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É noite. Sinto que é noite não porque a sombra descesse (bem me importa a face negra) mas porque dentro de mim, no fundo de mim, o grito se calou, fez-se desânimo. Sinto que nós somos noite, que palpitamos no escuro e em noite dissolvemos. Sinto que é noite no vento, noite nas águas, na pedra. E que adianta uma lâmpada? E que adianta uma voz? É noite no meu amigo. É noite no submarino. É noite na roça grande. É noite, não é morte, é noite de sono espesso e sem praia. Não é dor, nem paz, é noite, é perfeitamente a noite. Mas, salve, olhar de alegria! E salve, dia que surge! Os corpos saltam do sono, o mundo se recompõe. Que gozo na bicicleta! Existir: seja como for. A fraterna entrega do pão. Amar: mesmo nas canções. De novo andar: as distâncias, as cores, posse das ruas. Tudo que à noite perdemos se nos confia outra vez. Obrigado, coisas fiéis! Saber que ainda há florestas, sinos, palavras; que a terra prossegue seu giro, e o tempo não murchou; não nos diluímos! Chupar o gosto do dia! Clara manhã, obrigado, o essencial é viver!
(Reunião. 10. ed. Rio de Janeiro: José Olympia, 1980. P.88)
Que relação há entre a 3ª estrofe e as anteriores?
I – As adaptações neurais sempre acompanham os ganhos de força resultantes do treinamento de força, mas pode ou não ocorrer hipertrofia.
II – Hipertrofia muscular temporária ocorre com a repetição do treinamento de força, refletindo mudanças estruturais reais no músculo.
III – Embora quase toda hipertrofia muscular provavelmente resulte do aumento do diâmetro das fibras musculares individuais (hipertrofia da fibra), também pode haver envolvimento do aumento no número de fibras musculares (hiperplasia).
IV – A hipertrofia musculares crônica é a sensação de “inchaço” que as pessoas têm imediatamente após uma sessão de treinamento, que resulta do edema.
Em relação as afirmações:
Pesquisa de IBGE coloca o Distrito Federal na frente entre as unidades da Federação onde as pessoas vivem mais: média de 75, 79 anos. Segundo especialista, se o estudo fosse dividido por cidade, haveria discrepância na capital Basta um passeio pelas praças do Cruzeiro ou uma visita ao Parque da Cidade no fim do dia para se dar conta do crescimento da população idosa no Distrito Federal. Prova do envelhecimento dos moradores da capital é a mais recente pesquisa sobre expectativa de vida realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), divulgada na quarta-feira. De acordo com o estudo, no Plano Piloto e nas regiões administrativas, as pessoas chegaram, em 2009, em média, aos 75, 79 anos. Com o resultado, o DF se mantém pelo 10º ano consecutivo na liderança do ranking das unidades da federação onde as pessoas vivem mais. A média nacional é de 73,17 anos. O pesquisador do IBGE Gabriel Borges acredita que o bom desempenho do DF está diretamente ligado à situação econômica dos trabalhadores. “Os fatores socioeconômicos estão envolvidos com a esperança de vida da população. Assim como as baixas taxas de mortalidade infantil, que são indicadores de que a expectativa de vida será maior. De uma maneira geral, nos estados onde há uma incidência maior de mortes entre crianças, há também menor esperança de longevidade”, analisou Gabriel. Ele ainda ressalta outros aspectos que influenciam na longevidade da população de um determinado lugar. Para ele, quando o poder público investe em educação, saneamento básico e trabalho, a tendência é de longevidade. Talvez essa seja a explicação para que os idosos de locais como Brasília, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estejam num patamar bem à frente do que aqueles que residem nas regiões do Norte e do Nordeste.
EM ASCENSÃO
Evolução da expectativa de vida no DF nos últimos 18 anos
1991 – 68,64 1992 – 69,25 1993 – 69,84 1994 – 70,43 1995 – 71,00 1996 – 71,56 1997 – 72,10 1998 – 72,63 1999 – 73,15 2000 – 73,64 2001 – 73,90 2002 – 74,15 2003 – 74,40 2004 – 74,64 2005 – 74,87 2006 – 75,11 2007 – 75,34 2008 – 75,57 2009 – 75,79
A sequência dos números relativos aos últimos nove anos do século XX e dos primeiros nove anos do século XXI indica que o crescimento da expectativa de vida nesses períodos:
O treinamento de força é uma das intervenções que podem contribuir para a preservação da integridade do sistema musculoesquelético. Sobre os efeitos dos treinos de força, analise as assertivas e, em seguida, marque a opção correta:
I. Aumento e/ou preservação da massa óssea.
II. Diminuição dos sarcômeros em série e em paralelo.
III. Melhora na estabilidade das articulações envolvidas no treinamento.
IV. Melhora no equilíbrio estático e dinâmico.
Sobre o Núcleo de Apoio à Saúde da Família - NASF e a atuação do profissional de Educação Física, responda a afirmativa INCORRETA:
O treinamento desportivo, quando aplicado adequadamente, provoca no organismo humano, adaptações morfológicas e funcionais, elevando, assim, o nível de forma física do indivíduo. Para tanto, alguns princípios devem ser seguidos para que a aplicação desse treinamento seja eficaz. Sobre o assunto responda:
I. A genética tem um papel importante em relação à capacidade de um determinado organismo, à adaptação a um programa de exercícios físicos.
II. O princípio da adaptação está ligado à homeostase, que é o estado de equilíbrio estável mantido entre os sistemas corporais e o meio ambiente.
III. O princípio da sobrecarga é quando estímulos mais fortes são aplicados por ocasião do início da assimilação compensatória.
IV. Se o objetivo do indivíduo é o aumento do volume muscular, o treinamento tem que ser baseado em estímulos que proporcionem a hipertrofia muscular.
O alongamento é uma das mais importantes categorias de exercícios que podem ser prescritos para manter e restaurar o equilíbrio normal em cada uma destas estruturas: o músculo, a fáscia, o tendão e o ligamento. Sobre o alongamento, responda a afirmativa INCORRETA: