Questões de Concurso Comentadas para médico

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Q4054295 Direito Administrativo
No que se refere à instrução e decisão no Processo Administrativo Federal, assinale a alternativa que está em conformidade com a Lei nº 9.784/1999:
Alternativas
Q4054294 Direito Administrativo
Após as alterações trazidas pela Lei nº 14.230/2021, a Lei de Improbidade Administrativa passou a exigir um requisito específico para a configuração do ato ilícito. Sobre esse tema, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4054293 Direito Administrativo
O servidor público estável que, em virtude de processo administrativo disciplinar, é demitido, mas consegue a invalidação dessa demissão por decisão judicial, deve retornar ao cargo anteriormente ocupado. Esse instituto de provimento denomina-se: 
Alternativas
Q4054292 Ética na Administração Pública
Conforme o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, sobre o funcionamento e as penalidades das Comissões de Ética, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4054291 Português
Leia as frases a seguir:
I. Segundo filósofos de esquerda, a classe média tem medo de empobrecer.
II. Lins é um advogado que fala bonito e por isso encanta a todos.
III. Parece que há muito petróleo na foz do rio Amazonas.
IV. Andar de moto é perigoso, por isso prefiro o automóvel.
As palavras destacadas em negrito são formadas, respectivamente, pelo seguinte processo:
Alternativas
Q4054290 Português
Leia as frases a seguir:
I. Face a face, o empregado disse umas verdades ao patrão.
II. Dirigi-me a Sua Excelência, o governador, em termos respeitosos.
III. Nesta universidade, a profissão a que eu aspiro não possui nenhum curso.
IV.A pintura de Portinari é aquela a qual fiz alusão em meu discurso.
V. Refiro-me aquilo que disseste sobre a impropriedade da astrologia.
VI.A garota que melhor desfilar será feita a oferta para tornar-se modelo.
Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4054289 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está INCORRETA
Alternativas
Q4054288 Português

Atente para o quadro a seguir, intitulado “O Lavrador de café” (produzido em 1934), do famoso pintor brasileiro Candido Portinari (1903-1962). Tenha em mente que uma pintura é um texto visual e, como tal, pode ser “lido”:


                                                                             Imagem associada para resolução da questão

                        Fonte: https://masp.org.br/acervo/obra/o-lavrador-de-cafe 



Leia agora as afirmativas a seguir, feitas sobre o quadro:


I. As mãos e os pés desproporcionais representam não só a força bruta, mas também o trabalho braçal pesado a que eram submetidos os lavradores de café.


II. A cor do lavrador não é gratuita e indica que, mesmo oficialmente extinta a escravidão, os negros continuavam a exercer trabalhos na agricultura.


III. O trem (que se vê à esquerda, a meia altura), representando a modernidade, cria um contraste com a figura do trabalhador dos cafezais; no caso, o conflito ocorre entre o novo e o antigo.


IV. Embora à época da feitura do quadro não houvesse, como hoje, preocupações com a ecologia, a árvore cortada indica a destruição do meio ambiente pelas plantações de café.


V. O quadro ultrapassa os limites do meramente estético, já que funciona como um documento que nos leva a pensar sobre a divisão do trabalho e a exclusão social.


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q4054287 Português
Leia o poema “Congresso internacional do Medo”, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), publicado no livro Sentimento do mundo (1940), em plena II Guerra Mundial:

Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso
companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos
desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo
das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos
democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo depois da
morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e
medrosas.

Sobre o texto, fazem-se as afirmativas a seguir:
I. O clima de terror que perpassava o mundo, durante a II Guerra Mundial, sobrepõe-se a todos os sentimentos, inclusive ao amor e ao ódio.
II. As flores amarelas no último verso são uma referência ao sol e, embora elas sejam medrosas, indicam que o mundo poderá se renovar, uma vez finda a guerra.
III. Ao dizer que “cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas”, o poeta generaliza a guerra como um terror em si, independentemente de posições políticas.
IV.A repetição do vocábulo “medo” é uma antonomásia e essa característica estilística não se torna abusiva em virtude de evidenciar que o medo é maior do que tudo.
V. Com uma forte reflexão crítica, o poema ressalta a esperança de um mundo melhor, sentimento que invadiu os indivíduos durante a guerra.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4054286 Português

