Questões de Concurso Comentadas para educador físico

Foram encontradas 7.693 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3693776 Educação Física
O esporte, ao longo das últimas décadas, consolidou-se como uma prática social multifacetada, capaz de assumir diferentes manifestações que vão muito além do alto rendimento. O esporte pode assumir diferentes manifestações, a exemplo do esporte educacional e do esporte de rendimento, cada qual com objetivos e lógicas próprios. Considerando esses referenciais, analise as assertivas abaixo:

I- O esporte educacional, embora ocorra no ambiente escolar, tem como finalidade principal a identificação e seleção de talentos esportivos para alimentar o esporte de rendimento.
II- O esporte de rendimento caracteriza-se pela busca de resultados e alto desempenho, sendo sustentado por especialização precoce, treinamento sistemático e regras formais de competição.
III- O esporte educacional exclui totalmente a dimensão competitiva, visto que a competição contraria os princípios pedagógicos de cooperação e inclusão.
IV- O esporte de rendimento, apesar de voltado ao alto desempenho, deve obrigatoriamente integrar-se ao projeto político-pedagógico das instituições de ensino.
V- O esporte educacional tem como característica essencial a ênfase no recorde, na vitória e no reconhecimento público, priorizando sempre os mais habilidosos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3693775 Educação Física
O Código de Ética do Profissional de Educação Física (Resolução CONFEF nº 508/2023) estabelece princípios e deveres que norteiam a conduta na atuação profissional. Considerando esse código, analise o estudo de caso.

Um professor trabalha em uma clínica de reabilitação. Durante o atendimento, ele recebeu um novo beneficiário que apresentava limitações motoras após uma cirurgia. O professor, sem avaliar profundamente as condições de saúde do paciente, aplicou um programa de exercícios padronizado, usado em outros casos semelhantes. Além disso, não entregou por escrito as orientações de execução, alegando que as explicações verbais eram suficientes. Em reuniões de equipe, o professor comentou em tom de ironia sobre a falta de disciplina do paciente, afirmando que ele não tinha empenho. Meses depois, o paciente abandonou o tratamento, alegando falta de confiança e desrespeito.

Com base no Art. 3º do Código de Ética do Profissional de Educação Física, analise as afirmações:

I- O professor descumpriu o inciso IV, pois não personalizou o programa de atividades em função da saúde do paciente.
II- O fato de não fornecer orientações por escrito não caracteriza infração, já que o inciso V apenas recomenda essa prática, sem torná-la obrigatória.
III- Ao ironizar o paciente em público, o professor violou o inciso II, que trata do prestígio da profissão e da dignidade de beneficiários e colegas.
IV- O atendimento do professor não pode ser considerado seguro nem atualizado, contrariando o inciso III.
V- Em caso de perda de confiança, o profissional deve renunciar às funções, conforme previsto no inciso VII.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693774 Educação Física
Um indivíduo de 32 anos iniciou um programa de treinamento de força com o objetivo de melhorar o desempenho em corridas de longa distância. Após seis semanas de treino em circuito, relatou que se sente mais resistente, mas não percebe grande aumento de força máxima. Seu treinador, então, explicou que os exercícios realizados estavam contribuindo para a resistência muscular localizada, mas não eram suficientes para estimular ganhos expressivos de força. Decidiu, portanto, ajustar a periodização do treino, aumentando a carga e reduzindo o número de repetições. Além disso, incluiu dias de descanso ativo para favorecer a recuperação.

Considerando os princípios biológicos do exercício físico, é CORRETO afirmar que o caso descrito exemplifica a aplicação dos princípios de:
Alternativas
Q3693773 Educação Física
A energia contida nos alimentos (glicídios, lipídios e proteínas), quando ingeridas, torna-se disponível para as células sob a forma de potencial energético chamado Adenosina Trifosfato ou ATP. As três formas metabólicas de transformação dos nutrientes em energia são: anaeróbica alática, anaeróbica lática e aeróbica. A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir:

