsky reckons that future helicopters built using the x2 technology would be extremely versatile machines. They would dash to and from a medical emergency a lot faster. They would also be very agile in flight, which would increase their capabilities in combat.
(Adapted from The Economist September 11, 2010, page 98)
The x2 is an experimental helicopter being developed by Sikorsky, an American company, which hopes it will be zipping along at more than 460kph. The company, however, is interested in more than just breaking speed records. It plans to use the technology developed for the x2 in commercial helicopters.
Sikorsky reckons that future helicopters built using the x2 technology would be extremely versatile machines. They would dash to and from a medical emergency a lot faster. They would also be very agile in flight, which would increase their capabilities in combat.
(Adapted from The Economist September 11, 2010, page 98)
It was once considered the ‘port of death’ in the 19th century. Ships tended to avoid docking at the wood plank port, fearing the yellow fever. The floods in the city’s area provoked illnesses and once the bubonic plague almost decimated the population.
In the early 20th century, major urbanization created the port’s modern structure seen today, eliminating the risk of diseases and providing the port with modern, industrial-age infrastructure.
The first railway link from the port to the state capital São Paulo City, 79 km away, and the state’s interior, was completed in 1864. This allowed for an easier transportation of the vast masses of migrant workers who headed to São Paulo and the state’s numerous coffee farms.
Millions of immigrants reached Brazil via the port of Santos in the late 19th and early 20th centuries, proceeding to the country’s interior by railway. Santos was for a few decades the true gateway to Brazil for millions of immigrants.
(Adapted from http://en.wikipedia.org/wiki/Port_of_Santos – acesso em 21.01.2011)
It was once considered the ‘port of death’ in the 19th century. Ships tended to avoid docking at the wood plank port, fearing the yellow fever. The floods in the city’s area provoked illnesses and once the bubonic plague almost decimated the population.
In the early 20th century, major urbanization created the port’s modern structure seen today, eliminating the risk of diseases and providing the port with modern, industrial-age infrastructure.
The first railway link from the port to the state capital São Paulo City, 79 km away, and the state’s interior, was completed in 1864. This allowed for an easier transportation of the vast masses of migrant workers who headed to São Paulo and the state’s numerous coffee farms.
Millions of immigrants reached Brazil via the port of Santos in the late 19th and early 20th centuries, proceeding to the country’s interior by railway. Santos was for a few decades the true gateway to Brazil for millions of immigrants.
(Adapted from http://en.wikipedia.org/wiki/Port_of_Santos – acesso em 21.01.2011)