Leia as frases a seguir, atentando para a pontuação que apresentam:


I. Os meus gatos, eu os considero como filhos.


II. A velha senhora esperava o telefonema aflita.


III. Quando chegaram de viagem, avisaram logo à família.


IV. A velha senhora, aflita, esperava o telefonema.


V. A moça dançava, e rodopiava, e ria, e transmitia alegria.


VI. João trabalha como escrivão, e seu filho, como bancário.


Quanto ao emprego ou a ausência da vírgula, podemos afirmar que: 

Alternativas
Q4054285 Direito Constitucional
Ainda de acordo com as diretrizes do Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa que define corretamente o significado de Medida Provisória: 
Alternativas
Q4054284 Português
No Manual de Redação da Presidência da República, há várias recomendações sobre o uso da língua escrita (ver, a propósito, o capítulo III – Elementos de Ortografia e Gramática, item 11 Sintaxe). A partir do que se contém nesse manual, assinale a alternativa que apresenta erro de paralelismo: 
Alternativas
Q4054283 Português

Leia a crônica a seguir, intitulada “A aliança”, de Luís Fernando Veríssimo, antes de responder à questão que a ela se refere:



Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim, aconteceu com um amigo meu. Fictício, claro.


Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu.


Com dificuldade, ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências… Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas, sem querer, a chutou.


A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro, onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa.


Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.


– Você não sabe o que me aconteceu!


– O quê?


– Uma coisa incrível.


– O quê?


– Contando, ninguém acredita.


– Conta!


– Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?


– Não.


– Olhe.


E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.


– O que aconteceu?


E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.


– Que coisa – diria a mulher, calmamente.


– Não é difícil de acreditar?


– Não. É perfeitamente possível.


– Pois é. Eu…


– SEU CRETINO!


– Meu bem…


– Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. É ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara de pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.


– Mas, meu bem…


– Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!


E ela sairia de casa com as crianças, sem querer ouvir explicações.


Ele chegou em casa sem dizer nada.


– Por que o atraso?


– Muito trânsito.


– Por que essa cara?


– Nada, nada.


E, finalmente:


– Que fim levou a sua aliança?


E ele disse:


– Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.


Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois, reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom senso, a venceriam.


– O mais importante é que você não mentiu pra mim.


E foi tratar do jantar.


Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo. 

Sobre aspectos linguísticos do texto, podemos afirmar que o(s):
I. verbo “acontecer” (em “exatamente como acontecera”) e o verbo “perder” (em “E perdi no motel”) estão ambos conjugados no pretérito perfeito do indicativo.
II. verbo “mostrar” (em “E ele mostraria o dedo da aliança”) e o verbo “sair” (em “E ela sairia de casa com as crianças”) expressam ações que poderiam ter acontecido após um evento no passado.
III. vocábulo “batalha” (em “e preparou-se para a batalha contra o macaco”) está empregado em sentido conotativo e se caracteriza como uma metáfora.
IV. vocábulos “mais” (em “Situa-se no terreno mais baixo”, no 1.º parágrafo) e “mas” (em “mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida”, no 2.º parágrafo), são, respectivamente, um advérbio e uma conjunção.
V. período “Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei” é composto por duas orações, sendo a primeira uma subordinada concessiva.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4051718 Psiquiatria
Sobre a psicofarmacologia dos fármacos neuroestimulantes, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4051717 Psiquiatria
Sobre a Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência) e sua interface com a saúde mental, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4051716 Psiquiatria
Sobre a neurobiologia do sono e sua arquitetura, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4051715 Saúde Pública
Sobre as portarias de consolidação e a organização da saúde mental no SUS, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4051714 Psiquiatria
Sobre transtornos factícios, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4051713 Psiquiatria
Sobre o uso de animais de apoio emocional/terapêutico em transtornos de ansiedade, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4051712 Direito Sanitário
De acordo com a Portaria GM/MS nº 399/2006, que divulga o Pacto pela Saúde – Consolidação do SUS, e sua relação com a saúde mental, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Respostas
2301: A
2302: B
2303: D
2304: B
2305: A
2306: C
2307: B
2308: E
2309: A
2310: E
2311: B
2312: D
2313: D
2314: D
2315: C
2316: B
2317: C
2318: B
2319: A
2320: D