I- Anaeróbica alática refere-se às atividades intensas que utilizam como substrato energético a fosfocreatina.
II- Anaeróbica lática possui com substrato energético a glicose e também predominam as atividades físicas intensas.
III- A aeróbia possui como substrato tanto a glicose quanto a gordura, dependendo da intensidade. Quanto mais intensa, maior a demanda de glicose; quanto mais moderada/leve for a intensidade, maior a utilização e gordura.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693771 Serviço Social
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) é um sistema descentralizado e participativo, público, não contributivo, integrado pelos entes federativos e pelos respectivos conselhos de assistência social e entidades de assistência social abrangida pela Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS. Um projeto de Educação Física realizado em parceria com o SUAS deve priorizar a:
Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693083 Educação Física
Na promoção da saúde em nível municipal, políticas de atividade física ganham tração quando combinam ambientes ativos, serviços e comunicação. Selecione a síntese que melhor caracteriza esse arranjo integrado.
Alternativas
Q3693082 Educação Física
Em periodização para modalidades cíclicas, o uso de blocos explorando efeitos residuais busca transferir adaptações entre capacidades. Marque a alternativa que expressa este princípio de modo coerente.
Alternativas
Q3693081 Educação Física
Em cinesiologia aplicada ao sprint, o perfil força–velocidade orienta escolhas de treino de potência. Identifique a interpretação que alinha parâmetros F0, V0 e Pmáx à decisão prática.
Alternativas
Q3693080 Arquivologia
Analise as afirmativas com base no escopo de atuação, prescrição de exercícios e responsabilidades documentais.
I – Atos profissionais requerem registro ativo no Sistema CONFEF/CREF e identificação nos documentos técnicos, garantindo rastreabilidade e responsabilidade perante usuários e instituições.
II – A prescrição de exercícios como intervenção não medicamentosa integra o campo do Educador Físico, envolvendo avaliação, metas, riscos, consentimento e encaminhamentos quando o caso exige abordagem multiprofissional.
III – Em programas com populações especiais, a atuação ocorre articulada a protocolos assistenciais, respeitando limites legais de outras profissões e registrando evolução, resposta ao esforço e eventos adversos relevantes.
IV – Deveres éticos incluem confidencialidade, proteção da integridade do praticante, comunicação oportuna de intercorrências graves à coordenação e recusa de práticas que contrariem normas técnicas vigentes.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3693079 Educação Física
Em metodologias de ensino na Educação Física escolar, a aprendizagem motora se aprofunda quando as tarefas mantêm representatividade do contexto. Assinale a abordagem que reforça aquisição por exploração guiada e representatividade da tarefa.
Alternativas
Q3693078 Educação Física
Na avaliação de composição corporal em programa municipal, decide-se comparar métodos para decisões clínicas e esportivas. Qual afirmação descreve de modo acurado validade e suposições dos modelos mais utilizados?
Alternativas
Q3693077 Educação Física
Uma equipe de futsal enfrenta três jogos em cinco dias, viagens curtas e plantel reduzido. Lesões de isquiotibiais ocorreram em semanas similares. Selecione a organização do microciclo que protege desempenho e reduz risco.
Alternativas
Q3693076 Educação Física
Em fisiologia do exercício, a fronteira entre os domínios pesado e severo guia decisões de carga em provas cíclicas. Identifique a definição funcional de critical power e do parâmetro W′.
Alternativas
Q3693075 Educação Física
João, 56 anos, viveu décadas em rotina sedentária, usa metformina para diabetes tipo 2, controla hipertensão com IECA e relata parestesias em pés após longos dias de trabalho. Ele busca um programa seguro e eficaz. Selecione a prescrição mais adequada ao início do processo.
Alternativas
Q3693074 Educação Física
Na corrida de média duração, a economia mecânica surge quando o corpo reaproveita energia elástica a cada passada. Qual alternativa descreve com precisão a relação entre rigidez músculo-tendínea, tempo de contato e ciclo alongamento–encurtamento?
Alternativas
Respostas
901: B
902: E
903: A
904: C
905: B
906: D
907: E
908: E
909: B
910: C
911: A
912: B
913: D
914: B
915: C
916: D
917: A
918: B
919: D
920: B